Valor FIPE Atual
R$ 346.574,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513218-5
Ano: 2017-3
MêsPreço
Jan/26R$ 346.574,00
Dez/25R$ 347.234,00
Nov/25R$ 347.756,00
Out/25R$ 348.593,00
Set/25R$ 349.713,00
Ago/25R$ 350.449,00
Jul/25R$ 351.011,00
Jun/25R$ 351.363,00
Mai/25R$ 352.068,00
Abr/25R$ 352.386,00
Mar/25R$ 352.916,00
Fev/25R$ 353.128,00

Panorama da Tabela FIPE para o Scania G-400 A (2017): versões de eixo, motor Euro 5 e como isso molda o valor de referência

Por que a Tabela FIPE é relevante para caminhões pesados como o G-400 A

A Tabela FIPE funciona como uma referência nacional para estimar o valor de mercado de veículos usados, incluindo caminhões de grande porte. No segmento de caminhões pesados, o registro da FIPE não é apenas uma curiosidade: ele orienta seguradoras, instituições de crédito e compradores quanto à variação de preço ao longo do tempo, levando em conta fatores como ano de fabricação, configuração de motorização e número de eixos. Ao lidar com um Scania G-400 A de 2017, a leitura da FIPE envolve entender as variantes que estavam disponíveis nessa linha naquele ano, bem como como diferentes combinações de eixo, cabine e motor influenciam o valor de referência. Essas informações são úteis para quem busca cotação de seguro, avaliação de sinistro ou planejamento de renovação de frota, sempre com o objetivo de compreender o custo total de propriedade e o risco associado ao veículo.

Ficha técnica do Scania G-400 A (2017): configurações e características relevantes

O modelo Scania G-400 A, fabricado em 2017, integra a família G da Scania, reconhecida pela robustez, eficiência de combustível e rede de serviço ampla. A versão mencionada no tema costuma apresentar variações de configuração de eixo que impactam o desempenho, o peso e a aplicação operacional. A ficha técnica a seguir aponta os aspectos-chave normalmente associados a essa linha e ano, com foco nas informações que costumam aparecer na Tabela FIPE e que são relevantes para cálculo de prêmios de seguro e avaliação de mercado.

Tabela FIPE SCANIA G-400 A 4×2 3-Eixos/A 6×2 2p(dies.) (E5) 2017
  • Configuração de eixo: potencialmente disponível em variantes 4×2 e 6×2, com opções para eixos dianteiros e traseiros que influenciam a capacidade de carga, o arrasto aerodinâmico e a estabilidade em diferentes tipos de carretas e semirreboques.
  • Motor: diesel de 9 litros, com potência aproximadamente de 400 cv, conectado a tecnologia Euro 5, indicativa de emissões mais restritas e consumo compatível com operações de longa distância e alta demanda de tração.
  • Transmissão: sistema automatizado de 12 marchas (Opticruise ou equivalente Scania), alinhado à filosofia de conforto de condução, redução de fadiga do motorista e otimização de consumo baseado em modos de operação.
  • Emissão: Euro 5 (E5), que atende aos padrões vigentes na época para caminhões pesados, com repercussões diretas em custos de operação, disponibilidade de combustível e incentivos/obstáculos regulatórios.

Essa combinação de eixo, motor, transmissão e normas de emissão é determinante para a classificação na FIPE e, por consequência, para o enquadramento do veículo nas faixas de preço de referência. Em termos práticos, uma versão 4×2 pode apresentar diferentes possibilidades de aplicação, desde transporte de cargas em pavimento urbano até operações rodoviárias em trechos longos, enquanto a 6×2 tende a se destacar em tarefas com maior necessidade de tração e peso bruto total superior. A variação entre 4×2 e 6×2, bem como entre as opções de eixo adicionais, costuma influenciar tanto o valor referencial quanto o custo de seguro, o que reforça a importância de selecionar exatamente a configuração correspondente ao veículo avaliado na FIPE.

A marca Scania: tradição, inovação e suporte operacional

A Scania é uma fabricante sueca com trajetória marcada por inovação tecnológica, confiabilidade e uma extensa rede de atendimento. Ao longo das décadas, a marca consolidou-se como referência no segmento de caminhões pesados e semirreboques, destacando-se pela durabilidade de seus motores, pela qualidade de componentes e pela capacidade de oferecer soluções integradas de gestão de frotas. No Brasil, a presença da Scania é especialmente relevante devido à abrangência de concessionárias, oficinas autorizadas e disponibilidade de peças originais, aspectos que impactam não apenas a performance do veículo, mas também o custo de manutenção e o tempo de inatividade em caso de imprevistos. A linha G, incluindo o G-400 A, ficou associada a aplicações de transporte de cargas pesadas com equilíbrio entre potência e confiabilidade, atendendo a operações de longo curso e a exigências de tráfego intenso. Essa reputação de marca, aliada a programas de serviços e telemática, é um diferencial que costuma influenciar positivamente a percepção de seguradoras e compradores na avaliação de valor na FIPE, bem como na definição de prêmios de seguro proporcionais ao risco assumido pela seguradora.

Como interpretar a Tabela FIPE para o Scania G-400 A (2017)

Para interpretar a FIPE nessa linha de veículo, é essencial reconhecer que a tabela consolida diferentes variantes sob o mesmo código de modelo, mas com variações técnicas que afetam o valor de referência. No caso do Scania G-400 A 2017, a FIPE normalmente distingue entre as opções de eixo (4×2 versus 6×2), bem como a configuração de tração, a cabine e, em alguns casos, o tipo de semirreboque utilizado na configuração de carreira. A leitura correta implica confirmar exatamente qual configuração o veículo está cadastrada na data de consulta: se é o 4×2 com duas rodas motrizes ou o 6×2 com três eixos, por exemplo. Além disso, a emissão Euro 5 é relevante, pois contribui para a classificação de performance ambiental e pode influenciar a avaliação de depreciação e custo de prêmio. A partir dessas informações, as seguradoras costumam ajustar o prêmio com base no perfil de risco: maior complexidade de eixo e maior peso bruto total tendem a elevar o valor segurado e o custo do seguro, especialmente quando o veículo opera com carretas de alto valor agregado ou em rotas com maior probabilidade de sinistros de carga ou de acidente.

Fatores que influenciam o valor de referência na FIPE para o G-400 A 2017

Ao considerar o valor de referência da FIPE para esse modelo, é importante compreender que o posicionamento do veículo na tabela não é estático: ele varia conforme o estado do mercado, a disponibilidade de unidades similares e as peculiaridades da configuração específica. A seguir, apresentam-se aspectos que costumam ter impacto perceptível no valor de referência, sem a pretensão de esgotar o tema, mas oferecendo fundamentos práticos para leitura e comparação:

Quilometragem, histórico de serviços e uso operacional são determinantes para o ajuste fino do valor FIPE. Um caminhão com baixa quilometragem, mantido com regime regular de manutenção e sem histórico de acidentes tende a aparecer com uma faixa de valor mais favorável. Por outro lado, unidades com maior uso, necessidade de substituição de componentes pesados ou histórico de reabilitação podem apresentar depreciação adicional, mesmo dentro da mesma configuração de eixo e motor. A configuração de eixo, como já citado, tem papel relevante: 4×2 e 6×2 representam perfis operacionais diferentes e, consequentemente, níveis de demanda e custo de reposição de peças. Em termos de seguro, custos de manutenção previstos e disponibilidade de peças originais influenciam o prêmio, o que, por sua vez, pode afetar a percepção de depreciação na FIPE. A capacidade de carreto e o tipo de carga também influenciam o valor de mercado: operações com maior desgaste ou com exigências específicas (cargas perigosas, por exemplo) podem refletir em avaliações diferentes. Embora o tema here seja a Tabela FIPE, é comum que seguradoras e compradores utilizem o valor de referência como base, ajustando-o conforme o estado real do veículo avaliado.

O estado de conservação, intervenções de mecânica ou carroceria, e o histórico de sinistros também contam pontos importantes. Veículos com arcabouço estrutural íntegro, sem reparos significativos em chassis ou rails, tendem a manter melhor o valor de referência. Por fim, o ambiente regulatório e as políticas de incentivo à tecnologia limpa, quando aplicáveis, podem influenciar o custo de operação e, indiretamente, o comportamento de depreciação ao longo do tempo.

Impacto do uso, da manutenção e da escolha de seguradora na cotação

Para proprietários e gestores de frota, entender como a FIPE se relaciona com o seguro é fundamental para planejar o custo total de propriedade. A escolha de uma seguradora, a vigilância sobre a conservação do veículo, o planejamento de manutenções preventivas e a adoção de telemetria podem trazer benefícios práticos, como prêmios mais estáveis, redução de sinistros e maior confiança na reposição de peças originais. Quando se compara o Scania G-400 A de 2017 com outras opções do mesmo ano ou com variantes distintas (por exemplo, a diferença entre 4×2 e 6×2), é comum observar variações significativas na faixa de preço de referência. Essas variações refletem não apenas o estado de conservação, mas também a percepção de risco associada à configuração de eixo, ao tipo de carga transportada e à distância percorrida. Em termos de seguros, quanto mais previsível e menos arriscado for o uso (padrões de rota, carga estável, histórico de manutenção), menor tende a ser o prêmio, sempre mantendo o equilíbrio entre proteção adequada e custo aceitável.

Conclusão: como avançar com a cotação de seguro com base na referência FIPE

Com base na Tabela FIPE para o Scania G-400 A (2017), é possível navegar pela comparação entre as diferentes configurações de eixo e entender como cada uma impacta o valor de referência, o custo de reparo e o custo de seguro ao longo do tempo. A leitura cuidadosa da ficha técnica, associada à verificação do estado real do veículo e do histórico de manutenção, permite uma avaliação mais precisa do risco e de quais coberturas são mais relevantes para proteger a operação da frota. Além disso, compreender o papel do motor Euro 5, da transmissão automatizada e da configuração de eixo ajuda a alinhar as expectativas com as exigências de seguradoras e com as exigências regulatórias aplicáveis ao veículo. Dessa forma, o processo de cotação torna-se mais eficiente, com propostas mais ajustadas às necessidades específicas da operação e com uma visão clara sobre o que está sendo protegido.

Se você está avaliando opções de seguro para o Scania G-400 A de 2017 com base na Tabela FIPE, entre em contato para uma cotação personalizada. A GT Seguros oferece atendimento especializado para veículos pesados, considerando a configuração exata do eixo, o uso operacional e o histórico de manutenção, para indicar coberturas que façam sentido para a sua operação.

Chamada à ação: para obter uma avaliação de seguro alinhada à sua necessidade com base nessa referência, faça uma cotação com a GT Seguros.