| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 117.695,00 |
| Dez/25 | R$ 121.964,00 |
| Nov/25 | R$ 117.840,00 |
| Out/25 | R$ 122.115,00 |
| Set/25 | R$ 126.545,00 |
| Ago/25 | R$ 131.135,00 |
| Jul/25 | R$ 126.701,00 |
| Jun/25 | R$ 127.010,00 |
| Mai/25 | R$ 130.262,00 |
| Abr/25 | R$ 132.217,00 |
| Mar/25 | R$ 132.882,00 |
| Fev/25 | R$ 129.921,00 |
Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para Renault Master 2.3 dCi VIP Longo 16L Diesel (2014)
Quando pensamos em seguros para veículos comerciais ou de frotas, a Tabela FIPE é uma referência essencial para a avaliação e a indenização de sinistros. O entendimento correto desse instrumento, aplicado à modalidade Renault Master 2.3 dCi VIP Longo 16L Diesel do ano 2014, ajuda proprietários, corretores e seguradoras a alinhar expectativas, evitar sub ou supervalorização e, sobretudo, a planejar coberturas mais adequadas ao uso real do veículo. Este artigo mergulha na prática: como a FIPE se aplica a essa versão específica, quais elementos compõem a ficha técnica, como a marca Renault influencia a percepção de valor e que fatores costumam influenciar as leituras da tabela para veículos com configurações de passageiros, como é o caso do VIP Longo com 16 lugares.
Ficha técnica da Renault Master 2.3 dCi VIP Longo 16L
Marca: Renault

Modelo: Master 2.3 dCi VIP Longo 16L
Ano de referência: 2014
Versão e configuração: VIP Longo, veículo com configuração de passageiros, utilitário com capacidade para até 16 lugares, projeção voltada a fretamento, escolta de equipes ou uso corporativo.
Motorização: 2.3 dCi, turbocompressão, sistema de injeção comum (common rail) a diesel
Potência: aproximadamente 125 cv (92 kW) em regimes típicos de boa faixa de torque
Torque: próximo de 320 Nm, disponível entre faixas de rotação que favorecem deslocamentos urbanos e rodoviários com carga
Transmissão: manual de 6 velocidades
Tração: dianteira
Capacidade de carga útil (varia conforme versão de passageiro/carga): em patamar próximo de 1.0 tonelada para configurações com maior ocupação de passageiros e bancos adaptados
Tanque de combustível: em média 70 litros, contribuindo para alcance em trajetos urbanos e rodoviários sem necessidade constante de reabastecimento
Dimensões (aproximadas, variam conforme configuração de passageiro vs. van de carga): comprimento longo e boa distância entre eixos, com largura próxima a 2,0 m; altura que pode variar conforme o layout de teto
Peso: peso próprio estimado entre 2,3 e 2,8 toneladas, dependendo da configuração de estrutura interna e de equipamentos adicionais
Capacidade de assentos: até 16 lugares (versão VIP Longo)
Itens de série/complementares comuns nessa configuração: ar-condicionado, vidros elétricos, assistentes de segurança básicos, airbags dianteiros, freios com ABS; consumíveis e opcionais podem incluir controle de estabilidade, sensores de estacionamento e sistemas de navegação dependendo do pacote
Sobre a marca Renault e o segmento Master
A Renault têm presença consolidada no segmento de veículos comerciais leves, especialmente com a linha Master, que ao longo dos anos consolidou-se como referência para frotas de transporte de pessoas e mercadorias. A Master é reconhecida pela versatilidade de configuração: há opções de carga, de passageiros e versões com diferentes comprimentos, alturas e capacidades de peso bruto (GVW). Em termos de engenharia, a Master busca equilibrar robustez, facilidade de manutenção e custo de operação, características desejáveis em frotas, locadoras e pequenos negócios que dependem de deslocamento confiável de equipes ou de entrega de mercadorias.
Do ponto de vista de seguro, a reputação de uma marca influencia fatores de aceitação e pacotes de proteção. A Renault, com sua rede de concessionárias e assistência técnica, costuma oferecer programas de manutenção preventiva que ajudam a manter o veículo em condições estáveis, o que, por consequência, pode refletir positivamente no histórico de sinistros e, por vezes, nos cenários de indenização dentro da Tabela FIPE. Além disso, para modelos de uso intensivo, como a Master em versões VIP Longo com muitos assentos, a robustez do conjunto motor-diesel e a disponibilidade de peças no mercado ocupam papel relevante na percepção de confiabilidade para seguradoras e clientes.
Ao falar de Renault Master, é útil lembrar que a linha é amplamente adotada por empresas de transporte escolar, fretamento, serviços de logística regional e segmentos de frotas que valorizam espaço interno, modularidade e capacidade de adaptação a diferentes configurações de cabine e de compartimentos. A configuração VIP Longo 16L, por sua vez, oferece uma solução para quem precisa de espaço para passageiros com conforto relativo, mantendo ainda boa capacidade de carga, o que pode impactar tanto o custo de aquisição quanto o custo de operação ao longo dos anos.
Como a Tabela FIPE se aplica a essa versão
A Tabela FIPE funciona como referência de valorização média de mercado para veículos usados no Brasil. Ela consolida valores médios calculados a partir de transações de veículos semelhantes no mercado, levando em consideração a marca, modelo, versão, ano de fabricação e, em alguns casos, o tipo de combustível. No contexto da Renault Master 2.3 dCi VIP Longo 16L Diesel de 2014, a FIPE estabelece um ponto de partida para o valor de reposição ou de indenização em caso de sinistro, bem como para a precificação de seguros de automóvel, aluguel de frotas e outros cenários de negociação de ativos móveis.
É importante compreender que a FIPE não é um preço fixo: ela reflete uma média de mercado sujeita a variações mensais. Fatores como a disponibilidade de unidades similares no estoque, a demanda regional, o estado de conservação, a quilometragem acumulada, os itens de conforto presentes (ar-condicionado, bancos com ajuste, sistema de entretenimento) e a caixa de câmbio podem influenciar o valor de referência. Por isso, corretores e seguradoras costumam considerar a FIPE como base, ajustando-a com base na documentação, no histórico de manutenção e na condição física do veículo avaliado no momento da cotação.
Para quem trabalha com seguros, entender a relação entre o valor FIPE e o prêmio é essencial. Em linhas gerais, quanto mais próximo o valor estimado pela FIPE do estado real do veículo, menor é o risco de ajuste de indenização por discrepância entre o que foi orçado e o que efetivamente ocorre em caso de sinistro. Por outro lado, ajustes podem ser necessários quando o veículo apresenta modificações significativa de configuração, alterações no chassis, ou intervenções que mudem a faixa de valor da versão VIP Longo 16L.
Fatores que influenciam o valor FIPE para essa configuração
Ao avaliar a TT (Tabela FIPE) para a Renault Master 2.3 dCi VIP Longo 16L Diesel de 2014, alguns fatores costumam ter peso relevante. Abaixo estão os elementos que costumam impactar a leitura da FIPE, organizados para facilitar a compreensão, especialmente para quem atua no ramo de seguros e avaliações de veículos de frota:
- Condição do veículo: o estado da carroceria, acabamento interno, funcionamento de sistemas elétricos e mecânicos, bem como presença de danos estruturais ou ferrugem, afetam o valor de referência da FIPE.
- Quilometragem: veículos com menor quilometragem tendem a receber ajuste positivo na avaliação, desde que a manutenção tenha sido bem documentada.
- Versão e equipamentos: a configuração VIP Longo com 16 lugares pode ter diferenciais de valor entre versões básicas de van ou de transporte de passageiros, em função de itens como climatização, bancos, materiais de acabamento, sistemas de assistência e de segurança.
- Localização/região: a demanda regional por versões VIP Longo e a disponibilidade de peças e serviços autorizados influenciam o valor médio, com variações entre grandes centros e regiões com menor oferta.
Observação: para manter a leitura objetiva, as informações acima referem-se a tendências gerais de mercado. A leitura final da FIPE para um exemplar específico depende da avaliação de características reais do veículo, da documentação e do estado de conservação.
Impacto do valor FIPE na seguradora e no seguro
O valor FIPE serve como referência para estabelecer a base de indenização em caso de perda total ou roubo, bem como para a composição de prêmios de seguro. Em linhas gerais, quando o valor FIPE de referência está alinhado com a condição real do exemplar avaliado, o cálculo de cobertura tende a ficar mais próximo do que o proprietário pode esperar receber ou pagar ao contratar ou renovar uma apólice.
No contexto da Renault Master 2.3 dCi VIP Longo 16L, a seguradora utiliza a FIPE para calibrar o valor segurado, que é a quantia máxima que pode ser indenizada em caso de sinistro. Itens como a idade do veículo, o histórico de sinistros, a quilometragem atual, o estado de conservação e o histórico de manutenção também entram no rol de fatores que modulam o prêmio. Veículos com boa manutenção, documentação em dia, e sem alterações estruturais não originais que modifiquem a configuração original tendem a receber condições mais estáveis de seguro.
Além disso, as seguradoras costumam considerar o tipo de uso do veículo (frotista, aluguel, fretamento ou uso corporativo) e a constância da operação na determinação de sinistros. Um veículo utilizado com alta demanda de passageiros, por exemplo, pode ter maior exposição a riscos de danos na parte interna e desgaste de componentes acelerado, impactando o prêmio. Por outro lado, políticas de proteção de frota com inspeções periódicas, dispositivos de segurança e boas práticas de manutenção podem reduzir o custo de seguro ao longo do tempo.
Dicas para melhorar a cotação de seguro com base na Tabela FIPE
A seguir, pontos práticos que ajudam a orientar corretores e clientes na obtenção de propostas mais consistentes, principalmente quando a Tabela FIPE serve como base para o valor segurável da Renault Master 2.3 dCi VIP Longo 16L:
Primeiro, mantenha a documentação em ordem. Certificados de manutenção, histórico de revisões, e comprovantes de reparos ajudam a confirmar a integridade mecânica e o estado geral do veículo, favorecendo uma avaliação mais precisa pela FIPE e pela seguradora.
Segundo, comunique a quilometragem real e o uso do veículo com clareza. Uma frota com uso intenso requer ajustes que reflitam o desgaste típico, evitando surpresas na indenização e na cobrança de prêmios ao longo do tempo.
Terceiro, detalhe os itens de conforto e segurança agregados à configuração VIP Longo. Se o veículo possui recursos especiais (ar-condicionado de alta capacidade, bancos com acessórios, sistemas de entretenimento, sensores, câmeras), isso pode influenciar o valor de referência na FIPE, bem como o custo de seguro, de forma mais precisa do que apenas registrar como “versão VIP Longo”.
Quarto, avalie a região de operação da frota. Em áreas com maior disponibilidade de peças e de serviço autorizado, a manutenção costuma ser mais ágil, o que reduz o tempo de indisponibilidade do veículo em caso de serviço. Isso também pode impactar as condições de garantia e de seguro, com possibilidade de negociações melhores em pacotes com reduções de tarifa quando há histórico de sinistros baixo e manutenção regular.
Quinto, considere opções de proteção adicionais. Dispositivos antirroubo, rastreadores, alarmes avançados e sistemas de monitoramento podem não apenas aumentar a segurança, mas também gerar descontos ou condições mais estáveis em seguros destinados a frotas, o que se alinha ao uso de modelos com alta demanda de passageiros como o VIP Longo.
Chamada sutil para cotação
Para quem busca alinhar o valor segurável com a realidade do veículo, a leitura
