| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 282.730,00 |
| Fev/26 | R$ 283.354,00 |
| Jan/26 | R$ 283.979,00 |
| Dez/25 | R$ 284.520,00 |
| Nov/25 | R$ 285.950,00 |
| Out/25 | R$ 286.638,00 |
| Set/25 | R$ 287.559,00 |
| Ago/25 | R$ 288.165,00 |
| Jul/25 | R$ 288.627,00 |
| Jun/25 | R$ 288.916,00 |
| Mai/25 | R$ 279.146,00 |
| Abr/25 | R$ 280.549,00 |
Guia técnico da Tabela FIPE para o Scania G-360 A 2014: versões 4×2 e 6×2 sob a ótica de seguros
A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado para veículos usados no Brasil, inclusive em categorias de caminhões pesados. Quando o veículo listado é o Scania G-360 A de 2014, com variações de configuração — como 4×2 (duas rodas motrizes) e 6×2 (três eixos, com eixo auxiliar) —, o consultor de seguros utiliza esse referência para entender o cenário de underwriting, depreciação e precificação de apólices. Para quem trabalha com gestão de frotas ou avaliações de custo de seguro, compreender como a FIPE classifica esse conjunto de especificações é essencial para projetar coberturas adequadas, evitar suboutras ou superavaliações e compreender as nuances que influenciam o prêmio. A seguir, apresentamos um panorama educativo, com foco na ficha técnica típica associada a esse modelo listado na FIPE, suas configurações, a história da marca Scania e, principalmente, como tudo isso impacta a atuação de seguros.
Como a Tabela FIPE classifica o Scania G-360 A 2014
Para caminhões pesados, a FIPE organiza informações por variante de motorização, configuração de eixo e ano de fabricação, entre outros elementos. O código “G-360 A” remete a uma linha clássica da Scania na qual o número “360” indica a potência aproximada do motor em cavalos-vapor (cv). O sufixo “A” costuma remeter a uma família de cabine e configuração de carroceria, enquanto o identificador “(E5)” indica a era de emissão euro 5, com controles de emissões mais rígidos. O ano 2014 situe o veículo em uma geração cujo design, tecnologia de motor e soluções de tração já contemplavam melhorias de eficiência energética, conforto de operação e sistemas de freios avançados, comuns em caminhões desse período. Entre as possibilidades de configuração, aparecem variações como 4×2 (com dois eixos motrizes) e 6×2 (com três eixos, incluindo eixo auxiliar), que alteram o peso, a capacidade de carga, a dinâmica de dirigibilidade e, consequentemente, o custo de seguro. Essas nuances são relevantes para a segmentação de risco pela seguradora e para a determinação de coberturas específicas, como riscos de dano total, colisões, roubo e danos a cargas.

Em termos práticos, a leitura da FIPE para esse conjunto passa por entender quatro dimensões centrais: a potência do motor, o tipo de tração (configuração de eixos), a emissão Euro 5 e o ano de fabricação. Embora a tabela traga valores de referência, o preço de reposição ou de mercado pode variar conforme a configuração efetiva do veículo (4×2 ou 6×2), o estado de conservação, a presença de carroceria específica (caçamba, tanque, baú, entre outros), o tipo de combustível, a cabine instalada e o histórico de manutenção. Por isso, ao planejar a contratação de seguro, é comum que o corretor utilize a leitura da FIPE como ponto de partida, complementando com inspeções, nota fiscal de aquisição, histórico de sinistros e informações da frota para calibrar o prêmio com maior precisão.
Ficha técnica consolidada do Scania G-360 A 4×2 / 6×2 (E5) 2014
- Motor: diesel Scania de aproximadamente 9,0 litros, com emissão Euro 5 (E5). Potência nominal de cerca de 360 cv. Torque típico na faixa de 1.500 a 1.900 Nm, variando conforme a calibração do motor e a configuração da transmissão. Essas especificações são típicas da linha G-360 nessa janela de anos, com evolução tecnológica voltada para maior robustez em operações de longas distâncias e viagens com carga.
- Transmissão: opções manuais de várias marchas ou câmbio automático Scania Opticruise, com o objetivo de equilibrar desempenho de carga, conforto do motorista e consumo. Em muitos veículos dessa configuração, a transmissão pode oferecer 12 a 16 marchas, com modos de operação que auxiliam na otimização da força de tração em subidas, arrancadas e frenagens em trechos urbanos e rodoviários. A escolha entre manual e automático influencia o custo de manutenção, o consumo e o perfil de sinistralidade, aspectos relevantes para a precificação do seguro.
- Configuração de eixos e PBT (Peso Bruto Total): o G-360 pode ser encontrado nas versões 4×2 (2 eixos motrizes) ou 6×2 (3 eixos, com eixo auxiliar retrátil ou fixo, conforme o modelo). O peso bruto total varia conforme a configuração, a carroceria e o packing de lastro, com faixas típicas entre aproximadamente 28.000 kg e 32.000 kg, dependendo da configuração de tração, do entre-eixos, do eixo traseiro adicional e do tipo de cabine e de carroceria instalada. A variação de PBT impacta diretamente o valor segurado e o prêmio, bem como os limites de coberturas de responsabilidade civil e de danos à carga.
- Cabine, suspensão e componentes de uso: a linha G oferece cabine com layout que privilegia conforto do motorista, habitabilidade e boa visibilidade. Em termos de suspensão, podem existir opções com suspensão dianteira menos rígida para conforto em longas jornadas e suspensão traseira adaptada à carga, seja em versão rígida ou com eixo auxiliar. Os freios costumam incluir ABS e, em alguns equipamentos, assistência de freio com sistemas de retarder para controle de velocidade em descidas, contribuindo para a segurança operacional. A composição da cabine e os componentes de segurança influenciam diretamente a avaliação de risco pelo seguro, especialmente em relação a danos estruturais e reparos de componentes críticos.
A marca Scania: legado, inovação e presença global
A Scania é uma das fabricantes mais reconhecidas no segmento de caminhões de grande porte, com uma história que remonta a décadas de desenvolvimento de soluções orientadas a eficiência, segurança e confiabilidade em transporte de cargas. O portfólio G da Scania, dentro da família de caminhões pesados, é conhecido por oferecer conjuntos robustos, com ênfase em torque estável, resposta rápida em subidas, capacidade de manter desempenho sob carga elevada e durabilidade em operações contínuas. A infraestrutura de serviço, suporte técnico e rede de peças da Scania é um elemento de valor para empresas com frotas consideráveis, pois reduz o tempo de indisponibilidade em decorrência de manutenções e reparos — um fator que, indiretamente, influencia o seguro: veículos com maior disponibilidade tendem a apresentar menor índice de sinistralidade operacional quando comparados a frotas com longos períodos de imobilização. Além disso, a marca investe em inovações de segurança, telemetria e conectividade, como recursos para monitorar o desempenho do motor, consumo de combustível, desgaste de componentes e comportamento de condução.
Do ponto de vista histórico, a Scania tem construído uma reputação de qualidade de construção, eficiência de combustível quando bem configurada e uma gama de soluções de bancada para operações de transporte de cargas diversas — de frete urbano a longas distâncias. Em termos de gestão de risco para seguros, isso se traduz em benefícios potenciais quando a frota é bem mantida, com registros de manutenção atualizados, inspeções regulares e uso adequado da configuração de eixo que corresponde às necessidades reais da operação. Em suma, a marca contribui para um perfil de risco estável quando comparada a opções com histórico de manutenção menos previsível.
Impacto da configuração G-360 4×2/6×2 na avaliação de seguro
Para a área de seguros, o entendimento dos impactos da configuração do Scania G-360 A listado na FIPE é essencial para um orçamento adequado e para a escolha de coberturas alinhadas ao uso da frota. Alguns pontos-chave que costumam influenciar a precificação são:
– Valor de reposição ou indenização: o valor referenciado pela FIPE atua como base comum para comparação entre propostas. Em caminhões pesados, o valor pode variar conforme o estado de conservação, a existência de acessórios específicos (carroceria, tanque, baú, caçamba, etc.) e a configuração de eixo; quanto maior o valor de reposição, maior tende a ser o prêmio, sob o prisma da seguradora. Divergências entre o valor de mercado e o preço de aquisição recente podem exigir ajustes na cobertura de casco e de valor de carga.
– Configuração de eixo e PBT: a presença de um eixo adicional (6×2) pode impactar o custo de reparo, a disponibilidade de peças e o tempo de conserto. Isso se reflete em coberturas de danos materiais, roubo e responsabilidade civil, além de exigir cláusulas específicas para cobertura de cargas em operações com peso bruto elevado.
– Emissões e tecnologia: a presença de motor Euro 5 implica requisitos de conformidade ambiental, que podem influenciar classificações de risco e, por consequência, o prêmio. Em alguns casos, a tecnologia de controle de emissões está associada a sistemas auxiliares que requerem manutenção especializada, impactando o custo de peças e o consumo de tempo de oficina.
– Histórico de manutenção e uso operacional: veículos bem mantidos, com registros de inspeção e manutenções periódicas, costumam apresentar menor probabilidade de sinistros. O uso da frota (carga, rotas, horários) também influencia o perfil de risco, assim como a adesão a políticas de segurança viária, treinamentos de condutores e monitoramento de telemetria.
Além dos aspectos citados, as seguradoras costumam considerar a idade da frota, a presença de dispositivos de segurança adicionais (rastreamento, bloqueios, sistemas de frenagem auxiliar) e a reputação da empresa operadora. Em termos de cobertura, é comum combinar casco (cobertura do veículo), carga (quando aplicável), responsabilidade civil contra terceiros, assistência 24h e, em operações mais complexas, coberturas adicionais para eventos específicos (granéis, substâncias perigosas, entre outros). A leitura da Tabela FIPE, aliada a uma avaliação técnica do veículo, ajuda a orientar a escolha de limites de indenização, franquias e exclusões, de forma que a apólice reflita o risco real da operação.
Em resumo, o Scania G-360 A de 2014, com variações 4×2 e 6×2, representa uma família de caminhões que combina potência, robustez e versatilidade de uso. A FIPE atua como referência de valor, enquanto o seguro traduz o risco operacional em prêmio, levando em conta a configuração de eixo, o estado de conservação e o histórico de manutenção. Com esse entendimento, é possível estruturar uma proteção adequada para a frota, assegurando continuidade das operações e controle de custos.
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