| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 106.167,00 |
| Fev/26 | R$ 105.763,00 |
| Jan/26 | R$ 105.521,00 |
| Dez/25 | R$ 106.702,00 |
| Nov/25 | R$ 106.864,00 |
| Out/25 | R$ 107.122,00 |
| Set/25 | R$ 108.090,00 |
| Ago/25 | R$ 108.693,00 |
| Jul/25 | R$ 108.868,00 |
| Jun/25 | R$ 108.977,00 |
| Mai/25 | R$ 109.196,00 |
| Abr/25 | R$ 109.295,00 |
Análise detalhada do Scania R-113 H 320 4×2 2p diesel (1997) para avaliações na Tabela FIPE
Quando falamos de tabelas de referência de preços, como a Tabela FIPE, veículos pesados usados em frotas comerciais costumam exigir uma leitura mais cuidadosa. Não se trata apenas de valores finalizados, mas de entender como o mercado percebe a variação entre modelos semelhantes ao longo do tempo, especialmente quando se trata de caminhões de produção antiga, como o Scania R-113 H 320 4×2 2p (diesel) de 1997. Para corretores de seguros, entender a ficha técnica, a história da marca e os fatores que influenciam o prêmio de seguro facilita a construção de coberturas que realmente protegem o negócio, sem surpresas desagradáveis no momento da sinistro. Este post aborda, de maneira educativa e informativa, as características do R-113 H 320, o papel da FIPE na avaliação de mercado e as melhores práticas para manter o custo de seguro sob controle, sem abrir mão da proteção necessária para operações logísticas, transportes de carga e serviços off-road que costumam demandar robustez e confiabilidade.
Ficha técnica resumida do Scania R-113 H 320 4×2 2p (diesel) 1997
Dados de referência para este modelo, considerado comum em frotas na década de 1990 e início dos anos 2000, ajudam a contextualizar o perfil de risco e o seguro. Abaixo: características gerais, sem depender de configurações específicas de fábrica que podem variar conforme o país, o ano de fabricação dentro da faixa 1997 e a configuração escolhida pela empresa de transportes.

Marca e modelo: Scania R-113 H 320 4×2 2p. Ano de fabricação: 1997. Motorização: diesel, com deslocamento próximo de 11 litros, seis cilindros em linha. Potência nominal: 320 cavalos-vapor (cv), conforme a designação da versão “320” da linha. Torque: em torno de 1.400 a 1.500 Nm, conforme a configuração da linha de transmissão e do câmbio. Transmissão: manual, tipicamente com 6 velocidades, com possível opção de redutora para manobras em ambiente urbano ou de carga pesada. Tração: 4×2, adequada para rodovias e ambientes rodoviários com boa parte de uso em vias pavimentadas. Cabine: 2 portas, configuração de motorista mais operador com espaço para acomodações básicas, comuns em cabines de 2 lugares com opções de cama para longas jornadas. Peso e dimensões: o PBT (peso bruto total) típico fica entre 16 e 18 toneladas, com comprimentos que variam conforme a carroceria e o entre-eixos, geralmente entre 6,5 e 8,5 metros em configurações padrão. Capacidade do tanque de combustível: entre 400 e 600 litros, dependendo da configuração de tanque e das exigências da frota. Velocidade máxima estimada: na faixa entre 95 e 110 km/h, sustentada pelo conjunto motor-transmissão e pelo peso do conjunto veículo-carrega. Esses dados variam com a carroceria (baú, sider, tanque, entre outros) e com as revisões de fábrica aplicadas ao longo do tempo.
Observação: os números acima referem-se a uma faixa típica de configuração para o R-113 H 320 4×2 2p de 1997. Em veículos usados, pequenas variações podem ocorrer devido a alterações após o consumo inicial, revisões não originais, adaptações de cabine e diferentes tipos de carrocerias. Para fins de seguro, o regime de uso (campo, cidade, rodovia), o histórico de manutenções, o estado de pneus, freios, suspensão e o entre-eixos da unidade costumam pesar tanto quanto o desempenho do motor ao definir prêmios e coberturas.
A marca Scania: legado, inovação e confiabilidade no resistente universo de caminhões
A Scania é uma fabricante sueca cuja reputação no mercado de veículos comerciais se consolidou ao longo de décadas de dedicação à engenharia de alta durabilidade, eficiência de combustível e resposta rápida às necessidades de serviços de transporte. A trajetória da Scania no Brasil, por exemplo, acompanha a expansão de frota que exige confiabilidade, redes de assistência técnicas amplas e disponibilidade de peças de reposição, muitas vezes se traduzindo em contratos de longo prazo de manutenção com operadores logísticos. A marca não é apenas um fabricante de motores; é um ecossistema que envolve motor, transmissão, suspensão, eixo, aplicação de chassis e cabine em uma arquitetura que privilegia robustez para cargas pesadas, desempenho estável em longas jornadas e, principalmente, segurança para motoristas e equipes técnicas. Além disso, a Scania historicamente investe em soluções de telemetria, diagnósticos remotos e programas de serviço que ajudam as frotas a prever falhas, otimizando o tempo de trânsito e reduzindo paradas imprevistas.
Neste contexto, modelos como o R-113 H 320, com motor de alto torque e cabine preparada para operações contínuas, representam a essência da proposta de valor da marca: durabilidade associada a serviços de suporte que reduzem o custo total de propriedade (TCO) da frota. Ao avaliarmos o veículo para fins de seguro, é relevante entender que a confiabilidade de uma marca de referência reduz a probabilidade de sinistros frequentes por falha mecânica grave, desde que a manutenção seja mantida dentro das especificações do fabricante e as peças de reposição estejam disponíveis. Por outro lado, a mesma robustez que protege a operação em muitos cenários pode, em situações de uso extremo, aumentar a magnitude do prejuízo caso ocorra um incidente, justamente pela capacidade de transportar cargas pesadas com alto valor agregado. Essa dualidade é exatamente o que os corretores de seguros devem considerar ao recomendar coberturas adequadas para caminhões Scania, incluindo o R-113 H 320.
Entendendo o uso do modelo na prática: aplicações, era de produção e cenários de atuação
O Scania R-113 H 320 4×2 2p de 1997, com motor diesel de alto desempenho, foi amplamente utilizado em transporte rodoviário de cargas em uma variedade de setores, desde commodities até bens de consumo. A configuração 4×2 facilita operações em rodovias e estradas com pavimento adequado, entregando uma combinação de velocidade moderada de cruzeiro, boa capacidade de carga e manutenção relativamente simples quando comparamos com versões 6×2 ou 8×4. Em frotas que priorizam o equilíbrio entre consumo de combustível e capacidade de carga, esse tipo de tração é comum para trajetos que não exigem distribuição de peso extremo ou manobras em ambientes com pouca aderência. A cabine de dois lugares favorece a economia de peso e a eficiência de operação para motoristas e ajudantes, especialmente quando o trajeto envolve longas jornadas entre cidades, com paradas estratégicas para carga/descarga. Esses aspectos, por sua vez, influenciam a avaliação de risco pelas seguradoras, que consideram o tipo de missão do veículo, a carga transportada e a estabilidade da operação a longo prazo.
Para profissionais de seguros, o conjunto marca-modelo representa uma linha com histórico de manutenção robusto, mas, como em qualquer veículo antigo, exige verificação documental consistente: notas fiscais de manutenção, histórico de revisões, catálogos de peças originais e atualizações aplicadas ao sistema de freios, suspensão, direção e transmissão. A identificação de padrões de uso — rodoviário frequente, lentas operações urbanas, ou longos percursos sem paradas técnicas — ajuda a calibrar o prêmio e as coberturas ideais, incluindo proteção para carga, responsabilidade civil, danos a terceiros, incêndio, colisão, entre outros. Na prática, a FIPE funciona como referência de valor de mercado para o veículo de consumo, mas o peso da apólice de seguro se apoia, na maioria dos casos, em uma combinação de valor de tabela, custo de reparo, probabilidade de sinistro e o histórico da frota em que o R-113 H 320 opera.
Impacto da Tabela FIPE na avaliação de prêmio de seguro
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) oferece um índice que serve como referência de preço de veículos usados no Brasil. Quando o assunto é seguro de caminhões leves, médios e pesados, esse referencial é utilizado para orientar o valor segurado de veículo, o que, por consequência, influencia o valor do prêmio. No caso de um Scania R-113 H 320 4×2 2p (diesel) de 1997, o valor de referência pode variar com base em fatores como a quilometragem, o estado de conservação, o histórico de manutenção e as modificações na carroceria. Em termos de apólice, o valor segurado para o veículo feed de avaliação pela FIPE serve como piso para cobrir eventuais prejuízos decorrentes de colisões, incêndio, roubo ou desgaste natural. Entretanto, é preciso lembrar que o prêmio também depende do perfil de uso da frota, da localização geográfica, do histórico de sinistros do correntista, da cobertura escolhida e de fatores de risco adicionais, como a existência de dispositivos de segurança, o tipo de freio de serviço, o tipo de pneu, a idade da cabine e o custo de reposição de peças. Em resumo, a FIPE serve como base de referência para o preço de mercado, e o corretor de seguros utiliza esse valor como um ponto de partida para a construção de uma apólice que cubra adequadamente o veículo, levando em conta as particularidades da operação e o perfil de risco da frota.
Para o proprietário ou gestor de frotas, compreender que a FIPE é um referencial de mercado ajuda a alinhar expectativas: o prêmio de seguro pode ser moderadamente influenciado por variações de preço da tabela, mas isso não substitui a avaliação de risco baseada em uso real, estado de conservação e histórico da unidade. Assim, uma prática comum é manter atualizações de manutenção em dia, registrar revisões com eficiência e documentar qualquer troca de componentes com peças originais, o que resulta, na prática, em menor probabilidade de sinistros graves e, consequentemente, menor custo de seguro ao longo do tempo. Em muitos casos, clientes que conseguem manter as informações documentadas com clareza observam uma relação prêmio-valor mais estável e previsível, mesmo diante de mudanças no mercado de peças e de seguros.
Pontos de cuidado para proprietários e seguradoras
- Manutenção preventiva constante: revise freios, suspensão, direção e sistema de transmissão em intervalos recomendados, com registro documental. A confiabilidade do veículo depende diretamente da qualidade da manutenção.
- Histórico de sinistros e estado de conservação: quando possível, apresente histórico de incidentes, reparos e substituições de componentes. Um histórico limpo ou bem documentado costuma reduzir prêmios em determinados regimes de seguro.
- Utilização da frota: descreva com clareza se o veículo opera em longas distâncias rodoviárias, em regiões com clima adverso ou em carga volumosa constante. O tipo de uso afeta o perfil de risco, especialmente em caminhões pesados usados para transporte de cargas sensíveis ou perigosas.
- Segurança e proteção: itens como sistemas de bloqueio de caminhão, rastreadores, alarmes e dispositivos de telemetria ajudam a demonstrar medidas de mitigação de risco, o que pode contribuir para condições de seguro mais vantajosas.
Observação: o Scania R-113 H 320, como muitos caminhões de sua época, representa uma combinação entre desempenho e robustez, com uma base de clientes que ainda hoje a reconhece como opção confiável para operações de média a pesada. A seguradora, ao avaliar o veículo, tende a considerar a qualidade de manutenção, o histórico de acoplamento com as carrocerias (baú, tanque, guincho, entre outros) e a compatibilidade de peças sobressalentes com o conjunto motor-transmissão. Em suma, o modelo pode apresentar um prêmio estável quando o uso é bem documentado e a manutenção está em dia, mas a idade do veículo sempre exige atenção maior no processo de aquisição de coberturas, principalmente quando se trata de sinistros complexos ou de danos estruturais significativos.
Dicas para conservação e gestão de seguro
- Crie um dossiê de manutenção: guarde notas fiscais, laudos e relatórios de revisões em ordem cronológica, para que, em caso de sinistro, a seguradora tenha uma visão clara do estado do veículo.
- Atualize informações de uso com a seguradora: se a frota muda de rota, peso de carga ou regime de uso, comunique a seguradora para que o prêmio seja ajustado com precisão.
- Invista em elementos de proteção: alarmes, rastreadores, dispositivos de bloqueio de eixos e pneus com boa aderência ajudam a reduzir riscos de roubo e acidentes, refletindo em benefícios na apólice.
- Revisões técnicas periódicas para a cabine: manter a cabine, banco do motorista e sistemas de visibilidade em bom estado não apenas facilita a operação, mas também reduz a probabilidade de acidentes por falha humana ou problemas de ergonomia.
Contribuição da Tabela FIPE na prática de seguros para caminhões Scania
Para corretores e gestores de frota, a FIPE funciona como uma referência de mercado que orienta o valor segurado, o que impacta diretamente o custo do seguro. A verificação periódica da FIPE facilita atualizações de apólices quando o veículo é substituído, vendado ou reposicionado na frota, bem como ajustes de cobertura para cenários de recálculo de prêmio com base no valor de reposição. Embora a FIPE seja uma referência útil, é comum que o prêmio do seguro também leve em conta fatores de risco que vão além do valor de mercado. Assim, a proteção ideal para o Scania R-113 H 320 4×2 2p envolve uma combinação de coberturas essenciais (responsabilidade civil, danos a terceiros, incêndio, roubo/furto, colisão) e coberturas adicionais relevantes para o tipo de operação da frota, como cobertura de carga, assistência 24 horas, guincho, entre outras. Em operações de logística com maior exposição a sinistros, é comum que o custo de seguro reflita não apenas o valor do veículo, mas também o custo de reposição de componentes críticos, prazos de entrega e a possibilidade de interrupção de operação por períodos de reparo.
Conclusão e convite para cotação
O Scania R-113 H 320 4×2 2p diesel de 1997 representa um capítulo importante na história de caminhões robustos e
