Valor FIPE Atual
R$ 89.466,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 513113-8
Ano: 1993-3
MêsPreço
Mar/26R$ 89.466,00
Fev/26R$ 89.952,00
Jan/26R$ 90.151,00
Dez/25R$ 90.323,00
Nov/25R$ 90.459,00
Out/25R$ 92.306,00
Set/25R$ 90.722,00
Ago/25R$ 92.574,00
Jul/25R$ 92.724,00
Jun/25R$ 92.818,00
Mai/25R$ 91.900,00
Abr/25R$ 91.983,00

Como interpretar a Tabela FIPE para o Scania R-113 E 360 6×4 2p (diesel) 1993 e suas implicações no seguro

A Tabela FIPE funciona como referência oficial no Brasil para o valor de mercado de veículos usados, inclusive caminhões pesados como o Scania R-113 E 360 6×4 2p (diesel) de 1993. Em termos práticos, o preço FIPE não é apenas uma etiqueta de venda; ele sustenta cálculos de seguro, avaliações de perda total, financiamentos e processos de acordo entre corretoras, seguradoras e clientes. Quando se trata de modelos de caminhões antigos ou com configurações específicas, como o 6×4 de cabine 2 portas, a leitura da FIPE requer atenção a detalhes da configuração, do estado de conservação, da carroçaria (tipo de caçamba, baú ou contentor) e do histórico de uso. Este artigo explora como a Tabela FIPE é aplicada a esse modelo da Scania em 1993, sem apresentar valores, para que o leitor compreenda os principais elementos que influenciam a cobertura de seguro e a tomada de decisão financeira.

Contexto da marca Scania

A Scania é uma das marcas mais tradicionais do setor de caminhões pesados, reconhecida pela robustez, durabilidade e pela rede de serviços que atende a clientes em todo o Brasil e no mundo. Fundada na Suécia, a empresa consolidou-se ao longo de décadas como referência em soluções de transporte de peso médio a extremamente pesado, com foco em eficiência operacional e segurança. Caminhões da linha Scania costumam se destacar pela engenharia de motorização robusta, pela qualidade da transmissão e pela capacidade de aguentar longos trajetos com carga elevada, fatores que impactam diretamente a avaliação de seguro. No Brasil, operam-se diversas aplicações, desde transporte de carga seca até operações em rotas de grande inclinação, o que reforça a importância de entender como a FIPE reflete o valor de modelos específicos como o R-113 E 360. Em termos de seguro, a reputação da marca, o histórico de confiabilidade e a disponibilidade de peças de reposição influenciam a percepção de risco pela seguradora, bem como a frequência de sinistros, manutenções e a probabilidade de reparos. Esse conjunto de fatores é considerado na hora de estabelecer coberturas, franquias e limites de indenização, sem depender de um único número de referência. Assim, o estudo do FIPE para um Scania dessa idade exige olhar atento a configuração do veículo (6×4, 2 portas), ao uso previsto e ao estado de conservação do conjunto mecânico e de carroçaria.

Tabela FIPE SCANIA R-113 E 360 6×4 2p (diesel) 1993

Ficha técnica do Scania R-113 E 360 6×4 2p (diesel) 1993

A seguir, apresenta-se um resumo técnico, com informações que costumam constar na ficha do veículo para fins de seguros, registros e avaliações. Vale destacar que a configuração 6×4 indica um caminhão com dois eixos traseiros motorizados (tração), útil para transportar cargas pesadas e negociar maior tração em terrenos desafiadores. A seguir, itens-chave da ficha, descritos de forma objetiva:

  • Motor e desempenho: motor diesel de seis cilindros em linha, turboalimentado, com deslocamento típico por volta de 11,0 a 11,3 litros e potência nominal aproximada de 360 cv. O torque costuma situar-se na faixa elevada para caminhões pesados, favorecendo empuxo em subidas longas e com carga.
  • Transmissão: configuração manual com múltiplas marchas, comum em séries de caminhões pesados dessa era. A gama de velocidades disponível varia conforme a configuração da transmissão, mas geralmente contempla entre 12 e 16 marchas, com engates robustos para operação em estradas e vias urbanas com carga. O ajuste entre marchas é essencial para economia de combustível e para manter a linha de torque ótima em diferentes situações de condução.
  • Eixos e tração: 6×4, com dois eixos traseiros engatados para tração. Esse arranjo é típico para caminhões de alta capacidade de carga e que precisam de maior tração, especialmente em terrenos irregulares, tonéis de carga volumosa ou estradas com pavimento não ideal. O eixo dianteiro permanece não motriz, servindo de guia. A configuração 6×4 favorece desempenho em subidas e em manobras com peso elevado, mas exige manutenção adequada de diferenciais, pneus e suspensão.
  • Cabine e capacidade de uso: cabine de dois lugares (2 portas), adequada para operações de transporte de carga com foco em eficiência de tempo e disponibilidade da frota. Em veículos dessa faixa, é comum que a carroçaria seja adaptada conforme a necessidade de carga (baú refrigerado, caçamba, plataforma ou contêiner rebaixado). A preservação da cabine, o estado de vedação, o conforto do motorista e a disponibilidade de itens de segurança (airbags, freios ABS, controle de tração quando disponível) também influenciam a avaliação de seguro e o custo do prêmio, principalmente em modelos com muitos anos de uso.

Observação: os valores acima são representativos para a configuração descrita. Pequenas variações podem ocorrer conforme o submodelo, a configuração exata da cabine, o tipo de carroçaria instalada (caçamba, baú ou container), bem como o histórico de manutenção. Em particular, a Tabela FIPE utiliza base de dados que reflete o preço praticado no mercado de usados, levando em conta a realidade regional, a demanda, a disponibilidade de peças e o estado de conservação. Em seguros, esse conjunto de informações influencia a definição de valor segurado, partículas de indenização em caso de sinistro e a forma como a seguradora aplica franquias e coberturas.

Interpretação da Tabela FIPE na prática para esse modelo

Para entender o impacto da FIPE no Scania R-113 E 360 6×4 2p (diesel) 1993, é importante considerar alguns pilares. Primeiro, o FIPE agrega valores médios que apontam para o que o mercado entende por “valor de referência” para aquele conjunto específico. Como o modelo é de 1993, a variação entre diferentes unidades pode ser significativa, dependendo de itens como kilometraje, estado da carroçaria, estado técnico do motor, presença de componentes originais, níveis de desgaste de freios e suspensão, além de alterações não originais que possam ter sido feitas ao longo da vida útil do veículo. Em termos de seguro, o valor de referência FIPE serve para calibrar o valor segurado ou o montante correspondente à indenização em caso de sinistro com perda parcial ou total, quando a apólice utiliza o método de reposição ou de indenização parcial com base no valor de referência.

Além disso, a FIPE influencia a cobertura de terceiros, responsabilidade civil, danos a passageiros, e, de modo geral, o custo do prêmio. Em caminhões com configuração 6×4 e uso potencialmente intenso, as seguradoras costumam considerar não apenas o preço FIPE, mas também fatores adicionais como histórico de sinistros, regularidade de manutenção, idade do veículo, kilometragem anual prevista, tipo de operação (transporte de carga pesada, regional, rodoviário, ou mix), e o tempo de vida útil remanescente da frota. Em modelos com décadas de uso, a avaliação de risco pode incluir a avaliação de peças críticas, como motor, transmissão, sistema de freios e o estado da carroçaria, o que pode influenciar a aplicação de franquias maiores ou de coberturas adicionais, como guincho, assistência 24h em estrada e proteção contra furto de componentes valiosos.

Impacto da FIPE no seguro de veículos pesados

O seguro de caminhões pesados envolve particularidades que diferem de automóveis leves. A FIPE atua como uma linha de referência, mas a apólice costuma contemplar ajustes específicos para o tipo de veículo, o uso da frota, o perfil do motorista e a região de atuação. Abaixo, alguns pontos-chave sobre como a Tabela FIPE impacta o seguro nesse contexto:

  • Determinação do valor segurado: o valor FIPE é um dos insumos para estabelecer o montante segurado, especialmente quando há reposição por peça ou por veículo. Em casos de sinistro com perda parcial, a seguradora avalia o custo de reparo com base no veículo, nos componentes e na disponibilidade de peças, com referências que podem incluir o FIPE como base de referência.
  • Ajustes de prêmio conforme idade e estado do veículo: caminhões de 1993 são considerados veículos de valor histórico e com maior probabilidade de ocorrências de falhas mecânicas se não houver manutenção regular. Estagnação em depreciação, atualizações de proteção e histórico de consertos podem influenciar o prêmio final, com cenários em que a cobertura é ampliada para reduzir riscos específicos.
  • Franquias e coberturas adicionais: com base no perfil do Scania R-113 E 360, as seguradoras costumam oferecer pacotes que incluem roubo/furto, incêndio, colisão com terceiros, danos elétricos, proteção de guincho, e assistência em viagem. A escolha de coberturas adicionais pode impactar o valor do prêmio de forma relevante, em especial se a operação da frota envolve deslocamentos longos ou áreas de maior risco.
  • Atualização de valores: a FIPE é atualizada mensalmente, por isso o valor de referência pode oscilar. Para veículos clássicos ou com configuração específica, algumas seguradoras ajustam o valor segurado com base em avaliações técnicas adicionais ou em cotações de mecânicos especializados, a fim de manter o seguro alinhado à realidade de mercado e à qualidade da frota.

Para quem gerencia frota com Scania R-113 E 360, é essencial conversar com a corretora de seguros sobre a forma de utilização da FIPE na política de cobertura para veículos de grande porte. Uma abordagem bem planejada pode resultar em prêmios mais estáveis ao longo do tempo, sem abrir mão de coberturas adequadas à operação real da frota. Além disso, vale considerar planos de seguro de carga, que podem ser vinculados à mesma apólice ou a apólices distintas, para segmentar riscos entre o veículo e a mercadoria transportada.

Boas práticas para quem possui um Scania R-113 E 360 6×4 2p (diesel) 1993

Alguns hábitos simples podem contribuir para manter o valor da frota estável na FIPE e, consequentemente, facilitar a gestão de seguros ao longo do tempo. Abaixo estão práticas recomendadas que costumam gerar benefícios práticos em termos de seguro, manutenção e custo total de propriedade:

  • Manutenção preventiva regular: manter o motor, a transmissão, os freios e a suspensão em bom estado ajuda a preservar o desempenho e a confiabilidade do veículo, reduzindo o risco de sinistros e a necessidade de reoperação de componentes dispendiosos.
  • Registro de histórico de manutenção: guardar notas técnicas, trocas de peças e serviços realizados facilita a auditoria pela seguradora na hora de confirmar o estado da frota, o que pode favorecer condições mais estáveis de prêmio.
  • Conservação da carroçaria e da cabine: a integridade da carroçaria tem impacto na avaliação de danos e na indenização. Uma cabine bem conservada também influencia a percepção de risco e a elegibilidade a determinadas coberturas.
  • Treinamento de motoristas e hábitos de condução: práticas operacionais seguras reduzem a probabilidade de sinistros e quedas no valor de reposição por desgaste prematuro, bem como ajudam a manter a eficiência de combustível e a vida útil da mecânica.

Em termos de planejamento financeiro, a avaliação FIPE deve acompanhar o calendário de renovação da apólice, para evitar surpresas quando chegar o momento de reajuste. A revisão anual permite ajustar o valor segurado à realidade do veículo da frota, sem perder de vista as necessidades específicas de proteção de mercadorias, de terceiros e de garantias adicionais exigidas pela operação logística.

Considerações finais e convite à cotação

Para quem atua no mercado de seguros e precisa trabalhar com modelos de caminhões como o Scania R-113 E 360 6×4 2p (diesel) 1993, compreender a relação entre a Tabela FIPE e as particularidades da configuração é essencial. O valor FIPE não é o único determinante do prêmio, mas funciona como base objetiva para calibrar o risco, a indenização e as coberturas disponíveis. A idade do veículo, o estado de conservação, o tipo de operação, a geografia de atuação e o histórico de manutenção devem dialogar com a estratégia de proteção, a fim de equilibrar custo de prêmio e nível de segurança. Ao planejar a proteção para uma frota com esse perfil, conte com profissionais que entendam tanto as nuances técnicas do veículo quanto as exigências regulatórias que envolvem seguros para transporte de carga.

Se você está buscando alinhar a proteção da sua frota com as melhores práticas de mercado, considere fazer uma cotação com a GT Seguros. Eles podem oferecer uma visão personalizada, com propostas adaptadas ao Scania R-113 E 360 6×4 2p (diesel) 1993 e às suas necessidades logísticas, ajudando a traduzir as informações da FIPE em escolhas de cobertura adequadas, com condições competitivas e suporte especializado ao longo do contrato.