| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 105.315,00 |
| Fev/26 | R$ 105.548,00 |
| Jan/26 | R$ 105.781,00 |
| Dez/25 | R$ 105.983,00 |
| Nov/25 | R$ 106.144,00 |
| Out/25 | R$ 106.400,00 |
| Set/25 | R$ 106.742,00 |
| Ago/25 | R$ 106.967,00 |
| Jul/25 | R$ 107.140,00 |
| Jun/25 | R$ 107.248,00 |
| Mai/25 | R$ 107.464,00 |
| Abr/25 | R$ 107.562,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Scania P-94 CB 310 6×4 NZ 2p Diesel (2006): ficha técnica, contexto de mercado e impactos no seguro
A Tabela FIPE é, para quem negocia ou assegura veículos, uma referência essencial para entender o valor de mercado de um automóvel ou caminhão usado. Quando se trata de um caminhão pesado como o Scania P-94 CB 310 em configuração 6×4 NZ, a leitura da FIPE ganha camadas adicionais de complexidade: a idade do veículo, o estado de conservação, a quilometragem, o uso (carga seca, contêiner, asfalto, estradas de terra) e as condições da cabine influenciam diretamente o que o mercado tem a oferecer naquele momento. Este artigo se dedica a destrinchar a Tabela FIPE para esse modelo específico, apresentando também uma ficha técnica resumida, aspectos relevantes para o seguro e boas práticas para manter a avaliação de mercado condizente com a realidade de uso. Vale reforçar que a abordagem educativa aqui serve para orientar a leitura da FIPE e a tomada de decisão, sem a inclusão de valores monetários no texto, conforme indicado.
Ficha técnica do Scania P-94 CB 310 6×4 NZ 2p (diesel) 2006 — principais características
- Fabricante e modelo: Scania P-94 CB 310 — caminhão pesado com configuração 6×4, voltado para cargas expressivas e operações de fora de estrada em muitos casos.
- Ano/versão: 2006 (linha de caminhões que permanecem em circulação com uso intenso em frotas de transportes de carga geral e diferencial de frete entre regiões).
- Cabine e configuração: NZ (cabine Scania de projeto específico para certos mercados), com duas portas, adequada para operações de longa duração, conforto do motorista e integração de sistemas de gestão de frota.
- Motor: diesel, de alta capacidade, desenvolvido para trabalho pesado. A referência do conjunto é associada a uma faixa de potência que acompanha o nome do modelo (310), indicando uma entrega robusta para deslocamentos com peso significativo.
- Transmissão: manual ou automatizada, com várias marchas, projetada para manter desempenho estável em trechos longos, subidas acentuadas e diferentes condições de pista. A escolha exata depende da versão adquirida pela frota e do objetivo operacional.
- Tração: 6×4, ou seja, com eixo dianteiro e dois eixos traseiros, proporcionando maior estabilidade e capacidade de tração em terrenos desafiadores ou com cargas pesadas.
- Peso bruto total (PBT) e uso típico: o PBT varia conforme a configuração da carroceria, mas a classe 6×4 é associada a faixas de peso que permitem transportar grandes quantidades de carga. Em frotas, isso se traduz em operações de alto volume, com foco em eficiência de rota e tempo de ciclo.
- Tanque de combustível e autonomia: projetado para percorrer longas distâncias sem paradas frequentes, uma característica valorizada por operações rodoviárias e de transporte de carga entre cidades, estados ou regiões. A capacidade específica pode variar conforme a versão e o país de homologação.
Observação importante sobre a ficha técnica: as especificações podem sofrer variações regionais, de acordo com a linha exata do veículo, a cabine escolhida pela frota, o tipo de carroceria e a configuração de motor/transmissão. Recomenda-se consultar a ficha técnica fornecida pelo fabricante ou pelo distribuidor autorizado para confirmar dados como potência, torque, capacidade de carga útil e dimensões. O objetivo aqui é oferecer uma visão clara das características centrais que costumam influenciar a avaliação de mercado e o seguro, especialmente quando se cruza com a Tabela FIPE.

Como a FIPE traduz o valor de mercado deste modelo e o que isso significa para proprietários e gestores de frotas
A Tabela FIPE funciona como um referencial de valor de mercado para veículos usados coerente com anúncios, transações e condições de circulação. Para caminhões pesados como o Scania P-94 CB 310 6×4 NZ, a leitura da FIPE oferece uma base para duas dimensões importantes no dia a dia da corretora de seguros: o cálculo de cobertura de seguro e o dimensionamento de limites de indenização em caso de sinistro, bem como para avaliações de custo de reposição ou de aquisição de frota nova em cenários de renovação de carteira.
Aspectos práticos da leitura FIPE para este modelo incluem:
- A idade do veículo tende a impactar de modo relevante o valor de mercado. Caminhões com mais de uma década costumam apresentar depreciação acumulada, ainda que a robustez de marcas como Scania ofereça resiliência em termos de demanda de uso e reposição de peças. Em operações com custo por quilômetro, o valor FIPE funciona como referência para reposição de ativos, não apenas para o preço de venda, mas também para a estimativa de indenização de seguros.
- Condição de conservação e histórico de uso pesam bastante. Uma cabine NZ com interior bem conservado, registros de manutenção regulares e pouca corrosão aumenta a atratividade de mercado, refletindo numa avaliação FIPE mais estável ou até mais elevada dentro da faixa correspondente à idade do veículo.
- Regionalidade e tipo de operação podem influenciar a curva de depreciação. Em áreas com maior demanda por transporte de cargas pesadas, a circulação contínua do veículo pode sustentar valores FIPE relativamente mais fortes em comparação a mercados com menor demanda.
- Composição da frota e disponibilidade de peças originais também impactam a percepção de valor. Scania, pela rede de assistência técnica e disponibilidade de peças, costuma manter uma percepção de confiabilidade que se traduz, em parte, na estabilidade do valor de mercado exibido pela FIPE.
Para profissionais de seguros, entender a relação entre o valor FIPE e o seguro é essencial: quanto melhor o alinhamento entre o valor de mercado representado pela FIPE e o valor assegurado, menor é o risco de defasagem entre indenização e custo de reposição. Em caminhões como o P-94 CB 310, esse alinhamento se torna ainda mais crítico pela natureza do uso — cargas pesadas, ciclos de uso frequentes e exigência de disponibilidade da frota para atender prazos de entrega. A FIPE não é um preço de venda único para cada veículo, mas sim uma média que orienta negociações, cotações de seguro e decisões de reposição com um referencial comum entre compradores, vendedores e seguradoras.
Além disso, a leitura da FIPE para este modelo deve estar integrada à avaliação de risco do seguro. Fatores como a idade do veículo, o valor de reposição desejado pelo contratante, a existência de dispositivos de segurança, o histórico de sinistros da frota, a regularidade de manutenções e o uso específico (com ou sem contêiner, transporte de cargas perigosas, rotas com muitos trechos de subida, etc.) influenciam a determinação de prêmios, franquias e coberturas. Em resumo, a FIPE serve como base de comparação, e não como único determinante, para o cálculo de proteção veicular de caminhão pesado.
Impacto da FIPE no seguro de caminhões pesados e boas práticas para gestores de frotas
Ao planejar a proteção de um Scania P-94 CB 310 6×4 NZ 2p diesel de 2006, as seguradoras costumam considerar o valor de mercado expresso pela FIPE como referência para o seguro de danos materiais, roubo e furto, bem como para a definição de coberturas de responsabilidade civil relacionados à operação da frota. A seguir, alguns pontos relevantes para quem administra seguro de caminhões pesados e busca manter a consistência entre a prática de mercado e a proteção contratada:
- Avaliar periodicamente o valor de mercado da frota com base na FIPE, especialmente antes de renovar apólices ou ajustar coberturas, para evitar defasagens entre o valor segurado e o custo de reposição.
- Documentar bem a condição de conservação, a idade dos componentes críticos (motor, transmissão, eixo, freios) e o histórico de manutenção, para embasar reajustes de cobertura e o cálculo de prêmios com maior precisão.
- Definir limites de indenização que reflitam a realidade operacional: para caminhões com alto volume de uso, pode fazer sentido considerar reposição de veículo equivalente (ou seja, cobertura de reposição) para manter a frota operando sem interrupções.
- Adotar medidas preventivas de gestão de risco, como rastreamento, alarmes, conservação de cabines e regularidade de inspeções técnicas, para reduzir o histórico de sinistros e, consequentemente, a sinistralidade da frota.
Para quem busca orientação prática na hora de contratar ou renovar o seguro de um Scania P-94 CB 310 6×4 NZ 2p, é fundamental considerar a relação entre a FIPE, o estado de conservação do veículo e as particularidades operacionais da frota. Uma avaliação integrada facilita a definição de coberturas adequadas, limites de indenização, franquias e opções de proteção contra roubo, colisão, incêndio e danos a terceiros, sempre com foco em manter a operação da frota estável e econômica.
Se a ideia é consolidar uma proteção ajustada à realidade do veículo e da operação, vale observar também as condições de terceirização de serviços, assistência 24 horas, e a possibilidade de estabelecer coberturas complementares que atendam às particularidades de cada rota, tempo de serviço e tipo de carga transportada. A escolha de uma seguradora com experiência em veículos pesados e com conhecimento da realidade de frota pode fazer a diferença entre uma proteção útil e uma proteção que não atende às necessidades operacionais.
Para quem busca proteção adequada, vale a pena considerar uma cotação com a GT Seguros, levando em conta a especificidade deste modelo e as particularidades de uso.
