Valor FIPE Atual
R$ 90.386,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513108-1
Ano: 2004-3
MêsPreço
Jan/26R$ 90.386,00
Dez/25R$ 90.559,00
Nov/25R$ 90.696,00
Out/25R$ 90.915,00
Set/25R$ 91.207,00
Ago/25R$ 91.399,00
Jul/25R$ 91.546,00
Jun/25R$ 93.894,00
Mai/25R$ 94.083,00
Abr/25R$ 94.168,00
Mar/25R$ 94.310,00
Fev/25R$ 94.367,00

Guia técnico da Tabela FIPE para o Scania P-114 GB 330 com configuração 4×2 NZ 2p a diesel, ano 2004

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para avaliação de veículos usados no Brasil. Quando falamos de caminhões, especialmente de marcas de grande porte como a Scania, a FIPE confere uma métrica padronizada que serve de base para seguros, financiamentos e negociações entre empresas de frotas. Este artigo concentra-se no modelo específico Scania P-114 GB 330 4×2 NZ 2p com motor diesel, ano de 2004, explorando a ficha técnica, o posicionamento da marca e as implicações dessa referência no universo de seguros veiculares voltados a caminhões. Entender esses aspectos ajuda fleets a planejar melhores estratégias de proteção, custos operacionais e gerenciamento de risco com maior assertividade.

Ficha Técnica do Scania P-114 GB 330 4×2 NZ 2p (diesel) 2004

Para quem trabalha com gestão de frota ou avaliação de risco de sinistros, é útil reunir um conjunto de informações-chave sobre o veículo. Abaixo estão os componentes que costumam figurar nas fichas técnicas para esse modelo específico, com foco nos aspectos relevantes para a apólice de seguro e para a prática de seguros de transporte de carga:

Tabela FIPE SCANIA P-114 GB 330 4×2 NZ 2p (diesel) 2004
  • Marca e família: Scania, P-series (P-114 GB 330) — linha reconhecida pela robustez e pela identidade de engenharia voltada a serviços de transporte de carga.
  • Configuração do veículo: 4×2, cabine NZ (New Zealand) com 2 portas — configuração típica para caminhões de tração traseira com cabine de dupla função, compatível com operações de carga de médio a pesado.
  • Propulsão e motor: diesel com turbocompressor e intercooler, motor de seis cilindros em linha — conjunto voltado a alto torque e capacidade de operação em jornadas longas.
  • Potência: 330 cv — o número presente na designação de modelo sugere uma potência nominal significativa para desempenho em trechos desafiadores e em demanda de carga elevada.

A ficha técnica simplificada acima ilustra os pilares que costumam influenciar a cotação de seguros: a configuração de eixo, o tipo de motor, a potência e as características da cabine, todas elas determinantes para o perfil de risco, desgaste esperado e custos de manutenção do veículo. Vale lembrar que, mesmo com base na FIPE, cada apólice pode idiossincraticamente considerar o histórico da frota, a kilometragem média, o estado de conservação, a adoção de itens de segurança e a finalidade operacional do caminhão (rota, tipo de carga, frequência de uso).

Sobre a marca Scania

Scania é uma fabricante sueca de caminhões e ônibus cuja presença global é fortemente associada a qualidade, durabilidade e eficiência operacional. No Brasil, a Scania consolidou uma posição de liderança no segmento de caminhões de grande porte, especialmente em operações de transporte de cargas pesadas, logística de varejo e atividades que exigem confiabilidade em longas distâncias. A reputação da marca não se baseia apenas na potência de seus motores, mas também em soluções integradas de gestão de frotas, telemática e serviços de manutenção — fatores que reduzem paradas não programadas e melhoram o custo total de propriedade (TCO).

Entre os aspectos que a Scania costuma enfatizar estão a robustez do trem de força, a qualidade de construção dos componentes e a disponibilidade de peças de reposição, mesmo em operações que demandam grandes volumes de distância percorrida. Em termos de seguro, veículos da marca costumam ter percepções de menor probabilidade de falha catastrófica quando mantidos com padrões de manutenção alinhados às recomendações do fabricante. Além disso, a Scania investe em serviços de conectividade e manutenção preventiva que ajudam a reduzir riscos operacionais para frotistas, como falhas no motor, aquecedores, sistemas de freios e componentes de transmissão.

É relevante para quem administra uma frota entender que o valor de reposição ou o valor de mercado de reposição para modelos Scania pode refletir não apenas a idade e o estado geral, mas também o histórico de uso e a disponibilidade de peças. Em termos de seguro, esse conjunto de fatores se traduz em decisions de cobertura (casos de colisão, incêndio, roubo/furtos, danos a terceiros, proteção de carga, entre outros) e na escolha de limites de cobertura que acompanhem o ritmo da operação—sempre com a FIPE como referência técnico-comercial para o enquadramento de valores.

Impacto da Tabela FIPE na cotação de seguro para este modelo

A Tabela FIPE serve como uma linha de base para a avaliação de veículos usados, incluindo caminhões pesados como o Scania P-114 GB 330 4×2 NZ 2p diesel de 2004. Em termos práticos, as seguradoras costumam utilizar a FIPE como referência para o valor de reposição ou indenização em caso de sinistro, bem como para calibrar as margens de risco associadas à idade, ao tipo de uso e à probabilidade de manutenção adequada. No caso do P-114 GB 330 — com anos de uso próximos a duas décadas — o peso do histórico de manutenção e o estado de conservação influenciam significativamente a cotação de seguro, assim como a decisão de incluir coberturas adicionais, como proteção de carga, outros itens de segurança e opções de assistência em viagem.

A seguir, fatores-chave que costumam orientar a leitura da Tabela FIPE para este modelo específico, no contexto de seguros de caminhões:

1) Idade do veículo: caminhões com mais de uma década tendem a apresentar maior depreciação no fator FIPE, o que pode influenciar o prêmio, especialmente em coberturas de reposição ou indenização parcial. A idade avançada também pode impactar a disponibilidade de peças originais, refletindo em custos de manutenção e no risco de quebra não prevista.

2) Configuração e uso: a configuração 4×2 com cabine NZ e 2 portas implica em especificidades de uso, como a carga transportada, o tipo de trajeto (urbano, rodoviário, rodovias de alta demanda) e a duração média dos turnos de operação. Segmentos de frotas com trajetos longos e cargas sensíveis podem exigir coberturas com maior proteção de carga, além de cláusulas de reposição que considerem o valor FIPE como referência de indenização.

3) Condição do veículo: estado de conservação, histórico de sinistros, integridade do motor diesel, do sistema de freios, suspensão e transmissão, bem como o cumprimento de revisões periódicas — tudo isso afeta o enquadramento de risco pelas seguradoras. A FIPE atua como base, mas o ajustamento do prêmio depende, também, de como o veículo chegou à seguradora em termos de manutenção documentada.

4) Perfil de risco da operação: operações com rotas de alto tráfego, áreas com maior probabilidade de roubo ou vandalismo, bem como a gestão de frotas (telemetria, controles de velocidade, monitoramento de combustível) influenciam o cálculo de prémios. Enquanto a FIPE oferece o referencial de mercado, as seguradoras valorizam controles operacionais que reduzem riscos e, por consequência, o custo da apólice.

Esses pontos ajudam a entender por que o Scania P-114 GB 330 4×2 NZ 2p diesel de 2004, mesmo com uma base de referência consolidada pela FIPE, pode ter variações de prêmio entre as seguradoras. O tipo de cobertura escolhida (casco, incêndio, roubo, danos a terceiros, proteção de carga, assistência) também molda o valor final da apólice, e cada contrato pode incluir opções de franquia, carência, e cláusulas específicas que afetam o custo global ao longo do tempo.

Conselhos práticos para quem observa a FIPE na prática de seguro de caminhões

A compreensão da FIPE no contexto do Scania P-114 GB 330 4×2 NZ 2p diesel 2004 pode orientar decisões estratégicas de proteção de frota. Em linhas gerais, algumas atitudes comuns