| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 103.534,00 |
| Fev/26 | R$ 103.763,00 |
| Jan/26 | R$ 103.992,00 |
| Dez/25 | R$ 104.190,00 |
| Nov/25 | R$ 104.347,00 |
| Out/25 | R$ 104.599,00 |
| Set/25 | R$ 104.935,00 |
| Ago/25 | R$ 105.156,00 |
| Jul/25 | R$ 105.325,00 |
| Jun/25 | R$ 105.431,00 |
| Mai/25 | R$ 105.643,00 |
| Abr/25 | R$ 105.739,00 |
Análise detalhada da Tabela FIPE para o SCANIA R-124 LA 360 6×2 NA 2p (diesel) 1997
A Tabela FIPE funciona como referência oficial para a precificação de veículos usados no Brasil e é amplamente utilizada por seguradoras, concessionárias e compradores na avaliação de valores de mercado. Quando falamos de caminhões pesados, como o SCANIA R-124 LA 360 6×2 NA 2p (diesel) de 1997, a aplicabilidade da FIPE envolve características específicas que vão além do ano de fabricação, incluindo configuração de chassis, motorização, número de portas e a própria conectividade com o histórico de uso. Este artigo aborda a relação entre a Tabela FIPE e a versão R-124 LA 360 6×2 NA 2p, destacando a ficha técnica, o papel da marca Scania no mercado de caminhões e os principais fatores que influenciam a avaliação de seguros para modelos dessa linha, com foco educativo para clientes de corretoras de seguros e frotistas.
Ficha técnica do SCANIA R-124 LA 360 6×2 NA 2p (diesel) 1997
- Motor diesel de 6 cilindros em linha, com potência nominal de 360 cv.
- Tração 6×2, com configuração de dois eixos motrizes, adequada para transporte de cargas médias e pesadas.
- Cabine de duas portas (2p), projetada para uso comercial, com espaço para motorista e acompanhante conforme a configuração de fábrica.
- Transmissão manual de 9 velocidades, associada a diferenciais para suportar o trabalho de rodagem com peso elevado.
Entendendo o papel da FIPE na avaliação de veículos pesados
A Tabela FIPE, ao contemplar modelos como o SCANIA R-124 LA 360 6×2 NA 2p, utiliza variáveis que ajudam a padronizar o preço de referência ao longo dos anos. Embora a FIPE seja amplamente associada a carros de passeio, sua aplicação a caminhões envolve a coerência entre o modelo, a configuração de eixo e a motorização. Para profissionais de seguro, o valor FIPE serve como base para estabelecer limites de cobertura, apólices e percentuais de depreciação em caso de sinistros. É fundamental entender que o valor FIPE é uma referência, e não um preço final de venda; fatores adicionais, como estado de conservação, histórico de manutenção e condições operacionais, podem modular esse patamar.

Nesta linha temporal da Scania, a ser avaliadas para a FIPE, o modelo R-124 LA 360 6×2 NA 2p representa uma gama de caminhões com foco em serviço pesado, adequados a operações de fretamento, distribuição de carga e atividades logísticas que exigem robustez, torque e confiabilidade. Em termos simples, a FIPE oferece uma faixa de referência que ajuda tanto seguradoras quanto proprietários a calibrar o valor de cobertura, o prêmio e as condições contratuais de seguro, especialmente para caminhões com especificações de motor e tração similares. A condução de um veículo com esse perfil, ainda que antigo, requer atenção diferente da de veículos leves, dada a complexidade de sistemas mecânicos, componentes de transmissão, sistemas de freio e a eventual necessidade de peças de reposição originais ou equivalentes.
Fatores que influenciam o valor FIPE do SCANIA R-124 LA 360 6×2 NA 2p (diesel) 1997
- Condição mecânica: estado do motor, sistema de transmissão, suspensão, freios e componentes críticos afetam diretamente o valor de referência da FIPE.
- Quilometragem e uso histórico: unidades com menor uso ou com histórico de serviço em atividades estáveis costumam manter melhor o patamar de referência, desde que bem mantidas.
- Conservação da carroceria e interior: danos na carroceria, ferrugem, desgaste de cabine e compensações estéticas podem reduzir a avaliação.
- Originalidade e retrofit: itens originais de fábrica ou upgrades que preservam a configuração 6×2 e o conjunto motor-transmissão têm impacto positivo na avaliação, diferentemente de modificações que comprometam a integridade estrutural ou a confiabilidade.
Guia prático para seguros de caminhões Scania R-124 1997 nesta configuração
Seguro de caminhões pesados envolve escolhas estratégicas, pois o risco operacional é diferente do veículo de passeio. Em modelos como o SCANIA R-124 LA 360 6×2 NA 2p (diesel) 1997, a seguradora considera não apenas o valor da tabela FIPE, mas também a natureza do uso, a região de operação, a frequência de viagens e a existência de dispositivos de segurança. Abaixo, pontos educativos que ajudam a entender como construir uma apólice mais alinhada com a realidade do veículo e do negócio:
- Coberturas adequadas: além da responsabilidade civil obrigatória, vale considerar colisão, incêndio, roubo/furto, e cobertura para terceiros transportados, conforme a atividade da frota.
- Avaliação de risco operacional: a natureza da rota, a distância percorrida e o tipo de carga impactam o prêmio e as franquias estabelecidas pela seguradora.
- Documentação e histórico: manter em ordem documentos do veículo, histórico de manutenção, notas fiscais de peças originais e comprovantes de inspeção facilita o processo de habilitação de cobertura e redução de prêmios.
- Proteção e prevenção: instalar dispositivos de segurança, monitoramento remoto de frota, rastreadores e sistemas de freio com manutenção regular pode reduzir prêmios e melhorar a taxa de aceitação pela seguradora.
Balanço entre custo, confiabilidade e manutenção para o SCANIA R-124 LA 360 6×2 NA 2p
Veículos da linha Scania costumam ser reconhecidos pela robustez, pela engenharia de motor e pela disponibilidade de rede de assistência técnica. O SCANIA R-124, com sua configuração 6×2, é particularmente indicado para operações com exigência de maior peso bruto total (PBT) e maior capacidade de tração. A força do conjunto motor-transmissão, aliada à capacidade de interiorizar o espaço de carga, tende a impactar positivamente a performance logística, desde que acompanhado de manutenção preventiva adequada. Em termos de seguro, essa visão de confiabilidade pode influenciar o direcionamento de coberturas e o cálculo de risco, pois unidades bem mantidas costumam apresentar menor probabilidade de sinistros graves ou de prejuízos maiores decorrentes de falhas mecânicas.
Boas práticas para gestão de seguros com foco em veículos históricos de 1997
Modelos de 1997 exigem atenção especial no planejamento de seguros. Abaixo, algumas sugestões educativas para quem gerencia frotas com esse tipo de configuração:
- Faça revisões periódicas com documentação clara: mantenha todas as manutenções registradas, peças de reposição originais e fiscais atualizados.
- Monitoramento de frota e telemetria: o uso de dispositivos de rastreamento e telemetria ajuda na gestão de riscos e na comprovação de comportamento de condução seguro.
- Avalie opções de franquias: escolha franquias que respeitem o orçamento operacional da frota sem comprometer a proteção em cenários de sinistro.
- Considere coberturas adicionais com cautela: para caminhões de 1997, vale discutir itens como proteção de carga, danos a terceiros por transporte de cargas especiais e assistência 24h à frota.
Ao planejar a seguro para o SCANIA R-124 LA 360 6×2 NA 2p (diesel) 1997, é fundamental alinhar as expectativas com a tabela FIPE como referência de valor, ao mesmo tempo em que se leva em conta o estado específico do veículo, o histórico de uso e as particularidades da operação. No longo prazo, uma abordagem bem estruturada de seguro pode reduzir custos totais de propriedade, o que é especialmente relevante para frotas que dependem de confiabilidade de manutenção e disponibilidade operacional para cumprir prazos de entrega e metas logísticas.
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