Valor FIPE Atual
R$ 72.683,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513044-1
Ano: 1992-3
MêsPreço
Mar/26R$ 72.683,00
Fev/26R$ 72.844,00
Jan/26R$ 73.005,00
Dez/25R$ 73.144,00
Nov/25R$ 73.254,00
Out/25R$ 73.431,00
Set/25R$ 73.667,00
Ago/25R$ 73.823,00
Jul/25R$ 73.942,00
Jun/25R$ 74.017,00
Mai/25R$ 74.166,00
Abr/25R$ 74.233,00

Panorama e aspectos-chave da Tabela FIPE para o Scania R-113 E 320 6×4 2p (diesel) 1992

Entendendo a função da FIPE para caminhões usados

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor médio de reposição de veículos usados, inclusive caminhões de grande porte como o Scania R-113 E 320. Ela reúne dados de mercado coletados em diferentes canais, como anunciantes, concessionárias e abrangência de diversas regiões, com o objetivo de oferecer uma referência padronizada para avaliações, seguros e impactos de depreciação. Quando o tema é um veículo de configuração pesada, como o 6×4 utilizado para operações de carga robusta, a FIPE considera, além do modelo em si, fatores como a configuração de eixo, a cabine e a motorização. Em termos práticos, entender a FIPE para esse conjunto ajuda corretores, seguradoras e proprietários a dimensionar coberturas de forma alinhada à realidade de uso e de mercado, sem depender apenas de um número isolado. Importante: a tabela não exibe preços fixos para venda; ela reflete valores de referência, que podem variar conforme condições de mercado, idade da frota, estado de conservação e histórico de manutenção. Segurar a leitura sobre o tema é fundamental para um seguro bem estruturado, em especial para veículos pesados onde a substituição representa investimento relevante.

Ficha técnica resumida do Scania R-113 E 320 6×4 2p (diesel) 1992

  • Marca e segmento: Scania, caminhão pesado da linha R, destinado a aplicações de transporte de cargas de alto peso.
  • Modelo: R-113 E 320
  • Ano/modelo: 1992
  • Configuração de eixo: 6×4, com dois eixos traseiros acionados e um dianteiro, adequado para operações que exigem maior tração e capacidade de carga.

Motor, desempenho e configuração típica da linha R-113 E 320

Para o Scania R-113 E 320, a motorização típica corresponde a um motor diesel de alta cilindrada, com turboalimentação e intercooler, projetado para entregar potência elevada voltada a aplicações de transporte de carga pesada. A faixa de torque aparece como elemento decisivo para enfrentar subidas íngremes, partidas com peso e trechos de terreno desafiador. A potência nominal gira em torno de 320 cavalos, refletindo uma configuração que prioriza a capacidade de tração em regimes de uso constante, como exportação de cargas, transporte regional de longa distância e operações com reboques ou semirreboques. Esses motores exigem manutenção cuidadosa de componentes como sistema de injeção, filtros, turbo e intercooler para manter a performance estável ao longo do tempo. O conjunto motor-transmissão, associado a uma transmissão manual de várias marchas, é dimensionado para oferecer respostas rápidas em situações de subida de serra, ultrapassagens e manobras com carga máxima.

Tabela FIPE SCANIA R-113 E 320 6×4 2p (diesel) 1992

Transmissão, marcha e relação com a operação de carga

A transmissão associada ao Scania R-113 E 320 geralmente é de câmbio manual com várias marchas, desenhada para trabalhar de modo harmonizado com o torque elevado do motor. Em caminhões de grande porte, a faixa de marchas varia conforme a versão e a aplicação, com opções que vão desde menos de 9 até um número maior de velocidades para atender diferentes regimes de velocidade de rodagem e demanda de torque. Essa configuração facilita a condução em pistas sinuosas, estradas de piso precário e trechos com peso significativo, mantendo a eficiência de combustível e a capacidade de manter velocidade em trechos longos. A correta seleção de marchas durante a operação de carga ajuda a reduzir o esforço do motorista e o desgaste de componentes, contribuindo para uma vida útil mais estável do conjunto mecânico, desde que aliada a manutenções regulares e uso adequado de nutrição de motor e sistema de freios.

Tração, cabine e especificações de uso

A configuração 6×4 conferida ao R-113 E 320 favorece a tração necessária para cargas pesadas, bem como a estabilidade em ambientes de trabalho variados, desde estradas pavimentadas até áreas rurais com irregularidades. A cabine, com capacidade para dois ocupantes na versão 2p, oferece espaço funcional para longas jornadas, com layout que facilita a visibilidade, o acesso aos comandos e a ergonomia do condutor. Em termos de capacidade de carga útil e peso bruto total, essas métricas são fortemente influenciadas pela carroceria instalada (semirreboque, baú, plataforma etc.) e pela configuração de eixos, pneus e suspensão. Por isso, ao avaliar uma instância específica do R-113 E 320, é essencial revisar a ficha técnica da carroceria e o estado geral do veículo para estimar de forma mais precisa as margens de uso diário, as exigências de manutenção e a compatibilidade com as operações pretendidas.

Relação entre FIPE, seguro e avaliação de risco para esse modelo

Ao considerarmos a Tabela FIPE para o Scania R-113 E 320, 6×4, 2p (diesel) de 1992, o consultor de seguros observa que a avaliação de valor de referência serve de base para a composição de coberturas e para o dimensionamento de indenizações. Veículos dessa categoria costumam exigir coberturas específicas, incluindo proteção de frota, seguro de responsabilidade civil, casco para malotes ou carga, e garantias adicionais em caso de roubo, colisão ou danos a terceiros. A idade do veículo, aliada à configuração de eixo e a depreciação natural de componentes pesados, influencia diretamente o valor segurado, o prêmio e a franquia. Além disso, fatores como histórico de manutenção, regularidade de vistorias técnicas, disponibilidade de peças originais da marca, e a rede de assistência técnica disponível para caminhões Scania em determinada região afetam a percepção de risco e, consequentemente, as condições contratuais. Em termos práticos, a FIPE ajuda a calibrar cenários de indenização e substituição, servindo como referência transparente para proprietários e seguradoras, sem prescrever valores estáticos que dependem de inspeções específicas, estado do veículo e uso real.

Aspectos práticos para quem considera seguro para o Scania R-113 E 320 6×4 2p (diesel) 1992

Quando se pensa em proteção para um caminhão dessa idade e configuração, é essencial alinhar as opções de seguro com as particularidades operacionais. Alguns pontos a considerar incluem:

• Histórico de manutenção e integridade da motorização: manter um registro detalhado de revisões, troca de filtros, memória de intercooler e estado da turbina ajuda a reduzir riscos de sinistros.

• Peças originais e disponibilidade de serviço: a disponibilidade de peças genuínas da Scania e a presença de uma rede de assistência técnica confiável reduzem o tempo de inatividade e ajudam a manter o valor de reposição mais próximo do esperado pela FIPE.

• Configuração de carroceria e uso específico: se o veículo opera com reboque ou com carga de peso pesado em trechos desafiadores, a seguradora pode ajustar cláusulas para contemplar maior exposição a riscos de terceiros, impactos e desgaste de freios.

• Documentação completa: manuais, boletins técnicos, laudos de inspeção veicular e registro de quilometragem ajudam a comprovar o estado de conservação e a justificar an absorção de riscos pela seguradora.

Impacto da FIPE na visão da corretora de seguros

Para uma corretora de seguros, a Tabela FIPE funciona como um norte para avaliar o valor de reposição ou de mercado de um Scania R-113 E 320 6×4 2p (diesel) 1992. Embora a tabela não seja o único número a definir um contrato, ela estabelece uma referência de referência que orienta a construção de coberturas, limites de indenização e regras de franquia. Em especial para caminhões pesados com idade superior a duas décadas, a FIPE pode sinalizar uma depreciação mais acentuada, o que deve ser acompanhado de um plano de seguro que considere, além do valor de reposição, o custo de recondicionamento ou substituição de componentes críticos. O objetivo é equilibrar o custo de proteção com a relevância econômica da operação, assegurando que o veículo permaneça funcional e competitivo no ambiente de negócios sem expor o proprietário a riscos desnecessários. É comum que a análise inclua também cenários de sinistro envolvendo terceiros, danos ao motorista e encargos com reposição de peças originais, com atenção especial à disponibilidade de peças para um modelo de 1992.

Boas práticas para preservar o valor e a confiabilidade do Scania R-113 E 320

Conservar a confiabilidade de um caminhão pesado dessa idade depende de uma combinação de manutenção, uso consciente e gestão de risco. Algumas práticas recomendadas incluem:

• Rotina de manutenção preventiva com intervalos rígidos: acompanhar manutenções de motor, sistema de arrefecimento, freios, suspensão e transmissão para evitar falhas que possam comprometer a operação.

• Registro de histórico completo: manter um dossiê com fichas técnicas, notas de serviço, peças substituídas e inspeções periódicas facilita a tomada de decisão quando se avalia seguro ou eventual venda.

• Gestão de peças e originais: priorizar peças originais Scania ou de qualidade equivalente para manter o desempenho esperado pela configuração 6×4 e evitar substituições que possam afetar a dirigibilidade e a segurança.

• Cuidados operacionais: evitar sobrecargas frequentes, manter a calibragem de pneus adequada, monitorar o sistema de freios e a distribuição de carga para preservar a eficiência de consumo e reduzir o desgaste estrutural.

Contexto histórico da marca Scania e sua relevância no segmento de caminhões pesados

A Scania é uma das marcas mais tradicionais no universo de caminhões pesados, com raízes que se estendem ao século XX na Suécia. A empresa consolidou-se pela combinação de engenharia robusta, foco em desempenho, durabilidade e uma extensa rede de serviço ao redor do mundo. Ao longo de décadas, a Scania tem investido em tecnologias que ampliam a segurança viária, a eficiência de combustível e a confiabilidade de frotas, o que faz com que caminhões da linha R, mesmo em suas versões mais antigas, continuem sendo considerados ativos de valor significativo para transportadoras. A presença global da marca facilita a disponibilidade de peças, a capacitação de motoristas e a prospecção de soluções de seguro e financiamento. Em termos técnicos, a linha R da Scania ficou conhecida pela pujança de seus motores de grande deslocamento, pela robustez de estruturas e pela facilidade de manutenção — características que permanecem referências para caminhões de alta demanda no Brasil e em outros mercados.

Considerações finais e convite à cotação

A Tabela FIPE serve como uma referência que auxilia na compreensão do cenário de uso, de depreciação e de risco para o Scania R-113 E 320 6×4 2p (diesel) 1992. Ao caminhar pela avaliação de seguro, vale reconhecer que cada frota tem particularidades; a finalidade é que a cobertura cubra adequadamente o valor de reposição, a proteção de terceiros, e a continuidade operacional da atividade. Dentre os aspectos que costumam influenciar a negociação de apólices, destacam-se o histórico de manutenção, a disponibilidade de peças originais, as condições de operação (carga, trajetos, condições das vias) e a rede de suporte técnico. Neste contexto, a integração entre as informações técnicas do veículo, as métricas da FIPE e as diretrizes da seguradora resulta em propostas mais alinhadas com as necessidades reais da operação, evitando sub ou superseguro.

Para explorar opções de proteção alinhadas ao perfil do Scania R-113 E 320 6×4 2p (diesel) 1992, considere realizar uma cotação com a GT Seguros, que trabalha com soluções específicas para veículos pesados e frotas, buscando equilibrar custo e cobertura de forma conveniente.