| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 54.478,00 |
| Jan/26 | R$ 52.950,00 |
| Dez/25 | R$ 54.871,00 |
| Nov/25 | R$ 55.051,00 |
| Out/25 | R$ 57.049,00 |
| Set/25 | R$ 57.075,00 |
| Ago/25 | R$ 55.710,00 |
| Jul/25 | R$ 55.800,00 |
| Jun/25 | R$ 53.914,00 |
| Mai/25 | R$ 54.023,00 |
| Abr/25 | R$ 55.983,00 |
| Mar/25 | R$ 56.068,00 |
Entendendo a Tabela FIPE no contexto do Renault Master 2.5 dCi Furgão TB Curto Diesel (2007)
A Tabela FIPE é amplamente utilizada pelo mercado automotivo brasileiro como referência de valor de mercado para veículos usados, incluindo comerciais leves como o Renault Master. Quando pensamos em seguros, financiamentos ou transferências de propriedade, a FIPE funciona como base para estimar o valor do veículo de forma padronizada, facilitando negociações entre seguradoras, consumidores e fabricantes. Embora esse índice represente uma média de preços praticados no comércio, ele não determina sozinho o valor que será efetivamente utilizado em uma apólice ou indenização. Fatores como estado de conservação, histórico de manutenção, quilometragem, alterações não originais e a existência de acessórios podem fazer com que o valor acordado entre seguradora e segurado se distancie do número publicado na tabela. Por isso, compreender como a FIPE é calculada e aplicada ajuda o proprietário do Renault Master 2.5 dCi Furgão TB Curto Diesel 2007 a navegar com mais segurança no universo de seguros.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros
A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, agrega dados históricos de transação de veículos usados, reunindo informações de ano-modelo, versão, condição e região. Ela é atualizada com regularidade para refletir tendências de mercado, como desvalorização natural com o tempo, assim como oscilações na procura por determinados modelos. No contexto de seguros, esse índice serve como referência para definir o valor segurado — ou seja, o montante que a seguradora utilizará para fins de indenização em caso de sinistro total ou parcial. Em muitos contratos, o valor base da apólice é calculado a partir do valor FIPE correspondente ao modelo e à configuração do veículo, ajustado por fatores como depreciação aplicável ao tempo de uso, condição de conservação e quilometragem média declarada pelo segurado. Assim, quanto mais próximo o estado do veículo estiver do padrão delineado pela FIPE, mais próximo tende a ficar o valor de referência utilizado pela seguradora durante a vigência do seguro.

É comum que proprietários de furgões e caminhonetes utilizem a FIPE não apenas na contratação, mas também na renovação de apólice, em negociações com seguradoras e na avaliação de propostas de compra e venda. Para quem opera um Renault Master 2.5 dCi Furgão TB Curto Diesel, entender esse mecanismo é especialmente relevante: o Master é uma van de uso comercial, com valor de reposição ou de mercado que depende fortemente da configuração (curto, médio, longo; cabine simples ou dupla), do estado de conservação e das intervenções mecânicas realizadas ao longo dos anos. Além disso, a FIPE pode ser consultada de forma rápida por meio de sites especializados e bases de dados setoriais, permitindo que consumidores tenham uma ideia clara do patamar de referência antes de fechar um contrato de seguro.
Para quem gerencia frotas ou utiliza o Renault Master com frequência na cidade e em trajetos de média distância, considerar o valor FIPE ajuda a evitar surpresas em caso de sinistro. O valor de referência não substitui uma avaliação profissional quando o veículo apresenta particularidades relevantes — como alterações no sistema de freios, substituição de componentes do motor ou modificações para transporte de cargas específicas —, mas oferece um ponto de partida sólido para estabelecer coberturas proporcionais e adequadas à necessidade de proteção de ativos. Por fim, vale lembrar que a FIPE não é o único critério de avaliação. Em muitos casos, as seguradoras também analisam o histórico de sinistros, a idade do veículo, as políticas de manutenção e o histórico de desgaste para definir a indenização ou o valor de reposição a ser aplicado em caso de sinistro.
Ficha Técnica resumida do Renault Master 2.5 dCi Furgão TB Curto Diesel 2007
- Motor e transmissão: motor 2.5 dCi com 4 cilindros; potência típica entre 100 e 120 CV; torque entre 250 e 300 Nm; câmbio manual (geralmente 5 a 6 velocidades).
- Dimensões e carga: comprimento total entre 4,6 e 4,9 m; largura entre ~1,9 e 2,0 m; altura ~1,95 a 2,0 m; payload entre 800 e 1.200 kg.
- Tração e carroceria: tração dianteira; furgão de curto eixo traseiro, voltado para uso urbano e frete de mercadorias, com cabine simples para maior aproveitamento de espaço.
- Outras especificações: tanque de combustível entre 70 e 80 litros; peso em ordem de marcha entre 1.900 e 2.300 kg, variando conforme configuração e acessórios.
A Renault e sua atuação no segmento de furgões
A Renault tem uma tradição sólida no segmento de veículos comerciais leves, especialmente com a linha Master. Consolidada em mercados globais, a marca construiu uma reputação associada à confiabilidade, versatilidade de configuração e rede de assistência técnica robusta. As furgonetes Renault Master são conhecidas pela capacidade de carga, ergonomia para o motorista e facilidade de manutenção, fatores que as tornam opções populares entre pequenas empresas e frotas que dependem de transporte de mercadorias. O portfólio da Renault em veículos comerciais costuma combinar motorizações modernas com soluções de conectividade e especificações que facilitam tarefas diárias, como entrega de mercadorias, manutenção de estoques e deslocamentos urbanos. Além da robustez mecânica, a Renault tem investido em programas de assistência, garantia e serviços de pós-venda que ajudam proprietários a planejar a longo prazo o uso de seus veículos de trabalho. Em termos de atuação regional, a Master e outras soluções Renault costumam chegar a mercados com rede de concessionárias que facilita a obtenção de peças originais, assistência técnica qualificada e opções de personalização conforme a natureza da atividade do cliente.
Para quem acompanha a história da condução de frotas leves, a relação entre a Renault e o universo de furgões é um bom exemplo de equilíbrio entre custo de aquisição, custo de propriedade e capacidade de entrega. A escolha pela Master, especialmente em versão Furgão TB Curto Diesel de 2007, pode ser motivada pela combinação de espaço útil de carga, praticidade de uso diário e facilidade de reposição de itens de desgaste. Mesmo com o passar dos anos, esses veículos costumam se manter úteis para quem precisa de uma unidade confiável para operações de entrega, serviços móveis ou logística de pequeno porte. Em resumo, a marca não apenas oferece um veículo; ela entrega uma solução prática para quem depende de deslocamentos frequentes com carga, o que é um valor agregado para quem busca proteção veicular adequada por meio de seguros que reconheçam a função econômica do Master no dia a dia.
Como a Tabela FIPE influencia a precificação de seguros para o Master
Ao contratar ou renovar um seguro para o Renault Master 2.5 dCi Furgão TB Curto Diesel, a FIPE atua como referência de valor de mercado. Esse valor serve como base para determinar o montante segurado, que por sua vez condiciona o valor máximo de indenização em caso de sinistro, bem como o prêmio pago pelo segurado. Mesmo que o veículo tenha particularidades como etanolização de peças, adaptações para transporte de carga específica ou alterações de acessório, o valor FIPE oferece uma linha de referência comum que facilita a comparação entre propostas de diferentes seguradoras. É comum que a empresa de seguros utilize o valor FIPE como ponto de partida e, em seguida, ajuste com base na avaliação feita por perito ou na própria política de cada seguradora. Em muitos casos, o valor segurado pode ser definido com base na média FIPE, com ajustes para itens adicionais, estado do veículo e a quilometragem declarada pelo proprietário. Esse arranjo ajuda a evitar sub ou superavaliação do bem, promovendo maior previsibilidade para ambas as partes envolvidas no contrato.
Além disso, é importante entender que a FIPE não representa apenas o preço de compra ou venda. Em termos práticos de seguro, um valor de referência bem calibrado pode influenciar outros componentes da apólice, como franquias, coberturas de acessórios e eventual cláusula de reposição a zero ou valor de mercado. Por isso,
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