| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 103.691,00 |
| Dez/25 | R$ 104.213,00 |
| Nov/25 | R$ 104.737,00 |
| Out/25 | R$ 105.264,00 |
| Set/25 | R$ 105.793,00 |
| Ago/25 | R$ 106.325,00 |
| Jul/25 | R$ 106.860,00 |
| Jun/25 | R$ 107.397,00 |
| Mai/25 | R$ 107.937,00 |
| Abr/25 | R$ 104.287,00 |
| Mar/25 | R$ 104.812,00 |
| Fev/25 | R$ 106.225,00 |
Guia detalhado para entender a Tabela FIPE do Renault Master 2.5 dCi Vitré Longa Diesel 2013
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada por seguradoras, varejistas e consumidores para estimar o valor de mercado de veículos no Brasil. Quando se trata de utilitários leves como o Renault Master, especialmente na versão 2.5 dCi Vitré Longa de 2013, compreender como a FIPE funciona ajuda tanto na hora de acionar o seguro quanto na tomada de decisões sobre aquisição, venda ou renovação de apólices. Este artigo apresenta a ficha técnica dessa versão, discute a importância da marca Renault no segmento de frotas, explica como interpretar os dados da FIPE para fins de seguro e aponta fatores que impactam o valor e as coberturas, sem expor valores específicos da tabela.
Ficha Técnica do Renault Master 2.5 dCi Vitré Longa (2013)
- Marca e modelo: Renault Master 2.5 dCi Vitré Longa
- Ano de referência: 2013
- Tipo de carroceria: furgão grande, versão Longa (comprimento maior para maior capacidade de carga)
- Motorização: motor turbodiesel 2.5 litros
- Potência: 115 cv (aproximadamente 86 kW)
- Torque: torna o veículo adequado para serviços de transporte de cargas pesadas, com rendimento estável em rota urbana e rodoviária
- Câmbio: manual de 6 velocidades (comum em padrões de utilitários da época)
- Tração: dianteira
- Capacidade de carga útil: variável conforme configuração, com faixas comumente entre ocupação moderada e alta para atender demandas de frota e transporte de mercadorias
- Tanque de combustível: tipicamente organizado para longas distâncias entre abastecimentos, com capacidade adequada a operações rodoviárias de frota
- Dimensões (aproximadas para a versão Longa): comprimento significativo para acomodar caçambas, paletes e equipamentos, com largura e altura compatíveis a áreas urbanas e rodoviárias
- Peso próprio e GVW (valor de peso bruto): variam conforme configuração, com o peso total permitido para carga (GVW) ajustado para atender necessidades de transporte de cargas diversas
- Refrigeração, ar-condicionado e itens de conforto: podem variar conforme o nível de acabamento e o conjunto de equipamentos da versão Vitré
- Normas de emissão: alinhadas aos padrões da época, com atenção às exigências de rodo e fiscalização de frota
Observação importante: as especificações acima refletem a configuração típica da Renault Master 2.5 dCi Vitré Longa de 2013. Pequenas variações ocorrem conforme as escolhas de fábrica, pacotes de acessórios, rotas de entrega e exigências de mercado. Em operações de frota, empresas costumam optar por versões com diferentes níveis de acabamento, níveis de isolamento, portas traseiras, e opções de vidros, o que influencia diretamente a percepção de valor, consumo e reparabilidade para seguradoras e clientes.

Sobre a marca Renault
A Renault é uma das grandes fabricantes de automóveis do mundo, reconhecida pela presença robusta no segmento de utilitários leves na América Latina e especialmente no Brasil. A marca atua há décadas oferecendo soluções de transporte de cargas, logística e serviços à distância com foco na eficiência operativa de pequenas, médias e grandes frotas. O Renault Master, desenvolvido para atender demanda de espaços amplos, versatilidade de configuração e confiabilidade em operações diárias, consolidou-se como uma opção viável para empresas que dependem de entregas rápidas, recebimento de mercadorias e mobilidade de equipes técnicas.
Entre os pontos fortes da Renault no segmento de utilitários, destacam-se:
- Rede de assistência técnica: ampla cobertura de concessionárias e oficinas autorizadas, com disponibilidade de peças originais e serviços de manutenção programada, o que reduz o tempo de indisponibilidade da frota.
- Custos de manutenção: historicamente competitivos para utilitários, o que favorece planos de longo prazo de propriedade e aluguel com manutenção inclusa.
- Adaptação para frotistas: o Master é conhecido por aceitar várias configurações de caixa de carga, portas, vidros e isolamentos, facilitando a customização conforme o tipo de serviço (entrega urbana, transporte de peças, frete pesando, entre outros).
- Segurança e ergonomia: características de condução que ajudam no conforto do motorista em jornadas prolongadas, além de opções de sistemas de assistência de condução em algumas versões modernas, com foco na redução de acidentes e na melhoria do controle do veículo.
Para empresas que gerenciam frotas, investir em veículos como o Renault Master representa uma combinação entre capacidade de carga, robustez e um conjunto de serviços de suporte que pode impactar positivamente a gestão de seguro, custos operacionais e disponibilidade do veículo. Na prática, a combinação entre a confiabilidade da marca e a especificidade do veículo de carga ajuda a construir cenários de seguro mais previsíveis e ajustes de coberturas mais alinhados com a natureza da operação.
Como interpretar a Tabela FIPE para essa versão
A Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado para veículos usados e seminovos no Brasil, consolidando valores médios com base em dados de venda, consultando informações de observação de preços em diferentes estados e condições de veículo. Para o Renault Master 2.5 dCi Vitré Longa de 2013, a leitura adequada da FIPE envolve considerar a natureza específica da versão, o uso corporativo e o conjunto de fatores que afetam o valor de reposição ou de venda. Abaixo, destacam-se pontos-chave para entender melhor essa referência no contexto de seguro e de avaliação de ativos:
1) Variação por configuração e carroceria
O Master Longa tem dimensões diferentes das variantes de dupla cabine ou de outras versões com menor comprimento. A FIPE reconhece essas diferenças, e o valor pode ser ajustado pela furgonagem específica, pela presença de vidros, isolamento de carga, portas traseiras e acessórios. Em termos práticos, a própria FIPE pode oferecer valores distintos para versões com vidro, com ou sem ar condicionado, com cabines simples ou com estaleiro, refletindo as particularidades da configuração que a empresa utiliza na frota.
2) Quilometragem e histórico de uso
A FIPE considera, de modo geral, a idade do veículo acompanhado do uso médio. Veículos de frota, com routines de uso diário, podem apresentar depreciação diferente da de um veículo particular, especialmente quando há histórico de manutenções regulares, troca de peças de desgaste e provas de conservação. Em termos de seguro, isso se traduz em ajustes de prêmio conforme o perfil de uso e o histórico de sinistros, devendo a seguradora alinhar o fator de risco com a prática do cliente.
3) Condição mecânica e conservação visual
Pequenas avarias, amassados, desgaste de itens como pneus, freios e suspensão podem influenciar o valor de referência da FIPE. Em utilitários, onde a função é cumprir tarefas diárias, a condição de freios, suspensão, motor e alinhamento é particularmente relevante para a percepção de risco pela seguradora. Manter documentação de revisões, notas fiscais de serviços e laudos de inspeção facilita a avaliação e ajuda a obter coberturas mais adequadas.
4) Acessórios e itens de segurança
Itens adicionais como sistemas de ar condicionado, câmbio de velocidade, limitadores de velocidade, alarme, controle de estabilidade, airbags do motorista (quando equipados) e outras tecnologias de segurança podem ter impacto indireto no valor percebido pela FIPE, pois influenciam o custo de reposição ou o custo de reparo em caso de sinistro. Em muitos casos, a presença de acessórios legais e seguros pode favorecer a negociação de coberturas com a seguradora, ainda que o preço oficial da FIPE permaneça uma referência central.
Como essas diretrizes se conectam aos seguros? A FIPE funciona como um norte para estabelecer o valor de referência para indenização em caso de perda total ou para o cálculo de determinadas coberturas. Entretanto, o valor final considerado pela seguradora pode levar em conta fatores específicos do veículo, como a conformidade com padrões de segurança, o histórico de manutenção, a idade da frota, a região de operação e o tipo de serviço que a empresa realiza. Por isso, é comum que as seguradoras utilizem a FIPE como base, acrescentando ou ajustando prêmios com base no perfil real do veículo e do segurado.
Nesse contexto, entender a diferença entre preço de compra, preço de venda na FIPE e o valor de reposição em seguro é essencial. Em algumas situações, a seguradora pode indicar o uso do valor de reposição ou de mercado para o cálculo de indenização, sempre alinhado às coberturas contratadas e às regras da apólice. Contudo, a referência FIPE continua sendo um pilar importante para estabelecer uma visão objetiva de avaliação, especialmente para clientes que desejam comparar propostas de seguro com consistência e transparência.
Impacto da FIPE no seguro automotivo: o que considerar
Ao contratar ou renovar o seguro do Renault Master 2.5 dCi Vitré Longa (2013), é essencial entender como o valor de referência da FIPE influencia as coberturas. Abaixo estão considerações práticas que ajudam a guiar a decisão de seguro, sem entrar em números específicos:
- Tipo de cobertura: ter a FIPE como base ajuda a definir a indenização em caso de perda total, colisão ou roubo. Coberturas adicionais, como assistência 24 horas, carro reserva e terceiros, devem ser alinhadas com o uso da frota.
- Valor de referência para indenização: a FIPE é frequentemente utilizada como referência de mercado para refeições de indenização. Em cenários de sinistro, o valor de reposição pode ser diferente, dependendo da política da seguradora e da negociação do contrato.
- Perfil do veículo e da operação: para frotas, é comum que o prêmio seja ajustado pela intensidade de uso, pelo histórico de sinistros e pela qualidade da manutenção. Carros utilizados para entregas rápidas podem exigir coberturas específicas para danos a carga e equipamentos de suporte.
- Restrições e exclusões: algumas apólices impõem limites, franquias e exclusões com base no estado do veículo, região de operação, e tipo de carga transportada. Conhecer esses pontos facilita a escolha de coberturas alinhadas ao risco.
Em resumo, a FIPE fornece uma base sólida para entender o valor de um Renault Master 2.5 dCi Vitré Longa 2013, especialmente para seguradoras e clientes que desejam comparar propostas com consistência. Ao avaliar o seguro, é crucial considerar não apenas o valor da tabela, mas também o histórico de manutenção, a configuração da frota, as necessidades de cobertura da operação e as condições de uso do veículo. Esses elementos ajudam a construir uma apólice que proteja o patrimônio da empresa, mantenha a continuidade das operações e garanta previsibilidade financeira.
Como planejar a cotação de seguro para esse veículo
Para quem administra uma frota ou utiliza o Renault Master 2.5 dCi Vitré Longa na rotina de negócios, planejar a cotação de seguro envolve alinhar necessidades operacionais com o nível de proteção desejado. Abaixo estão diretrizes para facilitar o processo de cotação, sem abrir mão da clareza e da precisão:
- Defina o objetivo da cobertura: indenização em caso de perda total, roubo, danos a terceiros, ou uma combinação conforme a atividade da empresa.
- Documente o uso da frota: quilometragem média mensal, áreas de operação, tipo de carga e cadeia logística envolvida.
- Atualize informações do veículo: ano, versão (Vitré Longa), motor, câmbio, configurações de cabine e itens de segurança instalados.
- Compare propostas: observe não apenas o preço, mas também limites de cobertura, franquias, assistência, rede de oficinas credenciadas e condições de sinistro.
Ao reunir esses elementos, você terá uma base sólida para solicitar cotações de seguros de forma objetiva e eficiente. Lembre-se de que pequenos detalhes, como a inclusão de acessórios de segurança, a adoção de políticas de manutenção preventiva e a documentação de histórico de manutenção, podem influenciar positivamente o custo do seguro e a confiabilidade da proteção oferecida.
Para facilitar ainda mais o processo e obter uma visão clara sobre opções de cobertura para o Renault Master 2.5 dCi Vitré Longa 2013, considere conversar com especialistas que entendam o universo de utilitários e as particularidades de seguros de frota. A GT Seguros está preparada para oferecer orientações e cotações que reflitam o seu cenário operacional, com propostas personalizadas e alinhadas ao seu orçamento e às necessidades da sua empresa.
Em termos de conclusão, a Tabela FIPE é uma ferramenta valiosa para entender o valor de mercado de veículos usados, inclusive para utilitários como o Renault Master. Ao associar a FIPE à ficha técnica detalhada, ao conhecimento da marca Renault e às particularidades da sua operação, você obtém uma base sólida para decisões financeiras, de compra e de proteção com seguros. O que importa é ter clareza sobre as opções, manter a frota bem mantida e contar com uma cobertura que corresponda ao nível de risco da sua atividade.
Se você está buscando entender melhor como o FIPE afeta o seguro do Renault Master 2.5 dCi Vitré Longa Diesel de 2013 e quer orientação prática para cotação, a GT Seguros pode ajudar: peça uma cotação personalizada e descubra a proteção ideal para a sua frota com atendimento especializado.
