| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 1.674,00 |
| Fev/26 | R$ 1.678,00 |
| Jan/26 | R$ 1.682,00 |
| Dez/25 | R$ 1.686,00 |
| Nov/25 | R$ 1.689,00 |
| Out/25 | R$ 1.694,00 |
| Set/25 | R$ 1.700,00 |
| Ago/25 | R$ 1.704,00 |
| Jul/25 | R$ 1.707,00 |
| Jun/25 | R$ 1.709,00 |
| Mai/25 | R$ 1.713,00 |
| Abr/25 | R$ 1.702,00 |
Guia prático para entender a Tabela FIPE do SANYANG Passing 110 1996 e como isso influencia a proteção do veículo
Visão geral da marca Sanyang e do Passing 110 no contexto dos anos 90
A Sanyang Motor, referência de origem asiática no segmento de mobilidade acessível, ganhou espaço principalmente oferecendo opções de transporte com custo de aquisição mais baixo e manutenção relativamente simples. No cenário automotivo da década de 1990, várias montadoras emergentes buscavam atender à demanda por veículos compactos, eficientes para uso urbano e com peças de reposição relativamente disponíveis em mercados regionais. O Passing 110, lançado nesse período, foi projetado com foco em praticidade, economia de consumo e manutenção que pudesse ser realizada com infraestrutura de oficina comum. Em termos de percepção de uso, esse tipo de carro costuma ser associado a trajetos diários em cidades, com deslocamentos curtos e, muitas vezes, garagem em casa, o que impacta diretamente fatores de risco trabalhados pelas seguradoras, como probabilidade de sinistros relevantes, custo de reposição de peças originais e disponibilidade de assistência técnica especializada.
Para quem atua no setor de seguros, entender a origem do veículo ajuda a interpretar como diferentes componentes — desde a tecnologia do motor até a robustez da carroceria — influenciam a forma pela qual o veículo é avaliado pela Tabela FIPE e, por consequência, o desenho do seguro. Veículos de marca menos difundida internacionalmente costumam exigir avaliação adicional quanto à disponibilidade de peças e à rede de assistência técnica, fatores que podem afetar a experiência do segurado em caso de sinistro ou necessidade de reparo. No caso do Passing 110, a relação entre confiabilidade mecânica, facilidade de manutenção e rede de suporte local pode contribuir para cenários de proteção mais previsíveis, desde que cuidados de conservação estejam alinhados com as recomendações técnicas da época de fabricação.

Ficha Técnica do SANYANG Passing 110 (1996)
A seguir, apresentam-se dados essenciais para compreensão técnica do veículo, com informações que costumam constar em fichas técnicas de carros de produção em massa da época. Observação: estes itens ajudam a comparar com outros modelos na hora de buscar cobertura de seguro, mas não substituem uma vistoria detalhada no momento da contratação.
- Motor: gasolina, 1.0 litro, quatro cilindros
- Transmissão e tração: câmbio manual de 4 velocidades; tração dianteira
- Dimensões e capacidades: comprimento aproximado de 3,75 m; largura de 1,58 m; altura de 1,50 m; peso em ordem de marcha próximo de 750 kg; tanque de combustível com capacidade ao redor de 30 L
- Desempenho e segurança: potência estimada entre 50 e 55 cv; freios com disco na dianteira e tambor na traseira; estrutura simples, com cintos de segurança e recursos de proteção comumente encontrados em carros compactos da época
Como a Tabela FIPE influencia as cotações de seguro para modelos antigos como o Passing 110
A Tabela FIPE funciona como uma referência prática no mercado brasileiro para comparação de veículos usados. Ela serve como base para seguradoras ao estabelecer parâmetros de cobertura, especialmente em carros com idade avançada, onde o histórico de manutenção, a preservação da originalidade e a disponibilidade de peças pesam bastante na avaliação de risco. Ao considerar um modelo antigo como o Passing 110, a FIPE ajuda a oferecer um referencial de comparação entre veículos com características parecidas, facilitando o entendimento do que é comum no universo de proteção veicular para esse tipo de carro.
É importante notar que a Tabela FIPE não é o único determinante do prêmio de seguro. Outros fatores relevantes incluem o estado de conservação do veículo, o histórico de sinistros, a quilometragem rodada, o uso pretendido (diário, eventual, ou passeio), a região de circulação e a presença de dispositivos de segurança. Além disso, a disponibilidade de peças de reposição e a rede de assistência técnica para a marca em determinada região podem influenciar o custo total da proteção. Veículos como o Passing 110, com produção relativamente localizada ou de nicho, costumam exigir uma avaliação mais criteriosa por parte da seguradora para evitar surpresas no momento de um eventual conserto.
Para quem faz a gestão de um portfólio de seguros, a ideia é alinhar as expectativas com base na referência de mercado sem perder de vista as particularidades de um carro antigo: desgaste natural de peças, necessidade de manutenção regular, e a possibilidade de peças originais serem substituídas por alternativas compatíveis. A presença de um histórico completo de manutenção, notas de oficinas e comprovantes de reparos pode facilitar a avaliação pela seguradora, minimizando dúvidas sobre a condição do veículo no momento da contratação e reduzindo o atrito durante a vigência da apólice.
Boas práticas para quem vai contratar seguro do SANYANG Passing 110 (1996)
Ao planejar a proteção desse modelo específico, vale adotar uma abordagem estruturada para a cotação. Abaixo, apresento orientações úteis que costumam fazer diferença no resultado final da negociação com seguradoras, sem entrar em números específicos.
Primeiro, priorize um diagnóstico técnico detalhado. Uma avaliação objetiva da condição do motor, da transmissão, da suspensão, dos sistemas de freio e da carroceria oferece um retrato claro do estado do veículo, ajudando a seguradora a estimar riscos com maior precisão. Em seguida, organize a documentação de manutenção prática e de eventuais reparos — notas fiscais, autorizações, peças utilizadas podem facilitar o entendimento do histórico do carro. Valorize a originalidade quando possível, mantendo registros de peças originais ou especificações de substituição para demonstrar a compatibilidade com o projeto de fábrica.
Outra dimensão relevante é o perfil de uso. Carros antigos usados apenas em fins de semana ou com baixa quilometragem anual costumam apresentar menor exposição a desgastes rápidos se comparados a veículos que circulam diariamente. A garagem protegida, alarmes, rastreadores ou dispositivos antifurtos simples podem reduzir o risco de roubo e, por consequência, impactar a percepção de risco pela seguradora. A localização geográfica também é
