| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 121.005,00 |
| Dez/25 | R$ 121.236,00 |
| Nov/25 | R$ 121.419,00 |
| Out/25 | R$ 121.712,00 |
| Set/25 | R$ 122.103,00 |
| Ago/25 | R$ 122.360,00 |
| Jul/25 | R$ 122.557,00 |
| Jun/25 | R$ 122.680,00 |
| Mai/25 | R$ 122.926,00 |
| Abr/25 | R$ 123.037,00 |
| Mar/25 | R$ 123.222,00 |
| Fev/25 | R$ 123.296,00 |
Visão geral da referência FIPE para o SCANIA R-124 LA 400 4×2 NA 2p diesel 2002
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados no Brasil e é amplamente utilizada por seguradoras, avaliadores, financiadoras e compradores. Quando se trata de caminhões, como o SCANIA R-124 LA 400 4×2 NA 2p, a leitura da FIPE ganha relevância prática para a composição de apólices de seguro, para a definição de coberturas adequadas e para entender como o valor de referência pode influenciar o cálculo de prêmio. Este artigo aborda a Tabela FIPE nesse contexto específico, destacando a ficha técnica do modelo, o que a FIPE representa na prática e quais fatores podem alterar a leitura de um veículo desta configuração.
Antes de mergulhar na ficha técnica, é importante esclarecer que a FIPE não é o preço de venda de mercado de cada unidade. Trata-se de um valor médio de referência, calculado com base em transações observadas no mercado, levando em conta variações por ano, versão e configuração do veículo. No caso de caminhões, diferentes combinações de motor, eixos, cabina, tipo de carroceria e uso (rodoviário, frota, especialização) podem influenciar o valor de referência divulgado pela FIPE. Em seguros, esse valor serve como referência para estabelecer o que é considerado o valor segurável do veículo. A partir disso, as seguradoras definem coberturas, somas seguradas e condições de cobertura, sempre ajustando conforme o estado de conservação, uso pretendido e histórico do veículo.

Ficando claro: como a Tabela FIPE se relaciona com o SCANIA R-124 LA 400 4×2 NA 2p diesel 2002
O SCANIA R-124 LA 400 4×2 NA 2p diesel 2002 é uma configuração de caminhão com características específicas: a designação R-124 sugere uma linha de veículo de carga pesada, o indicativo LA 400 remete a uma versão com desempenho próximo de 400 cavalos de potência, o 4×2 indica a tração com dois eixos e a cabina 2 portas aponta para uma cabine simples para o motorista. Quando a FIPE é consultada para esse modelo, o que interessa aos gestores de frota, corretores de seguro e proprietários é a combinação exata de ano, motor diesel de alto desempenho, tipo de transmissão e a configuração de chassi/cabine. Essas variáveis ajudam a enquadrar o valor de referência utilizado pelas seguradoras para compor a apólice, inclusive na definição de franquias, coberturas adicionais (como danos a terceiros, colisões, incêndio, roubo/furto) e nos critérios de avaliação de sinistros.
É comum que o valor de referência varie conforme o estado de conservação, a quilometragem percorrida, a idade do veículo e o histórico de manutenção. Por isso, mesmo que o modelo seja o mesmo, unidades distintas podem apresentar leituras FIPE diferentes. Além disso, modificações que alterem o desempenho, o peso bruto, a capacidade de carga ou a configuração da carroceria também podem influenciar o valor avaliado pela FIPE. Em termos práticos, isso significa que a leitura FIPE para o SCANIA R-124 LA 400 4×2 NA 2p diesel 2002 não é fixa e pode sofrer ajustes conforme as informações fornecidas pela base de dados da FIPE e as condições do veículo na data da avaliação.
Ficha técnica resumida do SCANIA R-124 LA 400 4×2 NA 2p (diesel) 2002
Marca: Scania
Modelo: R-124 LA 400 4×2 NA 2p
Ano/Versão: 2002
Tipo de veículo: Caminhão pesado de eixo simples com tração 4×2 e cabine simples (2 portas)
Motor: Diesel, 6 cilindros em linha, turboalimentado, com intercooler, deslocamento aproximado entre 12,0 e 12,7 litros
Potência: Aproximadamente 400 cavalos de potência
Torque: Em torno de 1.700 a 1.900 Nm
Transmissão: Manual, tipicamente com 9 marchas à frente (configuração comum para esse tipo de veículo)
Categoria de uso: Rodoviário pesado, com foco em operações de frota e transporte de carga de média a alta capacidade
Combustível: Diesel
Essa ficha técnica resumida oferece um conjunto de informações fundamentais para a leitura da FIPE: a combinação entre motor de alto desempenho, configuração 4×2 e cabine com duas portas, associada ao uso rodoviário, tende a influenciar o valor de referência observado na tabela. Vale lembrar que, dentro de um processo de cotação de seguro, a seguradora pode solicitar dados adicionais, como o peso bruto total aprovado (PBT), o tipo de carroceria (caçamba, baú, painel, etc.), a existência de dispositivos de segurança (alarmas, rastreadores) e o histórico de revisões. Tais informações ajudam a calibrar com mais precisão o custo da proteção, sem depender apenas da leitura básica da FIPE.
Interpretando a leitura FIPE na prática de seguros para esse modelo
Ao planejar ou renovar o seguro de um SCANIA R-124 LA 400 4×2 NA 2p diesel 2002, a leitura da FIPE funciona como o eixo central que orienta as decisões de cobertura. Seguradoras costumam usar o valor FIPE como referência para o “valor de mercado segurável”, que é o montante considerado para reconstrução ou indenização em caso de sinistro total. A partir disso, são definidas as coberturas, as coberturas adicionais e a própria base do prêmio. Em outras palavras, quanto maior é a leitura FIPE para um determinado veículo, mais alta tende a ser a base de premiação, tudo o que depende de políticas internas da seguradora, do perfil de risco do condutor e do histórico de uso do caminhão.
Para profissionais de gestão de frotas, entender esse mecanismo facilita:
– a avaliação de opções de cobertura, como a inclusão de proteção para carga, danos a terceiros e assistência 24h;
– a comparação entre propostas de seguro de diferentes seguradoras, observando como cada uma utiliza a leitura FIPE para precificação;
– o planejamento de manutenções preventivas que conservem o estado de conservação do veículo, preservando a leitura FIPE ao longo do tempo.
Fatores que influenciam a leitura FIPE para o SCANIA R-124 LA 400 4×2 NA 2p
Embora a configuração do veículo seja um ponto-chave, há fatores adicionais que podem modificar a leitura FIPE e, por consequência, o prêmio de seguro. Os principais são:
Condição de conservação e quilometragem: veículos bem mantidos, com histórico de revisões em dia e quilometragem compatível com a idade tendem a apresentar leituras FIPE mais estáveis e favoráveis para a apólice, em comparação com unidades que apresentem desgaste acelerado ou falta de manutenção regular.
Histórico de sinistros: ocorrências anteriores, especialmente com danos relevantes, podem impactar o risco observado pela seguradora e, por consequência, a leitura FIPE aplicada para o valor segurável.
Modificações e estado da carroceria: alterações que mudem a estética, o peso, a aerodinâmica ou a capacidade de carga podem influenciar a leitura FIPE. Por exemplo, alterações de cabine, itens de segurança adicionais ou mudanças no sistema de proteção de carga podem ser consideradas no momento da avaliação.
Uso efetivo do veículo: frota de aluguel, transporte de carga sensível ou operações em áreas com alto fator de risco podem alterar a percepção de risco, o que pode refletir na leitura FIPE e no custo do seguro, mesmo dentro do mesmo modelo.
Essas nuances mostram que, embora a FIPE forneça uma referência útil, a avaliação de seguro para o SCANIA R-124 LA 400 4×2 NA 2p diesel 2002 é um processo com variáveis que vão além do número oficial da tabela. O ajuste fino depende de dados fornecidos pela frota, pela gestão de ativos e pela estratégia de proteção escolhida pela empresa ou pelo proprietário.
Boas práticas para manter a leitura FIPE consistente e facilitar a gestão de seguro
Para quem administra um caminhão SCANIA desse tipo, algumas práticas ajudam a manter a leitura FIPE estável e a otimizar as condições de seguro ao longo do tempo. Abaixo, apresento orientações gerais, sem entrar em particularidades de preço, apenas para orientar a gestão responsável do ativo:
Manutenção preventiva regular: siga o programa de manutenção recomendado pelo fabricante, com inspeções periódicas de motor, transmissão, freios, suspensão e sistema elétrico. Um histórico de manutenção bem documentado é um ativo importante na hora de justificar boas condições de risco.
Documentação organizada: guarde ordens de serviço, laudos de inspeção e registros de substituição de peças. A documentação facilita auditorias da seguradora e ajuda a manter a leitura FIPE alinhada com o estado atual do veículo.
Controle de uso e telemetria: o monitoramento de rota
