Valor FIPE Atual
R$ 76.811,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513040-9
Ano: 1999-3
MêsPreço
Mar/26R$ 76.811,00
Fev/26R$ 76.982,00
Jan/26R$ 77.153,00
Dez/25R$ 77.301,00
Nov/25R$ 77.419,00
Out/25R$ 77.606,00
Set/25R$ 77.857,00
Ago/25R$ 78.022,00
Jul/25R$ 78.149,00
Jun/25R$ 78.228,00
Mai/25R$ 78.385,00
Abr/25R$ 78.456,00

Cenário técnico-histórico do Scania P-94 CB 260 6×4 NZ 2p diesel (1999) na Tabela FIPE

A Tabela FIPE é amplamente utilizada pelo mercado brasileiro para embasar avaliações, indenizações e referências de valor de veículos e equipamentos usados. No universo dos caminhões, especialmente os modelos da Scania, essa referência demanda cuidado para não perder de vista as variações de configuração, área de atuação da frota e condições de uso. O Scania P-94 CB 260 6×4 NZ 2p (diesel) de 1999 é um exemplar que costuma figurar em frotas urbanas de construção, transportes de carga pesada e operações que exigem robustez, resistência e confiabilidade para longos percursos. Este texto busca esclarecer, de forma educativa, como esse modelo específico se insere na prática do seguro, quais são os aspectos técnicos relevantes e como a FIPE contribui para as decisões de proteção veicular.

Sobre a marca Scania: legado de liderança, tecnologia e rede de suporte

Fundada na Suécia com mais de um século de atuação, a Scania tornou-se referência mundial no segmento de veículos pesados, motores industriais e soluções de mobilidade. A força da marca reside em três pilares centrais: engenharia de alto desempenho, durabilidade em condições adversas de uso e uma rede global de assistência técnica que facilita a manutenção, aquisição de peças originais e suporte especializado. No Brasil, a Scania consolidou uma presença sólida em grandes centros de logística, rodovias de produção integrada e operações de infraestrutura, onde a disponibilidade de peças, a disponibilidade de reposição rápida e o suporte técnico de concessionárias são fatores críticos para reduzir indisponibilidades da frota. Em termos de seguro, isso se traduz em fatores de confiabilidade, custos de manutenção e previsibilidade de recuperação de veículo após sinistro, elementos que afetam diretamente o cálculo de prêmios, a avaliação de risco e as condições de cobertura oferecidas pelas seguradoras.

Tabela FIPE SCANIA P-94 CB 260 6×4 NZ 2p (diesel) 1999

Além do desempenho tecnológico, o histórico da Scania em oferecer motores com torque estável, sistemas de freios eficientes e componentes estruturais robustos costuma ser valorizado por gestores de frota. A marca também investe em programas de manutenção preventiva, monitoramento de ativos e tecnologias de diagnóstico remoto, o que facilita a comunicação entre frotistas, oficinas autorizadas e seguradoras na hora de diagnosticar sinistros, estimar custos de reparo e manter o veículo em operação. Ao considerar a Tabela FIPE para o P-94 CB 260 6×4 NZ 2p, reconhece-se que a marca agrega valor à frota através de confiabilidade percebida, disponibilidade de rede de serviço e capacidade de manter o veículo ativo por mais tempo entre operações críticas.

Ficha técnica do Scania P-94 CB 260 6×4 NZ 2p (1999)

Abaixo está uma visão técnica concisa do que costuma compor esse tipo de configuração da Scania na época de 1999. Vale notar que, em função da versatilidade das opções de carroceria, de acessórios e de pacotes de motor, os valores podem variar conforme a versão específica de fábrica e a configuração da carroceria instalada pela transportadora. A descrição a seguir reúne informações que ajudam a entender o desempenho provável, o comportamento de operação e os aspectos relevantes para seguros e avaliações (sem assumir números fixos de cada item, que podem variar conforme o veículo).

  • Motor diesel de 9,0 litros com potência nominal de aproximadamente 260 cv, com torque na faixa elevada para suportar cargas pesadas e partidas em aclives, característica essencial para operações de carga volumosa.
  • Tração 6×4, ou seja, três eixos com dois acionados, projetada para oferecer tração em terrenos desafiadores, estabilidade em manobras de carga e capacidade de condução em estradas com irregularidades de piso.
  • Cabine NZ de 2 lugares, tipicamente configurada para uso diário com espaço suficiente para motorista e copiloto, priorizando ergonomia, visibilidade e conforto durante jornadas longas; a cabina pode ser de dia, com layout voltado para uso em operações que exigem acesso rápido à carga e à rota.
  • Transmissão manual de múltiplas marchas, apropriada para aplicações de transporte de carga pesada onde é necessário controle preciso de velocidade e torque em diferentes trechos de operação, especialmente em subidas, trechos urbanos com semáforos e zonas de carga crítica.

Outros elementos típicos que surgem na avaliação da Tabela FIPE para esse perfil de veículo podem incluir o peso bruto total (PBT) típico em patamar próximo de 26.000 kg, com payload variável conforme a carroceria, a capacidade de combustível suficiente para percursos longos e a configuração de freios, suspensão e sistema de direção adaptados às exigências de frotas que cruzam longas distâncias entre cidades. Em termos de dimensões, esse tipo de caminhão costuma ocupar espaço considerável na via, exigindo planejamento de rotas, manobras e acostamento com maior amplitude. O conjunto de especificações impacta diretamente nos custos operacionais associados, bem como no nível de proteção que a seguradora pode exigir para cobrir riscos de colisão, tombamento, roubo, danos a terceiros e danos elétricos ou mecânicos.

Aplicações típicas e implicações para a frota

O Scania P-94 CB 260 6×4 NZ 2p diesel de 1999 é tradicionalmente utilizado em operações com demanda estável de carga, especialmente em setores como construção civil, transportes de materiais pesados e logística de longo curso entre cidades. A robustez do conjunto motor, a estabilidade proporcionada pela configuração 6×4 e a resposta de torque em baixas rotações o tornam apto a vencer trechos com subida íngreme, rampas de acesso a portos ou usinas e, ainda, deslocamentos que exigem precisão na entrega de mercadoria. Em termos de seguro, essas características se traduzem em um conjunto de fatores que influenciam o prêmio, como a criticidade da operação (cadeias de suprimentos sensíveis a interrupções, sazonalidade de demanda), a proximidade de oficinas autorizadas, a disponibilidade de peças originais para reparos e o tempo de inatividade associado a reparos ou atendimentos em emergências. Além disso, a idade do veículo implica em avaliação de desgaste de componentes principais, como o sistema de freios, o conjunto de suspensão e a integridade estrutural da carroceria, aspectos que afetam as apólices de danos e a necessidade de coberturas adicionais para riscos de colisão ou incêndio.

Em termos de gestão de risco, frotas que operam com esse tipo de veículo costumam priorizar a monitorização de indicadores de manutenção, a regularidade de inspeções técnicas e a verificação de histórico de acidentes em cada unidade. A FIPE, ao compor o valor de referência, ajuda na determinação de valores que servem para base de indenização em caso de sinistro total ou parcial, bem como para calibrar o nível de cobertura desejado pela seguradora. Por essa razão, é comum que seguradoras peçam dados como quilometragem atual, histórico de manutenções, condições da carroceria, estado dos componentes críticos e o nível de risco de cada rota onde o caminhão atua. A leitura correta desses elementos facilita um processo de cotação mais alinhado com a realidade operativa da frota.

O que a FIPE agrega à avaliação de seguro para esse modelo

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para o valor de reposição do veículo. No caso de caminhões, apesar de o valor de reposição não ser o único referencial para o prêmio, ele é usado como base para determinados tipos de cobertura, especialmente aquelas associadas a indenização por dano total ou reconstrução. A desvalorização ao longo do tempo, a depreciação de componentes como motor, transmissão e carroceria, bem como o valor de eventuais acessórios instalados pela frota, entram na composição da taxa de prêmio. Além disso, o histórico de uso, idade do veículo e a disponibilidade de peças de reposição para o modelo P-94 CB 260 6×4 NZ 2p de 1999 influenciam o custo de manutenção, os tempos de reparo e a probabilidade de falhas, fatores que as seguradoras consideram no cálculo de risco. Por fim, a FIPE também serve como referência para negociações entre frotistas, gestores de frota e seguradoras, promovendo uma base comum de valor que facilita as conversas sobre cobertura, franquias, carências e limites de indenização.

Cuidados com manutenção e documentação para seguros

Para manter o patrimônio protegido e facilitar o processo de segurabilidade, é fundamental adotar práticas consistentes de manutenção e organização documental. As tabelas de FIPE ajudam, mas a operação real depende de ações preventivas que reduzem a incidência de sinistros e melhoram a relação custo-benefício do seguro. Alguns pontos educativos para gestores de frota incluem:

• Manutenção programada: manter um cronograma de revisões preventivas com foco não apenas no motor, mas também em freios, suspensão, sistema elétrico e componentes de transmissão. Um histórico de manutenções bem documentado sustenta a avaliação de risco pela seguradora.

• Registro de ocorrências: manter registro claro de qualquer incidente rodoviário, serviço de socorro, reposição de peças e reparos, para que a seguradora tenha visão transparente do histórico de uso da unidade, o que facilita o ajuste de coberturas quando necessário.

• Verificação de documentação: manter em dia documentos como CRLV, comprovantes de licenciamento, certificados de inspeção técnica e a documentação de manutenção. A transparência documental reduz entraves na hora de acionar o seguro ou solicitar vistorias.

• Preparação para avaliação de riscos: quando a frota opera em áreas com maior incidência de roubo ou vandalismo, adquirir recursos adicionais de proteção (sistema de rastreamento, monitoramento de câmeras, alarmes e barreiras físicas) pode oferecer vantagens de prêmio e reduzir a probabilidade de sinistro, conforme avaliação da seguradora.

Um ponto adicional é a importância de adaptar a cobertura às características da operação. Caminhões com menor índice de tempo parado em oficinas, por exemplo, podem se beneficiar de modalidades que priorizam a agilidade na indenização ou de recursos que reduzem o custo de reposição em caso de perda total. Sempre que possível, vale conversar com uma corretora especializada para alinhar as opções de cobertura com as particularidades da frota, a idade do veículo, a configuração de motor e a rota usual de operação. A FIPE, nesse contexto, funciona como bússola para entender o patamar de valores e facilitar a negociação com seguradoras, sem abrir mão de coberturas essenciais para caminhões pesados.

Como a GT Seguros pode ajudar na proteção do seu Scania P-94 CB 260 6×4 NZ 2p

A gestão de seguros de frotas envolve compreender a combinação entre valor de mercado, custo de reposição, perfil de risco e necessidades operacionais. Uma corretora especializada, como a GT Seguros, atua como facilitadora nesse equilíbrio, ajudando a selecionar as coberturas mais adequadas, comparar propostas entre seguradoras e estruturar um plano que proteja o ativo sem pesar no custo total de propriedade da frota. Com base na Tabela FIPE e no contexto operacional da sua frota, é possível calibrar limites de indenização, franquias, coberturas adicionais, assistência 24 horas, proteção contra roubo/furto, danos a terceiros e responsabilidade civil. A atuação da GT Seguros busca manter o veículo em operação, reduzir indisponibilidades e, consequentemente, apoiar a continuidade logística da sua atividade empresarial.

Para quem gerencia uma frota com Scania P-94 CB 260 6×4 NZ 2p, a parceria com uma corretora pode significar acesso a consultoria especializada sobre as particularidades do modelo, além de orientação para a avaliação de riscos por rota, tipo de carga, condições de rodagem e padrões de manutenção. A ideia é que o seguro não seja apenas um custo, mas um aliado da gestão de ativos, contribuindo para a previsibilidade financeira, a segurança da operação e a tranquilidade necessária para manter a frota trabalhando com eficiência.

Se você está buscando alinhamento entre o valor de reposição, as necessidades de cobertura e o orçamento disponível, a GT Seguros oferece consultoria personalizada para cenários envolvendo caminhões pesados como o Scania P-94 CB 260 6×4 NZ 2p (diesel) de 1999. A proposta é encontrar soluções que conectem proteção de ativos, continuidade operacional e competitividade de prêmios, sempre com foco na realidade da sua operação.

Para conhecer condições e opções de proteção ideais para o seu Scania P-94 CB 260 6×4 NZ 2p (1999), faça uma cotação com a GT Seguros.