Valor FIPE Atual
R$ 213.315,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 513162-6
Ano: 2010-3
MêsPreço
Jan/26R$ 213.315,00
Dez/25R$ 214.387,00
Nov/25R$ 215.465,00
Out/25R$ 216.548,00
Set/25R$ 217.637,00
Ago/25R$ 218.731,00
Jul/25R$ 219.831,00
Jun/25R$ 220.936,00
Mai/25R$ 222.047,00
Abr/25R$ 223.163,00
Mar/25R$ 224.285,00
Fev/25R$ 225.413,00

Guia prático para entender a Tabela FIPE aplicada à Scania G420 A (2010) e as diferenças entre as configurações 4×2 com 3-eixos e 6×2 com 2-pontos de tração

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados. No contexto de caminhões pesados, como a Scania G420 A de 2010, esse referencial orienta decisões importantes em seguros, financiamentos e avaliações de risco. Este artigo aborda como a FIPE se aplica a esse modelo específico, as particularidades das duas configurações disponíveis para esse ano e como essas informações ajudam o corretor de seguros a montar coberturas mais precisas para operações logísticas. Vale ressaltar que o conteúdo foca em aspectos técnicos, mercadológicos e de seguro, sem apresentar valores monetários.

O que é a Tabela FIPE e por que ela é relevante para caminhões Scania

A Tabela FIPE, pesquisada mensalmente pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, compila preços médios de veículos usados com base em amostras de mercado. No universo de caminhões e veículos pesados, esse índice serve como referência para: avaliação de sinistros, apólices de seguro, cálculos de depreciação e negociações entre compradores e vendedores. Para a Scania G420 A, modelo de 2010, a FIPE oferece uma faixa de referência que reflete o estado de conservação, a idade do veículo, o histórico de manutenção, as adaptações técnicas e, ainda, a configuração de tração e eixo. Não se trata de um preço fixo: trata-se de um valor médio utilizado como referência pela seguradora e por instituições financeiras. É comum que corretores usem esse referencial para calibrar coberturas, franquias e limites, sempre levando em conta as especificidades de cada unidade (quilometragem, cabine, transmissões, itens adicionais, etc.).

Tabela FIPE SCANIA G-420 A 4×2 3-Eixos/ A 6×2 2p (diesel) 2010

Ao interpretar a FIPE para a Scania G420 A, convém entender que há variações naturais entre as versões. Um caminhão com configuração 4×2, por exemplo, pode apresentar perfis de uso diferentes de um 6×2, o que tende a influenciar o risco de desgaste de componentes, consumo de combustível, uso de itens de proteção e a necessidade de coberturas específicas. Por isso, a tabela serve como um ponto de partida, não como a única base de decisão. Corretores experientes costumam cruzar o referencial FIPE com dados reais do veículo, como manutenção, histórico de sinistros, e a natureza da operação logística (curta ou longa distância, cargas sensíveis, terrenos, etc.).

Ficha técnica prática da Scania G420 A (2010) nas versões 4×2 3-eixos e 6×2 2p

  • Motor: diesel de linha DC13, 6 cilindros em linha, 13 litros, turbo e intercooler, preparado para entregar desempenho adequado a caminhões pesados.
  • Potência: aproximadamente 420 cv (referência de linha para o conjunto G420 A), com torque elevado para suportar trechos de subida e demandas de tração em áreas urbanas e rodoviárias.
  • Cilindrada: cerca de 13 litros, típica dessa família de motores Scania, que privilegia torque consistente em faixas de baixa a média rotação, útil para aplicações de transporte de carga pesada.
  • Transmissão e tração: opções variáveis conforme a configuração. A versão 4×2 com 3-eixos costuma privilegiar a manobra e a estabilidade em vias urbanas e rodovias com carga, enquanto a 6×2 com 2-pontos de tração enfatiza maior capacidade de tração em aclives e terrenos desafiadores, com regimes de operação diferentes. A transmissão pode ser manual ou automatizada (OptiCruise/I-Shift), dependendo do equipamento específico de cada veículo.

Esses itens formam o núcleo da ficha técnica prática que geralmente está disponível em catálogos de fábrica, anúncios de usados ou quando o vendedor fornece o conjunto de especificações do veículo. Em termos de seguro, a presença de 3-eixos na configuração 4×2 tende a alterar a percepção de risco relacionada a desgaste de componentes de eixo, freios e chassis, enquanto a configuração 6×2 com dois pontos de tração pode influenciar a avaliação de consumo, estabilidade e custo de pneus. A depender do estado de conservação e da manutenção, essas diferenças podem impactar o custo da apólice e as coberturas recomendadas.

Como a FIPE reflete as diferenças entre as versões 4×2 3-Eixos e 6×2 2p

A tabela FIPE não descreve apenas números isolados; ela agrega um conjunto de fatores que ajudam a entender o valor de referência do veículo. No caso da Scania G420 A, duas configurações distintas — 4×2 com 3-eixos e 6×2 com 2-pontos de tração — tendem a apresentar perfis de uso e desgaste diferentes. Essas variações se refletem, por exemplo, no histórico de substituição de componentes relacionados à linha de transmissão, nas condições de uso (ciência da operação de frota) e na depreciação associada a diferentes aplicações industriais: logística de ponta a ponta, transporte de cargas especiais, requerimentos de freio e robustez estrutural. A FIPE, ao consolidar dados de mercado, capta esses desníveis, o que orienta as seguradoras a ajustar as bases de cálculo em função da configuração avaliada, da idade do veículo e de sua condição física.

Neste contexto, compreender a FIPE para o Scania G420 A de 2010 envolve reconhecer que a mesma linha de produto pode apresentar faixas de valores diferentes conforme a configuração de eixo e tração, bem como o estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção e eventuais modificações. Corretores e profissionais de seguros costumam fazer uma leitura integrada: consulta à FIPE, avaliação visual do veículo e informações de serviço (manutenções, inspeções e substituições de componentes críticos) para chegar a uma cobertura mais precisa. Esse cuidado reduz surpresas em sinistros e facilita a escolha de coberturas adequadas, como proteção de câmbio, componentes mecânicos, proteção de carga, responsabilidade civil e demais itens pertinentes à operação de transportes pesados.

Implicações da FIPE na composição de seguros para a Scania G420 A (2010)

Para corretores, entender como a FIPE influencia o seguro envolve traduzir o valor de referência para a composição de prêmio, franquias e coberturas. Em linhas gerais, quanto maior o valor de referência da FIPE para uma unidade específica, maior tende a ser o custo potencial de reparo ou substituição em caso de sinistro, o que, por sua vez, pode levar a ajustes na soma segurada. No entanto, o cenário não é apenas uma equação de preço. Outros fatores entram na equação de seguro para caminhões pesados:

Estado de conservação e manutenção: veículos com histórico completo de revisões, manutenções preventivas em dia e inspeções regulares costumam ter risco menor, o que pode favorecer condições de prêmio mais estáveis. Em contrapartida, unidades com substituições frequentes de componentes críticos, histórico de sinistros ou sinais de desgaste acelerado podem exigir coberturas adicionais ou limites maiores. Local de operação: frota que atua em regiões com condições de estrada variadas, tráfego intenso ou longas distâncias pode ter perfis de risco diferentes, impactando a avaliação de prêmio. Modificações e adaptações: alterações no sistema de freios, suspensão, pneus ou configuração de cabine devem ser comunicadas à seguradora, pois podem influenciar a sinistralidade e a necessidade de coberturas específicas. Perfil da frota: a forma como a Scania G420 A se encaixa na operação da empresa — se funciona como veículo de apoio, transportador de cargas perecíveis, transportador de cargas gerais etc. — também influencia as condições de seguro. Todas essas dimensões são combinadas com o valor de referência da FIPE para formar o conjunto de parâmetros que compõem a apólice.

Para operadores logísticos, entender a relação entre FIPE e as coberturas ajuda na tomada de decisão durante renovação de contrato de seguro, renovação de políticas de frota e mesmo em cenários de aquisição de novos veículos. Um veículo com valor de referência mais alto, por exemplo, pode justificar limites maiores de responsabilidade civil, proteção contra roubo qualificada e maior cobertura para danos a terceiros. Por outro lado, unidades com manutenção exemplar, sem sinistros relevantes, podem manter prêmios mais estáveis ao longo do tempo, desde que as coberturas estejam alinhadas às necessidades reais da operação.

Chamada sutil para cotação com a GT Seguros

Se você busca entender com mais clareza como a Tabela FIPE impacta a proteção da sua Scania G420 A (2010) e quais coberturas são mais adequadas para a sua operação, vale solicitar uma avaliação especializada. A GT Seguros oferece consultoria e cotações personalizadas, levando em conta a configuração (4×2 3-eixos ou 6×2 2p), o uso diário, o histórico da frota e as exigências específicas do seu negócio. Solicite agora uma cotação com a GT Seguros e veja como a proteção pode ficar alinhada ao valor de mercado estimado pela FIPE.