| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 136.575,00 |
| Dez/25 | R$ 136.835,00 |
| Nov/25 | R$ 137.041,00 |
| Out/25 | R$ 137.371,00 |
| Set/25 | R$ 137.812,00 |
| Ago/25 | R$ 138.103,00 |
| Jul/25 | R$ 138.325,00 |
| Jun/25 | R$ 138.464,00 |
| Mai/25 | R$ 138.742,00 |
| Abr/25 | R$ 138.867,00 |
| Mar/25 | R$ 139.076,00 |
| Fev/25 | R$ 139.160,00 |
Guia de leitura da Tabela FIPE para o Scania P-270 B 4×2 2p (diesel) 2012
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar valores de mercado de veículos usados, desde automóveis até caminhões e ônibus. Para quem atua no setor de seguros, corretagem e gestão de frotas, entender como esse índice funciona é essencial para tomada de decisão, precificação de apólices e planejamento financeiro. Quando o assunto é o Scania P-270 B 4×2 2p movido a diesel, ano 2012, a leitura correta da FIPE envolve não apenas o valor histórico do veículo, mas também como variações, estado de conservação, configuração da cabine e a aplicação logística influenciam o “valor de referência” utilizado por seguradoras e consultores de seguros. Este artigo propõe destrinchar esse fenômeno, apresentando a ficha técnica do modelo, o papel da marca Scania no mercado e orientações práticas para quem utiliza a FIPE como base de seguro e reposição de perdas.
Entendendo a função da FIPE e seu impacto no segmento de caminhões
A Tabela FIPE, criada com o objetivo de padronizar o acompanhamento de preços de veículos usados, captura dados de negociações reais e observações de mercado ao longo do tempo. No caso dos caminhões, especialmente de uma linha consolidada como a Scania P, a FIPE não apenas espelha o valor de reposição em caso de sinistro como também serve de referência para negociações de venda, reajustes de contrato de leasing e avaliação de garantias. Para o Scania P-270 B 4×2 2p diesel de 2012, isso significa que a leitura da FIPE deve considerar a configuração específica do veículo, pois pequenas variações de equipamento, cabine, carroceria e estado geral podem gerar distorções entre o preço de tabela e o valor efetivo do veículo no mercado local.

Além disso, vale destacar que a utilidade da FIPE na área de seguros está ligada a conceitos de depreciação, reposição e indenização. Muitas seguradoras utilizam o valor FIPE como referência para atribuir o prêmio, para estabelecer o valor de indenização em caso de perda total e, eventualmente, para reajustes de coberturas ao longo da vigência da apólice. Contudo, o FIPE é apenas uma referência. Em operações mais complexas, as seguradoras costumam considerar também a quilometragem atual, o histórico de manutenção, o estado do motor, a integridade estrutural, o tipo de carroceria e até a região de circulação para chegar a uma avaliação mais ajustada ao risco.
Neste contexto, é fundamental compreender que o número presente na FIPE para o Scania P-270 B não representa o custo de reposição de uma peça isolada ou o preço de uma configuração personalizada. Ele traduz, de forma ampliada, a média de transações de mercado para aquele modelo específico, naquela faixa de ano e com o conjunto de características descritas. Assim, interpretar a tabela com clareza envolve reconhecer que o valor muda conforme o conjunto de fatores do veículo, a disponibilidade de unidades similares na região e as práticas de precificação adotadas pelas empresas de venda de caminhões usados.
Ficha técnica do Scania P-270 B 4×2 2p (diesel) 2012
Marca: Scania. A Scania é uma fabricante sueca de caminhões, ônibus e motores industriais com forte atuação global. Ao longo das décadas, a marca consolidou reputação por durabilidade, tecnologia embarcada e rede de assistência que acompanha o cliente em diferentes mercados, incluindo o Brasil. O P-270 B faz parte da linha P, conhecida pela robustez voltada a transporte de cargas médias e rodoviárias, com foco em confiabilidade operacional para frotas que precisam de disponibilidade e facilidade de manutenção.
Linha/modelo: Linha P, versão P-270 B. No universo Scania, as designações costumam indicar a capacidade de motorização e a configuração da cabine. A letra “B” indica uma configuração de cabine que atende a uma dupla função de conforto para o motorista e espaço de condução adequado à operação de transporte de carga, mantendo o foco na simplicidade de manutenção, confiabilidade e eficiência energética dentro do segmento.
Ano/modelo: 2012. Este é o ano de fabricação e de referência para avaliação de desgaste, componentes de série disponíveis na época e limitações de emissões decorrentes das regulamentações vigentes naquele período. Veículos dessa faixa etária costumam exigir verificações específicas de motor e sistemas de injeção, além de atenção ao estado de freios, suspensão e chassis, que impactam diretamente na segurança e na performance em longas jornadas.
Tipo de veículo: Caminhão com cabine simples (2 lugares), tração 4×2. Trata-se de uma configuração tradicional para caminhões de distribuição e transporte de cargas que não requerem tração integral. A cabine simples facilita a operação urbana e a instalação de diferentes tipos de carroceria, como baú, tambor, ração, entre outros, dependendo da aplicação logística da empresa.
Motor e alimentação: Diesel, 6 cilindros em linha. O motor diesel em linha de 6 cilindros é uma configuração comum para caminhões médios e pesados, capaz de entregar torque estável e potência suficiente para retomadas, ascensos de morros e transporte de cargas com boa relação peso/potência. A caracterização de motor de 9 litros de deslocamento é frequente nesta faixa de veículo, especialmente na family Scania P, com escolhas de gestão de combustível que visam equilíbrio entre consumo e desempenho.
Potência: até aproximadamente 270 cv. Esse patamar de potência permite ao P-270 B enfrentar trechos rodoviários com carga moderada a pesada, mantendo velocidade estável em subidas e descidas com a redução de consumo coresponsável. A potência anunciada é uma referência que pode variar conforme a configuração de motor, sistema de gestão eletrônica, turbocompressor e ajuste do acelerador no momento da montagem de fábrica.
Torque: robusto, na faixa adequada a aplicações de transporte de cargas médias. O torque disponível, dentro do patamar de um motor de 9 litros, é crucial para manter desempenho em trechos de subida, carga útil e condições de tráfego urbano com frequentes paradas. O custo-benefício, nesse sentido, envolve manter a motorização sob boa condição de manutenção para não perder a resposta de torque em momentos críticos do trajeto.
Transmissão: manual com várias marchas (configuração típica para esse conjunto). A transmissão manual oferece controle direto sobre as marchas, o que pode ajudar o motorista a extrair melhor desempenho em diferentes cenários de carga e terreno. Em muitos parques de frota, esse tipo de câmbio permanece popular por ser simples de manter, com peças de reposição amplamente disponíveis e treinamento de condutores já consolidado.
Carroceria e chassis: configuração rígida com eixo dianteiro e eixo traseiro compatíveis com 4×2. A arquitetura 4×2 é comum para caminhões de distribuição e transporte de cargas em rodovias e estradas com maior tráfego de vias urbanas. O chassi é projetado para receber diferentes tipos de carroceria, o que proporciona flexibilidade de uso em várias aplicações logísticas, desde entregas até unidades de frota pesadas.
Dimensões e peso: variam conforme a carroceria instalada e as especificações de fábrica. Veículos dessa linha podem apresentar variações de comprimento, largura, altura e peso bruto total (PBT) conforme o equipamento adicional, cabine estendida, tipo de engate e alcance de eixo. Portanto, ao considerar a FIPE, é necessário confirmar qual a configuração exata do exemplar avaliado para obter uma referência alinhada com o veículo específico.
Capacidade de carga: depende da configuração de carroceria e do PBT. Como o P-270 B é usado com diferentes tipos de carroceria, a carga útil efetiva pode variar. Em termos de aplicação, ele costuma atender operações de distribuição de média e longa distância, com balanço entre carga transportada e consumo de combustível, o que torna o modelo atraente para frotas que precisam de versatilidade sem abrir mão da eficiência.
Observações sobre o estado de conservação: a ficha técnica acima descreve características gerais do modelo. A variação de estado entre unidades diferentes pode ser significativa: quilometragem, histórico de manutenção, condições de desgaste de motor, sistema de freios e suspensão, além de eventuais intervenções de eixo e transmissão, impactam fortemente o desempenho real e, por consequência, o valor de mercado indicado pela FIPE para aquela unidade específica.
A marca Scania: tradição, inovação e foco em eficiência
A Scania é reconhecida mundialmente pela engenharia e pela visão de longo prazo voltada à durabilidade, segurança e eficiência operacional. A empresa investe pesadamente em tecnologia embarcada, telemetria, conectividade e soluções de gestão de frota que ajudam clientes a reduzir custos operacionais e melhorar a confiabilidade de entregas. A marca também tem um histórico de suporte pós-venda sólido, com redes de assistência técnica que cobrem grande parte do território nacional. Esse ecossistema de suporte é um fator decisivo para empresas que dependem de disponibilidade de caminhões em operação contínua, já que a manutenção efetiva é parte integrante da gestão de custos de uma frota.
No segmento de caminhões médios e pesados, a Scania destacou-se pela busca de eficiência energética, novas soluções de motorizações com emissões reduzidas e opções de transmissão que ajudam a manter o equilíbrio entre desempenho e consumo. Além disso, a Scania tem se engajado em programas de sustentabilidade e em soluções digitais que otimizam a gestão da frota, como rastreabilidade de peças, planejamento de manutenção e prontidão de atendimento. Para o proprietário de uma P-270 B
