Valor FIPE Atual
R$ 253.529,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513218-5
Ano: 2012-3
MêsPreço
Fev/26R$ 253.529,00
Jan/26R$ 254.088,00
Dez/25R$ 254.642,00
Nov/25R$ 255.025,00
Out/25R$ 255.639,00
Set/25R$ 256.460,00
Ago/25R$ 257.000,00
Jul/25R$ 257.412,00
Jun/25R$ 258.706,00
Mai/25R$ 259.225,00
Abr/25R$ 260.463,00
Mar/25R$ 260.855,00

Análise da Tabela FIPE para o Scania G-400 A 4×2 e 6×2 (E5) 2012: configurações, leitura de dados e impactos no seguro

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para indicar valores de reposição e de mercado de veículos usados. No segmento de caminhões pesados, essa tabela cumpre um papel importante na avaliação de prazos, cobertura de seguros e reposição de ativos diante de sinistros. Quando falamos do Scania G-400 A, com configurações 4×2 e 6×2 (E5), ano 2012, esse vínculo entre o levantamento de dados da FIPE e as necessidades operacionais de frotas se torna ainda mais relevante. Este artigo busca oferecer uma visão educativa sobre como ler esse conjunto de informações, entender as particularidades técnicas do modelo e compreender, de forma prática, como essas informações influenciam as decisões de seguro.

Visão geral do modelo e das configurações disponíveis

O Scania G-400 A, linha G da fabricante sueca, representa uma combinação entre potência, robustez e versatilidade, características que o tornaram comum em operações de transporte de carga em diferentes rodovias do Brasil. O sufixo G-400 indica, tipicamente, uma motorização de alto desempenho, associada a uma arquitetura que atende a várias aplicações, desde distribuição regional até operações de frete pesado de longo curso. Em 2012, as equipes de engenharia da Scania já tinham consolidado no mercado uma linha de caminhões com motores eficientes, cabines funcionais e sistemas de transmissão que otimizavam o desempenho para diferentes configurações de eixo.

Tabela FIPE SCANIA G-400 A 4×2 3-Eixos/A 6×2 2p(dies.) (E5) 2012

As variações 4×2 e 6×2 ilustram escolhas de projeto com foco em dois pilares centrais para frotas: manobrabilidade e capacidade de carga. Um caminhão configurado em 4×2, com dois eixos motrizes, costuma privilegiar eficiência de combustível, menor peso e facilidade de uso em ambientes urbanos ou em trajetos com trechos de estrada com números menores de curvas. Já o 6×2, com três eixos e, em muitos casos, um eixo duplo traseiro ou um eixo auxiliar, tende a oferecer maior capacidade de carga e melhor distribuição de peso, o que é útil para aplicações de maior demanda de peso bruto total (PBT). A escolha entre essas configurações, portanto, impacta não apenas a operacionalidade, mas também o cenário de risco para a seguradora, já que diferentes padrões de uso influenciam a probabilidade de sinistros, o desgaste de componentes e a exigência de proteções adicionais.

Outro elemento relevante é a designação E5, que indica a conformidade com normas de emissões Euro 5. Essa denominação sinaliza não apenas aspectos ambientais, mas também requisitos de manutenção e de tecnologia de motor, como sistemas de pós-tratamento para reduzir emissões. Em termos de seguro, a norma Euro 5 pode estar associada a avaliações de risco diferentes de versões com emissões superiores ou inferiores, refletindo, entre outros fatores, a eficiência do motor e a complexidade dos componentes após-tratamento. Por fim, a combinação entre as configurações de eixo e o motor Euro 5 cria um conjunto de características que as seguradoras consideram ao calibrar prêmios, exclusões de coberturas e limites de proteção para cada veículo.

Ficha Técnica do Scania G-400 A 2012

Abaixo, trazemos uma síntese técnica que facilita a leitura da FIPE para esse modelo específico. A definição contempla as duas configurações destacadas no título: 4×2 com 3-eixos e 6×2 com 2-pontos/dies. e ano 2012. Observação: dados podem variar conforme a configuração exata de cada unidade, adaptações de cabine e pacote de equipamentos da fábrica. Consulte a documentação oficial do veículo ou a base FIPE para confirmar a configuração exata de cada unidade no momento da cotação.

  • Motor/Propulsão: diesel Euro 5, motor de alta performance com injeção eletrônica, turbocompressor e intercooler, projetado para entregar 400 cavalos de potência (aprox.) com torque elevado para operações de carga.
  • Transmissão: sistema automatizado de alta gama (Opticruise ou equivalente) com múltiplas velocidades, adaptada às curvas de torque do motor e às exigências de economia de combustível, conforme a configuração de eixo escolhida.
  • Configuração de eixo: 4×2 (2 eixos motrizes) versus 6×2 (3 eixos, com eixo traseiro adicional ou eixo de tração auxiliar), impactando payload, estabilidade e manobrabilidade em rodagem de carga.
  • Emissão: Euro 5; sistema de pós-tratamento com filtro de partículas (DPF) e catalisador, alinhado às normas ambientais da época, com requisitos de manutenção periódica para manter conformidade.

Como a FIPE orienta o seguro de caminhões pesados

Quando uma seguradora avalia um caminhão da família Scania G-400 A, a tabela FIPE atua como referência para estimar o valor de reposição ou o valor de mercado em estados usados. Embora o objetivo principal da FIPE seja indicar o preço de mercado, o entendimento dessa referência ajuda o corretor de seguros a calibrar o prêmio de maneira mais fiel ao risco real. Em termos práticos, a FIPE influencia, entre outros, aspectos como a base de indenização, a necessidade de coberturas de frota, a determinação de limites de cobertura e a avaliação do risco de roubo, uma vez que veículos mais valorizados costumam exigir proteções adicionais.

No caso de modelos com configurações diferentes (4×2 versus 6×2), a variação de atributos como peso bruto total, capabilidade de carga, consumo e

Avaliação da Tabela FIPE para o Scania G-400 A com configurações 4×2 e 6×2

A FIPE funciona como referência de valor de reposição e de mercado para caminhões pesados, mas, no caso de variações como 4×2 e 6×2 no Scania G-400 A, o valor de indenização pode sofrer ajustes conforme peso bruto, payload e complexidade de reparos. Em linhas gerais, o 4×2 costuma apresentar menor peso operacional e custos relativos de peças de tração, o que tende a estabilizar a base de cálculo; já o 6×2, com eixo traseiro adicional ou eixo de tração auxiliar, eleva a probabilidade de danos a componentes de suspensão, transmissão e sistema de acionamento, influenciando o risco avaliado pela seguradora e, por consequência, o prêmio.

Para corretores, compreender como a FIPE classifica cada configuração facilita a calibragem do prêmio com maior fidelidade, auxilia na definição de coberturas de frota, limites de indenização e necessidade de proteção contra roubo. Além disso, manter documentação de manutenção, histórico de alterações de eixo e evidência de conformidade ambiental (E5) agiliza a validação de valores durante a liquidação de sinistros e evita distorções na avaliação de depreciação.

Implicações práticas para precificação e gestão de riscos

  • Configurações distintas impactam o custo médio de reposição e as necessidades de peças sobressalentes.
  • Peso bruto total e capacidade de carga influenciam a depreciação efetiva e a probabilidade de sinistros com danos estruturais.
  • Manutenção regular, atualizações de telemetria e registro de alterações de eixo ajudam a manter o valor segurável alinhado com a FIPE vigente.

Para orientação especializada, a GT Seguros oferece soluções customizadas para frotas com Scania G-400 A, conciliando FIPE, casco, responsabilidade civil e proteção contra roubo, assegurando proteção adequada ao longo de diferentes configurações.