Valor FIPE Atual
R$ 51.561,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 512008-0
Ano: 1987-3
MêsPreço
Fev/26R$ 51.561,00
Jan/26R$ 51.675,00
Dez/25R$ 51.774,00
Nov/25R$ 51.852,00
Out/25R$ 51.977,00
Set/25R$ 52.144,00
Ago/25R$ 52.254,00
Jul/25R$ 52.338,00
Jun/25R$ 52.391,00
Mai/25R$ 52.496,00
Abr/25R$ 52.544,00
Mar/25R$ 52.623,00

Entendendo a Tabela FIPE para o Saab-Scania R-142 H 450 4×2 2p (diesel) 1987: contexto técnico, história da marca e aplicação prática

A Tabela FIPE é referência no Brasil para acompanhar a depreciação e o valor de mercado de veículos usados, inclusive caminhões e chassis antigos. No universo de seguros, entender como o modelo Saab-Scania R-142 H 450 4×2 2p (diesel) 1987 é classificado pela FIPE ajuda equipes de corretagem a estimar o custo de reposição, o prêmio de seguro e o equilíbrio entre proteção adequada e custo contido. Este artigo mergulha no contexto dessa ficha, explicando aspectos da ficha técnica, da própria marca Saab-Scania e das implicações para seguros de caminhões clássicos. Vale lembrar que as informações apresentadas here são para fins educativos e de referência, alinhadas ao tema exato da tabela FIPE para o modelo citado.

Saab-Scania: uma união de tecnologia e robustez no universo dos caminhões

Para compreender o lugar do Saab-Scania R-142 H 450 dentro da FIPE, é útil conhecer a origem da marca. Saab-Scania AB foi criada a partir da fusão entre a divisão de caminhões da Scania-Vabis, uma empresa sueca com tradição em engenharia pesada, e a divisão automotiva da Saab, reconhecida pelo desenvolvimento tecnológico. A união, que consolidou uma linha de caminhões e de ônibus, buscava combinar a robustez mecânica típica da Scania com avanços tecnológicos e de engenharia associados à Saab. O resultado foi uma gama de caminhões que se destacavam pela durabilidade, pela capacidade de enfrentar longas jornadas e pela versatilidade de configuração, algo essencial para operações de transporte de carga em diversos setores (logística, construção, agroindústria, entre outros).\n

Tabela FIPE SAAB-SCANIA R-142 H 450 4×2 2p (diesel) 1987

Nesse contexto, o Saab-Scania R-142 H 450 4×2 2p (diesel) 1987 surge como um exemplo de linha que refletia a filosofia de oferecer caminhões com desempenho estável em rodovias extensas e com capacidade de adaptação a diferentes tipos de carga. O código “R-142 H 450” sugere uma combinação de chassi (R), eixo traseiro com capacidade de tração específica, cabine com duas portas e uma configuração de motor diesel de alta pressão, voltada a oferecer torque suficiente para trabalho pesado sem comprometer a manobrabilidade em estradas brasileiras da época. Mesmo sem depender de números fixos para cada configuração, é comum que esse tipo de modelo apresentasse motor diesel de alta eficiência, transmissão robusta e eixos dimensionados para suportar cargas consideráveis, mantendo o equilíbrio entre custo de operação e desempenho.

Ficha técnica resumida do Saab-Scania R-142 H 450 4×2 2p (diesel) 1987

A seguir, apresentamos uma ficha técnica resumida, com dados representativos sobre o modelo na lógica de montagem típica da época e configuração FIPE. Vale notar que ocorrências reais podem variar conforme a carroceria, o motor específico instalado e a configuração de eixo. A finalidade é oferecer um guia claro para entender como o veículo é tratado pela FIPE e, por consequência, pelas seguradoras na avaliação de risco e de valor referencial.

  • Tipo de veículo: Caminhão 4×2, cabine simples com 2 portas
  • Motorização: Diesel, com potência típica estimada entre 350 e 450 cv; torque elevado, compatível com uso de carga média a pesada
  • Transmissão e tração: Transmissão manual com várias marchas; tração 4×2, com diferencial central ajustado para uso rodoviário e de trechos com desníveis
  • Dimensões e capacidade: Peso Bruto Total (PBT) típico na faixa de 14 a 18 toneladas, capacidade de carga útil estimada entre 7 e 12 toneladas; comprimento operacional variável entre aproximadamente 6,0 e 8,2 metros, com tanque de combustível compatível ao uso de longas jornadas

Observação sobre a ficha: as informações acima representam uma visão consolidada para esse tipo de configuração 1987, levando em conta que vareiações de cabine, motor, combustíveis específicos e comprimento de chassi podem alterar os números exatos. O objetivo é facilitar o entendimento da natureza do veículo e o modo como a FIPE classifica esse tipo de caminhão para fins de valor referencial e seguros. Em qualquer consulta prática, a conferência da configuração específica no registro FIPE correspondente ao mês/ano de referência é recomendada para precisão absoluta.

Como a FIPE estrutura a referência para caminhões clássicos como o R-142 H 450

A FIPE utiliza uma metodologia que soma fatores de idade, estado de conservação, uso informado (quilometragem e tipo de atividade), tipo de combustível e configuração de veículo para atribuir um valor de referência. Quando se trata de caminhões de séries históricas ou modelos menos comuns, a variação entre uma configuração e outra pode ser mais evidente do que em veículos populares modernos. No caso do Saab-Scania R-142 H 450 4×2 2p (diesel) 1987, o valor de referência absorve o peso da carroceria de montagem (rigidez estrutural), a idade do conjunto motor-transmissão e a disponibilidade de peças originais no mercado de reposição. Em termos práticos, seguradoras costumam considerar o custo para restaurar, manter e repor componentes originais, bem como o custo de substituição por modelos de substituição equivalentes.

Ao trabalhar com corretores de seguros, é comum que a avaliação FIPE seja acompanhada de um quadro de informações complementares: o estado de conservação atual do veículo, a regularidade da manutenção, a documentação de origem, a existência de modificações que possam impactar o desempenho, o histórico de sinistros e a finalidade de uso do caminhão (carga geral, carga especializada, frete regional, etc.). Tudo isso influencia o prêmio, mesmo que o valor de referência da FIPE permaneça como base do cálculo. Em caminhões antigos, a idade do veículo tende a aumentar a atenção ao estado da mecânica, à disponibilidade de peças e ao custo de mão de obra especializada.

Implicações para seguros de caminhões históricos e dicas para proprietários

Seguro para caminhões locais da década de 1980, como o Saab-Scania R-142 H 450, apresenta particularidades em relação a veículos modernos. Em termos educativos, alguns elementos que costumam impactar o seguro são o seguinte:

– Estado geral de conservação: veículos guardados em boas condições e com histórico de manutenção comprovável tendem a ter prêmios mais estáveis, pois reduzem o risco de falhas mecânicas durante o uso. Uma documentação organizada facilita a verificação pelo corretor.

– Documentação e origem: certificados de procedência, notas fiscais de componentes originais, atestados de restauração e registros de oficinas ajudam a demonstrar a integridade mecânica e a reduzir incertezas para a seguradora.

– Uso e exposição a riscos: caminhões que circulam em trajetos de frete ou eventos especiais, com maior exposição a condições adversas, podem apresentar prêmios mais elevados. Já caminhões com uso mais contido ou em manutenção regular tendem a ter uma avaliação mais favorável.

– Peças de reposição e disponibilidade: a disponibilidade de peças originais ou de reposição compatíveis para um modelo de 1987 influi na classificação de risco de proteção, pois afeta o custo de reparo em caso de sinistro. A rede de assistência e a cadeia de suprimentos podem, às vezes, representar fatores logísticos relevantes.

Para proprietários que desejam proteger esse tipo de veículo com eficiência, há práticas que ajudam a equilibrar custo de seguro e proteção adequada. Manter o veículo em alto nível de conservação, com registros de manutenção regulares, e manter a documentação em dia são ações simples que costumam facilitar a avaliação positiva pelos corretores. Além disso, avaliar complementos de cobertura, como proteção de peças históricas, assistência 24 horas em rodovias e cobertura de guarnições especializadas, pode contribuir para uma proteção mais completa sem elevar excessivamente o prêmio.

Conclusão: como usar a Tabela FIPE para planejar seguro e reposição do Saab-Scania R-142 H 450

O Saab-Scania R-142 H 450 4×2 2p (diesel) 1987 representa uma classe de caminhões que, apesar da idade, pode oferecer desempenho estável para operações específicas. A Tabela FIPE funciona como um mapa de referência para entender o valor de mercado e a depreciação esperada ao longo do tempo. No âmbito de seguros, esse referencial ajuda a calibrar o prêmio, a estimar a reposição em situações de sinistro e a comparar propostas entre diferentes corretores. Ao considerar a FIPE, corretores e proprietários devem valorizar não apenas o número de referência, mas também as particularidades da configuração do veículo, o estado de conservação, o histórico técnico e o uso operacional real.

Para quem tem esse modelo específico ou similar na linha Saab-Scania, a escolha de uma apólice de seguros precisa ficar ancorada em uma visão clara de riscos, de custo de reposição e de proteção de peças originais. A abordagem correta é entender o valor de referência da FIPE e como ele se traduz em cobertura prática, incluindo a reposição integral ou a indenização baseada no valor de venda, conforme a regra da apólice contratada. O objetivo é obter uma proteção que acompanhe a realidade operacional do caminhão, mantendo o equilíbrio entre custo de prêmio e nível de segurança desejado.

Se você está buscando proteção sob medida para esse caminhão clássico ou para qualquer outro veículo histórico, considere fazer uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação especializada pode alinhar a cobertura às necessidades específicas do seu veículo, ao uso previsto e ao seu orçamento, mantendo a tranquilidade em cada viagem.