| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 1.075.455,00 |
| Fev/26 | R$ 1.077.827,00 |
| Jan/26 | R$ 1.084.552,00 |
| Dez/25 | R$ 1.086.617,00 |
| Nov/25 | R$ 1.088.250,00 |
| Out/25 | R$ 1.090.869,00 |
| Set/25 | R$ 1.094.371,00 |
| Ago/25 | R$ 1.096.675,00 |
| Jul/25 | R$ 1.098.433,00 |
| Jun/25 | R$ 1.099.533,00 |
| Mai/25 | R$ 1.101.737,00 |
| Abr/25 | R$ 1.102.730,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o SCANIA G-410 A 6×2 LNG 2p (GNV)(E6) 2024: guia de interpretação, impactos na avaliação e no seguro
Visão geral do tema e o papel da Tabela FIPE na cotação de caminhões a gás
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para o valor venal de veículos usados ou seminovos no Brasil. No universo dos caminhões, especialmente de modelos com tecnologias de energia limpa como LNG (liquefied natural gas) ou GNV (gas natural veicular), a FIPE atua como uma referência para entender a desvalorização natural de ativos pesados ao longo do tempo, bem como para apoiar negociações entre compradores, vendedores e seguradoras. Quando o assunto é o SCANIA G-410 A 6×2 LNG com cabine 2p (GNV)(E6) 2024, a interpretação da tabela envolve fatores específicos: a idade do modelo, a configuração de uso (cargas pesadas, longas distâncias, operação urbana), o estado de conservação, a disponibilidade de peças e a infraestrutura de abastecimento de LNG. Tudo isso influencia o valor de reposição, a avaliação de sinistros e, consequentemente, a forma como a seguradora define a cobertura, o prêmio e as franquias. Em linhas gerais, a FIPE oferece o referencial de mercado, mas cada sinistro é avaliado caso a caso, levando em conta as particularidades do veículo, da operação e do tipo de combustível utilizado.
Para quem atua no segmento de corretagem de seguros, compreender esse referencial ajuda a orientar o cliente sobre o que esperar na indenização, como a depreciação impacta o custo de reposição e quais fatores operacionais podem alterar o custo total de propriedade (TCO). Além disso, para frotistas e transportadores, entender a posição do FIPE frente a caminhões movidos a LNG é essencial para planejar renovações de frota, programar manutenções preventivas e alinhar as expectativas de seguros com o valor atual de mercado do ativo. Abaixo, exploramos a ficha técnica do veículo em questão, o papel da marca Scania nesse ecossistema e as considerações relevantes para seguros e para a avaliação pela FIPE.

Ficha técnica da SCANIA G-410 A 6×2 LNG 2p (GNV)(E6) 2024
- Motor a gás natural liquefeito (LNG) com tecnologia Euro 6, bloco de 9 litros; potência nominal de 410 cv; torque máximo próximo de 2.100 Nm.
- Transmissão I-Shift automatizada com 12 velocidades, desenhada para melhorar a eficiência de combustível, reduzir o desgaste do motorista e otimizar trajetos de frete pesado.
- Configuração de eixo 6×2 com cabine G de 2 lugares, adequada a operações de transporte de carga em longas distâncias, com foco em conforto do motorista e estabilidade em trajetos com variações de peso.
- Sistema de combustível LNG integrado com tanques de alta capacidade e controles eletrônicos avançados, projetado para facilitar abastecimentos, monitoramento de autonomia e segurança operacional durante a rota.
A marca Scania: tradição, inovação contínua e rede global de suporte
A Scania é uma referência no segmento de caminhões pesados, reconhecida pela robustez, pela eficiência de combustível e pela engenharia de alto desempenho. Com décadas de atuação mundial, a marca construiu um legado assente em confiabilidade, inovação constante e foco no custo total de propriedade. No portfólio de caminhões movidos a LNG e GNV, a Scania extrai benefícios de uma linha de motores compatíveis com combustíveis alternativos, aliando tecnologia de redução de emissões a soluções de telemetria, conectividade e assistências de condução que ajudam a manter o desempenho operacional em padrões exigentes. Além disso, a rede global de serviços da Scania facilita o suporte técnico, peças originais e manutenção programada, fatores que influenciam diretamente na vida útil de ativos pesados, na disponibilidade da frota e, por consequência, no custo de seguro e na avaliação de risco. Em resumo, a marca não atua apenas como fabricante de veículos; ela oferece um ecossistema de soluções que impacta positivamente a segurança, a eficiência e a gestão de ativos de transportadoras.
Para os operadores que optam por tecnologias a gás, como LNG, a Scania também tem trabalhado no aperfeiçoamento de sistemas de combustível, sensores, controles de emissões e integração com o restante da arquitetura veicular. Essa sinergia entre motor, transmissão e chassis contribui para uma performance mais estável em rota, além de facilitar a manutenção, o que costuma ser observado pelo setor de seguros na hora da avaliação de risco. Em termos práticos, clientes com caminhões Scania preparados para LNG tendem a encontrar um suporte técnico de alto padrão e uma rede de oficinas credenciadas que desempenham papel crucial na preservação do valor do ativo ao longo do tempo, o que é imprescindível para a análise da FIPE e para a definição de coberturas adequadas.
Tabela FIPE e seguro de caminhões LNG: aspectos práticos de avaliação
A aplicação da Tabela FIPE para caminhões movidos a LNG envolve considerar o valor venal do modelo conforme o ano de fabricação, a configuração específica (neste caso, 6×2 com cabine de dois ocupantes) e o estado de conservação. Embora a FIPE forneça um referencial de mercado, a seguradora não se baseia unicamente nesse número para estabelecer o prêmio ou o limite de indenização. O processo leva em conta fatores adicionais, tais como:
– O custo de reposição ou de reconstrução do ativo, que pode variar conforme disponibilidade de peças, custo de mão de obra especializada e aceitação de componentes de LNG no segmento adaptado à rede de assistência da marca;
– O histórico de uso da frota (longas distâncias, entregas urbanas, condições de rodagem), que influencia o desgaste de componentes críticos, como suspensão, sistema de freios e itens de motor;
– As características operacionais do LNG/GNV, incluindo o tipo de tanque, a garantia do sistema de abastecimento e as exigências de manutenção específicas para combustíveis alternativos, que impactam o custo de reparo e a disponibilidade de peças;
– A política da seguradora quanto ao valor segurado, que pode diferir entre “valor de mercado” (valor venal estimado pela FIPE) e “valor de reposição” (custo para adquirir veículo idêntico ou equivalente na data do sinistro). Em frotas modernas, muitos contratos adotam o valor de reposição para veículos novos ou seminovos com determinadas faixas de idade, o que influencia diretamente no cálculo de prêmios, franquias e coberturas adicionais.
Para o corretor de seguros, compreender essa dinâmica é essencial para orientar o cliente sobre as possibilidades de cobertura, como a FIPE influencia a definição de “valor segurado” e como as garantias adicionais (como assistência 24h, cobertura para componentes de propulsão a gás e proteção de tanque) afetam o custo total de propriedade da frota. Além disso, a escolha entre indenização com base no valor venal segundo a FIPE ou no valor de reposição pode alterar significativamente o resultado financeiro de um sinistro — tanto para a empresa quanto para o seguro do seu veículo.
Impactos específicos do LNG no seguro de caminhões: o que observar
A adoção de LNG como combustível envolve particularidades relevantes para o seguro. Em termos de risco, o sistema de armazenamento de gás exige atenção especial na avaliação de integridade do tanque, das conexões e do sistema de alimentação, além de exigir manutenção periódica por equipes capacitadas. Do lado do seguro, isso se traduz em:
– Necessidade de documentação técnica clara sobre o sistema LNG instalado, incluindo certificações de conformidade, avaliações de risco e procedimentos de operação segura.
– Possibilidade de exigência de franquias diferenciadas para eventos relacionados a falhas no sistema de combustível, quando comprovadas falhas atribuíveis a desgaste ou à má manutenção.
– Benefícios de redução de custos operacionais e de emissões, que podem influenciar positivamente a avaliação de risco ambiental e, consequentemente, a percepção de risco pela seguradora. Em muitos casos, operadores que mantêm programas robustos de manutenção preventiva para LNG obtêm prêmios mais estáveis com menor volatilidade.
– A importância de documentação de suporte à frota, como registros de inspeção anual, laudos de integridade de tanques e relatórios de calibração de sensores. Essas informações ajudam a garantir que o veículo atendesse aos padrões exigidos pela FIPE e pela seguradora, preservando o valor de mercado e reduzindo o risco de desvalorização súbita em caso de sinistro.
Para frotas grandes, é comum que as seguradoras adotem planos de seguro com itens adicionais voltados à proteção de componentes críticos (sistemas de combustível, sistemas de freio, transmissão e cabine) e com cláusulas adaptadas às particularidades de operação de LNG. Essas personalizações podem refletir diretamente na liquidez da indenização, na rapidez de atendimento e na tranquilidade operacional da empresa, fatores que, por sua vez, impactam a relação custo-benefício da programação de seguros ao longo da vida útil da frota.
Como a FIPE se conecta ao planejamento de seguros e à gestão de frota com o SCANIA G-410 LNG
Ao planejar a renovação ou a contratação de seguros para uma frota com SCANIA G-410 LNG, o gestor deve considerar a FIPE como um dos insumos para a tomada de decisão. A FIPE ajuda a estimar o valor de reposição ou de mercado de ativos, o que orienta a definição do valor segurado, a escolha pela indenização por valor de reposição versus valor venal e a definição de fluxos de depreciação para planejamento contábil. Além disso, a FIPE serve como referência para avaliações periódicas, permitindo ajustes de coberturas à medida que a frota evolui, a idade dos veículos e o mix de combustível se alteram ao longo dos anos. Em termos práticos, isso significa que corretores, clientes e equipes de gestão de risco devem manter uma periodicidade de revisão de cobertura, acompanhando as mudanças de mercado refletidas pela FIPE e adaptando a proteção às necessidades operacionais da frota LNG.
Considerações finais: orientações para quem trabalha com seguros de caminhões LNG e com a FIPE
Modelos como o SCANIA G-410 A 6×2 LNG 2p (GNV)(E6) 2024 representam uma linha de veículos que une desempenho, eficiência e menor pegada ambiental no transporte de cargas. A Tabela FIPE continua a ser uma ferramenta valiosa para entender a evolução de valor de mercado, mas não substitui a análise criteriosa de condições específicas de uso, estado de conservação, disponibilidade de peças e rede de assistência da marca. Ao alinhar FIPE, características técnicas do veículo, necessidades operacionais da frota e opções de cobertura, a empresa de seguros pode oferecer condições mais estáveis e adequadas ao perfil do caminhão movido a LNG, com proteção para componentes críticos, custos de manutenção e impactos de depreciação ao longo do tempo.
Se você busca uma avaliação mais precisa para o SCANIA G-410 LNG ou para qualquer outro caminhão movido a gás, a GT Seguros está pronta para orientar. Faça uma cotação conosco e compare opções de proteção que considerem o valor de reposição, as garantias de combustível e a rede de atendimento para seu tipo de frota. GT Seguros: segurança, transparência e cobertura alinhada ao seu perfil de operação.
