Valor FIPE Atual
R$ 218.863,00
↑ 0,1% vs mês anterior
FIPE: 513189-8
Ano: 2012-3
MêsPreço
Jan/26R$ 218.863,00
Dez/25R$ 218.538,00
Nov/25R$ 219.637,00
Out/25R$ 220.741,00
Set/25R$ 221.851,00
Ago/25R$ 222.319,00
Jul/25R$ 223.437,00
Jun/25R$ 224.560,00
Mai/25R$ 225.689,00
Abr/25R$ 226.824,00
Mar/25R$ 223.252,00
Fev/25R$ 218.524,00

Guia de leitura da Tabela FIPE para o SCANIA P-340 A 6×2 2p (diesel) 2012 e o impacto na seguradora

Quando se avalia o custo de um seguro para caminhões pesados, como o SCANIA P-340 A 6×2 2p (diesel) de 2012, a tabela FIPE aparece como referência central. Ela não apenas orienta o preço de compra de veículos usados, mas também influencia com bastante força a avaliação de risco, o valor segurado e as condições da apólice. Neste artigo, vamos explorar como a Tabela FIPE funciona para esse modelo específico, o que a ficha técnica do veículo traz de essencial para a corretagem de seguros e quais são os pontos-chave que ajudam a entender melhor o custo-benefício de uma proteção adequada para frotas ou proprietários autônomos.

O que é a Tabela FIPE e como ela aparece na apólice de seguro

A Tabela FIPE é um banco de dados que consolida valores médios de veículos usados, calculados com base em transações reais, anúncios e dados do mercado automotivo. Ela serve como referência para estimar o valor de reposição ou o valor de mercado encaminhado pela seguradora na hora de estipular o prêmio, a cobertura e as franquias. Para o setor de transportes, o uso da FIPE facilita a comunicação entre seguradora, corretor e cliente, oferecendo uma base padronizada para comparar diferentes modelos e configurações.

Tabela FIPE SCANIA P-340 A 6×2 2p (diesel) 2012

Quando o assunto é o SCANIA P-340 A 6×2 2p (diesel) fabricado em 2012, a FIPE leva em conta uma série de fatores que podem variar conforme a configuração de fábrica, o estado de conservação e alterações ao longo do tempo. Entre os elementos que costumam influenciar o valor de referência estão o motor, a transmissão, o estado da cabine, a presença de acessórios de conforto ou de tecnologia embarcada, bem como o histórico de uso do veículo. Importante compreender que a FIPE funciona como parâmetro de referência, enquanto a seguradora pode aplicar ajustes específicos conforme o perfil do condutor, o tipo de carga transportada, a região de operação e as condições de uso do veículo.

Para o corretor de seguros, a leitura correta da FIPE envolve cruzar o valor de referência com a ficha técnica do veículo e com dados adicionais da frota. O resultado é uma visão mais fiel do risco agregado: veículos com histórico de sinistros, com modificações não aprovadas ou com baixa manutenção tendem a ter um prêmio mais alto, independentemente do valor FIPE. Já caminhões bem mantidos, com telemetria e padrões de segurança reforçados, costumam apresentar prêmios mais competitivos, já que o risco de perda é percebido como menor pela seguradora. Em resumo, a FIPE é a bússola que orienta a avaliação de valor da mercadoria imobilizada, servindo como referência para o rateio de prêmios, a definição das coberturas (como casco, carga e responsabilidade civil) e a escolha de franquias.

Ficha Técnica do Scania P-340 A 6×2 2p (diesel) 2012

Abaixo apresenta-se uma ficha técnica organizada para facilitar a consulta rápida pelo leitor e facilitar o cruzamento com a FIPE durante a análise de seguros. Vale notar que dados podem variar conforme a configuração de fábrica e o país de venda; o conteúdo a seguir descreve uma configuração típica para esse modelo na linha de 2012.

Marca: Scania

Modelo: P-340 A 6×2 2p (diesel)

Ano de fabricação: 2012

Tipo de veículo: Caminhão pesado com configuração 6×2, tripla (com eixo traseiro de tração e eixo tag/auxiliar)

Motor: Scania diesel 9.0 litros (6 cilindros em linha)

Nº de cilindros: 6

Cilindrada: Aproximadamente 9.0 L

Potência máxima: 340 HP (cavalos de potência)

Torque: Faixa de torque máxima entre 1.500 a 1.700 Nm (varia conforme a configuração e o regime de giro)

Transmissão: Opção de transmissão automatizada Opticruise com 12 velocidades (ou configuração similar dependendo do lote)

Cabine: Day cab (cabine simples) com duas portas, voltada para longas jornadas com foco em ergonomia do motorista

Eixos e tração: 6×2, com dois eixos dianteiros e um eixo traseiro de tração, mais eixo de apoio (tag) conforme a configuração

Suspensão: Sistema com suspensão a molas em linhas comuns de caminhões pesados, com variações de acordo com o eixo (dianteiro e traseiro)

Freios: Sistema de freios com ABS/EBS, conforme especificação de fábrica, com serviço de freio de retardo conforme norma de transporte

Peso bruto total (PBT): Faixa típica entre 28.000 kg e 34.000 kg, variando conforme configuração de eixo, cabine e adicionais de fábrica

Capacidade de carga: Depende da configuração de chassi, entrelaçamento de eixo e suspensão; projetado para transporte de cargas pesadas e uso em logística de longa distância

Tanque de combustível: Capacidade típica de tanques de 300 a 400 litros, dependendo da configuração de linha e de economia de combustível

Dimensões aproximadas: Comprimento total variável, com projeções em torno de 7,0 a 9,0 metros (dependendo de acessórios e arranjos de eixo); largura em torno de 2,5 metros; altura compatível com padrões de cabine

Emissões: Configurações de fábrica em 2012 incluem padrões compatíveis com as normas locais da época (varia por região); é comum encontrar versões adaptadas para o Proconve P8/Euro IV, dependendo do mercado

Observações: A ficha técnica pode apresentar variações significativas por país, pelo tipo de semirreboque ou pela presença de itens opcionais, como controle de cruzeiro avançado, telemetria, ar-condicionado, sistema de suspensão adicional, entre outros.

Como a FIPE e a ficha técnica influenciam a seguradora

Para seguradoras, cada item da ficha técnica agrega valor à avaliação de risco. O motor de alta potência, por exemplo, aumenta o risco de roubo de carga ou de dano em manobras complexas, o que impacta a necessidade de coberturas adicionais (como roubo de carga ou colisão com terceiros). O estado de conservação do motor, a transmissão e o estado da cabine entram no cálculo de depreciação para o sinistro, definindo quanto a seguradora precisa pagar em caso de perda total ou reparo de avarias. Além disso, a configuração 6×2 com eixo tag pode exigir cuidados específicos na avaliação de estabilidade, frenagem e consumo de combustível, influenciando o prêmio de seguro e as franquias aplicáveis.

A Tabela FIPE funciona como referência central para o valor de reposição ou de mercado do veículo. Em geral, quanto menor a distância entre o valor FIPE e o valor de reposição acordado na apólice, menor tende a ser o custo do prêmio. No entanto, o histórico de sinistros, o uso da frota, a região de operação, a finalidade de uso (transporte de carga perigosa, por exemplo), o tipo de carga e a implementação de tecnologias de telemetria também pesam positivamente na avaliação de risco. É comum que empresas com monitoramento telemétrico, sistema anti-furto e manutenção preventiva regular tenham prêmios mais estáveis e menos sensíveis a variações de mercado.

Além disso, a FIPE não substitui a necessidade de uma avaliação precisa de cada veículo específico na apólice. A seguradora pode exigir a apresentação de laudos de manutenção, registros de histórico de manutenção e fotos recentes para confirmar o estado do veículo, o que pode impactar diretamente na aceitação da proposta e na aceitação de coberturas adicionais sem surpresas no momento do sinistro.

Pontos-chave para a tomada de decisão na apólice

Ao negociar o seguro do SCANIA P-340 A 6×2 2p (diesel) 2012, vale considerar alguns pontos operacionais e de gestão de risco que ajudam a manter a cobertura eficiente e o custo sob controle. Primeiro, a manutenção preventiva regular é fundamental para manter o valor de referência estável, reduzindo a probabilidade de sinistros causados por falhas mecânicas. Em segundo lugar, a adoção de telemetria e de dispositivos de rastreamento facilita a recuperação de veículos em caso de roubo e contribui para uma gestão de risco mais apurada pela seguradora. Em terceiro lugar, a escolha de franquias proporcionais ao valor segurado pode impactar significativamente o custo total da apólice, sendo útil alinhar as opções de cobertura com o perfil de uso da frota. Por fim, é possível revisar, periodicamente, as coberturas de casco, carga, responsabilidade civil e avenidas adicionais, para assegurar que o contrato se mantenha adequado frente às mudanças no mercado e na operação da frota.

Outra consideração relevante é o reparo e a disponibilidade de peças. Caminhões pesados da linha Scania costumam ter rede de assistência ampla, o que facilita o processo de sinistro e reduz o tempo de indisponibilidade da frota. A existência de técnicos autorizados, estoque de peças originais e a disponibilidade de serviços de reboque 24 horas ajudam a manter a operação com o mínimo de interrupção, impactando positivamente no custo total de propriedade (TCO) e na confiabilidade da proteção contratada.

Dicas rápidas para melhorar a cobertura sem surpresas

  • Solicite à corretora uma simulação de prêmio com e sem telemetria. A telemetria pode reduzir o prêmio por demonstrar padrões de uso seguro.
  • Abra mão de coberturas redundantes que não condizem com o perfil da frota; ajuste as franquias de acordo com o histórico de sinistros.
  • Garanta que a ficha técnica esteja atualizada e consolidada com a FIPE, para evitar diferenças entre o valor segurado e o valor de reposição.
  • Invista em manutenção preventiva e em programas de prevenção de perdas. O estado geral do veículo influencia diretamente no custo da apólice ao longo do tempo.

Ao alinhar a FIPE, a ficha técnica e as práticas de gestão de risco, o proprietário do SCANIA P-340 A 6×2 2p (diesel) 2012 tende a ter uma apólice mais estável, sem abrir mão de coberturas relevantes para a operação de transporte. Essa abordagem é essencial em um segmento onde a segurança de carga, a continuidade operacional e a proteção do ativo são fatores críticos para o sucessoLogístico.

Para as pessoas que estão iniciando ou já gerem frotas com esse tipo de veículo, entender a relação entre FIPE, ficha técnica e cobertura de seguro é fundamental. A integração entre dados de mercado, especificação técnica do veículo e as políticas da seguradora permite uma avaliação mais precisa do risco, o que se traduz em propostas mais justas e competitivas. As decisões, portanto, devem considerar não apenas o custo do prêmio, mas também a qualidade da proteção, o tempo de resposta em caso de sinistro e a facilidade de acesso a serviços de assistência em estrada.

Se você busca orientação prática para a sua necessidade específica, a GT Seguros está pronta para ajudar a alinhar a Tabela FIPE