| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 227.555,00 |
| Dez/25 | R$ 226.394,00 |
| Nov/25 | R$ 232.199,00 |
| Out/25 | R$ 232.199,00 |
| Set/25 | R$ 238.153,00 |
| Ago/25 | R$ 238.655,00 |
| Jul/25 | R$ 244.278,00 |
| Jun/25 | R$ 240.432,00 |
| Mai/25 | R$ 236.646,00 |
| Abr/25 | R$ 242.714,00 |
| Mar/25 | R$ 238.892,00 |
| Fev/25 | R$ 235.130,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o SCANIA P310 B 4×2 2p (diesel) E5 — aspectos de ficha técnica e seguro (2014)
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para verificar valores de mercado de veículos usados. Embora o objetivo principal seja indicar um parâmetro de referência, entender como a tabela se aplica a caminhões e, em especial, ao SCANIA P310 B 4×2 2p (diesel) E5 de 2014, é fundamental para quem atua no ramo de corretagem de seguros, gestão de frota ou aquisição de veículos. Em caminhões, o valor de FIPE pode servir como base para definição de coberturas, soma segurada, depreciação e eventual reposição, sempre em conjunto com dados técnicos e de uso. Este artigo apresenta uma visão educativa sobre a Tabela FIPE para esse modelo, traz uma ficha técnica resumida, contextualiza a marca Scania e aponta impactos práticos para seguros, com uma chamada para cotação na GT Seguros ao final.
Ficha Técnica resumida do SCANIA P310 B 4×2 2p (diesel) E5 (2014)
Abaixo, sintetizamos informações técnicas-chave que costumam compor a ficha técnica de um caminhão nessa configuração. Os dados ajudam a entender o perfil do veículo e orientam, por exemplo, a avaliação de seguro, de manutenção e de depreciação na FIPE. Observação: valores exatos podem variar conforme a configuração específica de fábrica, carroceria, implementos e estado de conservação. Os itens aqui apresentados servem como referência prática para o modelo descrito.

- Motor: diesel, motor DC9 de aproximadamente 9,0 litros; configuração de seis cilindros em linha; emissão E5
- Potência e torque: aproximadamente 310 cv de potência, torque máximo na casa de 1.400 a 1.550 Nm, dependendo da calibração da motorização e do regime de rotações
- Transmissão: manual, com um conjunto de 6 marchas à frente (configuração comum para caminhões pesados da época)
- Configuração de chassi: 4×2, cabine simples com duas portas; peso bruto total (PBT) típico em faixa de carga útil elevada; payload estimado entre 8 a 12 toneladas, com PBT entre aproximadamente 14 e 19 toneladas, variando conforme peça, carroceria e especificação de fábrica
Além dessas informações, outros aspectos relevantes para a FIPE e para o seguro incluem a distância entre eixos, o volume de combustível (tanque típico de caminhão de longo alcance), o tipo de carroceria instalada (carga seca, baú, plataforma, entre outros) e o estado geral do veículo. No entanto, o foco aqui é apresentar um conjunto objetivo de dados que ajudam a compreender o perfil do SCANIA P310 B 4×2 2p (diesel) E5 de 2014 dentro da lógica da FIPE, que, somado a fatores de uso, influencia a avaliação de risco para seguro.
A marca Scania: tradição, inovação e rede de serviço
Fundada em 1891 na Suécia, a Scania é reconhecida mundialmente por sua especialização em caminhões, ônibus e motores industriais. Ao longo de mais de um século, a marca construiu uma reputação sólida baseada em três pilares: robustez, eficiência e confiabilidade operacional. O portfólio de caminhões Scania, incluindo a linha P, é conhecido pela durabilidade em operações de transporte urbano, intermunicipal e de longas distâncias, bem como pela eficiência de consumo de combustível quando aliado a tecnologias modernas de gerenciamento de motor e transmissão. Em termos de serviço, a rede de assistência técnica da Scania, com concessionárias autorizadas, peças originais e programas de manutenção, oferece suporte que impacta diretamente na disponibilidade da frota e na vida útil do veículo.
O SCANIA P310 B, na faixa de 310 cv, entra na categoria de caminhões médios a pesados, voltados para aplicações de distribuição regional, frete de média distância e operações que exigem boa capacidade de carga, desempenho em estradas e boa manobra com cabine de duas portas. A construção do chassi, a robustez da mecânica e a disponibilidade de soluções de telemática e diagnóstico são pontos que costumam influenciar positivamente a avaliação de seguros e o custo de operação ao longo da vida útil do veículo. Além disso, a marca tem histórico de foco em redução de emissões e conformidade com padrões como o E5, o que também é considerado na avaliação de risco, especialmente para frotas que precisam manter características de conformidade ambiental.
Conexão entre FIPE, uso operacional e seguro
A função da Tabela FIPE no contexto de seguros não é apenas indicar um valor de referência para o veículo. Ela serve como base de cálculo para a soma segurada, para análises de depreciação e para a condução de programas de seguro com base em valor de reposição ou de mercado. No caso de caminhões como o SCANIA P310 B 4×2 2p (diesel) E5 2014, o valor FIPE influencia diretamente a definição de coberturas como casco total e roubo/furto, bem como as cláusulas de responsabilidade civil necessária para atividades de transporte. É comum que seguradoras utilizem o FIPE como referência inicial, ajustando conforme a condição do veículo (km, conservação, modificações), a região de operação, a idade da frota e o histórico de sinistros.
Além disso, ao considerar o modelo P310 B, aspectos como a presença de motor E5, a tração 4×2, o tipo de carroceria e o uso típico (carga, rotas, tempo de uso diário) podem impactar a tarifa. Um veículo com maior capacidade de carga pode oferecer maior valoração de risco para certas coberturas, enquanto a idade do veículo e o regime de uso podem aumentar o custo de sinistros potenciais. Por isso, entender a ficha técnica, o valor FIPE correspondente e as condições operacionais é essencial para quem atua na corretagem de seguros ou na gestão de frotas.
Para_fins educativos, vale destacar que a FIPE não é o preço de venda atual nem o preço de reposição de fábrica. Ela representa uma média de mercado, baseada em transações de veículos usados, com variações regionais e condicionais. Por isso, quando aFIPE serve de base para o seguro, a corretora e a seguradora devem confirmar a condição real do veículo, o histórico de manutenção, as modificações e o plano de cobertura desejado para chegar a uma cotação precisa e adequada à realidade da frota.
Notas práticas para quem trabalha com seguros de caminhões como o P310 B
- Observar o ano/modelo é essencial: veículos de 2014, como o P310 B, costumam ter depreciação diferente de modelos mais novos. A idade ajuda a moldar o custo de seguro, especialmente na cobertura casco.
- Considerar a utilização operacional: rotas constantes, tipo de carga, peso transportado e frequência de viagens afetam o risco de sinistros e a necessidade de coberturas adicionais, como proteção de cargas e assistência em viagem.
- Verificar a quilometragem anual estimada: frotas com alta utilização tendem a ter maior probabilidade de desgaste, o que pode influenciar a tarifa.
- Escolha de coberturas: a decisão entre casco total, casco com terceiros e acessórios, e RC (responsabilidade civil) vale para combinar proteção com o custo de seguro, alinhando-se ao FIPE e às necessidades da operação.
Com esse arcabouço, quem trabalha com seguros de caminhões pode orientar melhor seus clientes sobre o que esperar da Tabela FIPE,
