Valor FIPE Atual
R$ 158.430,00
↓ 1,6% vs mês anterior
FIPE: 513138-3
Ano: 2007-3
MêsPreço
Jan/26R$ 158.430,00
Dez/25R$ 161.022,00
Nov/25R$ 161.264,00
Out/25R$ 161.652,00
Set/25R$ 162.171,00
Ago/25R$ 162.547,00
Jul/25R$ 162.808,00
Jun/25R$ 162.971,00
Mai/25R$ 163.298,00
Abr/25R$ 162.861,00
Mar/25R$ 162.822,00
Fev/25R$ 161.287,00

Como interpretar a Tabela FIPE para o Scania P-114 GA 340 4×2 NZ 2p (diesel) 2007 e o que isso significa para seguros

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para embasar avaliações de mercado de veículos, incluindo caminhões, utilitários pesados e seus componentes. Quando uma seguradora de veículos empresariais analisa um sinistro ou define o valor segurável de uma frota, muitas vezes recorre a esse conjunto de dados para estabelecer uma base de referência que seja compatível com condições reais de negociação entre compradores e vendedores. No caso do Scania P-114 GA 340 4×2 NZ 2p (diesel) 2007, esse referencial pode orientar a apólice de seguro, a indenização em caso de perda e a definição de coberturas adequadas, sem prescrever um preço específico que precise constar no contrato. O objetivo deste texto é oferecer uma visão educativa sobre como interpretar a FIPE em relação a esse modelo, sem abrir mão de detalhes relevantes sobre suas características técnicas e de uso no contexto de seguros.

Por que a FIPE importa para a avaliação de seguros de caminhões

Para operadores logísticos, transportadoras e empresas que utilizam veículos pesados, a forma como a FIPE classifica e atualiza os valores influencia diretamente as decisões de contratação de seguro, como o valor segurado, as franquias, o tipo de cobertura e o prêmio. Em termos práticos, a FIPE funciona como um compêndio de preços médios de mercado, com updates periódicos que refletem oscilações de demanda, disponibilidade de peças, idade do veículo, estado de conservação e configuração específica. Quando um caminhão como o Scania P-114 GA 340 4×2 NZ 2p (diesel) 2007 entra como ativo na carteira de uma seguradora, o valor de referência pode ser utilizado para calibrar a cobertura de danos parciais, danos totais e até mesmo a reposição em caso de sinistro. É fundamental compreender que a FIPE não substitui o laudo técnico ou a avaliação da seguradora sobre o estado atual do veículo; ela funciona como base de referência que precisa ser ajustada pela condição real do ativo.

Tabela FIPE SCANIA P-114 GA 340 4×2 NZ 2p (diesel) 2007

Nesse contexto, entender as particularidades do modelo — como a configuração de tração 4×2, a cabine NZ de 2 portas, e o motor diesel de alta torque — ajuda a perceber por que determinados ajustes aparecem na leitura da FIPE. Modelos com motores de alto desempenho, usados em rotas de longo percurso ou em operações de entrega com peso de carga relevante, tendem a ter variações de valor que dependem, entre outros fatores, da eficiência de consumo, da robustez do conjunto propulsor e da durabilidade de componentes críticos ao longo do tempo. Assim, a família P-114 GA, apesar de uma linha clássica da Scania, não é tratada de forma genérica pela FIPE; as particularidades de cada versão, como a especificação 340 cv e a configuração 4×2 NZ 2p, entram como elementos que modulam o valor de referência. A compreensão desses aspectos é essencial para quem atua na gestão de seguros, para evitar sub ou supervalorizações que comprometam a relação custo-benefício da apólice.

Fatores que influenciam o valor FIPE de caminhões pesados como o Scania P-114 GA 340 4×2 NZ 2p

Antes de mergulhar na ficha técnica, vale destacar alguns critérios que costumam impactar a leitura da FIPE para esse tipo de veículo. Apesar de a tabela ter um formato padronizado, as variações entre versões, estado de conservação e histórico de uso costumam gerar diferenças relevantes no valor de referência. Em caminhões, entre tensões de uso, as situações que mais costumam fazer diferença incluem a idade do veículo, o desgaste natural de componentes, a configuração de carroceria, a frequência de manutenção e a qualidade da cabine e do conjunto de suspensão. Abaixo, apresento elementos-chave que costumam aparecer na prática de leitura da FIPE para esse modelo específico, sem pretender esgotar o tema, mas oferecendo uma base sólida para quem atua com seguros.

1) Configuração técnica e cabine: o P-114 GA 340 4×2 NZ 2p representa uma versão com tração traseira simples (4×2) e cabine de dois lugares, com configuração NZ. Em termos de avaliação, versões com cabine menor ou com motores de maior ou menor torque podem ter diferenças de mercado que aparecem nas variações entre o conjunto de dados FIPE.

2) Motor e transmissão: o motor diesel de alta potência, associado a uma transmissão robusta de múltiplas marchas, afeta a percepção de valor do veículo. Componentes como turbo, intercooler, sistema de injeção e a integridade do trem de força influenciam a percepção de desgaste que, por sua vez, impacta o equilíbrio entre idade, estado de conservação e preço de referência.

3) Idade e desgaste: caminhões com 10, 15 ou mais anos costumam apresentar decréscimos progressivos no valor de referência, justamente por fatores como depreciação natural, disponibilidade de peças de reposição e histórico de uso. Em veículos pesados, a depreciação pode ser mais acentuada quando comparada a automóveis de passeio, pois exigem maior investimento em manutenção e reposição de componentes específicos.

4) Manutenção e histórico: a regularidade de revisões, o registro de acidentes, brigas de serviço e a documentação de peças trocadas influenciam a avaliação. Um histórico consistente de manutenção pode manter o valor de referência mais estável, ao passo que uma história de reparos extensivos ou de danos não resolvidos pode reduzir o valor de mercado indicado pela FIPE na prática de seguros.

5) Configuração de carroceria e uso: para caminhões usados em diferentes modalidades — transporte de cargas leves, médias ou pesadas, fretes intermunicipais ou regionais — o tipo de uso pode impactar o valor que a FIPE atribui ao modelo. A diferenciação entre versões com carroceria especializada ou adaptações pode gerar diferenças de referência na tabela de mercado.

6) Condições de mercado: a demanda por caminhões usados, disponibilidade de peças originais, e variações econômicas regionais podem influenciar o preço de referência. Em momentos de maior disponibilidade de equipamentos usados, o valor de mercado tende a se ajustar para baixo; quando a oferta é restrita, a referência pode se manter mais firme.

É importante notar que, embora a FIPE seja uma referência valiosa no cálculo de seguros, cada apólice pode adotar regras operacionais próprias. A leitura final do valor segurável pode levar em conta também o histórico de sinistros da frota, a idade de cada exemplar e as condições contratuais acordadas com a seguradora. Por isso, entender o conjunto de fatores que envolve o modelo P-114 GA 340 4×2 NZ 2p pode ajudar a alinhar a cobertura com o risco real, evitando surpresas no momento de uma indenização ou de um reajuste de prêmio.

Ficha técnica do Scania P-114 GA 340 4×2 NZ 2p (diesel) 2007

  • Motor: diesel, 6 cilindros em linha, turboalimentado com intercooler, configuração típica de 11,1–11,6 litros de deslocamento, projetado para operação exigente em transporte de cargas.
  • Potência/ desempenho: aproximadamente 340 CV (cv) de potência, com torque elevado para facilitar a tarefa de guiar cargas pesadas em trechos longos; essa combinação costuma favorecer a capacidade de tração em subidas e a estabilidade em rodovias.
  • Transmissão e tração: câmbio manual de várias marchas, acoplamento com tração 4×2 (tração traseira), adequado para uso rodoviário e operações de distribuição de médio e longo alcance.
  • Cabine e configuração: cabine NZ de 2 portas, voltada para direção com posição ergonômica e espaço para dois ocupantes, preparação para uso diário em operações logísticas com boa visibilidade e conforto básico para o motorista.

Como a FIPE influencia o seguro nesse tipo de veículo pesado

Quando uma seguradora avalia uma apólice para um caminhão Scania P-114 GA 340 4×2 NZ 2p (diesel) 2007, a FIPE serve como referência de mercado para estabelecer o “valor segurável” do bem. Esse valor determina, entre outros pontos, o montante da indenização em caso de sinistro total ou o valor de reposição em determinadas situações contratuais. A metodologia da FIPE busca capturar o preço de mercado em condições normais de negociação, levando em conta a idade, o desgaste e a configuração específica do veículo. No entanto, a seguradora pode complementar esse parâmetro com avaliações técnicas, laudos de manutenção, histórico de sinistros, prazo de vida útil remanescente e a qualidade de componentes críticos, como o motor, o sistema de transmissão, o estado da estrutura e da carroçaria, bem como a eficácia de dispositivos de segurança. Assim, embora o FIPE seja um pilar importante, a apólice costuma incorporar outros elementos para chegar a uma cobertura adequada ao risco.

Para quem administra frotas, entender esse mecanismo ajuda na tomada de decisão, especialmente quando se pensa em renovação de contrato, reajustes de prêmio e escolhas entre diferentes tipos de coberturas (valor, franquia, cobertura para terceiros, proteção contra roubo e furto, entre outras). É comum que empresas avaliem não apenas a base FIPE, mas também a disponibilidade de peças originais, a rede de assistência técnica autorizada, a penetração de serviços de guincho, e a capacidade da seguradora de oferecer suporte eficiente em condições adversas de operação. A combinação desses fatores com a leitura da FIPE contribui para uma gestão de risco mais robusta.

Além disso, vale considerar que o valor de referência FIPE pode sofrer ajustes com o tempo, especialmente à medida que o veículo envelhece ou quando surgem novas versões do modelo, com diferentes especificações técnicas. Em veículos pesados, a depreciação pode ser influenciada pela disponibilidade de peças, pelo histórico de confiabilidade do conjunto motor-transmissão e pela qualidade das manutenções preventivas. Por isso, quem administra a frota deve manter registros de manutenção atualizados, conservar o veículo em bom estado, e, quando possível, alinhar as informações com a rede de assistência técnica da marca. Isso facilita a comunicação com a seguradora e ajuda a manter o equilíbrio entre custo de seguro e proteção efetiva.

Em termos práticos, a Tabela FIPE para o Scania P-114 GA 340 4×2 NZ 2p (diesel) 2007 pode ser consultada periodicamente para acompanhar a evolução do valor de referência, especialmente em ciclos de renovação de apólices ou quando se planeja a inclusão de novos ativos à carteira. A atualização constante do registro do veículo, bem como a verificação de eventuais alterações na configuração (ex.: alterações na carroçaria, adaptação de itens de segurança, modernizações que não alterem o rótulo básico do modelo) ajudam a manter o seguro alinhado com o cenário de mercado. Para quem utiliza esse tipo de caminhão, entender como a FIPE se converte em parâmetros práticos de segurabilidade é uma parte essencial da gestão de riscos e da tomada de decisões estratégicas.

Se você está avaliando a cobertura da sua frota com esse modelo específico, a GT Seguros pode oferecer uma cotação personalizada que leve em conta o valor de referência FIPE, as condições de uso da sua operação e o histórico da sua frota. Uma análise integrada com foco na relação custo-benefício pode fazer a diferença entre uma apólice que apenas atende às exigências legais e uma solução de proteção realmente alinhada aos seus objetivos de negócio.

Conclusão e próxima etapa

O Scania P-114 GA 340 4×2 NZ 2p (diesel) 2007 representa uma configuração clássica de caminhão utilizado em operações de transporte de cargas com tração traseira, cabine de dois ocupantes e motor diesel de alto desempenho. A Tabela FIPE atua como base de referência para avaliação de mercado, mas a leitura dessa base envolve considerar fatores como idade, estado de conservação, histórico de manutenção, configuração de carroceria e condições de uso. Ao planejar a proteção da sua frota, é essencial combinar o referencial FIPE com uma avaliação técnica externa, com uma gestão de risco bem definida e com opções de cobertura que respondam às necessidades do seu negócio. A fusão desses elementos, aliada a uma política de manutenção rigorosa, ajuda a assegurar que a proteção contratada seja adequada ao valor real do ativo, reduzindo surpresas no momento de sinistro e contribuindo para a continuidade das operações com tranquilidade.

Se desejar uma consulta personalizada para a sua frota, a GT Seguros está pronta para oferecer uma cotação que leve em conta o valor de referência FIPE, o uso da Scania P-114 GA 340 4×2 NZ 2p e as particularidades da sua operação. Uma abordagem sob medida pode fazer a diferença na qualidade da proteção que você oferece aos seus ativos.