| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 477.714,00 |
| Dez/25 | R$ 478.624,00 |
| Nov/25 | R$ 479.344,00 |
| Out/25 | R$ 480.498,00 |
| Set/25 | R$ 482.041,00 |
| Ago/25 | R$ 483.056,00 |
| Jul/25 | R$ 483.831,00 |
| Jun/25 | R$ 484.316,00 |
| Mai/25 | R$ 485.287,00 |
| Abr/25 | R$ 485.725,00 |
| Mar/25 | R$ 486.455,00 |
| Fev/25 | R$ 489.010,00 |
Guia prático para entender a Tabela FIPE do Scania P-410 B 6×4 2p (E5) 2019
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado brasileiro para estimar o valor de veículos usados em diversas situações, incluindo seguros, financiamento e negociações de venda. Quando falamos de caminhões pesados como o Scania P-410 B 6×4 com cabine de 2 portas, o valor de referência da FIPE ajuda corretores, seguradoras e donos de frota a calibrar expectativas, planejar depreciação e estruturar coberturas de forma mais precisa. Este artigo não traz preços, apenas orienta sobre como interpretar o dado FIPE para esse modelo específico, seu contexto de uso e as implicações para seguros e gestão de riscos.
O que é a Tabela FIPE e como ela orienta a precificação de caminhões
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) realiza mensalmente levantamentos de valores praticados no mercado de veículos usados, incluindo caminhões pesados. O objetivo é oferecer uma referência padronizada que reflita as variações de faixa etária, quilometragem, condição assistida e configuração do veículo. Diferentemente de um preço de venda específico ou de uma avaliação particular, a FIPE captura uma média de mercado que serve como base para seguros, indenizações, impostos e negociações comerciais. Para caminhões de grande porte, esse referencial ganha relevância ainda mais pela diversidade de usos: logística, construção, mineração, transporte de cargas refrigeradas, entre outros. Ao consultar a Tabela FIPE de um Scania P-410 B 6×4 2p (E5) 2019, você estará acessando um balizamento de mercado que ajuda a entender onde seu veículo se posiciona na linha do tempo de vida útil, levando em conta a configuração 6×4 (três eixos, com quatro rodas motrizes) e a cabine de duas portas, comum em aplicações que exigem espaço mediano para o motorista e acesso rápido à manutenção do veículo.

É importante observar alguns pontos ao trabalhar com a FIPE: o valor de referência varia com o estado de conservação, histórico de sinistros, nível de manutenção, quilômetros rodados e a presença de acessórios que afetam o custo de reposição. Embora a FIPE sirva como um norte, cada caso é único. Em seguros, por exemplo, as apólices costumam considerar não apenas o valor de tabela, mas também a possibilidade de queda ou valorização com base na atividade econômica, na especialização da frota e no histórico de sinistros da empresa contratante. Por isso, entender a natureza da tabela ajuda a ter uma visão mais clara sobre a base de cálculo da cobertura e os limites de indenização.
Para quem utiliza ou negocia com caminhões Scania na configuração P-410 B 6×4 2p, a leitura da FIPE também se cruza com fatores operacionais: o tipo de carga, o regime de uso (intermunicipal, rodoviário de longo curso, obras de infraestrutura), a disponibilidade de peças de reposição, e a rede de assistência técnica. Em resumo, a FIPE é uma referência estável para o valor de mercado, mas a composição final da cobrança de seguro ou de crédito depende de uma avaliação integrada que considere o tipo de operação, a gestão de riscos e as políticas da seguradora.
Ficha técnica do Scania P-410 B 6×4 2p (E5) 2019
- Configuração do veículo: caminhão pesado, eixo dianteiro simples, alimentação via diesel, 6 rodas motrizes, cabine de 2 portas (2p).
- Motor: diesel, 6 cilindros em linha, revoluções típicas compatíveis com motores de grande deslocamento, turboalimentado, sistema de injeção de combustível de alta pressão, capacidade de cerca de 11 litros de deslocamento, com configuração Euro 5 (E5).
- Potência e torque: potência nominal de aproximadamente 410 cv (conforme nomenclatura P-410), torque elevado para atender às demandas de transporte de cargas pesadas e subidas íngremes em trechos rodoviários e de uso intenso.
- Transmissão: opção entre transmissão manual de alto desempenho ou a automática de embreagem controlada, com o sistema Opticruise disponível em variantes, visando conforto de condução, economia de combustível e facilidade de operação em operações de iniciação, paradas e manobras de alto peso.
- Transmissão e relação final: sistema projetado para manter a robustez necessária em aplicação 6×4, com relações de marcha ajustadas para equilíbrio entre desempenho e consumo, especialmente em trechos com variações de carga.
- Capacidade de peso e dimensões: veículo concebido para operações de carga pesada com peso bruto total (PBT) em faixas típicas de caminhões de grande porte; a configuração 6×4 permite boa distribuição de carga e estabilidade, variando conforme a carroceria instalada e as especificações da frota.
- Rodas e pneus: rodas resistentes para uso comercial, com opções comuns de pneu de grande diâmetro compatíveis com operações de carga pesada, como 315/80 R22.5 ou similares, ajustáveis conforme o fabricante da carroceria e o tipo de carga.
Observação: os itens acima descrevem características genéricas associadas ao perfil do Scania P-410 B 6×4 2p (E5) 2019 e refletem a combinação entre o motor Euro 5, a configuração de eixos 6×4 e a cabine de duas portas. Detalhes exatos podem variar de acordo com a especificação original do veículo, a OEM da carroceria e as opções escolhidas no momento da aquisição.
A marca Scania: tradição, inovação e atuação no Brasil
A Scania é reconhecida mundialmente por sua tradição em soluções de transporte e por investir fortemente em tecnologia, qualidade de engenharia e rede de serviço. No Brasil, a marca consolidou uma base sólida de atendimento, com uma rede de concessionárias e oficinas autorizadas que oferecem serviços de manutenção, fornecimento de peças originais e assistência técnica venal de alta performance. A reputação da Scania no transporte brasileiro está associada a uma combinação de robustez, eficiência de combustível e foco em reduzir o custo total de propriedade (TCO) para frotas de diversos portes, desde pequenos operadores até grandes grupos logísticos.
Um diferencial da Scania, especialmente em séries pesadas como a P-410 B 6×4, é a continuidade de inovações voltadas para segurança, conforto do motorista e gestão de frota. Itens como telemática integrada, diagnósticos remotos e sistemas de gestão de desempenho ajudam as empresas a monitorar consumo de combustível, desgaste de componentes e padrões de condução. Além disso, a Scania investe em treinamentos para motoristas e equipes de manutenção, o que resulta em disponibilidade operacional mais alta e menor tempo de inatividade — fatores diretos na rentabilidade de operações de transporte de carga.
Outro aspecto relevante é a oferta de peças e a disponibilidade de acessórios originais, que facilitam a manutenção de caminhões usados. Para quem utiliza a FIPE como referência de valor, entender o suporte da marca no mercado pode refletir na percepção de custo de reposição e na confiabilidade de longos ciclos de renovação de frota. Em termos de atuação regional, a presença da Scania no Brasil se alinha com as exigências logísticas do país, que demandam caminhões potentes, com boa capacidade de carga, resistência a condições diversas de rodagem e assistência pós-venda que reduza a fragilidade operacional diante de imprevistos.
Como a FIPE influencia o seguro e a gestão de riscos de caminhões pesados
A FIPE serve como referência de valor de mercado que as seguradoras costumam empregar ao definir coberturas, limites de indenização e prêmios de seguro para caminhões usados. Para o Scania P-410 B 6×4 2p (E5) 2019, o valor de tabela serve como base para estimar o valor segurável do bem, o que, por sua vez, impacta o prêmio. Além disso, a FIPE pode influenciar o cálculo de depreciação em indenizações de perdas parciais ou totais, ajudando a assegurar que a cobertura seja compatível com o patrimônio envolvido.
Entender a diferença entre o valor de mercado equiparado pela FIPE e o valor de reposição em caso de sinistro é fundamental. Em geral, o seguro tende a considerar o valor de reposição com base no que é economicamente viável para reconstituir a frota, levando em conta disponibilidade de peças, custo de mão de obra e tecnologia do veículo. Em frotas que trabalham com o Scania P-410 B 6×4 2p, a gestão de risco pode incluir desde políticas de manutenção preventiva até a adoção de telemetria para monitorar padrões de condução, uso de combustível e durabilidade de componentes críticos. Esses elementos, integrados com a FIPE, ajudam a manter uma estimativa de custo total de seguro e operabilidade que seja realista para o negócio.
Outro ponto relevante é como a idade do veículo e o histórico de uso influenciam o cenário de seguros. Um caminhão de 2019, com uso intenso e alto de quilômetros, costuma apresentar maior probabilidade de sinistros, o que pode refletir em prêmios mais altos ou em dedutíveis específicos. Por outro lado, uma gestão de frota que adota boas práticas de manutenção, agenda de revisões e monitoramento de telemática pode reduzir riscos, o que, em contrapartida, pode reduzir o custo de seguro ao longo do tempo. O papel da FIPE, nesse contexto, é oferecer uma linha de referência estável que facilita a tomada de decisão, desde a aquisição de um veículo até a escolha de coberturas e franquias mais adequadas à realidade da operação.
Estratégias para quem está comprando, vendendo ou gerenciando uma frota com esse modelo
Ao lidar com o Scania P-410 B 6×4 2p (E5) 2019, vale considerar algumas estratégias práticas para alinhar valor de mercado, necessidade operacional e custo de seguro:
- Verifique a configuração específica do veículo: cabine, carroceria (baú, platô, tanque, entrepostos) e acessórios que possam impactar valor de mercado e custo de reposição.
- Considere a manutenção e o histórico de sinistros na decisão de compra ou venda, pois isso influencia diretamente o referencial FIPE e o perfil de risco na seguradora.
- Use a telemetria para monitorar consumo, padrões de condução e desgaste de componentes críticos, contribuindo para reduzir o risco, o que pode impactar positivamente o prêmio de seguro.
- Ao planejar a renovação de frota, compare opções de seguradoras e referências de valor, levando em conta a capacidade de reposição de peças originais e a rede de assistência técnica da marca no território de atuação.
Para quem busca uma orientação de decisão que una o valor de mercado com o impacto na operação, a leitura da FIPE, associada à avaliação de riscos feita pela seguradora, oferece uma base sólida para decisões de compra, venda e gestão de seguro. Um caminho prático é consultar corretores especializados, que costumam cruzar a FIPE com dados operacionais da frota, histórico de sinistros e características da rota para chegar a uma solução de seguro que tenha equilíbrio entre proteção e custo.
Se você está preparando uma cotação e quer uma experiência simples e rápida, a GT Seguros oferece opções orientadas a caminhões da linha pesada, com propostas que costumam integrar as particularidades da FIPE, o perfil da operação e as demandas de proteção de ativos. Considere solicitar uma cotação com a GT Seguros para alinhar as melhores condições de cobertura ao seu negócio.
