| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 151.981,00 |
| Dez/25 | R$ 152.271,00 |
| Nov/25 | R$ 152.500,00 |
| Out/25 | R$ 152.867,00 |
| Set/25 | R$ 153.358,00 |
| Ago/25 | R$ 153.681,00 |
| Jul/25 | R$ 153.928,00 |
| Jun/25 | R$ 154.083,00 |
| Mai/25 | R$ 154.392,00 |
| Abr/25 | R$ 154.532,00 |
| Mar/25 | R$ 154.765,00 |
| Fev/25 | R$ 154.858,00 |
Guia técnico e institucional para a Tabela FIPE do SCANIA R-124 GA 360 com configuração 6×2 NZ/4×2, 3-eixos, ano 2006
Quando falamos de seguros automotivos para frotas de caminhões, os dados contidos na Tabela FIPE atuam como referência de mercado para avaliação de valor, depreciação e reposição. O modelo SCANIA R-124 GA 360, com configuração 6×2 NZ/4×2 e 3-eixos, ano de 2006, representa um conjunto de características técnicas que influenciam diretamente a forma como o risco é calculado pelas seguradoras. O objetivo deste artigo é oferecer uma visão educativa sobre esse modelo específico, explicando seus componentes principais, o que a Tabela FIPE considera nesse caso e como esses dados ajudam na tomada de decisão de proteção de ativos, com foco em caminhões de grande porte usados em operações de distribuição, locomoção de cargas pesadas e logística regional. Ao entender as nuances do R-124 GA 360, você passa a compreender melhor o que a FIPE acompanha, como isso impacta na avaliação de seguro e por que a marca Scania, reconhecida pela robustez, é uma aliada na gestão de riscos de frota.
Visão geral do modelo SCANIA R-124 GA 360
O SCANIA R-124 GA 360 é um caminhão de longo alcance que pertence à família de modelos R da Scania, projetado para operações que exigem potência estável, capacidade de carga elevado e confiabilidade em condições desafiadoras de estrada. A designação “R-124 GA 360” sinaliza alguns atributos importantes: a numeração sugere a linha R (Heavy Duty), a potência nominal de 360 cv indica a capacidade de propulsão para transportar cargas relativamente pesadas em diferentes cenários de rota, e o conjunto “6×2 NZ/4×2 com 3-eixos” descreve a arquitetura de eixos que flexibiliza a distribuição de peso, o que é comum em funções de distribuição, transporte de contêineres, carga regional com versatilidade de paletização e operação em estradas com rigidez de peso. Em 2006, esse tipo de configuração já integrava soluções de tração otimizadas com suspensões, cabines compatíveis com longos períodos de operação e sistemas de freios confiáveis para manter a segurança em subidas, descidas íngremes e tráfego urbano pesado.

Para operadores e corretores de seguros, entender a relação entre o design de eixo e potência com o tipo de carga que o veículo costuma transportar ajuda a estimar fatores de risco, como desgaste de componentes, probabilidade de falhas em freios ou sistemas de transmissão sob condições de trabalho variáveis. A configuração 6×2 NZ/4×2, com três eixos, oferece uma combinação de tração em dois eixos com um eixo auxiliar (tag) que pode ser acionado conforme a necessidade, o que influencia não apenas o desempenho, mas também o consumo de combustível, o desgaste de pneus e o comportamento do veículo em curvas largas, especialmente quando o caminhão está carregado à capacidade máxima. Com isso, cada arranjo de eixo implica diferentes perfis de risco para a seguradora, o que se reflete na forma como o valor segurado é estimado pela FIPE e pelas bases de cálculo utilizadas pelas seguradoras.
Além dos aspectos mecânicos, a década de 2000 viu avanços na ergonomia da cabine, na difusão de telemetria básica e em soluções de governança de frota que hoje são consideradas indispensáveis para gestão de risco. O R-124 GA 360 de 2006 pode comportar diferentes opções de cabine (Day Cab ou cabines mais amplas de repouso), o que impacta diretamente no peso próprio e no espaço disponível para a carga, variando, portanto, o PBT (Peso Bruto Total) e a capacidade de carga útil. Em termos práticos, caminhões com essa configuração costumam ser usados em rotas de médio a longo alcance com uma relação carga-energia que demanda potência estável, confiabilidade das peças de desgaste e facilidade de manutenção. Esses fatores são relevantes para a FIPE ao consolidar o valor de mercado do veículo, o que, por sua vez, influencia o cálculo do prêmio de seguro, a cobertura de sinistros e as opções de reposição em caso de sinistro.
Ficha técnica resumida do SCANIA R-124 GA 360 (2006)
Abaixo, apresenta-se uma visão objetiva, com foco nos dados que costumam constar na Tabela FIPE para o modelo mencionado. É importante observar que esses itens ajudam a declarar com maior precisão o veículo para seguradoras e avaliadores, promovendo uma avaliação mais fiel do valor de reposição ou de mercado.
- Marca/Modelo: Scania R-124 GA 360
- Ano de fabricação/modelo: 2006
- Configuração de eixos: 6×2 NZ/4×2, com 3-eixos
- Motor e transmissão: Diesel, 360 cv; Cilindrada aproximada de 9,0 L; 6 cilindros; Transmissão manual com 12 marchas (com opção de câmbio automatizado Opticruise)
Observação sobre a ficha: os números de potência e a configuração são os que aparecem na designação do veículo. Demais dados, como peso bruto total (PBT), peso próprio, capacidades de tanque de combustível e dimensões ocupacionais, costumam variar conforme a carroceria, a cabine escolhida e o conjunto de equipamentos. Assim, para uma cotação de seguro fiel à realidade, as informações fornecidas pela nota fiscal, pela documentação do veículo e pela FIPE devem estar alinhadas com a configuração exata do caminhão avaliado.
A importância da Tabela FIPE na cotação de seguros para caminhões desse tipo
A Tabela FIPE atua como referência consolidada pelo mercado brasileiro para o valor de reposição ou de mercado de veículos usados, incluindo caminhões pesados como o SCANIA R-124 GA 360. Quando uma seguradora utiliza a FIPE para fins de composição de prêmio, a faixa de valor indicada pela tabela ajuda a calibrar o custo de reposição em caso de sinistro total, bem como a depreciação durante a vigência do seguro. Em veículos da categoria de caminhões — com 3 eixos, tração variável e motores potentes — o valor de reposição nem sempre corresponde ao preço de venda de concessionária ou ao preço de um veículo novo, pois a FIPE considera a depreciação de uso, a disponibilidade de peças, a demanda do mercado de usados e o histórico de confiabilidade de modelo específico. Assim, para o R-124 GA 360, a FIPE ajuda a fundamentar três pilares básicos da seguradora: valor de referência para indenização, parâmetro de subscrição de risco e base de cálculo de depreciação ao longo do tempo.
Além disso, o valor indicado pela FIPE influencia a forma como a seguradora define a franquia, as coberturas adicionais (como assistência 24h, carro de substituição, proteção de carga) e as cláusulas de exclusão ou limitação. Um veículo com configuração 6×2 NZ/4×2, com 3 eixos, pode apresentar particularidades operacionais — como maior desgaste frontal, maior exigência de freios, ou maior consumo de pneus — que a FIPE, por si, não detalha, mas que a seguradora utiliza em conjunto com dados de frota, histórico do proprietário e perfil de uso para chegar a um prêmio adequado. Por isso, para quem opera frotas com esse tipo de veículo, é fundamental manter documentação atualizada, alinhamento entre a nota fiscal e o registro FIPE, além de manter um bom histórico de manutenção para reduzir sinistralidade e facilitar a negociação de coberturas com a GT Seguros.
Outra dimensão importante é a atualização periódica da Tabela FIPE. O mercado de caminhões não é estático: novos modelos entram, configurações são otimizadas e, com isso, o valor de referência pode oscilar. Corretores e gestores de frota devem acompanhar essas variações para ajustar o valor segurável, evitar subseguro (quando o veículo vale mais do que o segurado) ou supersuborno (quando o segurado paga mais do que o necessário pela cobertura). No caso do SCANIA R-124 GA 360, manter o registro de alterações de configuração (por exemplo, inclusão de cabines diferentes, atualizações de transmissão ou alterações no conjunto de eixo) é essencial para que a avaliação de seguro permaneça precisa ao longo da vida útil do veículo.
A marca Scania e seu impacto na gestão de risco de frotas
A Scania é reconhecida mundialmente pela robustez, pela qualidade de engenharia e pela ênfase em soluções integradas de gestão de frota. Ao considerar um caminhão desse fabricante para uma operação, corretores de seguros observam fatores que vão muito além da peça isolada. A seguir, destacam-se sinergias que costumam influenciar positivamente a avaliação de risco e o custo de seguro para o SCANIA R-124 GA 360, especialmente quando conectado ao portfólio da GT Seguros.
- Engenharia robusta: a Scania desenvolve chassis e motores com foco em durabilidade, o que reduz a probabilidade de falhas graves em serviços pesados e prolonga a vida útil de componentes sujeitos a desgaste.
- Rede de suporte global: oficinas autorizadas, peças originais e assistência técnica qualificada reduzem o tempo de inatividade da frota, um fator-chave para a continuidade dos negócios e para a mitigação de riscos operacionais.
- Tecnologia de telemetria e gestão de frotas: soluções que permitem monitoramento de consumo, desempenho do motor, padrões de condução e diagnóstico remoto ajudam na prevenção de falhas e na melhoria de eficiência, o que também impacta na avaliação de risco pela seguradora.
- Compromisso com padrões de segurança: inovações em sistemas de freios, controle de estabilidade e ergonomia da cabine contribuem para a redução de acidentes e de severidade de sinistros.
Com esses pilares, o SCANIA R-124 GA 360 não é apenas um veículo isolado; ele faz parte de um ecossistema que, quando bem gerido, tende a oferecer maior previsibilidade de custos, melhor desempenho de frota e, consequentemente, condições mais estáveis de seguro. A FIPE, ao reconhecer a tecnologia, a idade e o uso desse tipo de veículo, facilita a calibragem de valores que reflitam a realidade do mercado, apoiando corretores, proprietários e seguradoras na hora de firmar contratos com cobertura adequada e tarifas justas.
Considerações práticas para proprietários e seguradoras
Para quem opera ou adjudica seguros para frotas com o SCANIA R-124 GA 360, algumas práticas ajudam a manter o equilíbrio entre proteção e custo. Em termos de gestão de risco, a qualidade da manutenção é um elemento central. Caminhões de três eixos com tração em 6×2/4×2 costumam exigir atenção especial aos seguintes aspectos:
• Manutenção preventiva de motor e transmissão: revisões periódicas, verificação de torque de parafusos, óleo lubrificante adequado e implementação de cronogramas de troca de fluídos ajudam a reduzir falhas que resultariam em sinistros ou maior indisponibilidade da frota.
• Cuidados com o sistema de freios e suspensão: frenagem eficiente, pastilhas, discos e verificações de amortecedores são cruciais para veículos de maior tonelagem. A suspensão adequada também influencia a estabilidade, especialmente em curvas ou em vias com irregularidades.
• Gestão de pneus e rodagem: condições de pneus, alinhamento e rodagens afetam o consumo de combustível, o desempenho de frenagem e o controle de desgaste, impactando diretamente fatores de risco avaliados pela seguradora.
• Telemetria e dados de frota: sistemas de monitoramento ajudam a coletar dados de condução segura, consumo de combustível, padrões de freio e incidentes de velocidade, fornecendo métricas que as seguradoras utilizam para ajustar prêmios e condições de cobertura ao longo do tempo.
Do ponto de vista da FIPE, a accurately declarada configuração do veículo (eixos, cabine, motor, ano) é a base para o cálculo do valor segurado. Corretores experientes alinham o valor com a documentação oficial, incluindo nota fiscal, ficha FIPE atualizada e informações sobre a configuração específica do veículo. Quando o veículo entra em uma nova etapa de vida útil — por exemplo, após retrofit de cabine, atualização de sistema de transmissão ou mudanças de configuração de eixo — é essencial comunicar essas alterações para que a FIPE e a seguradora recalcularem o valor de referência, evitando distorções no prêmio.
Por fim, o SCANIA R-124 GA 360, pela sua combinação de potência, capacidade de carga e configuração de eixo
