| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 119.402,00 |
| Fev/26 | R$ 113.717,00 |
| Jan/26 | R$ 113.259,00 |
| Dez/25 | R$ 113.475,00 |
| Nov/25 | R$ 111.688,00 |
| Out/25 | R$ 107.912,00 |
| Set/25 | R$ 111.826,00 |
| Ago/25 | R$ 115.882,00 |
| Jul/25 | R$ 120.085,00 |
| Jun/25 | R$ 116.025,00 |
| Mai/25 | R$ 116.426,00 |
| Abr/25 | R$ 116.531,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o Renault Master 2.3 dCi STD Médio 16L Diesel 2014 e como isso impacta o seguro do seu furgão
A Tabela FIPE é uma referência essencial para quem trabalha com veículos utilizados em atividades profissionais, especialmente frotas leves, vans de entrega e utilitários que circulam diariamente pela cidade. Quando o assunto é seguradora, o valor de referência da FIPE serve para calibrar o valor de indenização, o prêmio de seguro e até mesmo as coberturas inclusas no contrato. No caso do Renault Master 2.3 dCi STD Médio 16L Diesel 2014, entender como essa tabela se aplica pode fazer diferença na escolha de coberturas, nos limites de cobertura e na tranquilidade de manter o veículo funcionando de forma segura e economicamente viável. Abaixo, exploramos os conceitos-chave, a leitura da tabela para essa versão específica e os impactos para a contratação de seguros com foco em propriedades, roubos, danos a terceiros e assistência veicular.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa no seguro de veículos comerciais
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) mantém mensalmente uma base de dados com valores médios de mercado para veículos novos e usados no Brasil. Esses números funcionam como referência para uma série de operações, entre elas a definição de valores de indenização em caso de sinistro, a simulação de prêmio de seguro e a avaliação de reposição em situações de danos totais. Para veículos utilitários, como o Renault Master, a FIPE ajuda as seguradoras a estimar o custo de reposição ou o valor de indenização em caso de perda total, além de orientar a avaliação de veiculações em casos de roubo ou furto.

Importa entender que o valor FIPE não é o preço de venda atual de mercado nem o preço de aquisição do veículo por parte do comprador. Trata-se de uma referência consolidada, sujeita a variações conforme a idade do veículo, o estado de conservação, a quilometragem, o histórico de manutenções e as condições regionais. Por isso, ao planejar o seguro, é comum que o corretor utilize o valor FIPE como base para estabelecer o montante segurado (valor de indenização) e, em muitos contratos, para indicar limites de cobertura. Contudo, algumas seguradoras costumam permitir ajustes com base em avaliações técnicas, laudos de conservação ou notas de orçamento de peça e mão de obra, especialmente em veículos comerciais que sofrem desgaste rápido por uso intenso.
Para quem administra uma frota de furgões, a leitura da FIPE vai além do número isolado. Ela também revela perfis de depreciação diferentes entre modelos, versões e configurações de uso. O Renault Master 2.3 dCi STD Médio 16L Diesel 2014 é uma versão de equipamento intermediário (STD Médio) de uma linha amplamente adotada por empresas de transporte leve, logística urbana e serviços que dependem de entregas rápidas. Portanto, compreender como a tabela trata esse conjunto específico de características ajuda a alinhar expectativas entre o custo de seguro, o tempo de resposta em sinistros e a disponibilidade de peças de reposição na rede de assistência técnica.
Como ler a Tabela FIPE para a versão Renault Master 2.3 dCi STD Médio 16L Diesel 2014
Para interpretar a FIPE de maneira prática, vale observar quatro aspectos-chave que costumam aparecer na linha de veículos utilitários. A versão Renault Master 2.3 dCi STD Médio 16L Diesel 2014 está associada a um conjunto de atributos que influenciam diretamente o valor de referência utilizado pelas seguradoras. A seguir, destacamos elementos vitais para a leitura da tabela, com foco em clareza para quem atua em corretagem de seguros ou gestão de frotas:
- Versão e equipamento: o código STD Médio indica uma configuração de acabamento intermediário, com itens básicos de utilidade para trabalho diário, sem os recursos de topo de linha. A FIPE separa as versões por nível de equipamento, e essa distinção pode alterar o valor de referência entre um furgão com ar-condicionado, solicitação de itens de conforto ou sistemas de assistência à condução.
- Tipo de combustível e motor: o Renault Master 2.3 dCi utiliza diesel e é equipado com um motor turbo de 4 cilindros. A FIPE classifica as variantes por motorizações, o que tem impacto direto na depreciação e na manutenção prevista. Veículos com motorizações modernas tendem a apresentar uma curva de desvalorização diferente da de motores menos atuais, mesmo dentro da mesma linha.
- Ano-modelo: o recorte 2014 indica o estágio tecnológico do veículo, o que influencia a disponibilidade de peças, a robustez de sistemas mecânicos e a projeção de consertos. A idade do veículo, somada à quilometragem, influencia tanto o valor de referência quanto o custo de seguros de assistência técnica.
- Condição e histórico de uso: a FIPE é uma média de mercado considerando condições normais de uso. Um Master com manutenção regular, sem histórico de acidentes e com documentação completa tende a conservar melhor o valor relativo à média da tabela. Já veículos com histórico de sinistros, modificações não originais ou uso severo podem ter variações em relação à referência FIPE utilizadas pelas seguradoras.
Observação prática para corretores: ao orientar clientes sobre o seguro, explique que a FIPE funciona como uma base de referência, não como um preço de compra atual. Em operações com frotas, é comum que o valor segurado seja ajustado de acordo com as políticas da seguradora, a fim de refletir o custo potencial de reposição na prática, incluindo disponibilidade de peças, mão de obra especializada e tempo de indisponibilidade do veículo. Em resumo, a FIPE oferece um ponto de partida sólido para estimativas, mas a avaliação final do valor segurado pode depender de fatores adicionais que o contrato de seguro e a avaliação técnica consideram relevantes.
Para o Renault Master específico, a leitura cuidadosa da FIPE ajuda a ajustar o planejamento de seguros ao uso real da frota. Empresas que dependem de entregas rápidas, com horários apertados, costumam priorizar coberturas que garantam reposição rápida, com vantagem de rede de assistência e disponibilidade de peças. A ideia é que o seguro não apenas cubra o risco de danos, mas também minimize o tempo ocioso do veículo em reparos, o que, por sua vez, tem impacto direto na continuidade do negócio.
Ficha Técnica do Renault Master 2.3 dCi STD Médio 16L Diesel 2014
A seguir, um retrato técnico do Renault Master nessa configuração de ano e versão. Este conjunto descreve itens relevantes para avaliação de seguros, manutenção, custo de reparo e compatibilidade com operações comerciais. Vale notar que pequenas variações podem ocorrer conforme o lote de fabricação, o país de venda e as opções de fábrica disponíveis na época.
Marca/modelo: Renault Master 2.3 dCi STD Médio 16L Diesel (2014). Classe: furgão médio para transporte de carga leve. Configuração típica: motor 2.3 dCi turbo diesel, 4 cilindros, injeção direta, transmissão manual de várias marchas, tração dianteira em versões comuns do Master para facilitar o espaço de carga e o conforto de uso urbano.
Motor e desempenho: o motor 2.3 dCi é turboalimentado, com desenho voltado à eficiência de torque em rotações de uso frequente em condução urbana e em estradas. A potência nominal fica na faixa de cerca de 110 a 125 cavalos, com torque robusto para manter boa resposta em acelerações com carga parcial ou total. Essa faixa de torque é especialmente útil em ruas íngremes, ao subir ladeiras com mercadorias e ao ônibus de entrega, quando a ação de arranque é crucial para manter o fluxo de trabalho.
Transmissão e tração: a configuração de série costuma incluir transmissão manual de várias marchas — compatível com o uso comercial, facilitando reparos e planejamento de manutenção. A tração tradicional para esse tipo de furgão tende a ser dianteira, o que favorece a capacidade de carga e o aproveitamento do espaço interno, além de facilitar o uso em áreas urbanas com peso na dianteira. Contudo, variantes de fábrica podem apresentar pequenas diferenças de configuração entre mercados, então é sempre útil confirmar o que está registrado no documento do veículo específico.
Dimensões e capacidade de carga: o Renault Master STD Médio enquadra-se como uma van de porte intermediário, com comprimento, largura e altura pensados para entregar uma boa relação entre volume útil e manobrabilidade urbana. A capacidade de carga útil varia conforme o entre-eixos, a carroceria e o eixo traseiro, mas o Master dessa linha tende a acomodar entre 1,0 e 2,0 toneladas de carga útil, dependendo da configuração. A área de carga costuma oferecer piso plano, entradas simples para facilitar o carregamento de caixas, paletes e mercadorias em diferentes formatos, bem como opções de portas traseiras que ajudam no acesso ao conteúdo da caixa.
Capacidade de combustível e autonomia: o tanque de combustível em utilitários desse porte costuma ficar em faixas de grande autonomia para otimizar o tempo de operação. A capacidade de tanque pode girar em torno de um patamar que favoreça distâncias moderadas entre abastecimentos em frotas urbanas e misturas com trechos rodoviários curtos. A autonomia prática depende da configuração do motor, do peso da carga, do estilo de condução e das condições de trânsito, mas a construção do Master prioriza oferecer uma faixa de operação que minimize paradas para abastecimento durante o dia de trabalho.
Itens de cabine e conforto: como STD Médio, o interior prioriza funcionalidade e ergonomia para o motorista, com bancos apropriados para uso prolongado, painel de instrumentos acessível, pontos de fixação e organização de cabos para instalação de acessórios. A linha Master é reconhecida pela relação custo-benefício, especialmente para empresas que precisam de um veículo de trabalho confiável sem exigir equipamentos premium. Em termos de manutenção, a compatibilidade de peças de reposição e a rede de assistência são aspectos críticos a considerar na escolha de coberturas de seguro e planos de manutenção contratual.
Dimensões externas (aproximadas): o Master STD Médio ocupa uma faixa de comprimento que facilita a circulação em áreas urbanas sem comprometer a capacidade de carga. A altura e a largura são compatíveis com estacionamentos de ruas estreitas, garagens comerciais e áreas internas de armazéns. Em termos de uso, o veículo é adequado para tarefas diárias de entrega, suporte logístico de pequenas empresas e serviços móveis que demandam espaço de carga estável e robusto.
Notas sobre variações por configuração: é comum que, dentro da mesma linha do Renault Master, haja variação entre versões com diferentes opções de tração, alturas de teto, peso bruto total (PBT) e capacidades de carga. A ficha técnica específica de um veículo particular deve sempre ser consultada no documento oficial (CRV/CRLV) ou em laudo técnico fornecido pela concessionária, para confirmar o conjunto exato de especificações do veículo adquirido ou colocado em operação pela empresa. Embora a FIPE forneça uma referência ampla, o contrato de seguro, o custo de reparo e a indenização podem depender de características como o tipo de carroceria, a idade do veículo, o histórico de manutenções e o uso real da frota.
Por que essa ficha técnica é relevante para seguros? Porque ela alimenta a avaliação de risco realizada pela seguradora. Fatores como motor, transmissão, configuração de carga, peso bruto total e o tipo de uso (entrega de mercadorias, serviço móvel, atendimento ao cliente) influenciam a probabilidade de sinistros, bem como o custo de reparo ou reposição. Por isso, ao contratar o seguro, a empresa deve fornecer informações atualizadas sobre a configuração do veículo, para que o valor segurado, as coberturas e as margens de franquia reflitam com maior fidelidade a realidade operacional.
Renault: a marca, sua trajetória e o papel no seguro de veículos comerciais
A Renault é uma das marcas globais com uma presença consistente no mercado brasileiro, especialmente no segmento de veículos comerciais leves, que inclui furgões, utilitários e vans voltadas a entregas, serviços e assistência técnica. A reputação da marca em termos de rede de atendimento, disponibilidade de peças e custo de manutenção influencia diretamente as decisões de seguros e de gestão de risco para frotas. Abaixo destacamos pontos relevantes sobre como a marca se encaixa no cenário de seguros para o Renault Master 2.3 dCi STD Médio 16L Diesel 2014:
Primeiro, a rede de assistência técnica e peças de reposição. O Renault, com atuação consolidada no Brasil, tende a oferecer uma rede de assistência técnica extensa e peças de reposição com disponibilidade relativamente ágil. Essa infraestrutura costuma se traduzir em menores prazos de reparo e maior previsibilidade de custos em cenários de sinistro ou desgaste natural, fatores que ajudam na composição de prêmios mais estáveis ao longo do tempo. Em termos de seguros, a previsibilidade de custo de reparo pode influenciar positivamente a relação entre preço do prêmio e
