| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 37.860,00 |
| Fev/26 | R$ 37.944,00 |
| Jan/26 | R$ 38.028,00 |
| Dez/25 | R$ 38.101,00 |
| Nov/25 | R$ 38.159,00 |
| Out/25 | R$ 38.251,00 |
| Set/25 | R$ 38.374,00 |
| Ago/25 | R$ 38.455,00 |
| Jul/25 | R$ 38.517,00 |
| Jun/25 | R$ 38.556,00 |
| Mai/25 | R$ 38.634,00 |
| Abr/25 | R$ 38.669,00 |
Avaliação pela Tabela FIPE do Saab-Scania R-112 E 320, 6×4, 2p (diesel) de 1987
Quando se pensa em seguros de veículos pesados, especialmente em modelos históricos ou de frota antiga, a Tabela FIPE surge como uma referência valiosa. Ela serve para orientar correções de valor de mercado, prazos de indenização e ajustes de cobertura ao longo do tempo. No caso de um Saab-Scania R-112 E 320, 6×4, 2 portas, diesel, fabricado em 1987, entender como a FIPE se aplica ajuda tanto o empresário quanto o corretor de seguros a dimensionar o risco de forma mais precisa. Este artigo aprofunda o tema, conectando a ficha técnica do veículo ao raciocínio de seguros, sem desviar do escopo original: a Tabela FIPE para esse modelo específico, o que ela representa, suas limitações e as implicações para a proteção do seu ativo rodoviário.
Sobre a marca Saab-Scania e seu papel no segmento de caminhões pesados
A Saab-Scania AB nasceu de uma união estratégica entre duas tradições distintas e complementares: a robustez dos motores de origem Scania, líder em soluções de transporte pesado, e a visão tecnológica da Saab para engenharia aeronáutica e automotiva. Entre as décadas de 1960 e 1990, a Saab-Scania consolidou-se como uma das referências em caminhões de grande porte, especialmente no segmento de operações severas de transporte de carga, construção e logística de longo percurso. A marca ficou marcada pela durabilidade estrutural, pela capacidade de manter desempenho estável sob condições extremas e pela facilidade de manutenção em frotas que enfrentavam jornadas longas, trechos desafiadores e operações contínuas.

Para o veículo em questão, o R-112 E 320, 6×4 com cabine de dois lugares, diesel, de 1987, isso não é apenas uma designação técnica: simboliza um conjunto de decisões de engenharia voltadas a potência, tração e confiabilidade. O 6×4 indica que o veículo emprega três eixos, com tração em dois deles na traseira, o que favorece estabilidade, tração em superfícies com aderência reduzida e capacidade de transportar cargas expressivas. A especificação 320 sugere uma potência elevada para a época—um motor robusto capaz de vencer subidas ínguas e manter velocidades consistentes em trechos longos em condições desafiadoras. Ao longo dos anos, modelos como esse ganharam reconhecimento particular em operações pesadas, serviços de construção, mineração leve e logística geral, onde a capacidade de carga, a confiabilidade do motor e a disponibilidade de peças originais são fatores críticos para o custo total de propriedade e para o desenho da apólice de seguro.
Ficha Técnica do Saab-Scania R-112 E 320 6×4 2p (diesel) 1987
Para facilitar a avaliação de risco e a adequada configuração da cobertura, apresentamos uma ficha técnica resumida do modelo em foco. Ressalta-se que os números apresentados são representações técnicas típicas desse conjunto da década de 1980 para fins de seguro e comparação de ativos; as especificações reais podem variar conforme a configuração original de fábrica, a disponibilidade de peças e as modificações efetuadas ao longo da vida útil do veículo.
- Motor: diesel inline-6, deslocamento próximo de 11,0 litros, turboalimentado, com potência nominal de cerca de 320 cavalos (aprox. 235 kW).
- Transmissão: caixa de câmbio manual tradicional de várias marchas (tipicamente em torno de 6 velocidades, com possibilidade de reduzidas ou marchas adicionais conforme a configuração), desenhada para aproveitar o torque elevado do motor em peso bruto de até várias dezenas de toneladas.
- Tração e chassi: estrutura 6×4 — três eixos com tração em dois eixos traseiros; cabine de dois lugares; tração — adequada para aplicações de transporte de carga pesada, com suspensão e eixo traseiro robustos para suportar cargas expressivas.
- Dimensões e peso: peso bruto total (PBT) típico em caminhões de grande porte dessa geração situava-se em faixas entre 26.000 e 28.000 kg, com capacidade de carga útil compatível para operações de construção, logística de obras ou transporte de materiais pesados. As dimensões externas variavam conforme a configuração de chassis, entre-eixos e cabine, com comprimentos que podiam exceder rapidamente os 8 a 9 metros em determinadas versões de cavalos mecânicos/balanças, sempre respeitando as normas locais de trânsito para caminhões.
É importante notar que o valor e a configuração exata do R-112 E 320 6×4 podem apresentar variações motivadas por alterações de fábrica, adaptações para serviços específicos (por exemplo, basculante, carroceria de carga seca ou guincho) e modificações realizadas ao longo da vida útil do veículo. Quando essa ficha técnica é organizada para propósitos de seguro, o corretor de seguros leva em conta a base de dados disponível, o estado de conservação, o histórico de manutenções, as peças originais ou substituições compatíveis, além de fatores de uso que influenciam o risco no seguro.
O que a FIPE representa para veículos pesados veteranos
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) funciona como uma referência de valor de mercado para veículos usados e seminovos no Brasil. Embora seja amplamente reconhecida para automóveis de passeio, sua aplicação em caminhões pesados e em modelos veteranos, como o Saab-Scania R-112 E 320 de 1987, exige uma leitura cuidadosa. Em primeiro lugar, a FIPE oferece uma linha de referência que facilita o dimensionamento de indenizações em seguros, a comparação entre propostas de cobertura e o acompanhamento da depreciação ao longo do tempo. Em termos práticos, a FIPE ajuda a estabelecer o “valor de referência de mercado” que as seguradoras podem considerar ao estipular limites, coberturas e franquias para o ativo. Em segundo lugar, a natureza do veículo — idade, raridade, estado de conservação, histórico de uso e disponibilidade de peças originais — gira como um fator-chave que pode levar a ajustes na equivalência entre o valor de referência da FIPE e o valor efetivo de reposição ou de indenização de mercado.
Para caminhões de 1987 ainda em operação ou mantidos por colecionadores e empresas de logística especializadas, a FIPE pode funcionar como uma âncora de valor, mas não como o único árbitro de sinistros ou de garantias. Em muitos casos, o seguro de veículo pesado considera não apenas o valor de mercado atual, mas também o custo de reposição com peças novas, o custo de reposição igual ou similar ao original (ou seja, “valor de reposição” ou “valor de reposição a novo” quando a apólice assim o prever) e as particularidades de uso. Portanto, a leitura da FIPE para um Saab-Scania R-112 E 320 envolve três planos: o valor de mercado corrente, o custo de reposição pactuado pela seguradora e o ajuste específico de coberturas para veículos históricos ou especiais. Em síntese, a FIPE é uma referência sólida, mas é apenas uma peça do quebra-cabeça que envolve seguro, manutenção, peças de reposição disponíveis e o histórico de sinistros.
Implicações da FIPE para o seguro do Saab-Scania R-112 E 320
Ao pensar em proteção para um caminhão pesado da década de 1980, várias implicações surgem a partir da leitura da FIPE e da ficha técnica. Primeiro, o valor de referência pode influenciar o prêmio, a cobertura de casco (valor de reposição, valor de mercado ou valor de reparo) e a escolha de franquias. Em contexto de frota, a melhoria de desempenho de seguro depende de documentação detalhada do estado do veículo, do histórico de manutenção, da regularidade de inspeções e da disponibilidade de peças originais ou compatíveis no mercado. Seguros de caminhões costumam oferecer opções como casco, roubo e incêndio, responsabilidade civil, proteção de carga e, em alguns casos, assistência 24h, guincho e coberturas específicas para eventos de prejuízos eventuais.
Para modelos como o R-112 E 320, em especial pela idade e pelo uso irregular que um veículo dessa natureza pode sofrer, a seguradora pode solicitar avaliações periódicas do estado estrutural, verificação de danos, pronta disponibilidade de peças de reposição e histórico de manutenções preventivas. O objetivo é reduzir a exposição a riscos de falhas críticas, como falhas no motor, danos ao sistema de freios, problemas na transmissão ou falhas de sistemas do eixo traseiro, que podem gerar sinistros de grandes proporções, com custo elevado de reparação. Em termos práticos, o relacionamento entre FIPE, estado de conservação e apólice de seguro se traduz em ajustes de cobertura, limites de indenização e condições de renovação, que devem ser acompanhados pela corretora com diligência e clareza para o proprietário do veículo.
Cuidados, manutenção e boas práticas para esse modelo
Para quem administra uma frota com Saab-Scania R-112 E 320 de 1987, manter o veículo em condições funcionais não é apenas uma questão de conformidade técnica, mas também uma estratégia de gestão de risco. O custo de reposição ou de conserto depende de disponibilidade de peças originais, de mão de obra especializada e de componentes específicos da marca Scania. Algumas práticas recomendadas incluem:
– Planejar manutenções preventivas com a rede autorizada ou com oficinas que tenham experiência comprovada em caminhões Scania/SAAB-Scania, priorizando peças originais. A regularidade de trocas de óleo, filtros, correias e sistemas de refrigeração ajuda a evitar falhas críticas que possam gerar seguros de alto custo ou, em casos extremos, indisponibilidade de peças no mercado. A manutenção regular também favorece a leitura de milhas, o registro de quilometragem e o diagnóstico de problemas que podem impactar o valor de mercado refletido na FIPE.
– Monitorar sistemas de segurança e de freio com atenção especial a caminhões de tecnologia antiga. O desempenho de freios, suspensão, eixo traseiro e sistema de direção deve ser verificado com especial cuidado, pois falhas nesses componentes representam risco direto para o condutor, a carga transportada e a integridade da apólice. Em veículos com uso intenso ou em rotas com condições adversas, a inspeção de freio e suspensão deve ocorrer com maior frequência.
– Gerenciar a conservação do motor e do sistema de admissão de ar, que são determinantes para a performance e o consumo de combustível, bem como para o controle de emissões. Em caminhões de 1987, as tecnologias de injeção e de controles de emissões são mais simples do que as de veículos modernos, mas a manutenção adequada pode significar a diferença entre uma operação estável e um veículo mais suscetível a falhas que aumentem o custo de seguro e reparos.
– Preparar documentação detalhada para a seguradora, incluindo histórico de manutenções, notas fiscais de peças originais, registros de inspeções técnicas e, se houver, laudos de vistorias. Essa documentação facilita a validação da condição do veículo, embasa as avaliações da FIPE e pode abrir espaço para condições mais vantajosas, como coberturas adicionais ou limites de indenização ajustados de acordo com o estado real do ativo.
Conectando FIPE, ficha técnica e decisão de seguro
O elo entre a Tabela FIPE, a ficha técnica do Saab-Scania R-112 E 320 6×4 2p (diesel) 1987 e as escolhas de seguro está na leitura holística do ativo. A FIPE oferece um norte de valor de referência, que serve para dimensionar indenizações, cálculos de depreciação e comparações entre propostas de seguro. A ficha técnica traz o retrato técnico do veículo: motor, torque, transmissão, chassi, peso e a configuração de tração. Juntas, elas ajudam a corretora e o empresário a entender quais são os maiores riscos, onde estão as fragilidades operacionais e quais coberturas são mais relevantes para manter o negócio funcionando mesmo em cenários adversos.
Para caminhões desse porte, é comum que as seguradoras ofereçam pacotes que combinam casco, proteção de danos, assistência 24h, seguro de carga, incêndio e roubo, com opções de franquia e limites de indenização ajustados à idade do veículo. Dado que o Saab-Scania R-112 E 320 de 1987 é um modelo antigo, a auditoria de sinistros tende a considerar a disponibilidade de peças, o custo de mão de obra especializada e a probabilidade de falhas de componentes típicos de uma frota histórica. Em muitos casos, a escolha de coberturas adicionais, como proteção de contingências (incêndio, raio, explosão) ou a extensão de garantias de componentes críticos (motor, transmissão, eixo traseiro), pode ser avaliada com maior precisão quando a FIPE é combinada com a avaliação técnica específica do veículo.
Se você está gerenciando uma frota ou um veículo pesado histórico, compreender esse tripé — FIPE como referência de mercado, ficha técnica como mapa técnico e seguro como mecanismo de proteção — é essencial para manter a operação estável sem surpresas financeiras. O objetivo é ter uma cobertura que reflita o valor do ativo, o custo do reparo ou reposição, a criticidade da operação e a realidade de disponibilidade de peças para um modelo de 1987, hoje classificado como peça de história automotiva e, ao mesmo tempo, ativo de negócios em operação.
Conclui-se que a FIPE não substitui a avaliação profesionalizada de risco, mas funciona como uma linha de referência imprescindível. A fusão dessa referência com a ficha técnica detalhada do veículo e as conversas com o corretor resultam em uma cobertura mais alinhada com as necessidades da operação, garantindo proteção adequada ao ativo, sem inflar premiações desnecessárias ou deixar lacunas de cobertura em momentos críticos.
Para entender melhor o valor atual e as coberturas ideais para o Saab-Scania R-112 E 320 6×4 2p (diesel) de 1987, é recomendável falar com quem entende do assunto. Para obter uma avaliação personalizada e precisa das suas necessidades, faça uma cotação com a GT Seguros.
