Valor FIPE Atual
R$ 188.547,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 513160-0
Ano: 2009-3
MêsPreço
Mar/26R$ 188.547,00
Fev/26R$ 189.495,00
Jan/26R$ 190.448,00
Dez/25R$ 191.406,00
Nov/25R$ 192.368,00
Out/25R$ 193.335,00
Set/25R$ 194.307,00
Ago/25R$ 195.284,00
Jul/25R$ 196.266,00
Jun/25R$ 197.253,00
Mai/25R$ 198.245,00
Abr/25R$ 199.242,00

Guia de leitura da Tabela FIPE para a SCANIA G-380 A 4×2 3-Eixos e a variante 6×2 (2009)

O que é a Tabela FIPE e por que ela é relevante para seguros de caminhões

A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) funciona como referência oficial para o valor de mercado de veículos usados no Brasil, incluindo caminhões pesados. Ela é amplamente empregada por seguradoras, lojas e usuários para orientar dientros de reposição, indenizações em sinistros e regulação de custos de seguros. Quando o assunto é uma SCANIA G-380 A 4×2 3-Eixos ou a variante 6×2 (2009), a FIPE atua como base para estimar o valor de reposição ou o valor de mercado atual, levando em consideração a idade, a configuração do conjunto (eixos, peso bruto total) e o estado de conservação do veículo. Entender como esse índice é calculado ajuda motoristas, proprietários e corretores a alinharem coberturas, franquias e limites de indenização com mais precisão.

Como muitos modelos da linha pesada, a SCANIA G-380 A costuma sofrer variações significativas no valor ao longo dos anos, especialmente quando as configurações de eixo mudam entre 4×2 com 3 eixos e 6×2 com dupla traseira, ou quando há alterações na cabine e nos sistemas de tração. Por isso, a leitura da FIPE deve sempre considerar a configuração exata do veículo em questão: ano de fabricação, versão (4×2 3-Eixos ou 6×2 2p), motorização, estado de conservação, histórico de manutenção, quilometragem e eventuais reajustes de mercado. A soma de fatores faz com que pequenas alterações na configuração resultem em diferenças relevantes no valor referencial da tabela.

Tabela FIPE SCANIA G-380 A 4×2 3-Eixos/ A 6×2 2p (diesel) 2009

Nesse contexto, um corretor de seguros precisa cruzar o que a FIPE aponta com as características reais do exemplar específico — e não apenas com o modelo. Ao fazer essa leitura, é possível comparar propostas, planejar coberturas adequadas, estipular franquias coerentes e evitar surpresas no momento de um sinistro ou de uma indenização. A seguir, exploramos a ficha técnica da SCANIA G-380 A 4×2 3-Eixos e da variante 6×2 2p (2009) para entender como esses dados impactam a proteção veicular.

Ficha Técnica resumida das variantes G-380 A 4×2 3-Eixos e G-380 A 6×2 2p (2009)

  • Potência do motor: aproximadamente 380 cv, com torque típico em torno de 1.900 Nm, características que ajudam a suportar operações de carga pesada e longas distâncias. A configuração de 2009 permitia opções de motor diesel de alta cilindrada para diferentes necessidades de transporte.
  • Configuração de eixo: disponibilidade de variantes 4×2 com 3 eixos (em algumas configurações) e 6×2 com dois eixos traseiros, buscando equilíbrio entre manobrabilidade, rigidez estrutural e capacidade de carga. Essas opções influenciam diretamente a capacidade de carga útil e a estabilidade em estrada, fatores relevantes para seguro de frotas.
  • Transmissão: opções de câmbio que variam entre manual de alta durabilidade e transmissão automatizada (quando equipadas com pacotes especiais da linha Scania). A escolha do câmbio impacta não apenas o custo de manutenção, mas também o desempenho em diferentes cenários de operação.
  • Cabine, peso e configuração de fábrica: a ficha técnica considera a cabine disponível (padrão ou ampliada) e o Peso Bruto Total (PBT) configurado para atender a diferentes usos, como transporte de carga geral ou carga pesada. Em 2009, as variantes podiam ter diferentes opções de suspensão, cabine e acessorios, refletindo diretamente no valor de mercado consolidado pela FIPE.

Impacto da configuração de eixo na avaliação de valor e no seguro

Quando a FIPE avalia um caminhão pesado como a SCANIA G-380, a configuração de eixo é um dos principais determinantes do valor de referência. Em geral, veículos com maior complexidade de eixo (por exemplo, 6×2 com dois eixos de tração na traseira) costumam ter valores distintos daqueles com 4×2, mesmo que a potência do motor seja semelhante. Isso ocorre porque a configuração de eixo está diretamente ligada à capacidade de carga, à distribuição de peso, à estabilidade em trechos com subidas/longas viagens e ao custo de reposição de componentes específicos (módulos de suspensão, eixos, diferencial, sistemas de freios). Em termos de seguro, essas diferenças se traduzem em:

– Prêmios que refletem o custo de reparo e a probabilidade de sinistro associada à configuração. Veículos com maior capacidade de carga e maior complexidade mecânica costumam exigir coberturas mais robustas, com limites de indenização ajustados para cobrir peças específicas.
– Valor de reposição influenciado pela configuração. A FIPE pode apresentar variações entre as versões 4×2 e 6×2, ainda que a redundância ou a utilidade prática para o tipo de operação seja diferente. Corretores costumam ponderar essas variações ao estruturar as coberturas.
– Indenização em caso de sinistro. Em operações com maior risco de desgaste por uso intenso (impressão comum em frotas de caminhões), a seguradora pode considerar o custo de reposição e de reparos em oficina especializada ao estabelecer o valor segurado, mantendo a proporcionalidade com a tábua FIPE.
– Manutenção e histórico de uso. Caminhões pesados com maior frequência de atividades de carregamento e descarga, curvas de operação mais agressivas ou rotas com maior desgaste contribuem para revisões de prêmio, mesmo que o valor FIPE permaneça estável. A combinação de dados da FIPE com o histórico de manutenção fornece uma visão mais sólida para a precificação.

Para proprietários de frota ou motoristas autônomos, conhecer essas nuances ajuda na escolha de coberturas adequadas, evitando sub ou superseguro. Entender que a configuration de eixo (4×2 ou 6×2) não é apenas uma característica de tração, mas um conjunto que envolve peso, desgaste, consumo e custo de reposição, facilita escolhas mais alinhadas com o uso real do veículo.

Boas práticas para seguradoras e clientes: como usar a FIPE para o Scania G-380 2009

Ao solicitar ou comparar seguros para a SCANIA G-380, algumas práticas ajudam a tornar o processo mais claro e vantajoso. Abaixo, pontos úteis para clientes e corretores que trabalham com veículos pesados em 2009 ou similares:

1) Especificação exata do veículo: informe à seguradora o modelo específico (G-380 A 4×2 3-Eixos ou G-380 A 6×2 2p), o ano de fabricação, a cabine escolhida e a configuração de eixo. Pequenas variações entre 4×2 e 6×2 ou entre 3-eixos e 2-eixos podem alterar valores de referência da FIPE e, consequentemente, o custo do seguro.

2) Atualização da FIPE: a Tabela FIPE é atualizada mensalmente. Para uma cotação precisa, peça ao corretor que utilize o valor mais recente correspondente à configuração exata do veículo e à sua região de operação. A atualização frequente evita surpresas em renovação de apólice.

3) Histórico de manutenção e estado do caminhão: documentos que comprovem revisões periódicas, troca de componentes críticos (motor, transmissão, freios) e condições da cabine ajudam a justificar o estado de conservação. Um veículo bem mantido tende a ter prêmios mais estáveis e menos oscilações de cobertura, em comparação a um veículo com histórico irregular.

4) Use cobertura compatível com o tipo de operação: para frotas que operam em rotas de longa distância, com alta demanda de capacidade de carga, vale considerar coberturas que incluam colisão, incêndio, roubo/furto, danos a terceiros e guincho, bem como extensões para estoque de peças sobressalentes e assistência 24 horas. A adequação da apólice à rota de operação é tão importante quanto o valor FIPE na organização do custo de seguro.

Conclusões sobre a leitura da FIPE para a SCANIA G-380 2009 e recomendações de seguro

A Tabela FIPE é ferramenta essencial para orientar o valor de mercado e, consequentemente, as coberturas de seguro para caminhões pesados. Para modelos da SCANIA G-380, as variantes 4×2 3-Eixos e 6×2 2p refletem diferenças em capacidade de carga, distribuição de peso e mecânica, aspectos que influenciam não apenas a indenização, mas o próprio custo de seguro. Ao avaliar o seguro com base na FIPE, é crucial fornecer a configuração exata, o estado atual do veículo e o histórico de manutenção. Dessa forma, a seguradora pode definir uma cobertura que proteja de forma adequada o investimento na frota, sem exigir pagamentos desnecessários ou deixar lacunas de proteção.

Se você busca uma análise ainda mais detalhada e uma cotação sob medida para a SCANIA G-380 A 4×2 3-Eixos ou para a variante 6×2 2p (2009), a GT Seguros está pronta para ajudar. Faça uma cotação com a GT Seguros e obtenha condições personalizadas para o seu perfil de operação.