Valor FIPE Atual
R$ 100.129,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513045-0
Ano: 1995-3
MêsPreço
Jan/26R$ 100.129,00
Dez/25R$ 100.320,00
Nov/25R$ 100.471,00
Out/25R$ 100.713,00
Set/25R$ 101.037,00
Ago/25R$ 101.250,00
Jul/25R$ 101.413,00
Jun/25R$ 101.515,00
Mai/25R$ 101.719,00
Abr/25R$ 101.811,00
Mar/25R$ 101.964,00
Fev/25R$ 102.026,00

Panorama técnico e contexto de uso para o SCANIA R-113 H 320 4×2 2p a diesel de 1995 na Tabela FIPE

Ao falar de veículos pesados usados, especialmente caminhões como o Scania R-113 H 320 4×2 2p de 1995, a Tabela FIPE emerge como referência essencial para entender valores de reposição e a forma como o seguro precifica proteção, indenizações e cobertura. Mesmo que o foco do conteúdo seja a tabela de referência e a ficha técnica, é fundamental compreender como os atributos do veículo influenciam seguros, prêmios e condições de sinistro ao longo de sua vida útil. A partir de 1995, quando esse modelo circulava amplamente pelo Brasil, a combinação entre motor diesel robusto, cabine simples e a tração 4×2 ajudou a atender demandas de logística de média e longa distância, com boa capacidade de carga para uma ampla variedade de carroçarias. Esse conjunto técnico, por sua vez, é o que a FIPE utiliza para mapear o posicionamento de mercado do caminhão no universo de veículos usados, levando em conta a idade, a configuração de motor e as opções de transmissão presentes na época.

Antes de mergulhar na ficha técnica, vale esclarecer o papel da FIPE no ecossistema de seguros. A Tabela FIPE funciona como uma referência de preços médios de compra e venda de veículos usados, atualizada periodicamente com base em transações registradas no mercado. Para seguradoras, essa referência orienta decisões sobre valor de indenização em caso de perda total, reposição ou indenização por danos parciais. No caso de caminhões, os parâmetros da FIPE ajudam a calibrar o valor de reposição do veículo, levando em consideração a idade, a configuração de motor e o estado de conservação. Por isso, entender o que a FIPE considera relevante para o R-113 H 320 é útil para proprietários e tomadores de seguro que buscam entender a lógica de precificação e as melhores opções de cobertura.

Tabela FIPE SCANIA R-113 H 320 4×2 2p (diesel) 1995

Ficha Técnica resumida do SCANIA R-113 H 320 4×2 2p (diesel) 1995

  • Motor: diesel, deslocamento aproximado de 11,3 litros, seis cilindros em linha; potência nominal em torno de 320 cv; torque considerável para tração e levantamento de carga; alimentação com turbocompressor, característica comum em motores de alto torque para caminhões pesados da época.
  • Transmissão e tração: transmissão manual com várias marchas (configurações típicas para caminhões pesados, com mudanças de acordo com a carroçaria instalada); tração 4×2; cabine simples com 2 portas, adequada a operações de transporte de carga em diversos cenários logísticos.
  • Cabine e configuração: cabine de dois lugares com layout de conduite simples, projetada para uso diário, longas jornadas e operações de transporte de carga. A escolha pela cabine de 2 portas favorece manobrabilidade em áreas urbanas e acessos a terminais de carga onde espaço é um limitante comum.
  • Peso, dimensões e capacidade de carga: o conjunto é configurado para workloads pesados, com peso bruto total (PBT) típico coerente com caminhões de 2 eixos da linha R; a variação de carroçaria (padrões de caçamba, baú, tanque ou outros) influencia o peso específico e a capacidade de carga prática, que pode oscilar conforme o equipamento instalado. A depender da configuração, o PBT fica dentro de faixas reais para esse tipo de veículo, com a carroçaria determinando a faixa de carga útil disponível em cada operação.

Essa ficha técnica resumida oferece uma visão objetiva dos componentes centrais do veículo, sem prescrever números exatos que variam conforme a placa, o estado de conservação, a instalação de carroçaria e o histórico de manutenção. Para quem atua na gestão de frotas ou precisa de proteção de seguro, essas características ajudam a entender o comportamento do veículo sob diferentes cenários e a planejar o uso com mais qualidade e segurança.

Sobre a marca Scania: tradição, inovação e presença global no transporte de cargas

A Scania é uma fabricante sueca reconhecida mundialmente pela robustez, pela confiabilidade de seus caminhões e pela ênfase em tecnologias que promovem eficiência, conforto do motorista e segurança na operação. Fundada no início do século XX, a marca construiu uma reputação sólida por meio de dinâmicas de desempenho de motor, transmissão e sistemas de gestão de frota que se tornaram referência na indústria de transporte. Mesmo com a evolução constante de modelos, a Scania manteve o foco em oferecer soluções integradas: veículos, serviços de manutenção, telemática, diagnósticos remotos e redes de assistência técnica. Esses pilares ajudam frotas a reduzir paradas não programadas, otimizar rotas e controlar custos operacionais a longo prazo.

Para caminhões como o R-113 H 320, a marca costuma associar o conceito de “robustez com eficiência” a uma linha de produtos que atende atividades de distribuição, logística urbana de cargas longas e operações de transporte de materiais em diferentes setores. A rede de concessionárias, peças de reposição e serviços pós-venda da Scania facilita a vida de proprietários que precisam manter a operação em dia, mesmo diante de condições de estrada desafiadoras ou variações climáticas. A reputação de durabilidade do motor, a disponibilidade de peças originais e o suporte técnico são fatores que frequentemente aparecem nos cenários de seguro, especialmente na hora de avaliar o custo de reposição, as opções de manutenção preventiva e a necessidade de coberturas específicas para equipamentos de assistência em viagem e incidentes de frota.

Impacto da Tabela FIPE na escolha de seguros e na precificação de riscos

Ao considerar um caminhão como o SCANIA R-113 H 320 4×2 2p, a Tabela FIPE funciona como uma referência prática durante a cotação de seguros. O valor de indenização, a base para avaliação de sinistro e a definição de coberturas (indenização direta, reposição ou valor residual) costumam depender, em parte, do equilíbrio entre idade do veículo, versão, motorização e estado de conservação. Assim, proprietários e gestores de frotas podem entender melhor como a seguradora chega ao prêmio: quanto mais antigo o veículo, mais relevante se torna o histórico de manutenção, as condições do motor e da transmissão, bem como o estado da carroçaria. A FIPE também ajuda a comparar o custo de reposição entre diferentes opções de compra ou de locação de um caminhão com características similares, esclarecendo a relação custo-benefício entre manter o veículo existente ou substituí-lo por um modelo mais recente.

Para quem atua com gestão de riscos, compreender a ficha técnica do R-113 H 320 em conjunto com a referência FIPE proporciona uma visão mais completa: a junção de atributos técnicos com a avaliação de mercado orienta não apenas o seguro, mas também estratégias de proteção veicular, benefícios de programas de manutenção e planejamento de substituição de ativos ao longo da vida útil da frota. Em termos práticos, isso se traduz em escolhas de coberturas adicionais, incluindo proteção de equipamentos de carga, responsabilidade civil e cobertura para eventos que envolvam condições de estrada, incêndio, furtos ou colisões. O objetivo é alinhar a proteção do veículo aos riscos reais da operação, maximizando a tranquilidade do transportador e a previsibilidade de custos.

Conselhos práticos para proprietários e gestores de frotas com esse perfil de veículo

Ao planejar a proteção de uma Scania R-113 H 320 4×2 2p de 1995, considere os seguintes aspectos, que costumam influenciar o perfil de seguro e as condições de contrato:

Avalie o estado de conservação da cabine, da carroçaria e da parte mecânica. Veículos mais bem mantidos tendem a apresentar prêmios mais estáveis e menos variações de custo de sinistro, principalmente em acidentes ou danos estruturais. Mantenha um plano de revisões periódicas com histórico documentado; isso facilita a comprovação de boa manutenção durante a cotação com a seguradora e a determinação de cláusulas adicionais que possam ser relevantes para o risco.

Considere o uso da frota: operações de transporte de cargas frias, distribuição urbana, ou uso interestadual podem exigir coberturas específicas, como proteção de carga, assistência em viagem, rastreamento e telemetria. A FIPE ajuda a validade do valor de reposição, mas o tipo de seguro deve acompanhar o tipo de atividade para evitar lacunas de proteção.

Fique atento aos regimes de responsabilidade civil, especialmente quando o veículo transita entre áreas urbanas e rodovias com tráfego intenso. Coberturas que abrangem danos a terceiros, bem como proteções para cargas específicas (quando aplicável), podem influenciar significativamente o custo total do seguro sem desfavorecer a proteção necessária.

Planeje uma gestão de frota que leve em conta a depreciação natural do veículo com o tempo. Embora a Tabela FIPE ofereça uma referência de preço, a avaliação de depreciação e o custo de reposição devem considerar o estado real do caminhão, a quilometragem acumulada, histórico de acidentes e intervenções de manutenção realizadas durante a vida útil. Isso ajuda a manter prêmios coerentes com o valor efetivo do ativo, evitando surpresas em casos de sinistro.

Se estiver buscando proteção com uma abordagem sob medida, vale explorar propostas de seguradoras que ofereçam pacotes para caminhões de idade avançada, com opções de bônus por bom histórico de condução, programas de manutenção autorizados e suporte 24 horas em várias regiões. A escolha certa de coberturas pode impactar não apenas o custo do seguro, mas a capacidade de recuperação rápida após um incidente, minimizando impactos operacionais.

Para quem busca a proteção certa, faça uma cotação com a GT Seguros.