Valor FIPE Atual
R$ 55.410,00
↓ 4,8% vs mês anterior
FIPE: 025094-5
Ano: 2007-3
MêsPreço
Mar/26R$ 55.410,00
Fev/26R$ 58.221,00
Jan/26R$ 55.703,00
Dez/25R$ 53.820,00
Nov/25R$ 54.904,00
Out/25R$ 53.048,00
Set/25R$ 51.255,00
Ago/25R$ 54.843,00
Jul/25R$ 55.740,00
Jun/25R$ 55.597,00
Mai/25R$ 53.717,00
Abr/25R$ 53.741,00

Visão geral da Renault Master 2.5 dCi 16V 115 cv 16L Diesel (2007) na Tabela FIPE

Quando pensamos em veículos utilitários leves usados para trabalho, a Tabela FIPE é uma referência comum para entender a faixa de valores de mercado, o custo de reposição e a depreciação ao longo do tempo. No universo de frotas e seguros de automóveis comerciais, entender como a FIPE aplica-se a modelos como a Renault Master 2.5 dCi 16V 115cv 16L Diesel de 2007 é essencial para quem planeja aquisição, renovação de frota ou ajustes de cobertura de seguro. Este texto aborda especificamente esse modelo, destacando a ficha técnica, o papel da Renault no segmento de vans de carga e como a Tabela FIPE influencia decisões de proteção e planejamento financeiro. A ideia é oferecer uma leitura educativa e prática, conectando especificações do veículo, uso típico e impactos na contratação de seguros, sempre com foco no valor agregado ao corretor de seguros e ao proprietário de empresa ou autônomo que utiliza esse tipo de veículo para atividades diárias.

Ficha técnica resumida da Renault Master 2.5 dCi 16V 115 cv 16L Diesel

  • Fabricante: Renault
  • Modelo/Versão: Master 2.5 dCi 16V 115 cv 16L Diesel
  • Ano de referência: 2007
  • Motorização: Diesel 2.5 litros, 4 cilindros em linha, turbo com intercooler,υχ 16V

A ficha técnica dessa versão traz informações que ajudam a compreender o desempenho e as exigências de manutenção associadas a um veículo de transporte de carga leve. O coração do veículo é o motor 2.5 dCi, um bloco com arquitetura comum a muitas estrelas do mercado de frotas, conhecido por oferecer resistência, torque robusto em faixas médias de rotações e uma resposta adequada para deslocamentos urbanos com carga ou para trajetos rodoviários com distâncias médias. A configuração 16V indica que o motor possui 16 válvulas, o que, em conjunto com o sistema de alimentação por injeção eletrônica, favorece a eficiência de combustão e a entrega de potência em diferentes regimes de giro. A turbocompressão, típica dessa linha, contribui para manter a disponibilidade de torque mesmo em situações de subida ou com carga parcial, o que é comum em veículos de serviço de entrega e redistribuição de cargas entre depósitos e clientes.

Tabela FIPE Renault Master 2.5 dCi 16V 115cv 16L Diesel 2007

Observa-se que a Master 2007, como parte de uma geração antiga do modelo, costuma apresentar chassis robusto, orientado para uso prático, com opções de carroceria voltadas a utilidade, desde furgões de carga até versões com pista de serviço para reparos ou installações móveis. A163 não é apenas uma sigla da engenharia; é a assinatura de um veículo que, ao longo de décadas, tornou-se referência para quem precisa de versatilidade, espaço interno e confiabilidade para trajetos diários. Parte da atratividade dessa linha está na disponibilidade de versões com diferentes comprimentos, alturas e capacidades de carga, o que permite adaptar o veículo à demanda de cada negócio, desde transportes de mercadorias até serviços que exigem deslocamentos com ferramentas e equipamentos. Abaixo, destacamos elementos técnicos que costumam constar na ficha FIPE para esse modelo e ajudam a entender o comportamento veicular no uso real.

Principais especificações técnicas para consulta de seguro e depreciação

Para facilitar a leitura e o planejamento, destacamos abaixo itens-chave que costumam compor a ficha técnica dessa versão, com observação de que números exatos podem variar conforme o lote de fabricação, ano-modelo específico e a carroceria adotada. Em seguros, esses dados influenciam a avaliação de risco, o valor segurado e a composição de coberturas.

Motor, desempenho e transmissão: o motor 2.5 dCi 16V entrega potência de aproximadamente 115 cv, com torque disponível na faixa média de regime que favorece arrancadas com carga e deslocamentos em vias urbanas. A transmissão geralmente é manual de 5 velocidades, adequada para o uso de vans de carga, com relações pensadas para equilíbrio entre potência e economia em rotas urbanas e rodovias curtas. A combinação entre motor turbocompressado e câmbio manual facilita o controle em situações típicas de trabalho, como empurrar o veículo com carga moderada em rampas ou manter velocidade estável em trechos com variações de terreno.

Dimensões, peso e capacidade: as variantes da Master 2007 apresentam opções de alongamento e altura de carroceria que impactam o espaço de carga, o peso próprio e o peso útil. É comum encontrar valores de comprimento entre 4,8 a 5,2 metros em versões de carga, largura próxima de 2,0 metros e altura entre 2,0 e 2,4 metros, dependendo da carroceria. O peso bruto total (PBT) típico de uma van grande nessa categoria costuma ficar próximo de 3,0 toneladas, com capacidade de carga útil que pode variar conforme a configuração da carroceria e a versão de-equipamentos. Essas características influenciam diretamente o custo de seguro de responsabilidade civil, de colisão e a necessidade de coberturas adicionais, especialmente quando o veículo é usado para transportar mercadorias sensíveis, equipamentos ou ferramentas de trabalho.

Fuel system e consumo: a injeção diesel com turbocompressor favorece uma boa relação entre potência e consumo em uso prático. O consumo médio varia amplamente conforme o peso transportado, o tipo de trajeto — urbano ou rodoviário —, e o estilo de condução. Em contextos de frota, é comum que haja variações significativas entre a quilometragem mensal, as paradas frequentes e o tempo de permanência em carga. Em seguros, esse fator pode influenciar a classificação de risco, especialmente quando o veículo opera com alta taxa de uso diário ou com cargas relevantes, pois impacta o desgaste do motor, o sistema de freios, a suspensão e a transmissão.

Capacidade de carga e adaptar-se à missão do veículo: a Master, por sua natureza, deve equipar-se conforme a demanda de negócio. A capacidade de carga útil varia com a carroceria e o projeto da traseira, o que é decisivo na hora de planejar fretes, contratos com clientes e a proteção de mercadorias durante o transporte. Empresas que utilizam o veículo para entregas, manutenção de clientes ou serviços móveis costumam priorizar carros com boa ergonomia de carga, portas de acesso fáceis e sistemas básicos de segurança que ajudam na proteção de mercadorias e de equipamentos transportados.

Como Renault se posiciona no segmento de vans de carga

A Renault, fabricante francês com atuação global, estabeleceu há décadas uma presença marcante no segmento de veículos comerciais leves e utilitários. A Master, em particular, ganhou relevância pela versatilidade, confiabilidade e facilidade de manutenção — atributos muito valorizados por frotistas, pequenas empresas e profissionais autônomos que precisam de um veículo que combine capacidade de carga com custo de aquisição e operação competitivos. Em termos de marca, a Renault investe em redes de assistência técnica amplas, disponibilidade de peças de reposição e opções de configuração que permitem adaptar o veículo a diferentes finalidades, seja para entregas urbanas, serviços de instalação, suporte técnico ou logística de ponta a ponta. Esse posicionamento facilita a negociação de seguros, já que seguradoras costumam reconhecer uma marca com histórico de reparabilidade, disponibilidade de peças e suporte de rede como fatores que influenciam o custo de cobertura e a facilidade de aprovação de sinistros.

O que a FIPE representa para o seguro e a avaliação de veículo

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada para estimar o valor de mercado de veículos usados no Brasil. Quando um veículo entra no segmento de seguro, a seguradora utiliza o valor FIPE como base para calcular o capital segurado, o valor de reposição e os prêmios. Para a Renault Master 2.5 dCi 16V 115 cv 16L Diesel de 2007, a leitura da FIPE ajuda a entender a depreciação esperada ao longo de anos de uso, bem como a ajustar as coberturas de acordo com a fase de vida do veículo na frota. É comum que, em seguros de automóveis comerciais, se utilize o valor FIPE como referência inicial, ajustado por fatores como estado de conservação, quilometragem, histórico de sinistros, uso (carga pesada, entregas urbanas, serviço de manutenção) e disponibilidade de acessórios. Ter uma leitura clara do que a FIPE agrupa para esse modelo facilita conversas com o corretor de seguros, permitindo que se estabeleça um plano de proteção mais alinhado com o risco real do veículo.

É importante notar que o valor FIPE não é o único componente utilizado pelas seguradoras. Ainda que ele sirva como base, as apólices costumam considerar também o valor de reparo ou reposição à vista de peças originais, custos de mão de obra, cenários de depreciação de componentes (como motor, transmissão e sistema de ar-condicionado) e particularidades da frota da empresa. Além disso, quando a etapa de avaliação envolve sinistros ou alterações de configuração, o extrato de valor pode sofrer ajustes com base no estado atual do veículo, na quilometragem rodada e nas modificações efetuadas na carroceria ou no interior. Por isso, manter um histórico de manutenção, revisões e peças substituídas ajuda a sustentar um valor de referência sólido na hora de renovar a apólice ou ajustar coberturas ao longo do tempo.

Implicações para o seguro: coberturas recomendadas para Renault Master 2007

Para quem opera uma van de 2007 com motor 2.5 dCi, 115 cv, é prudente considerar um conjunto de coberturas que proteja o negócio diante de diferentes cenários. Abaixo, apresentamos um guia com opções de coberturas comuns nesse tipo de veículo, sem entrar em valores específicos, para que o leitor tenha uma visão prática de como estruturar a proteção.

  • Seguro contra danos a terceiros (responsabilidade civil): essencial para qualquer veículo utilizado para atividade profissional, cobrindo danos causados a terceiros em acidentes.
  • Roubo e furto qualificado: relevante para vans de carga que ficam em tráfego urbano ou em áreas com maior risco de criminalidade; pode incluir acompanhamento de acessórios originais.
  • Cobertura casco (colisão, incêndio, queda de granizo, incêndio, danos por fenômenos naturais): protege o veículo em eventos que envolvam danos diretos à estrutura e ao motor.
  • Assistência 24h e proteção de carga: serviços de apoio em caso de pane, imobilização ou necessidade de traslado, além de coberturas específicas para mercadorias transportadas, quando a carga é de alto valor ou sensível.

Além dessas, o corretor pode indicar coberturas adicionais como proteção para acessórios originais, cobertura para acessórios instalados após a compra (como rastreadores, sistemas de segurança e itens de conveniência) e opcional de franquias ajustadas conforme o perfil de uso. A escolha das coberturas deve considerar o custo total da frota, a criticidade da missão do veículo e a exposição a riscos diários, como estacionamento em vias com movimento, entregas em centros urbanos, ou deslocamentos entre depósitos. A leitura da FIPE auxilia nessa avaliação ao oferecer um referencial de valor de reposição e de depreciação, ajudando a dimensionar o capital segurado sem subestimar o veículo ou superestimar a proteção.

Limites práticos e dicas de uso seguro para reduzir riscos

Para quem gerencia fluxos com Renault Master 2007 ou veículos semelhantes, algumas práticas simples podem reduzir o índice de sinistralidade e auxiliar no planejamento financeiro de seguros. A seguir, listamos dicas práticas e aplicáveis ao dia a dia do veículo de trabalho:

  • Manutenção preventiva: siga o calendário de manutenção recomendado, com trocas de óleo, filtros, verificação de sistemas de freios e suspensão; itens bem conservados reduzem a probabilidade de avarias graves que impactem o custo de sinistros.
  • Gestão de carga: distribua o peso de forma equilibrada na carroceria para evitar desgaste antecipado de componentes e melhorar a estabilidade em curvas e frenagens. Evite superar a capacidade de carga indicada pela fabricante.
  • Treinamento de condutores: condutores com boas práticas de condução reduzem desgaste do motor e do trem de força, além de reduzir o consumo de combustível e o consumo de pneus, o que pode influir na avaliação de risco da seguradora.
  • Proteção contra roubo: instale sistemas de alarme, rastreador e travas adicionais quando possível, especialmente se o veículo permanece em áreas com maior índice de criminalidade; isso pode influenciar positivamente o prêmio de seguro.

Cuidados com documentação, regularização e histórico de manutenção

Manter a documentação em dia é fundamental para o processo de cotação e renovação de seguros. Tenha em mãos o registro de licenciamento, comprovantes de inspeção técnica (quando aplicável), notas fiscais de revisões e de substituição de componentes, bem como o histórico de sinistros, se houver. Um histórico de manutenção bem documentado facilita o trabalho do corretor ao avaliar o estado atual do veículo e a probabilidade de sinistralidade, o que pode refletir em condições mais estáveis de prêmio ao longo do tempo. Além disso, manter o veículo na linha de montagem de fábrica com peças originais ou de qualidade equivalente ajuda a preservar o valor FIPE e demonstra cuidado com o ativo da empresa, fortalecendo a credibilidade durante a cotação de seguro.

Como interpretar a Tabela FIPE ao planejar a frota

Para quem administra uma frota contendo Renault Master ou veículos similares, compreender a FIPE é fundamental no planejamento de custos e de seguro. A FIPE oferece um referencial de valor de mercado para veículos usados, que serve como base para cálculo de indenizações, reposição ou depreciação. Quando um veículo entra na vigência de uma apólice, as seguradoras costumam comparar o valor estimado pela FIPE com o estado de conservação e com o histórico de uso do ativo. Em frotas, é comum que as empresas apresentem uma atualização regular do valor segurado para refletir a depreciação real da frota, evitando both underinsured (subseguro) e overinsured (superseguro). Além disso, a FIPE ajuda no contorno de cenários de manutenção de longo prazo, facilitando o planejamento de caixa para renovação de ativos e renegociação de apólices conforme o envelhecimento da frota.

Ao planejar a contratação de seguros com base na FIPE, considere estes passos práticos:

  • Verifique o valor FIPE correspondente ao estado atual do veículo, levando em conta a quilometragem e as condições de uso (carga, serviço urbano, rodovias, etc.).
  • Avalie se o capital segurado deve refletir apenas o valor de reposição ou também o custo de depreciação para reposição com peças novas, se esse for um requisito da empresa.
  • Considere as necessidades de cobertura de carga, especialmente se a van transporta mercadorias de alto valor, equipamentos sensíveis ou ferramentas de trabalho.
  • Faça revisões periódicas de seguro: com o tempo, alterações na frota e o envelhecimento do veículo podem justificar ajustes de coberturas, franquias e limites.

Chamada sutil para cotação com a GT Seguros

Para quem busca alinhar proteção, custo e tranquilidade, considerar uma cotação com a GT Seguros pode ser um passo inteligente para ajustar coberturas às necessidades reais da sua operação, incluindo veículos com a configuração Renault Master 2.5 dCi 16V 115 cv 16L Diesel de 2007.