Valor FIPE Atual
R$ 40.994,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 512014-4
Ano: 1981-3
MêsPreço
Mar/26R$ 40.994,00
Fev/26R$ 41.085,00
Jan/26R$ 41.176,00
Dez/25R$ 41.255,00
Nov/25R$ 41.317,00
Out/25R$ 41.417,00
Set/25R$ 41.550,00
Ago/25R$ 41.638,00
Jul/25R$ 41.705,00
Jun/25R$ 41.747,00
Mai/25R$ 41.831,00
Abr/25R$ 41.869,00

Como a Tabela FIPE classifica a SAAB-Scania T-112 H 320 (4×2, 2p, diesel) de 1981 e o reflexo disso na proteção do seu veículo

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados e, por consequência, para fundamentar cotações de seguro, financiamento e venda. Quando o assunto é um modelo histórico como a SAAB-Scania T-112 H 320, 4×2, 2 portas, com motor diesel, registrado em 1981, entender como a FIPE classifica esse caminhão e quais dados compõem a ficha técnica é essencial para quem atua no universo de seguros de veículos e de coleções. Este texto tem o objetivo educativo de apresentar o contexto da marca, as características típicas do modelo e, principalmente, como essas informações ajudam a calibrar seguros de veículos de peso histórico. Atenção: não incluiremos valores de preço neste artigo, pois as cifras são inseridas automaticamente ao topo do post, conforme o seu fluxo editorial.

Contexto histórico da SAAB-Scania

Para compreender a SAAB-Scania T-112 H 320, é importante situar a marca no cenário europeu de caminhões na segunda metade do século XX. SAAB-Scania AB surgiu de uma colaboração entre a fabricante sueca de automóveis SAAB e a sueca Scania-Vabis, com a combinação de expertise em engenharia automobilística e tecnologia de caminhões pesados. Entre as décadas de 1960 e 1980, essa união consolidou um portfólio de veículos que buscavam robustez, confiabilidade e facilidade de manutenção — atributos valorizados em fretes de longa distância, transporte de cargas e operações industriais que exigiam durabilidade sob condições exigentes. A linha T, em especial, era associada a cabines bem projetadas, soluções mecânicas simples de manter e configuração de eixo que atendia a diferentes necessidades de transporte. Ao longo dos anos, a SAAB-Scania destacou-se por intraempreender melhorias de motorizações diesel, sistemas de freio e transmissão que privilegiavam torque estável, resistência ao desgaste e facilidade de reposição de peças, características que ainda hoje são lembradas por entusiastas de veículos históricos.

Tabela FIPE SAAB-SCANIA T-112 H 320 4×2 2p (diesel) 1981

É relevante notar que, com o passar do tempo, a relação entre as marcas evoluiu. A SAAB mantinha sua tradição aeronáutica de engenharia, enquanto a Scania consolidava-se como referência em caminhões pesados e soluções de transporte. A fusão gerou uma identidade única: veículos de linha robusta, projetados para enfrentar trechos desafiadores com mecânica de confiabilidade. Modelos como a T-112 H 320 refletem esse cruzamento de know-how — uma configuração que, embora antiga, ainda é discutida em termos de custo de manutenção, disponibilidade de peças e adequação a operações específicas no Brasil, onde muitos usuários recorrem à Tabela FIPE para balizar o valor de referência na hora de segurá-los. A compreensão dessa história ajuda a entender por que determinados dados técnicos permanecem relevantes para o seguro, como a idade do veículo, o uso atual e a disponibilidade de peças originais influenciam a cotação.

O foco do modelo: SAAB-Scania T-112 H 320, 4×2, 2p (diesel) 1981

A designação “T-112 H 320” costuma indicar uma família de caminhões da linha T, com cabine alta (H) e potência associada a um motor diesel na faixa de configuração típica da época. O “4×2” aponta a tração em dois eixos, adequado para certas operações de transporte em vias urbanas ou rodoviárias com menor demanda de tração em terrenos extremos. A expressão “2p” sugere uma cabine com dois lugares — motorista e ajudante — característica comum em caminhões da época, especialmente em séries de uso misto que exigem dupla ocupação para atividades de entrega, logística externa ou operações de gerência de frota em que a presença de um ajudante oferece maior agilidade em manobras de carga e descarregamento. O ano de 1981 coloca esse modelo em um período em que o diesel de 6 cilindros em linha, com câmbio manual robusto e freios de ar eram a norma para caminhões de média a pesada tonelagem na Europa, com variações regionais de acordo com as exigências de regulamentação local e a disponibilidade de peças de reposição.

É fundamental compreender que a T-112 H 320 não é apenas um “veículo antigo”; é uma peça de engenharia que pode ter variações conforme o lote de produção, o país de uso, a configuração de cabine e o tipo de motor específico instalado na unidade. Por isso, ao consultar a Tabela FIPE para esse modelo, os perfis encontrados costumam incluir faixas de valores que refletem essa diversidade de configurações, além de considerar o estado de conservação, a quilometragem, a eventual restauração e o histórico de manutenção. Em termos de seguro, esses elementos influenciam diretamente a estimativa de valor segurado, a franquia, a necessidade de coberturas específicas (roubo, incêndio, danos a terceiros, proteções de carga) e, claro, o prêmio final. A seguir, vamos à ficha técnica resumida para uma referência prática do modelo dentro das possibilidades históricas da linha T.

Ficha Técnica da SAAB-Scania T-112 H 320 (4×2, diesel) – dados típicos

  • Configuração: Caminhão de dois eixos (4×2), cabine alta (H), 2 lugares (motorista e ajudante).
  • Motorização: Diesel, 6 cilindros em linha, potência nominal em torno de 320 cavalos (aprox. 235 kW), com torque significativo para movimentação de carga. Alimentação com sistema de injeção mecânica/turbo opcional conforme versão; faixa de torque na casa dos 1.200–1.500 Nm, dependendo da calibragem do motor.
  • Transmissão: Manual, tipicamente com várias marchas à frente (renda entre 6 e 9 velocidades, com a opção de redução para manuseio de carga em trechos íngaros); tração 4×2 com frenagem a ar em sistema tradicional da época.
  • Cabine e ocupantes: Cabine alta, dois ocupantes (condutor e co-piloto) com layout voltado para conforto relativo em longas jornadas; itens como suspensão isolada, posição de condução ajustável e visibilidade ampla eram pontos de foco na concepção da linha T.
  • Dimensões e capacidade: Peso Bruto Total (PBT) típico em faixas de 14.000 a