Valor FIPE Atual
R$ 115.338,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513048-4
Ano: 1999-3
MêsPreço
Mar/26R$ 115.338,00
Fev/26R$ 115.593,00
Jan/26R$ 115.848,00
Dez/25R$ 116.069,00
Nov/25R$ 116.244,00
Out/25R$ 116.524,00
Set/25R$ 116.899,00
Ago/25R$ 117.146,00
Jul/25R$ 117.334,00
Jun/25R$ 117.452,00
Mai/25R$ 117.688,00
Abr/25R$ 117.795,00

Entendendo a referência FIPE para o Scania R-114 GA 330, com configuração 4×2 NZ 2p (diesel) de 1999

A marca Scania no cenário brasileiro de transportes

A Scania é uma fabricante sueca reconhecida mundialmente pela robustez de seus caminhões e pela qualidade de componentes que suportam operações pesadas em estradas e vias rápidas. No Brasil, a marca consolidou uma reputação de confiabilidade em frotas que dependem do mínimo tempo de inatividade, especialmente em setores de logística, distribuição de cargas e operações de longo curso. A rede de concessionárias e assistências técnicas da Scania facilita a manutenção de frotas grandes e médias, com disponibilidade de peças originais, diagnósticos especializados e programas de treinamento para motoristas e equipes de manutenção. Esse ecossistema contribui para uma percepção de valor entre compradores usados, o que é refletido na Tabela FIPE, que observa não apenas a idade do veículo, mas também a disponibilidade de serviço autorizado e o histórico de manutenção reportado pelos proprietários. Em termos práticos, caminhões Scania costumam ser vistos como ativos com vida útil estendida quando bem conservados, o que impacta a avaliação de usados nessa faixa de mercado.

O que significam os campos da nomenclatura R-114 GA 330 4×2 NZ 2p

A nomenclatura de modelos da Scania, especialmente na linha R, carrega informações técnicas que ajudam compradores e seguradoras a entender o perfil do caminhão. No caso do R-114 GA 330 4×2 NZ 2p, os componentes da sigla costumam indicar:

Tabela FIPE SCANIA R-114 GA 330 4×2 NZ 2p (diesel) 1999
  • R: linha de caminhões pesados da Scania, voltada para aplicações de transporte de cargas em rodovias e estradas de grande tráfego.
  • 114: referência de motor/calibragem que remete à capacidade de deslocamento e ao posicionamento da linha dentro da família R, incluindo cilindrada e configuração do conjunto propulsor.
  • GA: desenho de cabine e parâmetros de uso, que podem englobar o tipo de cabine, o layout interno e a faixa de torque para uso em trajetos de média a longa distância.
  • 330: potência nominal do motor, medida em cavalos (cv), que indica o desempenho disponível para transporte de cargas pesadas.
  • 4×2: traçado de tração, apontando que o caminhão possui quatro rodas motrizes na traseira com duas rodas de tração fixa, adequado para rodovias com pavimentação adequada.
  • NZ: referência à configuração de cabine específica (em alguns mercados pode indicar a geração ou o tipo de cabine disponível na época).
  • 2p: indicação de cabine com duas portas, típica de configurações voltadas à operação em transporte de cargas com cabine simples.

Essa leitura ajuda profissionais do seguro, compradores e vendedores a situarem o veículo em termos de desempenho, uso e manutenção esperada, sem depender apenas de números isolados. A combinação de motor diesel, potência de 330 cv e a configuração 4×2 define um caminhão capaz de compor rotas rodoviárias com boa capacidade de carga, ao mesmo tempo em que exige atenção quanto a consumos de manutenção e custos de reposição de peças originais, principalmente quando se avalia a idade do veículo e o histórico do proprietário anterior.

Ficha técnica do Scania R-114 GA 330 4×2 NZ 2p (diesel) 1999

  • Motor e desempenho: diesel, 6 cilindros em linha, deslocamento aproximado de 11 a 12 litros, turboalimentado com intercooler; potência nominal de 330 cv; torque máximo em faixa típica para aplicações de carga pesada.
  • Transmissão e tração: tração 4×2; transmissão manual com várias velocidades, adequada para operações de distribuição e longas viagens com cargas significativas; sistema de embreagem e diferencial ajustados à configuração de roda motriz traseira.
  • Cabine e construção: cabine simples com 2 portas; estrutura de cabine robusta para uso intensivo, visibilidade adequada e ergonomia para motoristas que percorrem longas distâncias; chassis dimensionado para suportar cargas diversas conforme a carroceria acoplada.
  • Aplicação típica: veículo destinado a transporte de cargas pesadas em rodovias, com flexibilidade para diferentes tipos de carroceria, desde couraças até baús de carga ou plataformas; configuração de 1999 que exige atenção à disponibilidade de peças originais e atualização de componentes conforme a operação.

Como a FIPE classifica e registra caminhões usados

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor médio de veículos usados, incluindo caminhões. Para caminhões pesados como o Scania R-114 GA 330, a FIPE coleta dados de vendas, anúncios, negociações entre varejistas e fontes públicas de transações, consolidando um valor médio que serve de base para avaliações de seguro, financiamento e aquisições corporativas. Em veículos de 1999, a FIPE tende a considerar a idade avançada como fator de depreciação, mas isso pode ser compensado por fatores positivos como o estado de conservação, o histórico de manutenção e a configuração específica de cabine e carroceria. A variação regional também pode aparecer, já que determinada frota pode ter maior ou menor demanda em determinadas praças, o que influencia a percepção de valor de mercado a partir de dados agregados. Por isso, ao consultar a Tabela FIPE, é comum observar intervalos de valores que refletem a faixa de condições observadas no mercado, em vez de um único número fixo. Entender esse aspecto ajuda o corretor de seguros a calibrar as coberturas de forma mais alinhada à realidade da frota tradicional de caminhões usados.

Fatores que influenciam o valor da FIPE para esse modelo

A definição de preço na FIPE para o Scania R-114 GA 330 4×2 NZ 2p (diesel) 1999 é sensível a vários aspectos práticos. Abaixo estão quatro fatores-chave que costumam impactar o valor de mercado observado na FIPE, ao considerar uma configuração típica de 1999:

  • Condição geral do motor e da transmissão: caminhões com histórico de manutenções regulares, troca de óleo, filtros, bandas e componentes do trem de força tendem a apresentar valores na faixa superior da tabela, especialmente se não houver ruídos anormais ou vazamentos. A presença de alterações não originais pode reduzir o valor em comparação com peças originais ou reparos adequados.
  • Quilometragem e uso real: veículos com menos quilômetros apresentados no histórico de manutenção, ou com uso mais alinhado a operações de transporte de carga leve, costumam manter parte de seu valor, enquanto caminhões com quilômetros muito altos podem apresentar depreciação mais acentuada, ainda que a qualidade da manutenção seja boa.
  • Idade e estado da cabine: mesmo com motor em bom estado, a cabine de um veículo de 1999 pode apresentar desgaste, manuais de uso, painéis e isolamentos que impactam a percepção de valor. Cabines com teto, painéis e revestimentos bem conservados tendem a ter melhor posição na FIPE comparadas a unidades com desgaste acentuado.
  • Configuração de carroceria e equipamentos adicionais: acessórios como plataformas, basculantes, elevadores ou freios adicionais podem influenciar a percepção de valor. Itens de conveniência, segurança (ABS, sistemas de frenagem) e atualizações de iluminação também podem favorecer a avaliação, desde que estejam integrados de forma adequada ao conjunto técnico.

Considerações sobre seguro para o Scania R-114 GA 330 4×2 NZ 2p (diesel) 1999

Ao planejar a proteção de uma frota com esse tipo de veículo, o seguro é parte essencial da estratégia de gestão de riscos. Caminhões de série antiga costumam exigir uma análise cuidadosa do perfil de uso, do histórico de sinistros e da manutenção preventiva para definir as coberturas mais adequadas. Os principais componentes a observar incluem seguro contra terceiros, risco de colisão, incêndio e explosão, roubo e furto qualificado, bem como a opção de coberturas adicionais para danos a carga transportada e responsabilidade civil de operadores. Além disso, a escolha de franquias, apólices com assistência 24 horas e coberturas de proteção de cabina e de componentes vitais do motor pode impactar o custo total da apólice. Em veículos com idade próxima à de três décadas, pode ser relevante considerar extensões de garantia para motores e sistemas específicos, bem como a regularização de documentação, inspeções técnicas e certificações de conformidade que assegurem que o veículo permanece dentro dos padrões de operação vigentes.

Para quem está buscando proteção sob medida para esse veículo, vale a pena comparar propostas de seguros com a GT Seguros. Uma cotação com a GT Seguros pode ajudar a entender as opções disponíveis, cobrindo necessidades específicas da operação de transporte de cargas com caminhões Scania, considerando a idade, o estado de conservação e os padrões de uso da frota. Se estiver avaliando o custo-benefício de diferentes coberturas, a GT Seguros oferece orientação especializada para alinhamento entre proteção adequada e competitividade de valor.