| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 893.858,00 |
| Fev/26 | R$ 895.829,00 |
| Jan/26 | R$ 897.805,00 |
| Dez/25 | R$ 899.515,00 |
| Nov/25 | R$ 900.867,00 |
| Out/25 | R$ 903.035,00 |
| Set/25 | R$ 905.934,00 |
| Ago/25 | R$ 907.841,00 |
| Jul/25 | R$ 909.296,00 |
| Jun/25 | R$ 910.207,00 |
| Mai/25 | R$ 912.032,00 |
| Abr/25 | R$ 912.854,00 |
Guia completo para entender a Tabela FIPE na avaliação do Scania P-420 B 6×4 2p (E6) 2025
A Tabela FIPE é uma referência fundamental para corretores de seguros, concessionárias, compradores e vendedores que atuam no universo de caminhões pesados. Quando falamos do Scania P-420 B 6×4 2p (E6) 2025, esse instrumento se torna ainda mais importante, pois o valor de referência utilizado pelas seguradoras para indenização, reposição e cálculo de prêmios precisa refletir o estado de mercado do veículo. Nosso objetivo aqui é explicar como a Tabela FIPE se aplica a essa configuração específica, quais dados da ficha técnica influenciam a avaliação de risco e como esse conhecimento pode orientar uma contratação de seguro mais precisa e alinhada com a realidade de uso do caminhão.
Antes de mergulhar nos detalhes, vale destacar que a Tabela FIPE não é o único fator considerado no momento da contratação de um seguro. Ela funciona como uma base de referência para o valor de Mercado do veículo usado, o que, por sua vez, influencia a indenização em caso de perda total, bem como o valor de reposição em algumas modalidades de cobertura. Em caminhões como o Scania P-420 B 6×4 2p (E6) 2025, a avaliação também leva em conta a idade do veículo, o histórico de manutenção, a quilometragem, o estado de conservação, as alterações técnicas e a disponibilidade de peças de reposição. Além disso, características específicas do veículo, como motorização Euro 6 e configuração de eixo, podem impactar o prêmio de seguro de forma diferenciada, pela risco elevado de roubo, danos e desgaste de componentes críticos.

Contexto: o que caracteriza o Scania P-420 B 6×4 2p (E6) 2025
O Scania P-420 B pertence à linha P, reconhecida pela robustez, eficiência e confiabilidade para operações de transporte de cargas diversas. A configuração 6×4 indica que o caminhão possui seis rodas, com quatro rodas motrizes, o que favorece a tração em terrenos desafiadores e em condições de peso elevado na carroceria. O “B” da denominação da cabina sugere uma configuração de cabine com foco no equilíbrio entre conforto do motorista e aproveitamento de espaço, adequado para jornadas mais longas sem abrir mão de praticidade. A menção “2p” reforça que o conjunto de cabine é de duas portas, uma característica comum em veículos de grande porte que priorizam ergonomia e acessibilidade para o condutor e o acompanhante, especialmente em operações logísticas e de transporte de carga rodoviária.
Do ponto de vista técnico, o P-420 B 6×4 geralmente integra motor diesel de alta cilindrada, alinhado a uma transmissão automatizada de várias marchas, projetada para oferecer torque estável em faixas de operação do veículo pesado. Em termos de papel de mercado, esse conjunto vehicular é utilizado em atividades que exigem capacidade de carga elevada, confiabilidade em longas distâncias e capacidade de manter estabilidade mesmo em aclives ou trechos com demanda de potência constante. A presença do padrão Euro 6 (E6) implica conformidade com normas modernas de emissão, o que também impacta aspectos regulatórios e de custos operacionais, inclusive com relação a combustível, manutenção e disponibilidade de serviço autorizado.
Ficha técnica resumida
- Motor: diesel 13 litros, Scania DC13, Euro 6 (E6), potência nominal de 420 cv.
- Transmissão: automatizada Scania Opticruise, com várias velocidades (geralmente 12 velocidades).
- Tração e chassi: configuração 6×4 com dois eixos traseiros motorizados, adequada a alta capacidade de tração e distribuição de peso.
- Cabine: Cabine B com 2 portas, foco em conforto para longas jornadas e boa ergonomia para o motorista.
Por que a marca Scania importa para seguro e para o mercado
A Scania é uma das marcas mais reconhecidas no segmento de caminhões pesados e é conhecida pela robustez, durabilidade e pela ampla rede de serviço técnico. A reputação da marca não é apenas de confiabilidade mecânica; ela se reflete na disponibilidade de peças originais, na assistência técnica autorizada e na capacidade de manter a operação de frotas mesmo em regiões com alta exigência de disponibilidade de manutenção. Do ponto de vista de seguros, isso se traduz em menores riscos operacionais associados a falhas graves e a uma maior previsibilidade na manutenção de componentes-chave. A Scania também investe em tecnologia de gestão de frotas, telemetria e soluções de conectividade que ajudam as transportadoras a monitorar o desempenho do veículo, reduzir o tempo de inatividade e otimizar rotas, o que, por consequência, pode influenciar positivamente os prêmios quando esses recursos são integrados ao seguro, como em coberturas de proteção de carga, gestão de risco e serviços de assistência 24h.
É relevante mencionar ainda que a presença de uma marca com histórico comprovado de valor de reposição e de mercado tende a facilitar negociações entre seguradoras, clientes e corretoras, principalmente quando se trata de sinistros envolvendo peças de reposição, custos de reparo e disponibilidade de mão de obra especializada. Em resumo, a marca Scania oferece um equilíbrio entre confiabilidade operacional e apoio técnico, o que, somado à posição da Tabela FIPE, ajuda a fundamentar uma proposta de seguro que seja estável ao longo do tempo.
A Tabela FIPE e seu papel na precificação de seguro para caminhões pesados
Para caminhões do porte do Scania P-420 B 6×4 2p (E6) 2025, a FIPE serve como referência para o valor de mercado do veículo usado. Esse valor é importante em várias frentes da contratação de seguro:
• Indenização por perda total: em coberturas casco (ou APC – automóvel para caminhão, dependendo da apólice), o valor de indenização pode ser atrelado ao valor FIPE ou a um valor de reposição previamente acordado. Em alguns casos, a seguradora pode oferecer reposição com base no valor de mercado atual ou na soma correspondente aos componentes do veículo, sempre considerando as condições da apólice.
• Prêmios de seguro: o prêmio costuma ser calculado com base no risco associado ao veículo e ao seu valor de mercado. Veículos com maior valor de recomposição tendem a ter prêmios mais altos, pois a indenização máxima potencial é maior. Por outro lado, veículos bem conservados com histórico de manutenção regular e menos sinistros tendem a apresentar prêmios mais competitivos.
• Depreciação e vida útil: a Tabela FIPE facilita a percepção de depreciação ao longo do tempo. Caminhões com uso moderado e boa manutenção tendem a manter o valor de mercado de forma estável por mais tempo, o que pode influenciar tanto a taxa de prêmio quanto as condições de cobertura, como a possibilidade de escolher reposição de caminhão equivalente ou não.
• Carga de risco e adequação de coberturas: ao utilizar o valor FIPE como referência, corretores podem dimensionar melhor as coberturas adicionais, como proteção de carga, responsabilidade civil opcional, assistência 24h e serviços de rastreamento. A ideia é alinhar o nível de proteção com o valor de reposição ou de mercado do veículo, evitando tanto a subseguração quanto o superproteção, que podem encarecer o custo da apólice sem ganho adicional relevante ao segurado.
É importante destacar que a FIPE é atualizada mensalmente com base em transações de mercado e condições econômicas. Portanto, o valor aplicado pela seguradora pode oscilar ao longo do tempo. Além disso, cada seguradora tem políticas próprias para a determinação de valor de indenização, alguns adotando o valor de reposição com base no preço de tabela de determinado mês, outros adotando o FIPE como referência principal. Por isso, entender a prática da seguradora escolhida e manter a documentação de manutenção e histórico do veículo é fundamental para uma negociação eficaz.
Fatores de risco específicos do Scania P-420 B 6×4 2p (E6) 2025 que influenciam o seguro
Insistimos na ideia de que o risco é multifatorial, especialmente no segmento de caminhões pesados. Entre os fatores que costumam receber maior atenção na hora de avaliar o seguro para o P-420 B, destacam-se:
• Perfil de uso: os planos de seguro variam conforme a finalidade do veículo (transporte de carga seca, carga refrigerada, transporte regional ou longas distâncias). Caminhões usados em rotas com maior desgaste de vias, trechos com desníveis acentuados ou áreas de tráfego intenso tendem a exigir coberturas adicionais e, por consequência, podem impactar o prêmio.
• Carga transportada: o tipo de carga influencia o nível de proteção necessário. Cargas de alto valor, perigosas ou sensíveis requerem coberturas específicas, como proteção de carga, transporte de materiais perigosos ou seguros para produtos com demanda regulatória. A FIPE entra como referência para a indenização, mas as coberturas especiais dependem do tipo de mercadoria.
• Localização geográfica: regiões com maior incidência de roubo de caminhões, danos acidentais ou incidentes meteorológicos podem exigir reforço de coberturas ou assistência adicional, como rastreamento ativo, vigilância e serviços de resposta rápida.
• Manutenção e histórico do veículo: caminhões com histórico de manutenção regular, troca de componentes críticos dentro dos intervalos recomendados e disponibilidade de serviço autorizado têm menor probabilidade de falhas catastróficas. A documentação que comprove a regularidade de revisões (trocas de óleo, filtros, velas, correias, estado de freios e suspensão) pode influenciar positivamente o cálculo de prêmio e as condições de cobertura.
• Telemetria e gestão de frotas: tecnologias de monitoramento de veículo ganham cada vez mais destaque na avaliação de risco. Dados de telemetria podem demonstrar padrões de condução, uso de velocidade, padrões de aceleração e frenagem, ajudando as seguradoras a oferecer tarifas mais justas para frotas que investem em gestão
