Valor FIPE Atual
R$ 10.924,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 025007-4
Ano: 1998-1
MêsPreço
Jan/26R$ 10.924,00
Dez/25R$ 10.945,00
Nov/25R$ 10.962,00
Out/25R$ 10.989,00
Set/25R$ 11.025,00
Ago/25R$ 11.049,00
Jul/25R$ 11.067,00
Jun/25R$ 11.079,00
Mai/25R$ 11.102,00
Abr/25R$ 11.113,00
Mar/25R$ 11.130,00
Fev/25R$ 11.137,00

Entendendo como a Tabela FIPE orienta seguros para o Renault Laguna V6 de 1998

Contexto da Tabela FIPE e sua utilidade no seguro automotivo

A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Esse conjunto de dados agrega informações de transações de compra e venda, bem como consultas a revendas, com o objetivo de oferecer um valor-base que possa orientar diversas decisões no universo automotivo. Para seguradoras, esse valor funciona como uma referência essencial na composição de apólices, definição de prêmios e cálculo de indenizações em caso de sinistro. Em termos práticos, o valor FIPE ajuda a estabelecer o “valor de referência” do bem segurado, o que não impede — é claro — que a seguradora leve em conta particularidades de cada veículo e do contrato de seguro para chegar ao valor final de cobertura.

É importante compreender que o FIPE é apenas uma referência. Ele não substitui uma avaliação detalhada do estado atual do veículo; nem sempre reflete modificações após a compra, estado de conservação, histórico de sinistros, uso (particular, comercial, escolar, de aluguel), nem variações regionais. Em muitos casos, os ajustes de valor são necessários para refletir particularidades como acessórios originais, itens de segurança adicionais, modificação de rodas, entre outros. Por isso, quem busca seguro para um Renault Laguna V6 1998 deve considerar o FIPE como ponto de partida, complementando com informações técnicas, estado de conservação e histórico de uso para chegar ao valor de indenização ou de prêmio mais adequado.

Tabela FIPE Renault Laguna V6 1998

Nesse contexto, entender como o FIPE se relaciona com o Renault Laguna V6 1998 ajuda o leitor a tomar decisões mais informadas na hora de contratar ou revisar uma apólice de seguro. A seguir, exploramos a ficha técnica da versão V6 de 1998, as particularidades da marca Renault e, por fim, como a tabela FIPE é utilizada por corretores para embasar coberturas e indenizações.

Ficha Técnica do Renault Laguna V6 1998

A Renault, fabricante com tradição em projetos que combinam conforto, desempenho e inovação, lançou ao longo de sua história diversas variações do Laguna. A versão V6 de 1998 representou uma oferta voltada a quem buscava uma alternativa com motor mais potente dentro do segmento de sedãs médios da época. Abaixo está uma ficha técnica resumida para a versão V6 do Laguna com foco em características relevantes para seguros e avaliação de valor. Vale destacar que números podem variar conforme o mercado, a configuração específica e os ajustes de cada veículo importado ou vendido no Brasil naquela década.

  • Motor: V6 2.5 L — configuração de oito cilindros em V, com sensação de torque elevado em faixas de uso urbano e rodoviário; potência estimada em faixa próxima de 170–190 cv, com torque na casa de aproximadamente 230–240 Nm.
  • Transmissão: disponível em duas opções comuns para a época – manual de 5 velocidades ou automática de 4 velocidades, dependendo do mercado e da versão específica importada ou nacionalizada.
  • Tração e peso: tração dianteira (FWD); peso aproximado entre 1.30 t e 1.45 t, variando conforme a configuração, nível de equipagem e presença de acessórios opcionais.
  • Dimensões e capacidade: comprimento ao redor de 4,50 a 4,55 m, largura aproximadamente entre 1,75 a 1,80 m; tanque de combustível com capacidade típica próxima de 60 L; entre-eixos próximo de 2,60 a 2,70 m, dependendo da versão.

Essa ficha técnica oferece um panorama técnico relevante para a avaliação de seguro, já que a motorização maior tende a influenciar o custo de reparos, consumo e, consequentemente, o valor de reposição ou indenização. Além disso, a presença de uma motorização V6 costuma associar-se a itens de maior valor na linha de montagem, o que também pode influenciar a percepção de risco por parte da seguradora, especialmente em termos de consumos, peças originais e disponibilidade de repostos no mercado brasileiro da época.

Sobre a marca Renault

A Renault, fundada em 1899 na França, consolidou-se como uma das principais montadoras mundiais, reconhecida por sua capacidade de combinar design, inovação tecnológica e acessibilidade. Ao longo das décadas, a marca transformou-se de fabricante de automóveis simples em uma referência de engenharia europeia, com avanços significativos em áreas como segurança, eficiência energética e mobilidade. A trajetória da Renault tem aspirações globais, com atuação forte não apenas na Europa, mas também em mercados da América Latina, Ásia e África, onde a empresa adaptou seus modelos às necessidades locais, sem perder a identidade de marca.

Entre os atributos que frequentemente se destacam na percepção da marca estão o equilíbrio entre conforto de condução e dinamismo de performance, bem como a aposta contínua em tecnologias que elevem a segurança dos ocupantes. A Renault também tem investido em parcerias estratégicas, alinhando-se a tendências de mobilidade sustentável e conectividade, o que influencia a percepção de custo-benefício de seus veículos, inclusive modelos de gama média como o Laguna. Para quem avalia um Renault Laguna V6 1998 no contexto de seguros, essa herança pode impactar decisões relacionadas a peças de reposição, disponibilidade de assistência técnica e fidelidade de rede de concessionárias — fatores que, por consequência, afetam o risco conjunto do veículo e o custo de cobertura.

É relevante mencionar que a história da Renault inclui esforços em oferecer versões com equipamentos de segurança avançados para a época, testes de desempenho e propostas que buscavam atender a diferentes mercados. Em termos de confiabilidade e custo de manutenção, a marca costuma ser avaliada com atenção aos materiais de qualidade disponíveis, à rede de peças originais e à disponibilidade de serviços autorizados, especialmente em modelos europeus introduzidos no Brasil durante os anos 1990 e início dos anos 2000.

Como a Tabela FIPE é usada pela corretora de seguros

Nunca é demais recordar o papel da Tabela FIPE no processo de seguro. Para corretores e seguradoras, o FIPE é um referencial que facilita a comunicação com clientes e padroniza a base de avaliação. Em termos práticos, a FIPE serve como um ponto de partida para determinar o valor de indenização em caso de sinistro, bem como a base para o cálculo de prêmios de seguro, crédito dependente de valor do veículo e políticas de cobertura. Abaixo, descrevemos como esse referencial costuma ser utilizado no dia a dia da empresa de seguros:

Inicialmente, o valor FIPE funciona como um valor de referência para o veículo em determinadas condições. Em muitos contratos, o prêmio, o valor de cobertura e a indenização em caso de roubo ou dano total são calibrados com base nesse valor de referência, ajustando-se de acordo com fatores específicos do veículo, como estado de conservação, horas de uso, histórico de sinistros, alterações ou acessórios que sejam originais ou não originais, e a presença de itens de segurança. Assim, mesmo que o FIPE traga um número-base, a apólice pode incorporar ajustes que resultem em valores diferentes do FIPE para uma seguradora específica.

Ao tratar do Renault Laguna V6 de 1998, a corretora leva em conta a especificidade do modelo—bem como a condição física do exemplar—ao aplicar o FIPE. Como a versão V6 é menos comum nas listas de estoque de reposição de peças na comparação com versões mais populares, o segurado pode observar variações regionais no valor de reposição, especialmente se peças originais da Renault para aquele modelo específico estiverem menos disponíveis. Nesses casos, o conteúdo da ficha técnica, o estado de conservação e o histórico de manutenção costumam ser pesados na decisão final sobre o valor de cobertura.

Além disso, vale ressaltar que o FIPE não captura alterações de valor decorrentes de modificações com finalidade estética ou de desempenho que não sejam originais de fábrica. A presença de acessórios de valor pode aumentar o custo de reposição, dependendo da política da seguradora. Por isso, para quem possui um Laguna V6 de 1998, é comum que o corretor peça informações adicionais sobre acessórios originais, estado atual de conservação, histórico de manutenções e eventuais substituições de componentes críticos (como sistema de freios, suspensão, motor ou transmissão) para que o valor de indenização reflita com mais fidelidade a realidade do veículo segurado.

Em síntese, o valor FIPE é um referência útil, mas não exclusivo. A interseção entre o que a tabela aponta, o estado do veículo e as políticas da seguradora resulta no valor final de cobertura. Por isso, a checagem de informações técnicas, a avaliação de conservação e a compreensão do histórico do veículo são passos indispensáveis para quem negocia um seguro para um Renault Laguna V6 1998.

Para quem busca entender melhor como o FIA (Fipe) influencia no prêmio de seguro, é recomendável conversar com um corretor que conheça bem o modelo e a realidade do mercado na sua região. A aderência de certos itens de segurança — como alarmes, imobilizadores, travas adicionais, sensores de estacionamento, entre outros — pode influenciar a percepção de risco da seguradora, resultando em condições de contratação mais favoráveis ou menos onerosas, independentemente do valor FIPE publicado.

Em termos práticos, quem está avaliando o seguro para o Renault Laguna V6 1998 pode observar, ao comparar propostas, a forma como cada seguradora utiliza o FIPE. Algumas empresas mantêm o valor segurado próximo ao FIPE, outras aplicam um teto com base em comparaçõess de mercado vigente, e outras ainda trabalham com substituição de itens originais por substitutos equivalentes no ato de indenização. Por isso, é essencial revisar com atenção as condições de indenização, limites de cobertura para peças de reposição, e a possibilidade de substituição por itens relacionados a versões equivalentes do veículo na época.

Para o interessado em simplicidade, o FIPE funciona como base de referência, mas o resultado final depende de uma combinação de fatores: estado de conservação, histórico de uso, acessórios, políticas da seguradora e, é claro, o valor de mercado praticado no momento da contratação. O Renault Laguna V6 1998 representa um caso clássico de como a avaliação de seguro envolve não apenas números, mas uma leitura cuidadosa do veículo como um todo, desde a linha de produção até o uso cotidiano pelo proprietário.

Ao planejar a proteção de um Renault Laguna V6 1998, considere uma abordagem aberta: reúna informações sobre o estado de conservação, substituições realizadas, histórico de manutenção, presença de itens originais de fábrica e acessórios que acressem valor ao automóvel. Assim, você terá uma base mais sólida para discutir com a seguradora as melhores opções de cobertura, sem depender exclusivamente do valor FIPE como único norte.

Se, ao final de todo esse processo, houver dúvidas sobre qual cobertura escolher, pense na solução que equilibra custo, proteção e tranquilidade no dia a dia. Uma cotação com a GT Seguros poderia facilitar a comparação entre as opções disponíveis no mercado, ajudando a alinhar cobertura, franquias e valores de indenização com suas necessidades reais.