Valor FIPE Atual
R$ 64.491,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 512004-7
Ano: 1990-3
MêsPreço
Jan/26R$ 64.491,00
Dez/25R$ 64.614,00
Nov/25R$ 64.712,00
Out/25R$ 64.868,00
Set/25R$ 65.077,00
Ago/25R$ 65.214,00
Jul/25R$ 65.319,00
Jun/25R$ 65.385,00
Mai/25R$ 65.517,00
Abr/25R$ 65.577,00
Mar/25R$ 65.676,00
Fev/25R$ 65.716,00

Entenda como a Tabela FIPE classifica o Saab-Scania R-112 HS 320, 4×2, 2 portas a diesel de 1990 e o que isso implica para o seguro

Contexto histórico e a marca Saab-Scania

Para compreender a posição da Tabela FIPE diante de modelos como o Saab-Scania R-112 HS 320, é essencial revisitar a origem dessa marca que viveu uma fase marcante de fusões e reestruturações. A Saab-Scania AB surgiu a partir da cooperação entre duas empresas com vocação complementar: Saab, tradicional fabricante de automóveis de passeio, e Scania, gigante da produção de caminhões, ônibus e motores pesados. A parceria, que reflitou décadas de engenharia sueca, buscou combinar robustez de motor, eficiência de transmissão e soluções de segurança com o objetivo de atender a diferentes nichos do transporte rodoviário e da indústria logística.

Na virada dos anos 80 para os 90, o mercado de veículos comerciais pesados estava em transformação: demanda por caminhões cada vez mais confiáveis, com máquinas duráveis para longas distâncias, facilidade de manutenção e disponibilidade de peças. Foi nesse contexto que modelos cooperativos como o R-112 HS 320 ganharam espaço entre frotas que procuravam uma linha de caminhões com potência para cargas médias em estradas brasileiras. A época também foi marcada pela valorização de dados padronizados de mercado, o que facilita a comparação entre modelos semelhantes em tabelas de referência, como a FIPE, que passou a servir como referência para seguro, financiamento e tributação.

Tabela FIPE SAAB-SCANIA R-112 HS 320 4×2 2p (diesel) 1990

É relevante notar que o Saab-Scania, apesar de sua presença marcante na produção de caminhões na Europa e, em alguns momentos, de comercialização global, viu seus ativos e operações serem reinterpretados ao longo dos anos, com mudanças de estratégia corporativa. Ainda assim, o legado técnico dessa linha de caminhões permaneceu influente na indústria, especialmente pela combinação de motor diesel de perfil robusto, eixos bem dimensionados e cabines que aceitavam diferentes configurações de carga. Para quem estuda a tabela FIPE, entender esse histórico ajuda a interpretar como as classificações evoluem conforme a idade, o tipo de tração e a finalidade de uso de cada veículo fabricado naquela era.

Ficha técnica resumida do Saab-Scania R-112 HS 320

  • Marca/Modelo: SAAB-Scania R-112 HS 320
  • Ano de fabricação/configuração: 1990, caminhão 4×2, cabine 2 portas
  • Propulsor: motor diesel de alta robustez, potência estimada em 320 cv
  • Transmissão: configuração típica de fábrica manual, com várias velocidades para atender diferentes demandas de carga e percurso

Observação: as informações acima representam uma síntese baseada em registros de época e na classificação de veículos semelhantes na FIPE. Em termos práticos, a ficha técnica de um exemplar específico pode variar conforme a configuração de fábrica, a presença de atualizações mecânicas ou adaptações para uso particular. Em seguros, essa variação pode influenciar certos itens da apólice, como consumos, desgaste de componentes e possibilidades de acessórios de proteção. Abaixo, exploraremos como a Tabela FIPE utiliza esse enquadramento para orientar seguradoras e proprietários.

Como a Tabela FIPE registra este modelo e por que isso importa para o seguro

A Tabela FIPE funciona como um repositório padronizado de referência para o valor de mercado de veículos usados. Embora o objetivo principal seja facilitar negociações, financiamentos e avaliações de seguro, é comum que proprietários e corretores usem a tabela como base de referência para determinação de coberturas, depreciação e valores de compra e venda dentro de um intervalo de referência. No caso do Saab-Scania R-112 HS 320, 4×2 diesel de 1990, a FIPE classifica o veículo com base em critérios como idade, tipo de motor, configuração de tração e número de portas, entre outros fatores. Esses dados ajudam as seguradoras a calibrar aspectos importantes do seguro, tais como a despesa com reparos, reposição de peças originais e a probabilidade de sinistros em função do perfil de uso.

É importante destacar que a FIPE não fornece um preço de venda específico para cada exemplar; ela oferece uma faixa de referência que auxilia a estimar o valor de mercado de veículos semelhantes. Quando o assunto é seguro, esse parâmetro ajuda a pessoa segurada a entender o custo relativo de proteção, além de orientar a cobertura contra roubo, furto e danos acidentais. Em termos de sinistros e resgates, a idade do veículo e a disponibilidade de peças originais se traduzem em cenários de risco diferente, como maior chance de peças de reposição serem mais caras ou mais difíceis de encontrar. O resultado é que a seguradora pode propor condições de subscrição que equilibram proteção com custo, mantendo a viabilidade econômica da apólice para veículos com histórico de uso de tração 4×2, 2 portas e motorização diesel da década de 1990.

Itens típicos da ficha técnica e cenários de referência na prática de seguros

Ao avaliar o Saab-Scania R-112 HS 320 para fins de seguro, as seguradoras costumam observar diversos itens que, em conjunto, moldam o custo da apólice. Abaixo estão pontos comuns que costumam aparecer na leitura técnica sem detalhar valores específicos:

– Condição mecânica e histórico de manutenção: carros ou caminhões de época que passaram por manutenções regulares, com registro de serviços, tendem a ter melhor percepção de risco. A ausência de histórico, ou o registro de avarias frequentes, pode levar a ajustes na cobertura ou no prêmio.

– Disponibilidade de peças originais: para caminhões com mais de 30 anos, a disponibilidade de peças originais pode variar bastante conforme a região. Em seguros, isso se traduz em cenários de maior custo de reparo ou necessidade de componentes alternativos, que podem exigir aprovação de coberturas específicas.

– Configuração de uso: se o veículo ainda atua em rotas de carga leve a média, isso pode influenciar a avaliação de sinistralidade e o desempenho em uso diário. Caminhões mais usados em atividades estritamente rurais ou comerciais de longa distância podem ter perfis de risco diferentes devido a condições de desgaste de rodovias, combustível e fretes.

– Proteção e acessórios: itens como alarmes, dispositivos de imobilização, rastreadores veiculares e alarmes de porta-malote podem impactar positivamente o prêmio, agregando segurança operacional para o veículo antigo que está em circulação.

– Histórico de sinistros: um histórico com poucos sinistros pode favorecer condições mais estáveis de prêmio, especialmente quando aliado a mantimentos confiáveis e uma boa gestão de frotas, se for o caso.

Conjuntamente, a FIPE ajuda a segmentar o veículo dentro de uma categoria de referência, e as seguradoras usam essa leitura para calibrar o risco em conjunto com informações adicionais fornecidas pelo dono ou pela empresa segurada. Assim, o seguro para o Saab-Scania R-112 HS 320 tende a contemplar várias nuances — desde a idade do veículo e a disponibilidade de peças, até as escolhas de proteção adotadas pela empresa ou pelo proprietário.

Implicações específicas para veículos clássicos e usados em frotas

Modelos fabricados na década de 1990, como o R-112 HS 320, normalmente se enquadram na categoria de veículos usados de idade intermediária que exigem uma análise cuidadosa por parte das seguradoras. Em muitos casos, clientes que mantêm este tipo de veículo com baixos índices de uso e com boa conservação podem se beneficiar de opções de seguro com coberturas complementares. Por exemplo, coberturas de terceiros, incêndio e roubo, bem como proteção para equipamentos acessórios, podem ser ajustadas para refletir o perfil de uso real. Além disso, serviços de assistência 24 horas, cobertura para peças de reposição específicas ou o aluguel de veículo reserva (em caso de sinistro) costumam compor pacotes que se alinham às necessidades de quem opera caminhões mais velhos em rota de entrega regional ou em rotas de abastecimento para empresas de logística.

Quando o assunto é seguro de veículos de idade bem avançada, uma peça-chave é a documentação de manutenção. Certificados de inspeção, registros de revisões e notas fiscais de conserto ajudam a demonstrar o estado de conservação do conjunto mecânico, elétrico e estrutural. A verificação de pontos como freios, suspensão, direção e sistemas de iluminação é comum durante a avaliação de risco, pois intervenções nessas áreas podem ter impacto direto na segurança do veículo e, por consequência, no custo da apólice. Também é comum que seguradoras exijam à época atual a verificação de itens de segurança passiva e ativa, como dispositivos de assistência à condução, faróis auxiliares e sinalização em operações noturnas ou de carga em áreas com restrições de tráfego.

Boas práticas para obter uma cotação eficiente com foco no Saab-Scania R-112 HS 320

Se você possui esse modelo ou atua com frotas que o utilizam, algumas práticas ajudam a tornar o processo de cotação mais claro e preciso. Seguem sugestões que costumam facilitar a interação com corretores e seguradoras, mantendo o foco na proteção adequada sem complicações.

1) Reúna o máximo de informações técnicas disponíveis sobre o veículo, incluindo histórico de manutenção, itinerários habituais e condições de uso. Quanto mais completo o histórico de manutenção e o padrão de uso, mais preciso tende a ser o entendimento de risco por parte da seguradora.

2) Documente itens de segurança e proteção adotados, como rastreadores, alarmes, proteção anticorrosiva e atualizações em sistemas de freios ou suspensão. A proteção adicional pode influenciar positivamente o custo da seguradora, desde que implementada de forma confiável.

3) Considere diferentes pacotes de coberturas, pensando não apenas em custo, mas em coberturas que façam sentido para o uso real do veículo, incluindo riscos de terceiro, danos a carga e auxílio em deslocamentos. A escolha de coberturas alinhadas ao uso do veículo facilita a obtenção de uma proposta mais clara e adequada.

4) Compare propostas de diferentes corretores, verificando a consistência das informações apresentadas e a clareza das condições contratuais. Pergunte sobre exclusões comuns em veículos da mesma idade e sobre a disponibilidade de peças originais para o modelo específico, para evitar surpresas no momento de acionar o seguro.

Conclusão: a importância de entender a FIPE e o seguro para o Saab-Scania R-112 HS 320

A Tabela FIPE é uma ferramenta fundamental para entender o contexto de valor de mercado de veículos usados, inclusive de modelos históricos como o Saab-Scania R-112 HS 320. Embora o objetivo principal seja oferecer uma referência de mercado, essa classificação tem impactos diretos na forma como as seguradoras avaliam risco, definem coberturas e configuram prêmios. Ao considerar um veículo antigo ou de uso específico, é crucial reconhecer a importância da conservação, da disponibilidade de peças de reposição e do histórico de manutenção. Esses elementos impactam não apenas a segurança operacional, mas também as condições de proteção contratadas, que devem ser alinhadas ao perfil de uso do veículo e às necessidades da frota ou do proprietário.

Se você busca proteção sob medida para este veículo e outros da mesma linha, vale consultar uma cotação com a GT Seguros. Eles podem oferecer opções de seguro adequadas ao cenário do Saab-Scania R-112 HS 320, levando em conta aspectos de idade, uso, manutenção e recursos de proteção disponíveis.