Valor FIPE Atual
R$ 166.631,00
↑ 1,2% vs mês anterior
FIPE: 025205-0
Ano: 2017-3
MêsPreço
Mar/26R$ 166.631,00
Fev/26R$ 164.621,00
Jan/26R$ 160.655,00
Dez/25R$ 157.050,00
Nov/25R$ 159.060,00
Out/25R$ 161.721,00
Set/25R$ 160.631,00
Ago/25R$ 161.439,00
Jul/25R$ 156.853,00
Jun/25R$ 151.549,00
Mai/25R$ 152.161,00
Abr/25R$ 157.535,00

Guia descritivo sobre a avaliação pela Tabela FIPE para a Renault Master 2.3 dCi Executive Longo 16L Dies 2017

A Tabela FIPE é o referência nacional que padroniza a mensuração de preços de veículos usados no Brasil, servindo como base para o cálculo de valores de compra, venda e de seguro. Quando se fala em furgões comerciais como a Renault Master, entender como a FIPE funciona ajuda não apenas no momento da negociação, mas também na gestão de riscos para quem atua com frota ou uso individual corporativo. O presente texto aborda especificamente o modelo Renault Master 2.3 dCi Executive Longo 16L Dies 2017, explorando seu universo de ficha técnica, impactos do mercado de usados e implicações para seguro estudadas pela FIPE, além de orientar decisões que costumam exigir cuidado técnico, financeiro e regulatório.

Ao falar de seguro automotivo para furgões de médio porte, muitas variáveis entram no cálculo do prêmio. O histórico do veículo na FIPE, por exemplo, influencia o valor de referência utilizado pela seguradora para estimar o risco de sinistro e, consequentemente, o custo da cobertura. O Renault Master, como veículo de trabalho, costuma apresentar perfil de risco distinto de carros de passeio: maior probabilidade de desgaste, uso frequente em rotações elevadas, trajetos urbanos mistos com trechos de estrada, e, dependente da versão, uma cabine com foco no motorista e na eficiência de carga. Por isso, a leitura da ficha FIPE deve ser acompanhada de uma avaliação cuidadosa da condição atual da frota, da quilometragem e do histórico de manutenção, enriquecendo a experiência de contratação de seguro com dados concretos e repassar riscos mais bem dimensionados à seguradora.

Tabela FIPE Renault Master 2.3 dCi Executive Longo 16L Dies 2017

O que é a Tabela FIPE e como ela impacta o seguro

A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) funciona como um índice mensurável de referência do valor de mercado de veículos no Brasil. Ela é amplamente utilizada por seguradoras para levantar o valor médio de reposição ou de indenização em casos de sinistros, bem como para calcular prêmios com base na depreciação histórica de modelos. Em termos práticos, ao solicitar um seguro para a Renault Master 2.3 dCi Executive Longo 16L Dies 2017, a seguradora utilizará a faixa de valores da FIPE correspondente ao ano/modelo estimado para calibrar o risco, o valor segurado e as condições de indenização. No caso de furgões, esse processo envolve particularidades: capacidade de carga, uso comercial, manutenção de frota, disponibilidade de peças e custos de substituição, tudo o que, somado, influencia a composição do prêmio.

Para quem administra uma frota, compreender a variação do valor de reposição conforme a FIPE é essencial: quando o veículo recebe upgrade de equipamento na versão Executive Longo ou quando o mercado de usados oferece disponibilidade diferente, o valor referencial pode oscilar. Além disso, a FIPE não é um preço de venda ao consumidor final, mas um referencial de média observada em transações de mercado, o que implica que veículos bem conservados, com histórico de manutenção regular e baixa quilometragem tendem a situar-se em faixas superiores dentro da curva de depreciação da FIPE. Em uma corretora de seguros, esse entendimento ajuda a orientar clientes sobre cenários de cobertura, valor segurado e limites de indenização, assegurando que o produto ofertado esteja alinhado com o valor de reposição esperado pelo mercado.

Ficha Técnica: Renault Master 2.3 dCi Executive Longo 16L Dies 2017

  • Motorização: 2.3 dCi, turbo diesel, quatro cilindros, com sistema de injeção direta (common rail) e intercooler; configuração voltada para desempenho em cargas elevadas.
  • Potência e torque: potência na faixa de aproximadamente 150 PS (cerca de 110 kW) com torque próximo de 320–350 Nm, variando conforme configuração de mercado e presença de aços de reforço ou ajustes de mapeamento.
  • Transmissão: manual de 6 velocidades, com ênfase em faixa de torque adequada para deslocamentos de carga pesada em subidas e trechos com variação de velocidade.
  • Tipo de carroceria e tração: furgão de carga com eixo dianteiro, versão Exec Longo (comprimento estendido), destinada a volumes maiores de carga em espaços urbanos e rodoviários.

A Renault Master é reconhecida como uma opção robusta no portfólio de furgões comerciais da marca. A linha Master, ao longo das gerações, consolidou-se pela versatilidade de versões que atendem a diferentes necessidades de transporte de mercadorias, desde a distribuição urbana até operações de média/longa distância. O stand de qualidade Renault foca em durabilidade, facilidade de manutenção e ampla rede de assistência técnica, fatores que pesam na percepção de valor na FIPE e, consequentemente, na prática de seguro. Além disso, a Master é alimentada por um motor com bom torque disponível em faixas baixas, o que facilita o trabalho com carga, reboque leve (quando permitido pelas especificações) e resposta rápida em cenários de entrega com várias paradas, um cenário comum no trabalho de frota que depende de confiabilidade e disponibilidade de serviço.

Aspectos de marca: Renault e o contexto do Master no mercado brasileiro

A Renault, como grupo automotivo com presença global, construiu uma reputação que equilibra custo-benefício com inovação em áreas como eficiência de consumo, conforto de cabine e soluções para frotas. No Brasil, a Renault consolidou-se como uma marca que investe em redes de concessionárias, peças originais disponíveis e programas de assistência técnica que ajudam a manter veículos comerciais em operação com downtime reduzido. Para o universo de furgões, a Renault Master representa uma proposta competitiva frente a rivais que atuam no segmento de furgões de carga leve a médio porte. Em termos de seguros, a marca frequentemente é associada a components padronizados de reposição, com disponibilidade de peças e serviços, fatores que influenciam positivamente na avaliação de risco pela seguradora: menor tempo de imobilização, menor custo de assistência e maior previsibilidade de manutenção, o que, por sua vez, impacta o prêmio de seguro de forma favorável quando comparado a modelos com rede de assistência mais restrita.

Além disso, o Master foi concebido para ambientes operacionais que exigem robustez e confiabilidade. A cabine de motorista costuma priorizar ergonomia, espaço para as pernas e visibilidade, elementos que reduzem o cansaço em jornadas prolongadas—um ponto relevante na avaliação de sinistralidade, já que o desgaste do motorista pode influenciar a condução e, portanto, o risco de acidente. Do ponto de vista de gestão de risco, a reputação da marca no suporte a frota, aliada à disponibilidade de programas de manutenção programada, pode fornecer aos corretores um argumento sólido para oferecer opções de seguro com condições mais estáveis ao longo do tempo, incluindo módulos de assistência em viagem, proteção de carga e opções de rastreadores instalados.

Fatores que influenciam o valor FIPE para esse modelo

Para entender a posição da Renault Master na Tabela FIPE, é útil mapear os fatores que costumam mover o valor de referência de um ano/modelo específico. A seguir, destacam-se alguns elementos típicos que costumam impactar o valor FIPE da Master 2.3 dCi Executive Longo 16L Dies 2017:

  • Estado de conservação: veículos bem mantidos, com histórico de manutenção registrado, tendem a apresentar valores FIPE mais altos dentro da faixa correspondente ao ano/modelo.
  • Quilometragem: km rodados influenciam diretamente a depreciação; valores mais baixos costumam situar-se em patamares superiores na curva FIPE.
  • Versão e equipamentos: a versão Executive Longo com pacote de acabamento, itens de conforto e itens de carga pode deslocar o valor para cima dentro da mesma linha de anos, em função da atratividade do equipamento adicional.
  • Histórico de sinistros: ocorrências de colisões, danos estruturais ou necessidade de reparos relevantes impactam a percepção de valor de reposição na prática de seguro e podem influenciar a posição na faixa FIPE correspondente a aquele veículo.

Esses fatores ajudam a explicar por que dois Renault Master com o mesmo ano podem figurar em faixas FIPE diferentes, dependendo do histórico de uso, estado de conservação e configuração técnica. Para corretores de seguros, compreender essa variação é útil para calibrar corretamente o valor segurado, evitando subseguro ou superseguro, que podem impactar diretamente no custo do prêmio e na viabilidade de cobertura em caso de sinistro.

Implicações de seguro para o Renault Master 2.3 dCi Executive Longo 16L Dies 2017

Ao planejar o seguro de um furgão como a Renault Master, é comum que haja dúvidas sobre a melhor combinação de coberturas. O modelo em questão, com motor 2.3 dCi e variantes de carga, geralmente oferece um conjunto de opções que podem incluir:

  • Cobertura contra roubo/furto, incêndio e colisão;
  • Responsabilidade civil facultativa, quando exigida pela natureza da atividade da empresa;
  • Assistência 24 horas, com cobertura de reposição de veículo, e apoio em caso de pane na via;
  • Rastreamento e bloqueio de veículo como opções de proteção adicionais que podem reduzir o prêmio ao demonstrar menor risco de furto ou uso indevido.

É comum que corretores dimensionem o valor do seguro com base no valor de reposição ou no valor segurado equivalente ao custo de aquisição de um veículo com características semelhantes. Nesse sentido, a leitura da FIPE serve como ponto de referência para a definição de limites de indenização compatíveis com o mercado, evitando tanto o subseguro (quando o valor é insuficiente para cobrir uma reposição) quanto o superseguro (quando o valor é excessivo, elevando desnecessariamente o prêmio).

Considerações práticas para quem gerencia ou utiliza a Master 2.3 dCi Executive Longo

Para quem usa a Renault Master como ferramenta de negócio, algumas práticas ajudam a manter o prêmio de seguro sob controle, sem comprometer a proteção necessária. Abaixo, algumas orientações úteis para gestores de frotas e motoristas:

  • Manter um plano de manutenção regular com registro de serviços e peças substituídas, reforçando o histórico de cuidado do veículo na avaliação da FIPE e do seguro.
  • Documentar o uso da viatura (rota típica, horas de serviço, carga média) para que a seguradora tenha um retrato fiel da exposição ao risco.
  • Considerar a instalação de dispositivos de proteção, como rastreadores, alarmes com ligação a centrais de monitoramento e sensores de temperatura para cargas sensíveis, que podem reduzir o custo de prêmio ao demonstrar menor risco de furto ou de danos à carga.
  • Avaliar com a corretora de seguros a combinação de coberturas mais adequada ao perfil da empresa, definindo, por exemplo, entre DP (danos a terceiros) ou coberturas adicionais para terceiros, incêndio, roubo e colisão, de modo a equilibrar custo e proteção.

De modo geral, o Renault Master, com a versão Executive Longo, representa uma opção com boa relação entre custo de aquisição, capacidade de carga e disponibilidade de manutenção, características que costumam ser valorizadas no mercado de seguros para frotas leves. A FIPE, aliada a uma avaliação de uso real, permite que a corretora proponha planos que correspondam ao uso de cada veículo, mantendo a cobertura alinhada ao valor de reposição estimado pela tabela e ao risco efetivo do dia a dia.

Boas práticas para reduzir o custo do seguro sem abrir mão da proteção

Para proprietários e administradores de frotas, adotar medidas preventivas pode fazer a diferença no custo do seguro, sem comprometer a proteção necessária. Considere estas estratégias com o apoio da GT Seguros (cotação disponível sob solicitação):