| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 159.887,00 |
| Fev/26 | R$ 162.532,00 |
| Jan/26 | R$ 164.640,00 |
| Dez/25 | R$ 164.954,00 |
| Nov/25 | R$ 168.080,00 |
| Out/25 | R$ 167.395,00 |
| Set/25 | R$ 172.391,00 |
| Ago/25 | R$ 176.812,00 |
| Jul/25 | R$ 170.855,00 |
| Jun/25 | R$ 179.109,00 |
| Mai/25 | R$ 176.242,00 |
| Abr/25 | R$ 176.402,00 |
Guia técnico da Tabela FIPE para o SCANIA R-124 GA 420 em configuração 6×2 NZ/4×2 com 3 eixos (2005)
Este artigo explora como a Tabela FIPE aborda o modelo SCANIA R-124 GA 420, com configuração 6×2 NZ/4×2 e 3 eixos, fabricado em 2005. Para profissionais de seguros, entender as nuances da tabela de referência de mercado é essencial para precificação, gestão de riscos e, principalmente, para orientar clientes na escolha de coberturas adequadas. O objetivo é apresentar de forma educativa como a FIPE legítima o valor de referência para veículos pesados usados, como esse conjunto de caminhão Scania, e como essa referência se relaciona com a avaliação de risco, depreciação e proteção contratual ao longo do tempo.
Ficha Técnica do SCANIA R-124 GA 420 (2005)
- Potência nominal do motor: 420 cv (aprox. 309 kW)
- Configuração de chassis: 6×2 NZ/4×2, com 3 eixos
- Tipo de motor: diesel turboalimentado, de alta eficiência para transporte de carga pesada
- Aplicação típica: caminhão de uso rodoviário para cargas de peso moderado a pesado, com possibilidade de carroçaria dedicada
A ficha técnica do SCANIA R-124 GA 420 de 2005 descreve, de forma resumida, o conjunto de atuação do veículo em termos de motor, propulsão, configuração de eixo e finalidade operacional. Vale lembrar que a Tabela FIPE utiliza dados de mercado e, muitas vezes, soma atributos de fábrica com a configuração real do veículo para estabelecer um valor de referência. Em veículos pesados, a variação entre uma carroçaria específica (cavalo mecânico, semi-reboque, carroceria fixa etc.) e outra pode influenciar a depreciação, a procura de peças e o custo de operação, fatores que, por si s, impactam direta ou indiretamente a comparação com a FIPE.

Observação: qualquer número apresentado aqui é considerado como referência típica para esse conjunto específico de tração, ano e configuração. A prática de seguradoras e avaliadores é ajustar o valor de acordo com o estado de conservação, quilometragem, histórico de acidentes, valor de mercado na região e a documentação do veículo. Assim, a Tabela FIPE funciona como uma linha de base útil para entender o valor de referência, que pode divergir do preço praticado em transações diretas entre vendedores e compradores.
Sobre a marca Scania
A Scania é uma marca icônica no setor de transporte pesado, reconhecida mundialmente pela robustez, confiabilidade e pela busca constante de inovação em engenharia de caminhões e motores. Fundada na Suécia no século XX, a Scania consolidou-se como parceira de frotistas que necessitam de alta disponibilidade operacional, excelente performance em longas distâncias e baixo tempo de inatividade. No segmento de caminhões pesados, a Scania se destaca pela gama de opções de motorização, pela diversidade de configurações de chassis e pela rede de assistência técnica, que costuma oferecer suporte para manutenção, peças originais e serviços de gestão de frotas.
Entre os pilares da marca, destacam-se a engenharia voltada para eficiência de combustível, a durabilidade de componentes sob condições operacionais exigentes e a preocupação com a segurança do motorista. Além disso, a Scania costuma investir em soluções que reduzem o tempo de manutenção e ampliam a confiabilidade da operação, fatores que, somados à reputação de qualidade, costumam influenciar positivamente a percepção de valor no mercado de usados. Em termos de seguro, a biometria de confiabilidade histórica da marca pode impactar a avaliação de risco pelo menos ao nível de confiabilidade de componentes críticos, como motor, transmissão e estrutura do chassi.
Para frotas que dependem de disponibilidade, a reputação da Scania na rede de concessionários e oficinas parceiras também é relevante, pois facilita a gestão de sinistros e a reposição de peças. Em suma, a marca representa um conjunto de atributos que, quando combinados com a configuração específica do veículo (6×2 NZ/4×2, 3 eixos) e com o histórico de uso, ajudam seguradoras a entender o perfil de risco e o custo de manutenção esperado ao longo da vida útil do ativo.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros de veículos pesados
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para indicar o valor de mercado de veículos usados. Ela compila dados de vendas, transações e condições de estado de conservação para oferecer um valor de referência que serve como base para negociações de seguro, financiamento e tributos. Em seguros, esse valor de referência ajuda a estimar o Capital Segurado (valor de reposição ou indenização em caso de perda total), estabelecer faixas de prêmios, definir limites de cobertura e orientar verificações de sinistralidade ao longo do tempo.
Para caminhões pesados como o SCANIA R-124 GA 420, a FIPE opera levando em conta configurações específicas de chassis, tipo de motor, estado do conjunto de transmissão e a aplicação da carroçaria. Um 6×2 NZ/4×2 com 3 eixos, por exemplo, pode ter variações substanciais de acordo com a configuração de cabina, de suspensão, de eixo de tração e de componentes adicionais. Em termos práticos, isso significa que dois veículos com o mesmo modelo e ano, mas com diferenças na carroçaria, na quilometragem e nas condições, podem apresentar valores FIPE distintos. Para o seguro, o valor FIPE funciona como parâmetro de referência, mas as apólices costumam considerar outros fatores, como o histórico de sinistros, o uso operacional (cidade, rodovia, transporte de carga perigosa), a localidade e as ruas habitualmente percorridas pela frota.
É comum que seguradoras ajustem o prêmio com base em uma combinação de fatores, entre eles o valor de mercado estimado pela FIPE, o custo de reposição de peças, a probabilidade de sinistro e as cláusulas de cobertura escolhidas. Assim, a Tabela FIPE é uma ferramenta de suporte à decisão, não o único determinante do custo do seguro. A conversa entre corretor e cliente sobre o veículo específico — incluindo o estado atual, o histórico de manutenções, a utilização operacional e a configuração de eixo — é tão crucial quanto o valor de referência da FIPE.
Impacto da configuração 6×2 NZ/4×2 na avaliação de seguro
A configuração de eixo de um caminhão pesa na determinação de riscos e prêmios de seguro. No caso do SCANIA R-124 GA 420 com 6×2 NZ/4×2 e 3 eixos, há características específicas que afetam a avaliação pelo seguro:
1) Estabilidade do veículo e perfil de manobra: a presença de três eixos oferece capacidade de carga maior e melhor distribuição de peso, mas também introduz complexidade adicional na suspensão, nos pneus e nos componentes do chassi. O corretor avaliará como essa configuração influencia a probabilidade de danos em manobras, freadções de emergência e desgaste de componentes em operações de transporte de carga pesada.
2) Peso bruto total permitido: o PBT é um determinante directo da exposição a danos em colisões e de custos de reparo. Veículos com 3 eixos tendem a ter PBT significativamente maior do que 2-eixos, o que pode impactar o custo de seguro, riscos de terceiros e o potencial de severidade de sinistros. A FIPE pode refletir esse valor de referência, mas o seguro considera também como o veículo está operando (carroçaria, tipo de carga, itinerários).
3) Operação e uso: caminhões usados para transporte de cargas pesadas em trechos longos apresentam exposures diferentes em comparação com veículos leves. Operações em trajetos de carga pesada, com maior exigência de performance, podem exigir coberturas adicionais (por exemplo, garantia estendida de motor, proteção de componentes de transmissão, assistência 24 horas). A FIPE, por si só, não capta o uso operacional, mas serve como base para o cálculo do Capital Segurado que o seguro pode oferecer.
4) Histórico do veículo: a idade (2005) e o histórico de manutenção afetam as probabilidades de falha. Caminhões de geração antiga podem ter maior probabilidade de falhas mecânicas em componentes críticos, o que influencia o prêmio total. Nesse contexto, a escolha de coberturas, franquias e serviços (cuidar com sinistros de casco, terceiros, incêndio, etc.) precisa ser ajustada para equilibrar custo e proteção.
5) Reparo e disponibilidade de peças: para marcas de renome como a Scania, a disponibilidade de peças originais e uma rede de assistência ampla podem reduzir o tempo de imobilização e, por consequência, o custo de sinistros. Isso é valorizado pela seguradora ao avaliar prêmios com base na facilidade de disponibilizar peças e de realizar manutenção rápida para evitar perdas de produção.
Em resumo, a combinação entre a referência FIPE e a configuração 6×2 NZ/4×2 com 3 eixos influencia a percepção de risco e o nível de proteção que a seguradora pode oferecer. Enquanto a FIPE dá uma linha de base do valor de mercado, as peculiaridades da operação do caminhão, o estado do veículo e o histórico de manutenção determinam o ajuste fino do prêmio.
Como interpretar a Tabela FIPE para esse modelo específico no contexto de seguros
Para clientes e corretores, entender a aplicação prática da FIPE envolve alguns passos simples:
– Identificar a configuração exata do veículo: 6×2 NZ/4×2, 3 eixos, ano 2005, motor 420 cv. A especificação correta é essencial para alinhar o valor de referência da FIPE com o veículo real.
– Considerar o estado de conservação e a quilometragem: dois caminhões com o mesmo ano podem ter valores FIPE diferentes com base em como foram mantidos e em quanto foram rodados ao longo da vida útil.
– Avaliar a finalidade de uso: se o caminhão está em operação de longas distâncias, com cargas pesadas, ou em uso urbano, isso afeta não apenas o risco de sinistro, mas também o tipo de cobertura mais adequada (casco, terceiros, acidentes com carga, assistência 24h, etc.).
– Discutir com o corretor a estratégia de proteção: a FIPE fornece uma referência, mas o contrato de seguro pode incluir cláusulas que elevem ou ajustem o capital segurado, a franquia e as coberturas adicionais, de modo a contemplar o custo de reposição do veículo e o impacto financeiro de uma interrupção de serviço na frota.
Por fim, a Tabela FIPE funciona como uma ferramenta de referência que ajuda proprietários e seguradoras a ter um entendimento comum do “valor de mercado” do veículo. O objetivo não é fixar um preço absoluto, mas sim facilitar uma negociação justa e alinhada com a realidade do mercado de usados, especialmente em operações de transportes pesados com configuração específica como o SCANIA R-124 GA 420 6×2 NZ/4×2 3-Eixos de 2005.
Considerações finais
Para frotas que dependem de consistência e previsibilidade, conhecer a Tabela FIPE e compreender o impacto da configuração de eixo no seguro é fundamental. O SCANIA R-124 GA 420, com seus 3 eixos e a configuração 6×2 NZ/4×2, representa um compromisso entre capacidade de carga, estabilidade em longas distâncias e custo operacional. A FIPE oferece uma referência de mercado que ajuda na tomada de decisão, especialmente quando se trata de solicitar orçamentos de seguro, comparar propostas de diferentes seguradoras e planejar a depreciação do ativo ao longo dos anos. A combinação de uma avaliação técnica sólida, o histórico de uso e a compreensão da referência FIPE cria um cenário mais claro para decidir pela melhor proteção para o seu equipamento de transporte.
Se você está avaliando opções de proteção para o SCANIA R-124 GA 420 com 3 eixos, entre em contato com a GT Seguros para uma avaliação dedicada e uma cotação que leve em conta as particularidades da configuração, estado do veículo e necessidades da sua operação. Para conhecer as opções de cobertura ideais para o seu caminhão, faça uma cotação com a GT Seguros.
