| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 62.551,00 |
| Jan/26 | R$ 62.689,00 |
| Dez/25 | R$ 62.809,00 |
| Nov/25 | R$ 62.904,00 |
| Out/25 | R$ 63.056,00 |
| Set/25 | R$ 63.259,00 |
| Ago/25 | R$ 63.393,00 |
| Jul/25 | R$ 63.495,00 |
| Jun/25 | R$ 63.559,00 |
| Mai/25 | R$ 63.687,00 |
| Abr/25 | R$ 65.321,00 |
| Mar/25 | R$ 65.420,00 |
Guia completo sobre a Tabela FIPE para o SCANIA P-94 DB 220 4×2 NZ 2p (diesel) 2001 e as implicações para a proteção da sua frota
Este artigo discute a Tabela FIPE aplicada ao modelo SCANIA P-94 DB 220 4×2 NZ 2p (diesel) de 2001, com foco em como esse referência de mercado impacta a avaliação de riscos, a depreciação e as escolhas de cobertura em seguros. Não apresentaremos preços ou valores neste espaço, pois essas informações aparecem no topo do post para facilitar a visualização rápida no momento da cotação. Entender a lógica da FIPE ajuda corretores e proprietários a dialogarem com mais clareza sobre o seguro de caminhões, a indenização em caso de sinistro e a gestão de custos ao longo da vida útil do veículo.
Por que a Tabela FIPE é relevante para seguradoras e para quem gerencia frotas
A Tabela FIPE funciona como uma referência de preço de mercado, produzindo uma base comum para avaliação de ativos usados no Brasil. Ao trabalhar com veículos pesados como o SCANIA P-94 DB 220 4×2 NZ 2p, a FIPE subsidia a definição de valores de reposição ou de indenização parcial em seguros, impactando, por exemplo, o cálculo de cobertura total ou de franjas de depreciação. Embora o preço exato não esteja sendo exibido neste espaço, entender o mecanismo da FIPE ajuda a estabelecer margens de proteção mais alinhadas à realidade de uso, idade do veículo, condições de conservação e histórico de sinistros. Em prática, quanto mais recente for o dado da FIPE para um determinado modelo, menor tende a ser a incerteza sobre o valor de recompra após um sinistro, o que facilita a precificação de prêmios com base em risco real e consistente.

Além de balizar o custo de reposição, a FIPE auxilia o corretor de seguros a discutir com o cliente o conceito de depreciação. Modelos de caminhões com mais de uma década costumam apresentar variação significativa no valor de reposição, conforme o uso, a manutenção e o histórico de sinistralidade. Assim, a FIPE não determina sozinha o prêmio, mas fornece um referencial estável para conversas técnicas, comparação entre propostas e alinhamento de expectativas entre seguradora, proprietário e operadores de frota. Quando a ficha técnica do veículo é somada a esse referencial, fica mais fácil avaliar riscos operacionais, como desgaste de componentes críticos, necessidade de monitoramento de consumo de combustível e custo de gestão de peças de reposição.
Neste contexto, vale reforçar que o SCANIA P-94 DB 220 4×2 NZ 2p (diesel) 2001 é um exemplar que pertence a uma linha de caminhões médios-pesados. A combinação potência, torque e configuração de tração 4×2 molda o perfil de risco, influenciando a escolha de dispositivos de segurança, manutenção preventiva e estratégias de utilização de risco em diferentes rotas e cargas. A seguir, apresentamos a ficha técnica essencial do veículo para que você tenha uma visão clara de suas características técnicas e como elas interagem com a proteção seguradora.
Ficha técnica do SCANIA P-94 DB 220 4×2 NZ 2p (diesel) 2001
- Motor diesel de 9,0 litros, 6 cilindros em linha, potência nominal de 220 cv, torque na faixa de aproximadamente 900–960 Nm; câmbio manual de múltiplas marchas, com distribuição típica para caminhões de média capacidade; tração 4×2; cabine simples com 2 portas.
- Câmbio e tração: transmissão manual com várias velocidades, desenho tradicional para a época, especialmente configurada para uso rodoviário de cargas médias; tração 4×2 voltada a eficiência em estradas e trechos urbanos com condições de piso variadas.
- Dimensões e capacidades: peso bruto total (PBT) aproximado na região de 12.000 kg, cabina simples para operações de carga com visibilidade adequada e ergonomia básica para o motorista; capacidade de carga útil compatível com caminhões de peso médio, adequado a fretes de porte intermediário.
- Combustível, tanque e consumo: combustível diesel; tanque de combustível com capacidade que costuma ficar entre 120 e 150 litros, oferecendo autonomia razoável para trajetos de média distância; configurações de emissões compatíveis com a norma vigente à época de fabricação.
Para além dos números básicos, há particularidades que ajudam a orientar decisões de seguro. O motor de 9,0 litros e a configuração 4×2 indicam um veículo com torque disponível para subida de mesmo que colinas com carga, porém com consumo e demanda de manutenção superiores aos de modelos de menor porte. A cabine simples facilita operações que exigem maior manobrabilidade, porém pode impactar ergonomia em jornadas longas, o que, por sua vez, pode influenciar cláusulas de proteção e condições especiais de uso no seguro. Em termos de gestão de risco, a idade do veículo (modelo de 2001) sugere uma necessidade maior de revisões periódicas, substituição de componentes de desgaste e verificação de itens de segurança, como freios, sistema de iluminação e suspensão, para reduzir a probabilidade de sinistros.
É importante notar que as especificações acima representam um conjunto de dados de referência para o modelo, com foco em atributos técnicos relevantes para a avaliação de risco e para a precificação de seguros. Em cada apólice, a seguradora pode exigir documentação adicional, como comprovante de manutenção, histórico de acidentes e inspeções veiculares, para calibrar o prêmio com maior precisão. A boa prática é manter a documentação em dia e atualizar o registro de serviço sempre que houver intervenção significativa na frota. Com essa conduta, as margens de proteção permanecem competitivas e ajustadas à realidade operacional.
A marca Scania: tradição e inovação no segmento de caminhões
A Scania é uma fabricante sueca de caminhões, ônibus e motores diesel com presença global e tradição de inovação tecnológica para transporte de carga e passageiros. Fundada no século 19, a marca consolidou-se como referência em confiabilidade, eficiência de combustível e desempenho em aplicações pesadas. No segmento de caminhões, a Scania é reconhecida pela robustez de seus motores, pela qualidade de fabricação e pela capacidade de personalização para diferentes operações logísticas, desde distribuição urbana até transporte de longa distância e serviços de construção.
Ao longo das décadas, a Scania investiu em sistemas de telemetria, diagnósticos remotos e soluções de manutenção proativa. Esses recursos ajudam proprietários de frota a monitorar o desempenho do motor, o consumo de combustível e o estado dos componentes críticos. Em termos de seguro, a percepção de qualidade e de suporte técnico associado à marca tende a influenciar positivamente a avaliação de risco, já que veículos de uma linha reconhecida costumam apresentar menor frequência de falhas graves quando recebem manutenção adequada. Por isso, para quem opera o SCANIA P-94 DB 220 4×2 NZ 2p (diesel) 2001, manter um regime regular de inspeção e de substituição de peças influentes é um diferencial que impacta o custo de proteção ao longo do tempo.
Além disso, a Scania mantém uma reputação de valor residual estável em diversas faixas de modelo, o que pode favorecer a reposição de ativos quando houver sinistro considerado total. No entanto, vale lembrar que a idade e o estado de conservação ainda são fatores determinantes para o seguro, independentemente da marca. A integração entre a origem do veículo, a manutenção realizada pelo operador e a qualidade dos componentes substituídos costuma orientar a tratativa de indenização e a definição de franquias, limites de cobertura e exclusões. Em resumo, a presença de uma marca reconhecida como a Scania, associada a uma ficha técnica voltada a caminhões de média capacidade, agrega valor estratégico para quem busca proteção eficiente e alinhada às necessidades da operação.
Fatores que influenciam o seguro do SCANIA P-94 DB 220 4×2 NZ 2p (diesel) 2001
Para a apólice de seguros de caminhões com base na Tabela FIPE, há um conjunto de fatores que costumam impactar o preço, as coberturas disponíveis e as condições de contratação. Abaixo estão alguns pontos educativos que ajudam a entender a lógica de avaliação sem entrar em números específicos:
– Idade do veículo e histórico de uso: veículos com mais de 20 anos costumam exigir avaliações adicionais de risco, principalmente se houver histórico recorrente de sinistros ou uso intensivo em rotas de alto risco. A idade, aliada à manutenção, participa da determinação de prêmios e da necessidade de coberturas suplementares para componentes críticos.
– Perfil de uso: a forma como a frota opera — se é para entregas urbanas repetitivas, transportes de carga em rodovias de longo percurso ou trabalhos em vias com poeira, lama ou terrenos acidentados — influencia o tipo de cobertura. Caminhões com rotas diversificadas podem exigir proteções extras para terceiros, danos materiais e responsabilidade civil.
– Manutenção preventiva: a regularidade de revisões, troca de peças de desgaste, verificação do sistema de freios, suspensão e componentes elétricos tende a reduzir a probabilidade de sinistros e, por consequência, pode melhorar as condições de prêmio. A documentação de serviço é parte essencial da negociação com a seguradora.
– Proteção de carga e equipamentos: dependendo do tipo de carga transportada, pode haver necessidade de cláusulas adicionais, como proteção de carga, responsabilidade civil de terceiros para operação com guindastes ou plataformas, ou cobertura de equipamentos instalados no caminhão (esteiras, plataformas, gruas).
– Local de operação: áreas com maior incidência de roubos, acidentes ou condições climáticas adversas podem impactar a avaliação de risco. O uso de dispositivos de segurança, rastreadores e alarmes facilita a gestão de risco e pode influenciar positivamente o custo da proteção.
– Valor de reposição e depreciação: com base na FIPE e na prática da seguradora, o valor de reposição do veículo neutra o preço de indenização em caso de perda total. Como o SCANIA P-94 DB 220 4×2 NZ 2p 2001 é um modelo antigo, a depreciação tende a ser mais pronunciada, o que pode exigir uma combinação de coberturas que assegurem proteção adequada sem onerar excessivamente o prêmio.
É fundamental que o contratante discuta com o corretor as prioridades de proteção: se a intenção é manter a frota com reposição de ativos próximos ao valor de mercado FIPE, ou se o objetivo é reduzir o custo com franquias mantendo coberturas essenciais. A calibragem entre prêmio e cobertura é uma arte que depende do equilíbrio entre a necessidade de resguardar a operação e a viabilidade financeira da gestão de riscos.
Para quem gerencia uma frota de caminhões, entender a relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica de cada veículo e as condições de uso ajuda a tomar decisões mais fundamentadas. Quando tecnologias de monitoramento são utilizadas, é possível demonstrar à seguradora métricas de desempenho, como consumo de combustível por rota, tempo operacional por dia e padrões de manutenção, o que pode resultar em propostas mais vantajosas e adaptadas ao caso específico do SCANIA P-94 DB 220 4×2 NZ 2p (diesel) 2001.
Em síntese, a Tabela FIPE é uma ferramenta de referência que, aliada à ficha técnica detalhada, oferece ao corretor uma base sólida para a construção de uma apólice que atenda às necessidades da operação, sem comprometer a segurança financeira do negócio. O modelo apresentado neste artigo — SCANIA P-94 DB 220 4×2 NZ 2p (diesel) 2001 — ilustra como as características técnicas, a marca e as particularidades de uso influenciam a concepção de coberturas, limites e condições de proteção, sempre com o objetivo de manter a continuidade das atividades logísticas com tranquilidade.
Se você está buscando precisão na proteção da sua frota, entender os impactos da FIPE e da ficha técnica é essencial para alinhar expectativas com a seguradora. Com a estratégia correta, é possível obter condições mais favoráveis, mantendo o equilíbrio entre custo do seguro e a segurança operacional da sua operação de transporte.
Para quem quer avançar de forma prática, a GT Seguros oferece soluções de proteção ajustadas ao perfil de operação de caminhões, incluindo opções de cobertura de carga, responsabilidade civil, danos a terceiros, assistência 24 horas e suporte técnico especializado. Faça já a sua cotação com a GT Seguros e descubra condições sob medida para a sua frota.
