| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 338.757,00 |
| Fev/26 | R$ 340.460,00 |
| Jan/26 | R$ 341.211,00 |
| Dez/25 | R$ 341.250,00 |
| Nov/25 | R$ 341.250,00 |
| Out/25 | R$ 335.980,00 |
| Set/25 | R$ 337.059,00 |
| Ago/25 | R$ 342.899,00 |
| Jul/25 | R$ 344.678,00 |
| Jun/25 | R$ 346.411,00 |
| Mai/25 | R$ 340.864,00 |
| Abr/25 | R$ 340.275,00 |
Guia detalhado para a Tabela FIPE do Scania P-310 B 6×4 2p (E5) 2015 e seu impacto no seguro
A Tabela FIPE é amplamente utilizada no Brasil como referência de valor de mercado para veículos usados, incluindo caminhões pesados. Quando se trata de seguros, essa referência influencia a indenização, o cálculo de coberturas e a avaliação de risco — aspectos fundamentais para quem administra frotas ou busca proteção adequada para ativos de transportes. No caso específico do Scania P-310 B 6×4 2p (E5) 2015, compreender como a FIPE referencia o valor ajuda a alinhar a cobertura às necessidades reais do negócio, evitando tanto subseguro quanto superproteção.
Este artigo apresenta uma visão educativa sobre como ler a Tabela FIPE para esse modelo, além de discutir a ficha técnica do veículo, aspectos da marca Scania e implicações práticas para o seguro de caminhões. O objetivo é oferecer clareza para gerentes de frota, motoristas e corretores de seguros que precisam interpretar números de forma contextual, levando em conta a configuração do veículo, o uso operacional e os cenários de sinistro mais comuns no transporte de cargas.

Ficha Técnica do Scania P-310 B 6×4 2p (E5) 2015
Abaixo estão os elementos-chave da configuração típica associada ao Scania P-310 B 6×4 2p (E5) do ano 2015. Vale lembrar que, dentro da mesma linha de modelo, podem ocorrer variações por finalidade (carga leve, pesada, construção civil, transporte de contêineres etc.) e por configuração de fábrica. A leitura correta da ficha técnica é essencial para estimar valor na FIPE e, consequentemente, o nível de proteção adequado no seguro.
- Motor: diesel, projeto de 9,0 litros (família DC9), com potência nominal de aproximadamente 310 cv, adaptado à norma Euro 5 (E5). Torque máximo elevado, adequado para retomadas, trechos íngremes e deslocamento de cargas pesadas.
- Transmissão: opção entre câmbio manual de várias marchas (geralmente em torno de 16 velocidades) ou transmissão automatizada Scania Opticruise, que combina eficiência de embreagem com conforto de operação em longos percursos.
- Tração e chassis: configuração 6×4 (três eixos, dois deles motrizes), destinada a estabilidade e capacidade de tração em terrenos desafiadores. Essa arquitetura favorece a distribuição de peso em aplicações de transporte de carga pesada.
- Cabine e peso: cabine para até 2 ocupantes, com configuração de uso diário para transporte de cargas. O Peso Bruto Total (PBT) varia conforme o conjunto escolhido, com faixas típicas para esse tipo de veículo entre faixas de capacidade amplas; a carga útil depende do layout do chassi e das regulamentações locais, além de itens opcionais instalados pela fabricante.
É importante notar que valores exatos podem mudar conforme a configuração específica do veículo, a quilometragem, o histórico de manutenção, opções de equipamentos e condições de uso. A FIPE utiliza dados de mercado que refletem essas variações, o que reforça a necessidade de confirmar a referência atualizada no momento da cotação de seguro.
Sobre a marca Scania
A Scania é uma das marcas mais reconhecidas no segmento de caminhões, pesados e ônibus, com origem na Suécia e uma história que remonta a mais de um século. Fundada em 1891, a Scania construiu uma reputação sólida pela robustez, pela engenharia de ponta e pela rede de serviços que acompanha clientes ao redor do mundo. No Brasil, a Scania consolidou-se como parceira de longo prazo para transportadoras, empresas de logística, operadores de construção e atuação em setores que demandam confiabilidade crítica para operações contínuas.
Um dos pilares da marca é a combinação entre performance e eficiência. Os motores DC9 — a linha com 9,0 litros de deslocamento — são conhecidos por oferecer equilíbrio entre potência, torque e durabilidade, características valiosas para caminhões de 6×4 que precisam enfrentar longas distâncias, aclives desafiadores e cargas pesadas. Além disso, a Scania tem investido fortemente em tecnologia de gestão de frotas, telemática e soluções digitais para monitoramento de desempenho, consumo de combustível e manutenção preditiva. Essas inovações não apenas elevam a produtividade, mas também ajudam a reduzir o custo total de propriedade, um fator de peso para companhias que trabalham com margens apertadas.
Outra dimensão relevante da Scania é a sua rede de serviços. O suporte técnico, disponibilidade de peças e a agilidade de atendimento são diferenciais que impactam diretamente na continuidade das operações. Em termos de segurabilidade, a confiabilidade da marca pode influenciar prêmios de seguro e condições de cobertura, uma vez que veículos com histórico consistente de desempenho costumam apresentar perfiles de risco mais estáveis aos olhos das seguradoras. Por fim, a Scania tem promovido práticas de sustentabilidade e eficiência energética, o que reflete em motores mais eficientes, alternativas de telemática para gestão de emissões e programas de reciclagem de componentes — aspectos que, a médio prazo, também podem refletir positivamente na gestão de ativos e nos custos operacionais.
Como a Tabela FIPE é utilizada no seguro de caminhões
A Tabela FIPE funciona como uma referência de valor de mercado para veículos usados no Brasil. No âmbito do seguro, esse valor serve como base para cálculos de indenização, reposição e avaliação de riscos. Em termos práticos, quando você contrata um seguro de caminhão — incluindo modelos como o Scania P-310 B 6×4 2p (E5) 2015 — o valor segurado costuma se apoiar em duas possibilidades comuns: o valor de mercado, que se aproxima do que a FIPE aponta para aquele veículo naquele período, e, quando contratado, o valor de reposição a novo ou de reposição integral, que pode exigir apólices com coberturas adicionais. A diferença entre essas abordagens influencia diretamente o montante de prêmios e as condições de indenização em caso de sinistro.
É comum que as seguradoras utilizem a FIPE como referência inicial na avaliação de sinistros com perda parcial ou total, especialmente para veículos usados. No entanto, o valor final pago em uma indenização pode depender de fatores adicionais, como condições de uso, histórico de manutenção, quilometragem, alterações feitas no veículo, há necessidade de avaliação específica de peças de reposição originais, além de eventuais depreciações decorrentes de idade e desgaste. Em muitos casos, pode haver diferença entre o valor de mercado calculado pela FIPE e o preço de reposição que a seguradora oferece, especialmente quando o veículo possui equipamentos especiais, configurações de cabine diferenciadas ou itens de proteção de carga que impactam o valor de reposição.
Para quem administra frotas, entender a relação entre FIPE e seguro ajuda a tomar decisões mais embasadas. Em particular, vale considerar: a periodicidade de atualização da FIPE, que ocorre mensalmente, e a necessidade de manter documentação de manutenção em dia, bem como o registro de vistorias e adequações feitas no veículo. Além disso, compreender o impacto de diferentes cenários de sinistro — colisão, roubo, incêndio, danos a terceiros — permite alinhar as coberturas com o valor estimado pela FIPE e com as exigências específicas do negócio, evitando lacunas de proteção ou custos desnecessários com prêmios acima do necessário.
Implicações práticas para a cotação de seguro com base na FIPE
Ao considerar a cotação de seguro de um Scania P-310 B 6×4 2p (E5) 2015, alguns aspectos práticos ajudam a tornar o processo mais preciso e eficiente:
Primeiro, a configuração específica do veículo tem impacto direto no valor referenciado pela FIPE. Modelos na mesma linha podem ter variações de motor, transmissão, cabine e acessórios que alteram o valor de referência. Por isso, ao solicitar orçamentos, forneça detalhes completos sobre a configuração do seu caminhão, incluindo se utiliza motor europeu com especificação E5, o tipo de câmbio, se há cabine dupla, dispositivos de proteção de carga, sistema de telemetria ou itens de segurança adicionais. Quanto mais preciso for o cadastro, mais refletida será a cotação na prática.
Segundo, a condição de uso influencia o custo do seguro. Caminhões em regimes de operação contínua, com alta quilometragem, pouco tempo de folga entre manutenções ou com histórico de sinistros tende a apresentar prêmios mais elevados. Por outro lado, veículos com manutenção regular, histórico de sinistralidade baixo e uso controlado costumam obter condições mais favoráveis. A FIPE, nessa equação, funciona como referência estável para o valor do veículo, mas o prêmio é calibrado com base em dados operacionais e de risco específicos do usuário.
Terceiro, vale considerar cenários de cobertura. Coberturas básicas podem cobrir apenas danos a terceiros e responsabilidade civil, enquanto opções adicionais protegem contra roubo, furto qualificado, incêndio, colisões com danos ao veículo segurado, e até proteção de acessórios e equipamentos instalados. O valor segurado precisa refletir não apenas o preço de mercado estimado pela FIPE, mas também o custo de reposição dos componentes originais e especializados que compõem a montagem do P-310 B, bem como a possibilidade de prorrogação da indenização para repor a frota com unidades equivalentes ou com peças originais, conforme o contrato.
Quarto, a análise de custo-benefício. Embora ajustar o valor segurado para ficar exatamente igual à FIPE pareça lógico, nem sempre é o caminho mais econômico. Em alguns cenários, optar por uma cobertura com valor de reposição a novo para determinados itens críticos pode reduzir o risco de subvalorizar o veículo em caso de sinistro completo. Já para veículos com histórico de uso mais antigo ou com depreciação considerável, o valor de mercado, com franquias adequadas, pode ser mais proporcional ao desempenho da frota. Um corretor experiente pode orientar sobre o equilíbrio entre proteção e prêmio, levando em conta a realidade operacional, a importância da continuidade do serviço e o impacto financeiro de incidentes.
Por fim, manter documentação organizada é uma prática simples, mas eficaz. Certificados de manutenção, histórico de revisões, seguros anteriores, notas técnicas de modificações e comprovantes de garantia ajudam a fundamentar o valor informado na FIPE e a justificar as condições de cobertura. Em muitos casos, a seguradora solicita documentos adicionais para confirmar o estado do veículo e para evitar discrepâncias entre o valor de referência e o que de fato está segurado.
Em síntese, a Tabela FIPE é uma referência importante no ecossistema de seguros, mas sua aplicação prática depende de uma leitura holística: configuração do veículo, histórico de uso, necessidades de proteção, e o equilíbrio entre custo de prêmio e nível de cobertura. O Scania P-310 B 6×4 2p (E5) 2015, com sua arquitetura 6×4 e motor robusto, exige uma avaliação cuidadosa para determinar o valor segurado que reflita a realidade de operação e a proteção necessária para uma frota que depende da confiabilidade desse ativo estratégico.
Para quem busca uma orientação prática e uma cotação alinhada às necessidades da sua operação, a GT Seguros pode ajudar a traduzir as especificações técnicas, a FIPE atualizada e as exigências de cobertura em uma proposta personalizada, com foco em tranquilidade operacional e proteção financeira.
Se desejar iniciar já a avaliação, considere uma cotação com a GT Seguros para explorar as opções de coberturas, limites e condições que melhor atendam ao seu perfil de uso, sem abrir mão da eficiência e da segurança.
