| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 41.648,00 |
| Fev/26 | R$ 41.740,00 |
| Jan/26 | R$ 41.833,00 |
| Dez/25 | R$ 41.913,00 |
| Nov/25 | R$ 41.976,00 |
| Out/25 | R$ 42.077,00 |
| Set/25 | R$ 42.213,00 |
| Ago/25 | R$ 42.302,00 |
| Jul/25 | R$ 42.370,00 |
| Jun/25 | R$ 42.413,00 |
| Mai/25 | R$ 42.498,00 |
| Abr/25 | R$ 42.537,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o Saab-Scania R-112 E 320, 6×4, 2p (diesel) de 1989 e o que isso significa para seguro
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos, incluindo caminhões pesados usados por empresas e frotas. Para quem atua como corretor de seguros ou busca entender o valor de reposição, o movimento de consultar a FIPE no contexto de um modelo específico ajuda a calibrar coberturas, franquias e limites de indenização. No caso do Saab-Scania R-112 E 320, 6×4, 2p (diesel) de 1989, trata-se de um exemplar que pertence a uma época de transição tecnológica: décadas em que o transporte de cargas pesadas passou a combinar robustez mecânica com inovações de chassis e cabine. Este artigo aprofunda a leitura dessa ficha na FIPE, passando pela ficha técnica, pela história da marca e pelos entrelaces entre valor de referência e seguro, de forma educativa e prática para quem atua no ramo de seguros.
Ficha técnica do Saab-Scania R-112 E 320
Para fins de consultoria de seguro, a ficha técnica resume as informações que costumam influenciar o risco descrito pela concessionária, pela seguradora e pelo titular da apólice. Abaixo está um conjunto de dados típicos associados a esse modelo específico, apresentada de forma objetiva para facilitar a avaliação de risco, o custo de operação e a adequação da cobertura. Observe que as especificações podem variar conforme a configuração exata do veículo e o equipamento original instalado na época de fabricação.

- Marca/Modelo: Saab-Scania R-112 E 320
- Ano de fabricação/modelo: 1989
- Tração: 6×4
- Motor: Diesel, 11,0 litros de deslocamento, potência aproximadamente de 320 cv
Além dessas informações centrais, outros aspectos da ficha técnica costumam constar em bases de dados completas ou em laudos técnicos para seguro, como o tipo de cabine, a transmissão e parâmetros de peso. Destaque para o seguinte conjunto de informações adicionais comumente considerado por asseguradoras e avaliadores técnicos, que não substitui uma especificação completa do veículo, mas ajuda a entender o perfil do equipamento:
• Tipo de cabine e portas: configuração de cabine com duas portas (2p) para caminhões de médio a pesado, comum em veículos de trabalho pesado que priorizam espaço para o motorista e eficiência de manutenção.
• Transmissão: geralmente manual, com múltiplas marchas, adequado ao uso típico de caminhões de alto torque para transporte de cargas pesadas em estradas e terrenos desafiadores.
• Suspensão e chassis: eixos reforçados, suspensões projetadas para suportar carga elevada e resistência a operações contínuas em carga e descarga, essenciais para durabilidade em frota.
• Capacidade de carga e peso bruto total: a configuração 6×4 costuma empregar PBT (peso bruto total) significativo e capacidade de carga útil elevada, características que impactam diretamente no custo de seguro com base na exposição a danos, desgaste e responsabilidade civil.
Contexto da marca e o papel da FIPE na avaliação de seguro
Saab-Scania representa uma parceria entre duas tradições suecas altamente reconhecidas no setor de transportes: Saab, com raízes na engenharia de aeronaves e tecnologia, e Scania, conhecida pela produção de caminhões, ônibus e motores industriais. A combinação de engenharia de ponta com robustez de linha de montagem resultou em caminhões que, para quem administra frotas, aparecem como símbolos de durabilidade aliada a uma certa sofisticação tecnológica típica da época. O Saab-Scania R-112 E 320 ilustra bem esse espírito: um veículo pesado de alcance nacional e de uso intensivo, demandando planejamento cuidadoso de seguro, manutenção e reposição de peças.
A Tabela FIPE entra como referência de valor de mercado para ações de seguro, financiamento e reposição de frota. Embora o objetivo seja fornecer uma linha de base para estimar reposição e depreciação, cada seguradora utiliza a FIPE como parte de um conjunto de informações — incluindo histórico do veículo, uso, local de armazenamento, histórico de sinistros, condição de conservação e demais particularidades — para compor o prêmio. No caso de um modelo antigo como o R-112 E 320, a FIPE ajuda a balizar o que seria um valor de reposição compatível com a realidade de mercado, sem colocar-se em depender apenas de um número único. Essa prática é especialmente importante no segmento de veículos pesados, onde diferenças de configuração, estado de conservação e disponibilidade de peças podem gerar variações relevantes no custo de cobertura.
Aplicação prática da FIPE na apólice de seguro de caminhão pesado
Para corretores e gestores de frotas, entender como a FIPE se traduz em prêmio de seguro envolve olhar além do custo de reposição. Abaixo, pontos práticos que guiam essa relação na prática cotidiana de seguros para veículos como o Saab-Scania R-112 E 320:
- Impacto da idade do veículo: caminhões mais antigos costumam ter prazos de atualização de peças e maior probabilidade de falhas mecânicas. A FIPE ajuda a calibrar o valor de reposição, enquanto o histórico de manutenção orienta a escolha de coberturas de danos e de responsabilidade.
- Estado de conservação: veículos bem conservados tendem a ter prêmios proporcionais ao seu risco menor de falha catastrófica. Um laudo técnico pode acompanhar a avaliação da FIPE para justificar condições de prêmio mais estáveis.
- Uso real da frota: se o modelo é utilizado com frequência em trajetos de longo curso ou em operações com peso de carga elevado, os riscos de desgaste e de acidentes aumentam. Coberturas podem incluir restrições de uso, assistência em viagens, e retenção de peças sobressalentes, com base na avaliação de risco.
- Histórico de sinistros: sinistros anteriores influenciam o prêmio. O catálogo FIPE, ao fornecer referência de valores, não substitui a análise de sinistralidade, que é um componente crítico para o cálculo de seguro de caminhões.
Para proprietários e gestores que desejam uma cobertura que combine valor de reposição alinhado ao mercado com proteção operacional, a consulta à FIPE deve vir acompanhada de uma avaliação técnica recente do veículo, de um histórico documental claro (manutenções, vistorias, eventuais sinistros) e de uma leitura dos riscos operacionais da frota. A GT Seguros, por exemplo, oferece opções de cotação que consideram esse conjunto, buscando equilíbrio entre custo de prêmio, coberturas oferecidas e adequação à função do R-112 E 320 dentro da operação logística da empresa.
Aspectos de segurança, manutenção e história de uso no contexto FIPE
Veículos históricos ou de tecnologia mais antiga exigem planejamento específico para seguro e operação. O Saab-Scania R-112 E 320, por ser uma plataforma pesada de engenharia, pede atenção a elementos como disponibilidade de peças, rede de assistência técnica, e custos de manutenção que tendem a ser mais altos que os de caminhões modernos. A FIPE não apenas orienta o valor de reposição, mas, junto com o estado do veículo e a natureza da operação, ajuda o seguro a precificar riscos com maior clareza. As empresas que mantêm uma boa gestão de manutenção, com registros atualizados, tendem a apresentar menor volatilidade de prêmio ao longo do tempo. Para esse tipo de caminhão, recomenda-se atenção especial a itens como:
• Regularidade de revisões e troca de componentes críticos (sistemas de freio, suspensão, transmissão e motor).
• Armazenamento e proteção contra intempéries: condições ideais de garagem protegem o conjunto mecânico de corrosão e desgaste acelerado.
• Disponibilidade de peças originais ou de qualidade equivalente: a disponibilidade afeta prazos de reparo e custos operacionais.
• Registro de uso: dados de quilometragem, tipo de carga transportada e rotas podem influenciar o risco de acidentes e o desgaste de componentes.
Como interpretar a segurança de um veículo histórico na FIPE para o seguro
Quando uma seguradora analisa um modelo como o R-112 E 320, a avaliação envolve várias camadas: o valor de reposição pela FIPE, a condição física relatada pelo proprietário, o uso previsto (carga, trajetos, frequência de operação) e o perfil de risco da frota. Em veículos de alta idade, a FIPE ajuda a estabelecer uma referência de mercado que não é arbitrária, evitando distorções que ocorram quando se considera apenas o valor de compra original. A soma dessas informações sustenta a construção de uma apólice com coberturas adequadas, incluindo casco, responsabilidade civil, cobertura para danos a terceiros, assistência 24 horas, e eventuais adicionais como proteção de cabina, guinchos e reboque, dependendo do enquadramento da operação.
Riscos, custos e decisões de seguro para esse modelo específico
O seguro de caminhão pesado de 1989 envolve decisões técnicas e financeiras. Abaixo estão considerações-chave que costumam aparecer na prática de corretores que trabalham com a FIPE como referência:
- Escolha de coberturas: casco total, casco parcial, responsabilidade civil facultativa, proteção de carga e assistência em viagem podem compor a solução adequada conforme o uso da frota.
- Franquias: ao tratar de veículos mais velhos, a escolha de franquias mais altas pode reduzir o prêmio, desde que a empresa esteja preparada para arcar com eventual reposição ou reparo parcial.
- Limites de cobertura e reposição: com a FIPE servindo de referência, o valor de reposição pode ser ajustado para refletir o estado de conservação real do veículo, a disponibilidade de peças e a depreciação do mercado.
- Gestão de sinistros: planos de seguro com cobertura abrangente costumam ser mais vantajosos para veículos de operação crítica, onde interrupções de serviço geram custos operacionais significativos.
Para quem busca uma abordagem simples e confiável, a GT Seguros oferece opções de cotação que consideram a Tabela FIPE como referência de valor, aliado a uma avaliação técnica do veículo, ao histórico de uso e ao perfil da operação da empresa. Com isso, é possível alinhar a proteção ao custo-benefício, mantendo o foco na continuidade da atividade logística sem surpresas desagradáveis em casos de sinistro.
Em síntese, a Tabela FIPE para Saab-Scania R-112 E 320 6×4 2p (diesel) 1989 funciona como uma bússola para o seguro: aponta um referência de valor no mercado, orienta decisões de cobertura e ajuda a estabelecer parâmetros realistas de indenização, sempre dentro de uma análise holística que considera conservação, uso e histórico da frota. O objetivo é que a proteção seja suficiente para manter a operação estável, mesmo diante de imprevistos, sem superproteção que inflaria o custo do seguro sem retorno proporcional.
Se você está avaliando esse modelo específico para inclusão em uma apólice, vale a pena revisar a ficha técnica, confirmar a configuração exata do veículo com a documentação e, sobretudo, conversar com um corretor especializado em veículos pesados históricos. A consulta à FIPE é apenas uma parte do processo: o equilíbrio entre o valor de reposição, as necessidades de operação e o atendimento de risco é o que define a robustez da proteção.
Para quem busca orientação prática e uma cotação que leve em conta a realidade do Saab-Scania R-112 E 320, 6×4, 2p (diesel) 1989, você pode contar com a GT Seguros para uma avaliação orientada por dados, com foco na proteção da frota e no cuidado com o orçamento da empresa.
Pronto para avançar? peça uma cotação com a GT Seguros e tenha uma proposta alinhada à prática do seu negócio, com coberturas pensadas para caminhões pesados históricos e para a sua operação específica.
