Valor FIPE Atual
R$ 167.218,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513101-4
Ano: 2006-3
MêsPreço
Mar/26R$ 167.218,00
Fev/26R$ 167.589,00
Jan/26R$ 167.960,00
Dez/25R$ 165.262,00
Nov/25R$ 162.578,00
Out/25R$ 162.968,00
Set/25R$ 163.174,00
Ago/25R$ 163.519,00
Jul/25R$ 163.782,00
Jun/25R$ 163.947,00
Mai/25R$ 164.276,00
Abr/25R$ 164.426,00

Visão geral da Tabela FIPE para o Scania P-124 CB 420 6×4 NZ 2p (diesel) 2006: como interpretar números e orientar decisões de seguro

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, incluindo caminhões pesados. No contexto de seguros, o FIPE funciona como um norte para a indenização em situações de perda total, reposição de frota ou renegociação de apólices. Quando falamos do Scania P-124 CB 420 6×4 NZ 2p, ano de 2006, a leitura da Tabela FIPE envolve entender não apenas a idade do veículo, mas também a configuração técnica, o uso operacional e o histórico de manutenção. Para quem atua no corretagem de seguros, compreender esses aspectos ajuda a calibrar prêmios, franquias e coberturas, promovendo uma proteção mais alinhada à realidade da operação logístico.

Antes de mergulhar nas particularidades do modelo, vale esclarecer como a FIPE é estruturada. A base de dados leva em conta diversas variáveis que afetam o valor de mercado de caminhões usados: o tipo de veículo (neste caso, caminhão pesado), a marca (Scania), o modelo específico, o ano de fabricação, a configuração de chassi e cabine, além de fatores de conservação. Não é incompleto: cada versão pode ter opções que influenciam o preço de reposição ou de venda no mercado de usados. Por isso, ao consultar a FIPE para o P-124 CB 420 6×4 NZ 2p, o corretor precisa confirmar a versão exata, o estado de conservação e eventuais modificações que não apareçam de imediato na base pública. Em seguros, esse cuidado se traduz em entender se a apólice está sendo precificada com base no valor FIPE, ajustado pela depreciação, pelo uso atual, por sinistros anteriores e por características da operação.

Tabela FIPE SCANIA P-124 CB 420 6×4 NZ 2p (diesel) 2006

Outro ponto importante é que a FIPE atua como referência estável ao longo do tempo, mas não substitui uma avaliação técnica presencial quando o veículo está com melhorias relevantes, como adição de equipamentos de segurança, telemetria avançada, ou alterações de motor e transmissão que, de fato, mudem o valor efetivo de uso. Assim, quem trabalha com seguros de caminhões pesados precisa adotar uma visão integrada: o valor FIPE serve como base, mas a seguradora pode ajustar esse parâmetro com relação aos riscos específicos da frota, ao padrão de manutenções da empresa e às condições operacionais das vias nas quais o Scania P-124 CB 420 6×4 NZ 2p atua.

Para leitores que acompanham o dia a dia da corretagem, a relação entre FIPE e seguro se dá também pela necessidade de projeções de sinistralidade e pela gestão de reservas. Em termos práticos, quanto mais consistente o histórico de bons serviços de manutenção, menos volatilidade há no prêmio, desde que o veículo esteja bem conservado e os controles de segurança estejam ativos. Por isso, entender a FIPE dentro do ecossistema de proteção veicular é fundamental para quem gerencia frotas ou avalia a viabilidade financeira de renovação de contrato.

Ficha técnica resumida do Scania P-124 CB 420 6×4 NZ 2p (diesel) 2006

  • Motor: diesel de alto desempenho, tipicamente com deslocamento próximo a 9,0 litros, capaz de entregar cerca de 420 cv de potência nominal, com torque adequado a operação de carga pesada e longas distâncias.
  • Configuração de chassi e cabina: 6×4, cabine NZ (New Zealand), 2 portas, desenho voltado a carga volumosa e estabilidade em vias desafiadoras.
  • Peso e capacidade de carga: veículo com peso bruto total na faixa de caminhão pesado, com capacidade de carga que atende a operações de transporte de itens de alto peso ou volume, dependendo da configuração de eixo e chassis.
  • Transmissão e robustez: sistema de transmissão robusto, projetado para suportar condições de uso contínuo, incluindo subidas íngremes, trechos longos de estrada e rotas com variação de terreno. O conjunto é complementar à curvatura de torque necessária para manter a produtividade na operação.

Observação sobre a ficha técnica: as informações acima refletem a configuração típica associada ao Scania P-124 CB 420 6×4 NZ 2p de 2006. Em cada frota, pequenas variações podem ocorrer conforme a especificação de fábrica, adaptações de transportadoras e histórico de manutenção. Por isso, para fins de FIPE e seguro, vale confirmar a configuração exata com o documento do veículo e, se possível, com o certificado de características técnicas (quando disponível) da unidade em questão.

A marca Scania: tradição de inovação, confiabilidade e rede de suporte

A Scania é reconhecida globalmente como fabricante de caminhões pesados, ônibus e soluções de mobilidade com foco em eficiência, durabilidade e tecnologia. Seu portfólio é estruturado para atender a operações que exigem alta capacidade de carga, robustez de chassis e confiabilidade em ambientes operacionais desafiadores, como rodovias longas, áreas urbanas de distribuição e operações de mineração. Uma das grandes marcas registradas da Scania é o compromisso com o desempenho de combustível, que se traduz em menor consumo relativo quando comparado a outras opções da mesma classe, especialmente em rotas com variação de qualidade de via e relevo. Além disso, a Scania investe significativamente em serviços de pós-venda, com rede de assistência técnica, disponibilidade de peças originais e programas de manutenção programada que ajudam a reduzir o tempo de inatividade de frota.

No Brasil, o legado da Scania se strengthening a rede de concessionárias e service centers, facilitando o suporte a caminhões de maior porte, que costumam exigir assistência especializada. A presença da marca no mercado local vai além da venda de caminhões: envolve treinamento de equipes, programas de fidelização de clientes e soluções de telemetria que auxiliam os gestores de frota a entender consumo, velocidade, paradas e desgaste de componentes críticos. Este ecossistema contribui para que seguradoras considerem a confiabilidade da marca como um fator de mitigação de risco, influenciando positivamente as condições de apólices, prêmios e opções de coberturas para operações de transporte de cargas.

Outro aspecto relevante é a visão tecnológica da Scania, que, em muitas linhas de produção, integra sistemas de gestão de frota, diagnósticos remotos e conectividade com plataformas de gestão de transporte. A sinergia entre a tecnologia do veículo e as soluções de gestão utilizadas pela seguradora pode resultar em avaliações mais precisas de risco e, em alguns casos, em benefícios adicionais para a frota, como telemetria integrada na apólice, descontos por práticas seguras e assistência 24 horas com maior cobertura geográfica. Em suma, a reputação da marca não é apenas sobre desempenho de estrada, mas sobre a capacidade de ajudar empresas a manter operações estáveis, seguras e economicamente viáveis ao longo do tempo.

Como a FIPE impacta na avaliação do veículo para seguros e o que observar na consulta

Ao planejar ou renovar um seguro para o Scania P-124 CB 420 6×4 NZ 2p, a FIPE funciona como referência inicial para o valor de reposição ou indenização no caso de perda total. O processo envolve selecionar a categoria correta (caminhão pesado), a marca (Scania), o modelo específico (P-124 CB 420 6×4), o ano (2006) e o estado de conservação. O objetivo é capturar uma estimativa que reflita o uso típico da unidade, mas sem perder de vista particularidades da frota que possam elevar ou reduzir o custo da apólice. É comum observar variações regionais e transições entre versões, o que reforça a necessidade de confirmar cada item com o proprietário ou o responsável técnico pela frota antes de fechar o contrato.

Uma diferença prática entre FIPE e o custo real da apólice reside no histórico de sinistros, nos acessório e na tecnologia de segurança instalados. Um caminhão equipado com rastreamento, alarme moderno, dispositivos antifurto, sensores de carga e sistemas de freios regenerativos pode apresentar um valor de reposição diferenciado em relação ao FIPE, refletindo o menor risco de roubo, menor probabilidade de dano a carga ou menor custo de reparo em acidente. Por outro lado, um veículo com histórico de sinistros frequentes pode sofrer ajustes de prêmio, franquias mais altas ou necessidade de coberturas adicionais, para cobrir riscos de responsabilidade civil, danos a terceiros e recuperação de carga.

A leitura cuidadosa de FIPE, acompanhada de um levantamento técnico da frota, ajuda o corretor a equacionar prêmios que sejam compatíveis com o perfil da operação. Para frotas que operam com rotas de longo curso, a FIPE pode não capturar com precisão variações sazonais de demanda por peças ou a escalada de custos de manutenção em determinadas regiões. Nesses casos, o papel da seguradora é ajustar as condições de cobertura de acordo com a realidade de uso, potencial de sinistralidade e estratégias de gestão de risco da empresa. Por isso, a avaliação integrada entre FIPE, estado de conservação, histórico de manutenção e plano de gestão de frota é indispensável para chegar a uma solução de seguro que seja justa, competitiva e capaz de sustentar o negócio em situações adversas.

Para quem busca orientação prática, um caminho comum é combinar a leitura da FIPE com uma avaliação técnica do veículo, sempre registrando itens como quilometragem, estado de pneus, freios, sistema de suspensão, iluminação e componentes de segurança. Esses elementos, quando registrados com clareza, ajudam a evitar surpresas durante a vigência da apólice e favorecem negociações em caso de reajustes de prêmio no futuro. Em síntese, FIPE é uma referência confiável, mas a melhor proteção surge da soma entre esse referencial e um plano de seguros alinhado à operação real da frota.

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