| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 872.201,00 |
| Dez/25 | R$ 873.862,00 |
| Nov/25 | R$ 875.175,00 |
| Out/25 | R$ 877.281,00 |
| Set/25 | R$ 880.098,00 |
| Ago/25 | R$ 881.951,00 |
| Jul/25 | R$ 883.365,00 |
| Jun/25 | R$ 884.250,00 |
| Mai/25 | R$ 886.023,00 |
| Abr/25 | R$ 886.822,00 |
| Mar/25 | R$ 888.155,00 |
| Fev/25 | R$ 888.689,00 |
Tabela FIPE para o Scania G-420 B 6×4 2p (diesel)(E6) 2024: como interpretar, aplicar nos seguros e entender a ficha técnica
Este conteúdo aborda a relação entre a Tabela FIPE e o Scania G-420 B com configuração 6×4 2p (diesel)(E6) na versão de 2024. O objetivo é explicar como a FIPE impacta o seguro de caminhões pesados, como interpretar os números da ficha técnica do modelo e quais aspectos da marca influenciam a gestão de riscos. A ideia é oferecer um guia educativo para corretores, frotistas e proprietários que precisam alinhar coberturas com o valor de referência de mercado, sem entrar em cotações de preço específicas aqui. Ao longo do texto, você verá pontos-chave sobre a ficha técnica do veículo, a história da marca e práticas que ajudam a conduzir uma apólice mais adequada ao perfil do Scania G-420 B.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para caminhões como o Scania G-420 B
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para indicar o valor de mercado de veículos usados. Ela serve como base para cálculos de indenização em seguros, avaliação de ativos na venda ou aquisição e até mesmo para cálculo de depreciação em alguns contratos. No universo de caminhões pesados, como o Scania G-420 B 6×4 2p, a FIPE desempenha um papel relevante na definição do valor de referência que embasa a cobertura de danos parciais ou integrais, na determinação de limites de indenização e no ajuste de prêmios ao longo do tempo. Embora a FIPE tenha como foco o preço de mercado atual, é comum que seguradoras utilizem a referência da tabela como ponto de partida, levando em consideração particularidades da operação, como o tipo de uso, o estado de conservação, a documentação e a configuração de carroceria.

Para caminhões de grande porte, o valor registrado na FIPE costuma refletir a relação entre custo de reposição de componentes, idade do veículo, tecnologia embarcada e demanda de mercado. Em modelos com especificações específicas — como o Scania G-420 B 6×4 2p —, pequenas variações na configuração de cabine, na carroceria, na tração, na transmissão ou em equipamentos adicionais podem impactar o valor final considerado pela FIPE. Por esse motivo, compreender o que a tabela captura e como ela é atualizada é essencial para a correta doação de seguros e para evitar gaps de cobertura.
É importante lembrar que a FIPE não é o único critério utilizado pelas corretoras de seguros. A sinistralidade da frota, o histórico de manutenção, o uso operacional (cargas especiais, transporte de líquidos, influência de condições climáticas) e a presença de dispositivos de segurança também pesam na composição da apólice. No entanto, a FIPE continua como uma referência objetiva e comedida para balancear o valor de mercado com o custo de reposição em caso de sinistro total. Assim, quem trabalha com o Scania G-420 B 6×4 2p (diesel)(E6) em 2024 ganha uma base estável para discutir limites, franquias e coberturas com a seguradora, sem depender exclusivamente de orçamento de aquisição novo.
Ficha técnica do Scania G-420 B 6×4 2p (diesel)(E6) 2024
- Motor: DC13, 13 litros, 6 cilindros em linha, diesel, Euro 6 (E6), com tecnologia de injeção avançada, sistema SCR/AdBlue para reduzir emissões;
- Potência nominal: até 420 cavalos de potência; torque expressivo para aplicações pesadas, adequado a operações de viação de cargas comuns e de longa distância;
- Transmissão: normalmente equipada com transmissão automatizada de várias velocidades (opção Opticruise ou equivalente), com modos de condução que favorecem economia de combustível e conforto de operação;
- Configuração de chassi e cabine: 6×4 com cabine G de duas portas, destinada a caminhões pesados com maior capacidade de tração e configuração para diferentes tipos de carroceria (baú, sider, tanque, carga geral); sistemas de freios e suspensão ajustados para manejo de peso e estabilidade em rodagem;
Essa ficha técnica, típica do Scania G-420 B na linha 2024, evidencia a combinação entre motor potente, transmissão moderna e arquitetura de chassi pronta para aplicações pesadas. Vale lembrar que pequenas variações de configuração entre diferentes linhas de montagem, carrocerias ou itens opcionais podem levar a pequenos desvios em números específicos quando comparados entre unidades. No entanto, os elementos centrais — motor, emissões, transmissão, configuração de eixo e cabine — permanecem alinhados com o perfil do modelo, o que facilita a padronização de seguros para frotas que adotam esse tipo de caminhão.
Como a Tabela FIPE é calculada, atualizada e utilizada na prática de seguros
A FIPE coleta dados de mercado de transações de veículos usados periodicamente, levando em conta vários fatores que influenciam o preço de venda. Para caminhões como o Scania G-420 B 6×4 2p, a metodologia envolve: a coleta de valores de mercado observados, a consideração de condições gerais de uso, idade do veículo, quilometragem típica para a faixa etária e a incidência de modificações relevantes para o desempenho e para a segurança. A atualização ocorre de forma regular (em muitos casos mensal) para refletir as oscilações do mercado, ofertas disponíveis, depreciação natural e ajustes cambiais que afetam o custo de reposição de peças e serviços. Dessa forma, a FIPE funciona como uma referência estável, mas não é o único determinante da indenização ou do prêmio de seguro.
Para a indústria de seguros, o valor da FIPE serve como base de avaliação para determinados tipos de coberturas, principalmente aquelas que envolvem reconstrução, reposição ou indenização em caso de sinistro total. Em termos práticos, o valor de referência da FIPE pode determinar a parcela de cobertura de danos parciais, a indenização integral e o limite máximo de restituição. Por isso, corretores e seguradoras costumam cruzar a FIPE com o estado do veículo, a documentação, o histórico de manutenção e as particularidades da operação (tipo de carga, rotas, horários, zonas de alto risco) para compor a melhor resposta em termos de proteção financeira.
Outra consideração relevante é a variação regional. Em algumas regiões, particularidades de mercado e disponibilidade
