| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 220.503,00 |
| Dez/25 | R$ 220.923,00 |
| Nov/25 | R$ 221.255,00 |
| Out/25 | R$ 221.788,00 |
| Set/25 | R$ 227.475,00 |
| Ago/25 | R$ 233.308,00 |
| Jul/25 | R$ 233.683,00 |
| Jun/25 | R$ 233.918,00 |
| Mai/25 | R$ 234.387,00 |
| Abr/25 | R$ 234.599,00 |
| Mar/25 | R$ 234.543,00 |
| Fev/25 | R$ 233.068,00 |
Análise descritiva da Tabela FIPE para o SCANIA P-250 B 6×2 2p diesel E5 2015 e suas implicações para seguros
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, incluindo caminhões e veículos comerciais leves. No universo das transportadoras e frotas, entender como a FIPE se aplica a modelos específicos ajuda não apenas na reposição de ativos, mas também na definição de coberturas, limites de indenização e termos contratuais de seguros. Este texto aborda o tema exato da Tabela FIPE para o modelo SCANIA P-250 B 6×2 2p (diesel) (E5) 2015, explorando o que essa configuração representa, como interpretar os números da Tabela FIPE e quais fatores influenciam o custo do seguro para um caminhão com essa ficha técnica. Além disso, apresentamos uma visão educativa sobre a marca, a ficha técnica do veículo e as implicações práticas para quem administra seguros de frotas.
Ficha técnica do SCANIA P-250 B 6×2 2p (diesel) (E5) 2015
- Motor: diesel 9.0 L, 6 cilindros em linha, turbo intercooler, potência nominal de aproximadamente 250 cv (DIN) com torque máximo em faixa ampla para uso urbano e rodoviário. Em termos de emissões, o motor atende à norma Euro 5 (E5), o que influencia a classificação ambiental e as exigências de combustível e manutenção.
- Transmissão e tração: configuração 6×2 com eixo auxiliar e transmissão automatizada de 6 velocidades (com tecnologia tipo Opticruise, comum em caminhões Scania), proporcionando trocas suaves e eficiência no consumo durante longas jornadas e operações de frete.
- Sistema de freios e chassis: freios com ABS integrado a sistemas de controle de estabilidade (EBS) para maior segurança em diferentes condições de rodagem; eixo dianteiro e traseiro configurados para suportar cargas elevadas, típicas de operações de transporte de cargas pesadas.
- Capacidade e dimensões básicas: peso bruto total (PBT) até aproximadamente 32.000 kg, com capacidade de carga útil variável conforme a configuração de eixo e de reboque; tanque de combustível com capacidade compatível com longas viagens rodoviárias, o que impacta autonomia e regime de manutenção. As dimensões externas e as especificações de eixo ajudam a estimar o espaço de manobra, o que, por sua vez, incide em seguros com base em risco de roubo ou danos em áreas urbanas.
Observação importante: as fichas técnicas podem variar conforme o equipamento de fábrica, a configuração de eixos, o tipo de cabine, a presença de elevador de eixo (lift axle) e opções de telemetria. Por isso, ao consultar a Tabela FIPE para o SCANIA P-250 B 6×2 2p (diesel) (E5) 2015, recomenda-se confirmar os itens de configuração com o documento do veículo para alinhamento com o que é registrado no sistema FIPE e, consequentemente, com a apólice de seguro.

Sobre a marca Scania: tradição, confiança e inovação no transporte pesado
A Scania é uma fabricante sueca com uma longa trajetória no segmento de caminhões e ônibus. Fundada em 1891, a empresa consolidou-se como referência global em desempenho, durabilidade e eficiência logística. No Brasil, a Scania se destacou por oferecer uma rede de serviços robusta, com oficinas autorizadas, peças originais e soluções de manutenção programada, características decisivas para frotas que dependem de disponibilidade operacional constante. Além de lidar com a construção de caminhões que enfrentam estradas desafiadoras, a marca investe no desenvolvimento de motores com maior eficiência de combustível e menos emissão, sem comprometer a capacidade de carga e a confiabilidade de longas jornadas.
Há vários pilares que ajudam a entender a proposta da Scania para o transporte de cargas pesadas:
- Engenharia integrada: motores, transmissões, chassis e sistemas elétricos são desenhados para trabalhar de forma coesa, reduzindo falhas e facilitando a manutenção.
- Rede de assistência técnica: sucursais e centros de serviço em várias regiões, com disponibilidade de peças originais, mão de obra especializada e prontidão de atendimento.
- Inovação em segurança: sistemas de assistência ao motorista, frenagem de última geração e estabilidade em curvas são pilares que ajudam a reduzir o risco de acidentes e o custo de sinistros.
- Eficiência operacional: soluções de telemetria, diagnóstico remoto e planejamento de manutenção ajudam a maximizar a disponibilidade da frota e a reduzir o tempo de inatividade.
Essa combinação de hardware robusto, rede de suporte e foco em segurança é relevante para quem projeta seguros para caminhões Scania, pois influencia diretamente fatores de sinistralidade, custo de reparo e frequência de intervenções de manutenção preventiva.
Interpretando a Tabela FIPE para este modelo específico
Ao falar da Tabela FIPE para o SCANIA P-250 B 6×2 2p (diesel) (E5) 2015, é essencial entender como o índice se aplica a veículos pesados e como ele pode impactar o cenário de seguro. A FIPE atua como uma referência de mercado que, entre outras funções, serve de base para cálculos de indenização de sinistros, de cobrança de parcelas de seguro e de valores de reposição em casos de perda total. Embora o objetivo seja fornecer uma referência estável, vale lembrar que a seguradora pode considerar ajustes com base no histórico do veículo, na quilometragem, no estado de conservação e em adicionais instalados.
A seguir, alguns aspectos-chave para entender a aplicação da FIPE a este modelo:
- A FIPE classifica o veículo pela configuração exata — em particular, a combinação de motor, transmissão, número de eixos, peso e ano de fabricação. No caso de um SCANIA P-250 B 6×2 2p (diesel) (E5) 2015, o valor FIPE é influenciado pela condição de manutenção, estado de conservação da carroçaria, pendências mecânicas e histórico de sinistros, além de eventuais opcionais instalados pela concessionária.
- O ano de fabricação (2015) normalmente posiciona o veículo em uma faixa de idade que tende a reduzir o valor de reposição ao longo do tempo, em comparação com modelos mais recentes, ainda que caminhões bem conservados apresentem boa liquidez no mercado de usados.
- Emissões E5 são um fator relevante para o segmento, especialmente para frotas que precisam cumprir regras de emissões locais ou que buscam incentivos de operação com base no tipo de combustível ou no certificado ambiental. Em alguns mercados, veículos com certificação E5 podem ter vantagens operacionais ou tributárias que também podem refletir indiretamente no preço de seguro.
- Para seguradoras, a utilização real do veículo (milhagem mensal, tipo de carga, regiões de operação, condições de uso em estradas e áreas urbanas) pode ajustar o valor segurável além da cifra de referência da FIPE. Um caminhão que percorre longas distâncias em vias de alta velocidade pode apresentar maior probabilidade de desgaste, incidência de sinistros de colisão ou danos por desgaste prematuro de freios, influenciando o prêmio final.
É comum que as seguradoras utilizem a FIPE como parâmetro-base, complementando com avaliações técnicas, vistoria e dados de telemetria para chegar a uma proposta que reflita o risco real da operação. Para empresas que trabalham com frotas, entender esse mecanismo facilita negociações com a corretora e com a seguradora, assegurando coberturas alinhadas ao valor de reposição e às necessidades de proteção da operação.
Impacto da FIPE na gestão de seguros e na proteção da frota
A ligação entre a Tabela FIPE e o seguro de caminhões envolve aspectos técnicos, econômicos e operacionais. Quando o valor de reposição indicado pela FIPE aumenta ou permanece estável, isso pode influenciar o prêmio, o teto de cobertura e as condições de indenização. Um caso comum é a escolha entre seguro com indenização integral (valor de reposição) ou indenização parcial com base no valor de venda ou de referência no mercado. Caminhões de marca reconhecida, como o SCANIA P-250 B 6×2 2p, costumam apresentar sinistralidade relativamente baixa quando equipados com sistemas de segurança modernos e com manutenção preditiva regular, o que tende a manter prêmios competitivos para frotas responsáveis.
Além disso, a FIPE pode nortear a decisão de manter o veículo na frota como ativo de seguro, influenciando o equilíbrio entre custo de seguro e custo de propriedade. Em operações logísticas críticas, onde a disponibilidade do veículo é vital, a escolha por coberturas que assegurem reposição rápida e assistência 24h pode ser mais vantajosa do que optar por prêmios mais baixos que deixem o custo de reposição exposto a variações de mercado. Por isso, entender o que compõe a FIPE e como ela se aplica ao SCANIA P-250 B é essencial para a análise de risco e para a definição de estratégias de proteção de ativos.
Considerações de proteção para o SCANIA P-250 B 6×2 2p (diesel) E5 2015
Ao planejar a proteção de uma frota com esse modelo, é recomendável observar pontos que impactam a segurança, a saúde financeira da operação e o valor segurável. Abaixo seguem quatro itens relevantes para a abordagem educativa e prática:
- Manutenção programada: manter o veículo em dia com revisões recomendadas pela Scania reduz o risco de falhas mecânicas que possam gerar sinistros e impacto no valor de reposição, além de preservar a performance do motor e da transmissão.
- Telemetria e monitoramento: sistemas de rastreamento e diagnóstico remoto ajudam a acompanhar o uso real do caminhão (quilometragem, rota, consumo e comportamento do motorista), contribuindo para práticas de condução mais seguras e decisões de seguro mais precisas.
- Segurança ativa e passiva: investir em sistemas como ABS/EBS, controle de estabilidade, assistência de freio e treinamento de condutores reduz o índice de sinistralidade, o que se reflete em condições de seguro mais favoráveis.
- Documentação e regularização: manter documentação atualizada (certificados de conformidade, comprovantes de manutenção, histórico de sinistros) facilita a avaliação de risco pela seguradora e evita entraves no processo de indenização.
Para frotas com esse perfil, combinar uma avaliação fiável do valor de reposição com um plano de seguro que priorize disponibilidade, cobertura de danos causados por terceiros e proteção contra roubo é uma estratégia robusta. Considerar a Tabela FIPE como referência, mas alinhar com o histórico real de uso e com as condições de operação da frota, tende a oferecer uma visão mais precisa do custo total de propriedade e do custo anual de proteção.
Se você está buscando uma orientação prática sobre como estruturar uma apólice que reflita fielmente o valor de reposição do SCANIA P-250 B 6×2 2p (diesel) (E5) 2015, a GT Seguros oferece suporte técnico com soluções personalizadas. Para conhecer opções de seguro sob medida, considere solicitar uma cotação com a GT Seguros.
