Valor FIPE Atual
R$ 134.475,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513049-2
Ano: 1999-3
MêsPreço
Jan/26R$ 134.475,00
Dez/25R$ 134.731,00
Nov/25R$ 134.934,00
Out/25R$ 135.259,00
Set/25R$ 132.607,00
Ago/25R$ 132.887,00
Jul/25R$ 133.555,00
Jun/25R$ 133.689,00
Mai/25R$ 133.957,00
Abr/25R$ 134.078,00
Mar/25R$ 134.280,00
Fev/25R$ 134.361,00

Contexto da Tabela FIPE para a Scania R-114 GA 360 4×2 NZ 2p Diesel (1999)

Este artigo explora a relação entre a Tabela FIPE e um modelo específico da Scania: a R-114 GA 360 4×2 NZ 2p, fabricada em 1999, com propulsão a diesel. A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, o que, por sua vez, impacta diretamente a avaliação de seguro, a depreciação para planos de reposição e o cálculo de prêmios. Mesmo sem apresentar números neste espaço, é relevante compreender como o valor FIPE se enquadra dentro da prática de seguros, especialmente para caminhões de grande porte com configuração 4×2, como o modelo analisado.

Para corretores de seguros, entender as nuances da FIPE ajuda a orientar o cliente sobre expectativas de cobertura, valor de reposição e adequação da soma segurada. Enquanto o valor FIPE pode variar com o estado de conservação, a quilometragem e melhorias realizadas, o foco deste texto é oferecer uma visão educativa e prática sobre o que envolve a tabela quando se trata de uma Scania R-114 GA 360 4×2 NZ 2p diesel, ano 1999, no contexto de seguros e planejamento de riscos.

Tabela FIPE SCANIA R-114 GA 360 4×2 NZ 2p (diesel) 1999

O que a Tabela FIPE representa e como ela impacta seguros de caminhões

A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, consolida valores médios de mercado para veículos usados com base em pesquisa de mercado. No setor de seguros, esse referencial serve como base para a definição de valor de reposição (ou de indenização) em caso de sinistro, bem como para calibrar a indenização de veículos com comprovada idade e uso. Em caminhões de 1999, a variação entre estados de conservação pode ser relevante para ajustes de valor na apólice и para entender o custo de prêmios ao longo do tempo.

Para caminhões com tração 4×2, como a R-114 GA 360, a FIPE tende a levar em conta fatores como configuração de motor, potência, cabine, estado do chassi e a disponibilidade de peças de reposição. Como regra prática, quanto mais próximo estiver o veículo da configuração de fábrica original, maior tende a ser o alinhamento com o valor FIPE de referência. Por outro lado, itens de personalização, atualizações de cabine, sistemas de segurança modernos ou modificações podem deslocar o valor de mercado para cima ou para baixo, dependendo da avaliação do mercado e da documentação de manutenção.

Para quem atua no seguro, é relevante entender que o valor FIPE não é o único determinante. O uso pretendido do veículo (caminhão de carga geral, especialização, rotas de longo curso, peso transportado), o histórico de sinistros, a qualidade da manutenção e o nível de conservação física influenciam o prêmio, a franquia e as coberturas escolhidas. Assim, o conhecimento sobre FIPE serve como norte, mas a avaliação final depende de uma análise abrangente do veículo, do uso e das condições de operação.

Sobre a marca Scania

A Scania é uma fabricante sueca com trajetória de excelência em caminhões e ônibus pesados. Reconhecida mundialmente pela robustez, pela durabilidade de suas peças e pela ampla rede de serviço, a marca consolidou-se como referência em transporte de cargas pesadas, logística de frota e operações de longo curso. A engenharia de Scania costuma priorizar a combinação entre desempenho, confiabilidade e eficiência de combustível, combinando motores potentes com sistemas de gestão de motor avançados e soluções de diagnóstico remoto.

Ao considerar modelos como a R-114 GA 360 4×2 NZ 2p, a fiabilidade é frequentemente associada a uma linha de motores de grande deslocamento, com torque suficiente para operacional de carga, aliada a transmissões que suportam uso contínuo em rodovias. Além disso, a Scania investe em programas de manutenção preventiva, que ajudam a reduzir o custo de propriedade e a manter o desempenho ao longo da vida útil do veículo. Para quem atua no seguro, esse histórico de confiabilidade pode se traduzir em um perfil de risco mais estável, desde que as condições de uso e as práticas de manutenção sejam adequadas e documentadas.

É importante notar que, mesmo com a reputação da marca, veículos de 1999 exigem monitoramento cuidadoso. O avanço tecnológico, a idade, o desgaste natural e a disponibilidade de peças de reposição influenciam a operação diária, o custo de manutenção e o valor de mercado. Por isso, proprietários e corretores devem considerar não apenas a marca, mas também o estado geral do caminhão, o histórico de serviços e as condições de operação ao estruturar a proteção veicular adequada.

Ficha técnica resumida da Scania R-114 GA 360 4×2 NZ 2p (1999)

  • Marca e modelo: Scania R-114 GA 360 4×2 NZ 2p
  • Ano de fabricação: 1999
  • Tipo de veículo: Caminhão de carga pesada, tração 4×2, cabine simples com 2 portas
  • Motor e transmissão: motor diesel de grande deslocamento, potência nominal de 360 cv; transmissão manual com várias marchas

Observação: a ficha técnica acima resume características típicas dessa configuração. Em veículos com mais de duas décadas, pequenas variações entre lote de fabricação, upgrades de cabina, revisions mecânicas e atualizações de sistemas podem ocorrer. Para uma avaliação mais precisa, recomenda-se consultar o catálogo técnico específico do veículo, bem como o histórico de manutenções. A FIPE utiliza dados de mercado que refletem a condição atual do veículo, o que pode divergir de especificações originais, dependendo de intervenções e conservação.

Uso prático e impacto no seguro

Veículos pesados com motor diesel de grande deslocamento, como a Scania R-114 GA 360, costumam exigir apólices de seguro adaptadas à realidade de operação. Alguns aspectos relevantes para seguradoras incluem: o tipo de carga transportada, rotas percorridas, frequência de uso (diário, semanal, sazonal) e distância média anual. Caminhões dessa idade tendem a apresentar maior probabilidade de desgaste em componentes críticos (motor, transmissão, sistemas pneumáticos e freios), o que pode impactar o prêmio de seguro se não houver histórico de manutenção comprovado.

Além disso, fatores como a disponibilidade de peças de reposição, o custo de mão de obra especializada e o tempo de inatividade em caso de sinistro influenciam a avaliação de risco. Em termos de proteção, sistemas de freios, suspensão, alinhamento de rodas, injeção e sistemas elétricos devem estar em estado adequado, pois falhas nesses itens podem aumentar o custo de reparo e, por consequência, o índice de sinistralidade de uma frota.

Para quem administra frotas, a gestão de seguro envolve uma visão integrada: valor de reposição ou de mercado da cabine, motor e sistema de transmissão, bem como a depreciação progressiva típica de caminhões com mais de 20 anos. A FIPE funciona como referência de mercado, mas a soma segurada costuma depender de critérios internos da seguradora, incluindo metodologia de depreciação e políticas de cobertura adicional (roubo, incêndio, granizo, colisão, terceiros, etc.).

Como idade e configuração impactam o valor na FIPE e o seguro

Com o passar dos anos, veículos como a Scania R-114 GA 360 4×2 NZ 2p sofrem depreciação natural. A idade do veículo é um fator determinante no cálculo da indenização para casos de sinistro, e, portanto, influencia o prêmio do seguro. Modelos de 1999 podem apresentar maior necessidade de inspeções técnicas, maior probabilidade de custos de reparo elevados e maior dependência de peças de reposição originais. Tudo isso afeta a avaliação de risco da seguradora.

Por outro lado, mantendo a manutenção em dia, com histórico de serviços completo, o veículo pode manter um perfil de risco estável, o que pode favorecer condições de seguro mais favoráveis dentro das possibilidades da FIPE. O estado de conservação, o histórico de acidente e a prática de rotas previsíveis ajudam a reduzir surpresas financeiras. Em termos de planejamento, vale considerar uma política de seguro com opções de assistência 24h, cobertura de frota e cláusulas específicas para equipamentos de carga sensível, se aplicável.

Interpretação prática da Tabela FIPE para este modelo

Ao interpretar a Tabela FIPE para a Scania R-114 GA 360 4×2 NZ 2p, vale adotar uma abordagem prática e orientada por uso. Considere os seguintes pontos ao se referir ao valor FIPE na prática cotidiana de contratação de seguro:

  • Confirme a configuração exata do veículo, incluindo a cabine (2 portas), a tração (4×2) e o tipo de motor (diesel de grande deslocamento). Pequenas variações de configuração podem alterar o valor de referência na FIPE.
  • Observe o estado de conservação e o histórico de manutenção ao comparar o valor de mercado. Uma manutenção regular, com registro documental, tende a manter o veículo mais próximo do valor de referência da FIPE.
  • Leve em conta a finalidade de uso: se o caminhão opera com cargas pesadas, em rotas de longo curso, isso pode influenciar o custo de seguro, especialmente em termos de coberturas de cargas e responsabilidade civil.
  • Consulte a fabricante e o registro de manutenção para confirmar itens originais e substituições relevantes. Infraestruturas de freios, motor e transmissão, quando reparadas com peças originais, tendem a preservar o valor de mercado mais próximo do observado na FIPE.

Aplicação prática da Tabela FIPE para o Scania R-114 GA 360 4×2 NZ 2p (diesel) 1999

Base de referência da FIPE para o modelo citado

A Tabela FIPE fornece um valor de referência que orienta a avaliação de reposição em seguros. No caso do Scania R-114 GA 360, 4×2, NZ, 2 portas, com motor diesel, o valor de referência deve ser utilizado como referência de mercado para veículos com configurações semelhantes. Importante considerar que pequenos desvios na cabine, no sistema de tração ou no tipo de motor podem provocar variações pontuais no valor indicado pela FIPE. Além disso, como se trata de um veículo com mais de duas décadas, a depreciação natural e o estado de conservação entram como fatores determinantes para a quantificação final da cobertura.

Como traduzir o valor FIPE em condições de contrato de seguro

Para aplicar com eficácia a referência FIPE na contratação de seguro, é essencial cruzar o número de referência com a configuração real do veículo e o histórico de uso. Abaixo, pontos práticos para guiar essa leitura, sem reproduzir a abordagem genérica:

  • Confirme a configuração exata do caminhão: cabine, portas, tração e motor. Pequenos ajustes na configuração podem justificar ajuste no valor FIPE aplicado pelo corretor.
  • Avalie o estado de conservação com base em inspeção técnica e documentação de manutenção. Veículo bem mantido tende a manter o valor de reposição mais próximo da FIPE do que aquele com histórico irregular de manutenção e peças substituídas por não originais.
  • Considere quilometragem e uso específico: operações com cargas pesadas ou rotas de longo curso acarretam desgaste diferente e podem influenciar a escolha de coberturas adicionais, especialmente para riscos de carga e responsabilidade civil.
  • Itens originais versus substituições: peças originais e revisões com peças originais ajudam a preservar o valor de reposição próximo ao referência FIPE, enquanto modificações recentes não originais podem reduzir esse valor.
  • Limites de proteção e assistência: para equipamentos de carga sensíveis, vale incluir cláusulas específicas de proteção de carga, bem como serviços de assistência 24h e cobertura de frota quando aplicável.

Em síntese, alinhar o valor FIPE com o seguro do Scania R-114 GA 360 4×2 NZ 2p (diesel) 1999 requer documentação detalhada, verificação da configuração exata e escolha de coberturas que respondam ao uso real do veículo. GT Seguros pode auxiliar na personalização da apólice para preservar o valor de reposição conforme a referência FIPE e as particularidades do seu uso.

Como aplicar a referência FIPE ao Scania R-114 GA 360 4×2 NZ 2p (diesel) 1999 na cotação de seguro

A Tabela FIPE oferece uma referência de mercado útil para seguros, mas não determina exatamente o custo de reposição. No caso do Scania R-114 GA 360 com configuração 4×2 e cabine de duas portas, ano 1999 e motor diesel, a leitura precisa considerar o estado de conservação, o histórico de manutenção e o uso operacional. Ajustes finos são comuns, especialmente em caminhões mais antigos, onde variações mínimas de configuração ou de componentes podem impactar o valor de referência apresentado pela FIPE.

Elementos práticos que moldam o valor FIPE na prática

Além do ano e da motorização, aspectos como a configuração específica (cabine, tração, tipo de motor) devem constar com precisão nos registros. Uma diferença de versão ou de componentes pode deslocar o valor FIPE correspondente. O histórico de manutenção e a condição física atual ajudam a aproximar o valor apresentado pela FIPE ao valor de mercado real do veículo, evitando distorções na hora de declarar a soma segurada.

Quando o veículo opera com cargas significativas ou em rotas de longa distância, isso influencia as necessidades de cobertura. Em termos de seguro, a função das coberturas de carga, responsabilidade civil e proteção a terceiros passa a demandar limites proporcionais ao uso, o que pode modular o prêmio independentemente do valor FIPE. Em contrapartida, a documentação de itens originais ou substituições por peças originais tende a preservar o valor reconhecido pela FIPE, reduzindo oscilações no custo do seguro.

Como consolidar o valor FIPE com o cenário real do veículo

  • Verifique com precisão a configuração técnica registrada (ano, cabine de duas portas, 4×2, diesel) e confirme se coincide com a versão efetiva do caminhão;
  • Reúna documentação de manutenção, notas de serviço, e comprovantes de peças originais para demonstrar cuidado e originalidade;
  • Considere o desgaste geral, quilometragem e eventuais sinistros anteriores para calibrar o grau de depreciação aceito pela seguradora;
  • Avalie a necessidade de coberturas adicionais para carga e responsabilidade civil, ajustando o valor segurado de acordo com o uso real;

Com esses elementos, a proteção fica mais alinhada ao risco efetivo e ao valor refletido pela FIPE. Para alinhar o orçamento com as melhores opções de cobertura, consulte a GT Seguros.

Avaliação prática da Tabela FIPE para o Scania R-114 GA 360 4×2 NZ 2p (diesel) 1999 em contexto de seguros

Ao aplicar a Tabela FIPE na prática de contratação de seguro para o modelo Scania R-114 GA 360 4×2 NZ 2p movido a diesel, o objetivo é alinhar o valor de referência com o estado real do veículo e com o uso operacional. A seguir, caminhos úteis para uma leitura mais firme do valor de referência e de como isso impacta as coberturas.

Validação da configuração e do estado do veículo

  • Confirme a configuração exata: cabine, número de portas, eixos, tipo de motor e transmissão. Pequenas variações podem deslocar o valor FIPE registrado para o modelo.
  • Compare o estado de conservação com o correspondente índice da FIPE: veículos com manutenção documentada costumam permanecer mais próximos do valor de referência, enquanto histórico de desgaste sem reposições pode derrubar o preço de mercado.
  • Considerações sobre uso: cargas pesadas, rotas longas e regime de operação podem aumentar o risco de sinistros específicos de carga, influenciando a avaliação de risco para a apólice.

Impacto do FIPE na apólice de seguro

  • O valor FIPE serve como base de referência para cobertura de valor total, ou seja, para indenização em caso de perda total. Divergências entre FIPE e o valor de mercado praticado no momento da contratação devem ser avaliadas com o corretor.
  • Histórico de manutenção regular reduz incertezas de depreciação ao longo do tempo, contribuindo para prêmios mais estáveis ao longo dos anos.
  • A presença de acessórios originais e de itens de segurança homologados pode manter o veículo mais próximo do valor FIPE, desde que devidamente documentados.

Boas práticas para manter o equilíbrio entre FIPE e seguro

  • Documente todas as manutenções e peças substituídas com notas fiscais, mantendo um histórico acessível para a seguradora.
  • Priorize peças originais e certificadas para freios, motor e transmissão, o que preserva a integridade mecânica e o valor de mercado.
  • Atualize periodicamente os dados com o corretor, especialmente em casos de modificações relevantes ou mudanças no uso da frota.

Para uma avaliação personalizada das coberturas ideais para o seu Scania R-114 GA 360 4×2 NZ 2p (diesel) 1999, a GT Seguros oferece orientação especializada, ajustando a apólice às particularidades da operação e ao valor FIPE atualizado.

Aplicação prática da Tabela FIPE para a Scania R-114 GA 360, 4×2 NZ, 2p (diesel) 1999

Considerações-chave ao usar a referência FIPE

A Tabela FIPE é uma referência de mercado que orienta o valor de referência do veículo, servindo de base para decisões de seguro, depreciação e renegociação de coberturas. Para este modelo específico, é essencial adaptar o valor à realidade de uso, idade, conservação e histórico do caminhão.

  • Verifique a configuração exata: cabine de 2 portas, tração 4×2 e motor diesel. Alterações simples, como cabine alternativa ou conjunto de câmbio, podem deslocar o valor de referência.
  • Avalie o estado de conservação: aparência externa, integridade estrutural e funcionamento de itens como freios, suspensão e sistema elétrico influenciam o custo de reposição e o prêmio de seguro.
  • Documente a manutenção: guias de serviço, peças originais utilizadas e data das últimas intervenções ajudam a manter o valor FIPE próximo ao que é efetivamente possível no mercado.
  • Pense no uso operacional: caminhões envolvidos em cargas sensíveis, rotas longas ou operações 24h representam riscos adicionais que devem estar cobertos pela apólice, com limites adequados para carga e responsabilidade civil.
  • Verifique originalidade de componentes: peças substituídas por alternativas não originais podem reduzir o valor de mercado estimado pela FIPE e impactar a indenização em caso de sinistro.
  • Ressalte variáveis regionais e de mercado: disponibilidade de peças, custos de mão de obra e taxas locais podem ajustar o valor de referência quando comparado a uma operação real.

Essa leitura prática da FIPE facilita a linha de seguros, evitando surpresas em sinistros e mantendo o equilíbrio entre custo de prêmio e coberturas desejadas.

Em exercícios de planejamento financeiro, inclua uma revisão anual do valor FIPE com base na quilometragem, histórico de acidentes e alterações no mercado de peças. Pequenas oscilações podem exigir ajuste nas coberturas para evitar subseguro ou sobreseguro.

Para estruturar a proteção com foco na gestão de frota, analise com cautela as opções da GT Seguros. Eles oferecem propostas personalizadas para caminhões com configuração semelhante, ajudando a alinhar as coberturas às rotas, ao perfil de carga e ao orçamento da sua empresa.

Ampliação da leitura da Tabela FIPE para o Scania R-114 GA 360 4×2 NZ 2p (diesel) 1999

Como converter a referência FIPE em decisões práticas de seguro

A Tabela FIPE funciona como uma referência geral de valor de mercado para veículos usados, mas no caso de um Scania R-114 GA 360 4×2 NZ 2p movido a diesel de 1999, é comum que ajustes sejam necessários para refletir as particularidades do caminhão, de sua operação e do mercado de reposição de peças. A seguir, pontos adicionais a considerar ao trabalhar com a FIPE na prática de seguros:

  • Quilometragem atual versus idade do veículo: caminhões de origem antiga podem ter depreciação maior quando a quilometragem é muito alta, o que pode deslocar o valor de referência para baixo em determinados cenários de indenização.
  • Estado da carroceria e de componentes estruturais: corrosão, deformações, desgaste de chassis e ferragens influenciam a percepção de valor na prática de seguro, mesmo que o valor FIPE permaneça estável como referência.
  • Condições de manutenção e disponibilidade de peças originais: a presença de histórico de revisões bem documentado e o acesso contínuo a peças originais podem manter o veículo mais próximo de uma avaliação de FIPE estável, enquanto reposições com peças não originais podem reduzir o valor efetivo.
  • Equipamentos adicionais de fábrica ou instalados: baús, plataformas, elevadores, sistemas de freios auxiliares e dispositivos de segurança podem interferir na composição do valor, especialmente se forem itens originais ou homologados pelo fabricante.
  • Sinistralidade anterior e histórico de reparos: ocorrências de acidentes e reparos relevantes influenciam a percepção de risco e, por consequência, as condições de indenização e franquias adotadas pela seguradora.
  • Custos de reparo e disponibilidade de mão de obra especializada: para veículos de 1999, a disponibilidade de mão de obra qualificada e peças pode impactar custos de reparo, o que as seguradoras consideram ao definir o ajuste de indenização.

Para uma gestão de seguro mais fiel à realidade, concentre-se em reunir documentação que comprove manutenção, peças originais e histórico de uso. A FIPE, nesse contexto, atua como referência de referência de mercado, enquanto a apólice poderá incorporar cláusulas específicas que refletem as condições reais do caminhão e seu uso.

Ao planejar coberturas para este modelo, vale também pensar em proteções adicionais para carga, roubo e incêndio, alinhando franquias com a probabilidade de sinistro conforme o trajeto e o tipo de operação. E se a sua necessidade é orientação especializada para transformar dados da FIPE em uma escolha de seguro mais assertiva, conte com a GT Seguros para avaliação personalizada e escolha de coberturas adequadas ao seu perfil operacional.