Valor FIPE Atual
R$ 97.069,00
↓ 0,4% vs mês anterior
FIPE: 025205-0
Ano: 2013-3
MêsPreço
Mar/26R$ 97.069,00
Jan/26R$ 97.500,00
Dez/25R$ 100.060,00
Nov/25R$ 96.677,00
Out/25R$ 96.910,00
Set/25R$ 100.425,00
Ago/25R$ 100.007,00
Jul/25R$ 101.468,00
Jun/25R$ 105.149,00
Mai/25R$ 101.594,00
Abr/25R$ 105.279,00
Mar/25R$ 101.719,00

Entenda como a Tabela FIPE se aplica ao Renault Master 2.3 dCi Executive Longo 16L Diesel de 2013

Este artigo aborda a Tabela FIPE Renault Master 2.3 dCi Executive Longo 16L Dies 2013, com foco em como esse parâmetro de mercado influencia cálculos de seguro, avaliações de valor e decisões de manutenção para frotas. Em se tratando de um veículo comercial de uso diário, entender a forma como a FIPE reflete o preço de referência auxilia corretores, proprietários e gestores de frota a alinhar expectativas, coberturas e prêmios. O mercado de veículos utilitários leves é sensível a fatores como configuração de carroceria, estado geral, histórico de uso e condições de manutenção, e a FIPE funciona como uma régua de referência que não substitui uma inspeção detalhada, mas que orienta o diagnóstico de valor pelos diferentes canais de venda segmentados por idade, quilometragem e estado de conservação.

Antes de mergulhar na prática da avaliação, vale lembrar que a Master da Renault é um veículo criado para entregar robustez, versatilidade e confiabilidade em diferentes cenários de trabalho. A versão Executive Longo 16L Diesel de 2013, em especial, costuma atender negócios que exigem maior comprimento útil de carga e, ao mesmo tempo, uma necessidade de confiabilidade para operações diárias de entrega, logística de pequenas e médias empresas, oficinas móveis ou serviços com deslocamento constante. O papel da tabela de preços FIPE aqui é servir como referência de mercado, não como preço definitivo de venda ou compra. Numerar com exatidão o valor depende de a configuração possuir acessórios, o estado de conservação, a quilometragem, o histórico de manutenção e o local de venda. A seguir, vamos destrinchar a ficha técnica básica, destacar a visão da marca Renault no segmento de furgões e, principalmente, explicar como a FIPE embasa a precificação para seguros e avaliações de risco.

Tabela FIPE Renault Master 2.3 dCi Executive Longo 16L Dies 2013

Ficha técnica do Renault Master 2.3 dCi Executive Longo 16L Diesel (2013)

Para fins de referência, a ficha técnica apresentada descreve os aspectos que costumam influenciar a avaliação pela FIPE e as decisões de seguradoras. A configuração “Executive Longo” indica uma versão com alongamento da carroceria, o que impacta diretamente na capacidade de carga, no espaço de operação e, por consequência, no valor de revenda. Abaixo, itens-chave que costumam figurar em recursos de fábrica, especificações mecânicas e dimensões típicas dessa linha, observando que números podem variar conforme o lote de fabricação e opcionais instalados na concessionária ou no importador.

  • Motor e desempenho: motor diesel turboalimentado 2.3 L (quatro cilindros). Em versões comuns, a potência varia de acordo com o estágio de gestão eletrônica e o equipamento específico, oferecendo faixa de torque adequada para transporte de carga sem exigir aceleração brusca em estradas. A alimentação é por sistema de injeção moderna, com gerenciamento eletrônico para equilíbrio entre desempenho e consumo.
  • Transmissão e tração: câmbio manual de várias marchas (geralmente 6 velocidades) combinado a tração dianteira, adaptado para o transporte de mercadorias, com foco em robustez e facilidade de manutenção. Recursos como assistência de direção e suspensão calibrada para peso de carga costumam aparecer nos pacotes de fábrica ou como opcionais em versões de entrada.
  • Dimensões, carga útil e capacidade de tanque: o conjunto Longo, associado a um peso bruto total compatível com uso comercial, oferece mais espaço de cabine de carga e volume útil. A capacidade de carga útil varia conforme a configuração, com intervalos comumente observados entre faixas moderadas e mais altas de acordo com o entre-eixos, a altura interna útil e o fechamento de compartimentos. O tanque de combustível costuma ter capacidade suficiente para longas jornadas diurnas, contribuindo para menos paradas técnicas.
  • Conforto, itens de série e segurança: itens como ar-condicionado, controles de conforto e conectividade variam conforme o pacote, com versões voltadas a frotas que priorizam praticidade e durabilidade. Sistemas de freios, direção assistida e elementos de proteção são projetados para uso contínuo em atividade mercantil, com manutenção voltada a manter a confiabilidade do veículo em operação diária.

Observação: os dados acima referem-se a uma leitura consolidada das configurações mais comuns da Renault Master 2.3 dCi Executive Longo 16L Dies 2013. A variação entre itens de série, opções e acabamentos pode alterar pequenas nuances técnicas. Para fins de comparação com a FIPE, a ideia é entender o padrão de construção, o espaço de carga e a robustez que acompanham essa linha de furgões, o que ajuda na validação de avaliações e no ajuste de coberturas de seguro conforme o perfil da frota.

Sobre a Renault: história e papel da marca no segmento de furgões comerciais

Fundada como uma das grandes montadoras europeias, a Renault tem, ao longo das décadas, construído uma presença sólida no segmento de veículos comerciais leves. A marca se destacou pela aplicação de soluções práticas para empresas que dependem de transporte de cargas, distribuição e serviços móveis. A linha Master, adquirida por muitos mercados com a parceria de tecnologia e componentes com a subsidiária Nissan (em algumas gerações), representa uma resposta direta da Renault às demandas por capacidade de carga, durabilidade mecânica e facilidade de manutenção. A reputação de confiabilidade de um furgão é construída pela continuidade de peças de reposição, pela disponibilidade de serviços de rede e pela capacidade de manter o veículo operacional com custos previsíveis ao longo do tempo. O Renault Master, em muitos mercados, tornou-se uma referência de custo-benefício para frotas que procuram versatilidade para configuração de caçambas, pranchas de carga, prateleiras internas e utilitários que atendem a diferentes ramos de atividade.

Essa marca tem investido na melhoria de eficiência de motores, redução de emissões e avanços em ergonomia de cabine para reduzir a fadiga do motorista em jornadas prolongadas. Em termos de seguros, a Renault Master é vista como veículo de utilidade com proteção de carga sensível à segurança, o que implica em coberturas que considerem roubo de carga, danos em incidentes com terceiros e danos ao próprio veículo. Com a evolução da tabela FIPE e dos critérios de avaliação, corretores passam a ter uma leitura mais clara sobre como o valor de base do veículo pode se mover ao longo do tempo, ajudando a prescrever proteções adequadas para cada cenário de uso.

O que é a Tabela FIPE e como ela impacta seguros e avaliações de veículos comerciais

A Tabela FIPE, administrada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como referência de preço médio de venda de automóveis usados, apurado a partir de um conjunto consolidado de percursos de compra e venda em todo o território nacional. Para veículos como o Renault Master 2.3 dCi Executive Longo 16L Dies 2013, a FIPE oferece uma referência que ajuda corretores e seguradoras a calibrar o valor de indenização em caso de sinistro, bem como a orientar o cálculo de prêmios com base no risco relativo da frota. Em termos práticos, o valor FIPE serve como base de referência — não é custo final de aquisição ou substituição, nem garante que todos os anúncios o reflitam com exatidão. Quando a seguradora utiliza o parâmetro FIPE, a avaliação considera não apenas a idade, mas também a configuração (versão Longa, motor 2.3, Diesel) e o estado de conservação do veículo, ajustando prêmios conforme fatores como quilometragem, histórico de manutenção, acessórios instalados e histórico de sinistros.

Para frotas e pequenas empresas, esse mecanismo facilita o planejamento financeiro, permitindo estimar com maior clareza o impacto de diferentes coberturas sobre o custo mensal do seguro. Além disso, ao entender como o valor de referência se comporta ao longo do tempo, gestores de frota podem planejar revisões de contrato, renovação de apólices e decisões de manutenção preventiva que ajudam a manter o seguro em níveis adequados para o uso efetivo do veículo.

É comum que o corretor utilize a Tabela FIPE como ponto de partida, e, a partir daí, adapte a proposta de seguro com base no perfil da operação: dias de uso, distância percorrida, áreas de atuação (urbana, rodoviária, misto), tipo de carga transportada, valor de reposição de peças e a importância de coberturas adicionais como roubo e danos a terceiros. Em veículos de carga, a proteção de carga pode ser um componente crucial do pacote de seguro, pois danos à mercadoria ou perda por roubo podem ter impacto financeiro significativo para a empresa.

Como a FIPE influencia o valor de mercado na prática para o Renault Master

Quando pensamos no Renault Master 2.3 dCi Executive Longo 16L Dies 2013, a FIPE atua como âncora de referência para o mercado de usados. O valor apresentado pela tabela tende a depender da combinação de idade, estado de conservação, quilometragem e configuração. Em termos operacionais, a variação de preço entre veículos com o mesmo ano-modelo pode ser explicada por diferenças de estado, histórico de manutenção, e por reformas ou upgrades realizados pelo proprietário anterior, incluindo trocas de elements como sistemas de freios, amortecedores, itens de cabine e equipamentos de segurança agregados. Em termos de seguros, isso se traduz na necessidade de abrir mão de uma visão única do valor, reconhecendo que o seguro pode exigir inspeção física ou avaliação de terceiros para confirmar a condição atual do veículo.

Para empresas com frota pequena ou média, compreender a faixa de valores da FIPE pode significar tomar decisões estratégicas sobre renovação de veículos, manutenção programada e priorização de substituição de unidades que, ao longo de alguns anos, apresentam maior depreciação. Além disso, a FIPE ajuda a calibrar a percepção de custo total de propriedade, que envolve não apenas o preço do veículo, mas também gastos com manutenção, seguro, combustível e impostos. Conhecer bem esse conjunto de variáveis permite que o gestor de frota negocie melhores condições de seguro, com coberturas proporcionais às necessidades reais do negócio, reduzindo desperdícios e otimizando a proteção da operação.

Fatores que influenciam o valor da Tabela FIPE para o Renault Master 2.3 dCi Executive Longo 16L Dies 2013

  • Quilometragem e uso: veículos com maior uso comercial pesado podem apresentar maior depreciação, refletindo desgaste de componentes do motor, suspensão, transmissão e sistemas de freios. Por outro lado, uma Master bem mantida, com histórico de revisões, tende a manter o valor de referência com mais consistência.
  • Estado de conservação e histórico de manutenção: a condição da carroceria, interior e equipamentos de cabine, bem como o registro de manutenções periódicas, impacta diretamente no valor. Uma frotinha que mantém revisões em dia com peças originais costuma apresentar melhor credibilidade na avaliação FIPE.
  • Configuração específica: Longo, Executive, Diesel 2.3, entre-eixos, capacidade de carga e itens adicionais influenciam o preço de referência. Mesmo pequenas diferenças de configuração podem mudar a forma como a FIPE classifica o veículo dentro de uma faixa de preço.
  • Itens de série e opcionais: ar-condicionado, assistências, proteção de carga, sistemas de segurança e outros itens podem agregar valor percebido no mercado de usados, elevando ou atenuando o valor de referência conforme a disponibilidade de tais recursos na unidade avaliada.

Esses fatores ajudam o profissional de seguros a entender o risco envolvido e, consequentemente, a sugerir coberturas mais adequadas. Em termos práticos, quando o veículo se aproxima de datas de renovação de seguro ou quando a frota passa por mudanças operacionais, a referência FIPE serve como base para renegociação de prêmios, franquias e limites de cobertura, sempre levando em conta a situação real de cada unidade.

Além disso, gestores podem usar a referência FIPE em cenários de reposição. Em caso de perda total ou roubo, o valor de reposição a partir da FIPE ajuda a estimar o montante necessário para recompor a frota com características semelhantes, mantendo a continuidade operacional da empresa. Por isso, acompanhar a evolução da Tabela FIPE e manter o histórico de cada veículo com informações atualizadas facilita decisões estratégicas no âmbito de seguros e gestão financeira.

Aplicações práticas para frota e gestão de riscos com a Renault Master

Para quem administra uma frota, a junção entre a Tabela FIPE e as necessidades operacionais se traduz em ações simples, porém estratégicas. Primeiro, ter um cadastro detalhado de cada unidade, com informações sobre ano-modelo, configuração, estado atual, quilometragem e histórico de manutenção facilita a comparação com a referência FIPE e com as propostas de seguro. Em segundo lugar, manter a frota com uma rotina de inspeção preventiva ajuda a reduzir o risco de sinistros, o que tende a refletir em prêmios mais estáveis ao longo do tempo. Em terceiro lugar, considerar o uso de cobert