Valor FIPE Atual
R$ 52.292,00
↓ 0,0% vs mês anterior
FIPE: 025069-4
Ano: 2004-3
MêsPreço
Jan/26R$ 52.292,00
Dez/25R$ 52.315,00
Nov/25R$ 52.338,00
Out/25R$ 50.986,00
Set/25R$ 49.547,00
Ago/25R$ 49.146,00
Jul/25R$ 49.193,00
Jun/25R$ 49.243,00
Mai/25R$ 50.053,00
Abr/25R$ 48.361,00
Mar/25R$ 48.434,00
Fev/25R$ 46.797,00

Guia completo da Tabela FIPE para Renault Master 2.8 DTI Furgão Dies.Longo Alto 2004 e seu impacto na proteção veicular

A Tabela FIPE é amplamente utilizada no Brasil como referência para estimar o valor de reposição de veículos usados em operações de seguro, financiamento e avaliação de ativos. No universo de frotas e transportes, entender como a FIPE se aplica a um modelo específico como a Renault Master 2.8 DTI Furgão Dies.Longo Alto 2004 facilita a gestão de riscos, a escolha de coberturas e a negociação com corretores. Este texto aborda, de forma educativa, como interpretar a Tabela FIPE para essa versão particular da Master, aponta componentes da ficha técnica relevantes para seguros e reúne dicas práticas para quem utiliza esse furgão no dia a dia. Observação importante: os dados de preço não serão exibidos neste trecho, pois o sistema insere os valores automaticamente no topo do post, conforme indicado.

Entendendo a função da FIPE e o que ela significa para seguros

A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, consolida valores de referência de mercado com base em pesquisas de preços de veículos usados. Ela funciona como uma linha de base para cálculo de indenizações, avaliação de parentescos entre veículos parecidos e formação de cenários de seguro. Para proprietários de frotas, a FIPE oferece uma referência estável ao comparar modelos, idades e configurações semelhantes. No caso da Renault Master 2.8 DTI Furgão Dies.Longo Alto 2004, fatores como idade do veículo, histórico de uso, estado de conservação, quilometragem e acessórios adicionais influenciam a forma como o valor FIPE é interpretado pela seguradora para compor o prêmio, a franquia e as coberturas escolhidas.

Tabela FIPE Renault Master 2.8 DTI Furgão Dies.Longo Alto 2004

É comum que as seguradoras utilizem o valor FIPE como base para operações de indenização ao veículo, especialmente em casos de perda total ou sinistros de maior gravidade. Contudo, a prática de seguros também considera o custo de reposição de peças, dificuldade de reparo e disponibilidade de peças originais, que nem sempre acompanham exatamente o valor da FIPE. Por isso, corretores profissionais costumam avaliar, além do valor indicado pela FIPE, o estado do veículo, a regularidade de manutenção e o histórico de sinistros para definir uma proposta que equilibre proteção, custo e continuidade da operação da frota.

Neste contexto, o tema é especialmente relevante para proprietários de frotas que utilizam Renault Master como veículo principal de transporte de cargas. A versão Dies.Longo Alto indica uma carroceria com comprimento maior e teto elevado, o que costuma ter impactos diretos na avaliação de risco, na potencial de danos em colisões e na necessidade de acessórios de segurança que podem influenciar o custo do seguro.

Ficha técnica do Renault Master 2.8 DTI Furgão Dies.Longo Alto 2004

  • Fabricante: Renault
  • Modelo/versão: Master 2.8 DTI Furgão Dies.Longo Alto (2004)
  • Tipo de motor: diesel, 2.8 litros, DTI (turbo/intercooler)
  • Transmissão: manual, 5 velocidades

A ficha técnica acima serve como referência para entender como o veículo se enquadra em distintas categorias de seguro: utilitário de carga, com motor diesel robusto, com carroceria de longo alcance e teto alto, pronto para transportar uma variedade de itens. Esses atributos influenciam tanto a avaliação de risco quanto as opções de cobertura mais adequadas para proteger a operação de transporte de mercadorias.

Dimensões úteis, capacidade de carga e operação prática

Veículos utilitários de grande porte, como a Master 2.8 DTI de configuração Longo Alto, são projetados para maximizar o volume de carga disponível e, ao mesmo tempo, manter a manobrabilidade necessária para atividades urbanas e rodoviárias. Em termos de seguro e gestão de frota, algumas características técnicas fundamentais aparecem como variáveis de risco a considerar pela seguradora:

  • Capacidade de carga útil: depende da configuração de carroceria e do entre-eixos, variando entre opções voltadas para cargas médias a pesadas. Em operações de frota, a carga útil influencia diretamente o risco de acidente relacionado ao peso, desgaste de freios e resposta de condução quando o veículo está carregado.
  • Volume de baú e espaço interno: o teto alto oferece maior espaço para caixas, pallets e itens volumosos, o que facilita a organização, mas também pode exigir mais atenção à fixação de cargas para evitar deslocamentos durante manobras e colisões.
  • Eficiência de consumo e manutenção: motores diesel de maior capacidade tendem a exigir rotinas de manutenção mais frequentes, especialmente no sistema de injeção, filtros de ar e diesel, o que impacta a disponibilidade operacional e o custo de propriedade.
  • Conformidade de segurança: para um utilitário de transporte de cargas, itens como sistemas de freios, estabilidade e, quando disponível, recursos de rastreamento e alarme podem reduzir o risco de sinistros e facilitar a gestão de frotas.

Impactos da configuração Longo Alto no seguro e na gestão de frota

A configuração Longo Alto (comprimento maior e teto alto) influencia diversos aspectos da proteção veicular. Um veículo maior pode ter mais risco de danos em colisões com estruturas, dificuldades de manobra em áreas estreitas e maior probabilidade de desgaste de componentes na suspensão devido ao peso da carga. Por outro lado, essa configuração costuma oferecer maior capacidade de transporte, o que torna o veículo mais valioso para operações de frete, elevando a importância de uma cobertura robusta para componentes de carroceria, carroceria externa, elementos do interior do baú e itens de fixação de carga.

Do ponto de vista da seguradora, há também considerações de perímetros de cobertura que podem ser ajustadas para refletir o uso do furgão em rotas urbanas, deslocamentos intermunicipais ou serviços de entrega rápida. A escolha de coberturas, limites de indenização e franquias precisa equilibrar o custo do prêmio com a necessidade de reposição rápida do ativo e de continuidade da operação da frota, especialmente quando o veículo representa uma parte central do negócio.

Boas práticas para gestão de seguro de frotas com esse modelo

Para quem administra uma frota com Renault Master 2.8 DTI Furgão Dies.Longo Alto 2004, algumas orientações simples ajudam a alinhar proteção, custo e disponibilidade de serviço:

  • Mapeie o perfil de uso: determine se o veículo funciona como apoio de entrega urbana, transporte entre cidades ou utilitário para serviços especializados. Esse mapeamento ajuda o corretor a indicar coberturas mais adequadas, como proteção de terceiros, incêndio e roubo, e eventual cobertura de componentes do baú.
  • Considere rastreamento e proteção adicional: sistemas de rastreamento, alarme e proteção de carga podem reduzir o risco de sinistros e facilitar a gestão da frota, com impacto direto no custo de seguro.
  • Avalie a necessidade de assistência 24h e carro reserva: para veículos que mant