| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 149.852,00 |
| Fev/26 | R$ 150.184,00 |
| Jan/26 | R$ 150.517,00 |
| Dez/25 | R$ 150.804,00 |
| Nov/25 | R$ 151.032,00 |
| Out/25 | R$ 151.396,00 |
| Set/25 | R$ 149.062,00 |
| Ago/25 | R$ 149.377,00 |
| Jul/25 | R$ 146.958,00 |
| Jun/25 | R$ 144.534,00 |
| Mai/25 | R$ 140.140,00 |
| Abr/25 | R$ 140.267,00 |
Guia de consulta da Tabela FIPE para o Scania R-124 LA 400 6×2 NA 2p (diesel) 2001
Entendendo o papel da FIPE na avaliação de usados
A Tabela FIPE funciona como referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados. Ela compila dados de anúncios, negociações e notas técnicas, consolidando um valor médio que serve como base para compra, venda, financiamento e também para cobrir seguradoras. No entanto, para caminhões pesados como o Scania R-124 LA 400 6×2 NA 2p (diesel) de 2001, esse referencial não substitui a avaliação prática de cada unidade. A variação de idade, condição da carroceria, estado do motor, histórico de manutenção, quilometragem acumulada, nível de desgaste de componentes, bem como eventuais modificações ou acessórios instalados após a saída de fábrica, tudo isso pode influenciar o valor efetivo observado no mercado. A FIPE, nesse cenário, oferece um piso de referência que facilita negociações, planilhas de orçamento e a comunicação entre compradores, vendedores e instituições de crédito. Para quem atua no setor de seguro, o valor FIPE ajuda a calibrar o seguro de casco, a cobertura de responsabilidade civil e as margens de reposição de peças, mas não substitui uma avaliação técnica detalhada do veículo antes da contratação.
Ficha técnica do veículo
Abaixo está um retrato técnico do Scania R-124 LA 400 6×2 NA 2p, com foco na configuração típica encontrada no Brasil para esse ano. É importante lembrar que dados específicos podem variar conforme a fábrica, a cabine, os acessórios e as modificações realizadas ao longo da vida útil do caminhão.

- Tipo de veículo: caminhão pesado com configuração 6×2
- Combustível: diesel
- Cabine: LA (cabine ampla), 2 portas
- Potência aproximada: 400 cavalos de potência
Essa configuração de 6×2 indica que o veículo possui três eixos, com dois deles fornecendo tração. Caminhões com esse layout costumam ser usados em operações de distribuição de médias a pesadas, onde há necessidade de boa capacidade de carga aliada a uma manobrabilidade razoável em vias urbanas e rodovias. A cabine LA sugere conforto para longas jornadas, com espaço interno que facilita a permanência do motorista em operações de fretamento ou transporte de carga sensível ao tempo. Em termos de transmissão, a linha R-124 costuma oferecer opções que variam entre manuais de várias marchas e, em alguns pacotes, sistemas automáticos de trocas de marcha de baixo atrito, conhecidos como OptiCruise, que ajudam a reduzir o consumo de combustível em trechos de estrada e frete de alto volume.
A marca Scania: legado em eficiência e suporte ao cliente
A Scania é uma marca de origem sueca com uma presença global marcada pela excelência em caminhões e ônibus para aplicações pesadas. O portfólio da empresa é conhecido por combinar desempenho robusto, durabilidade e tecnologia avançada. Ao longo das décadas, a Scania construiu uma reputação associada à confiabilidade em operações de frota, ao baixo custo total de propriedade e a uma rede de assistência técnica ampla e integrada. Essa rede de serviços facilita a manutenção, a reposição de peças originais e o suporte técnico necessário para frotas que dependem de veículos com alta disponibilidade. Além disso, a Scania investe em soluções de eficiência energética, com motores de alta eficiência, sistemas de gestão de combustível e ferramentas de telemetria que ajudam as empresas a monitorar desgaste de pneus, consumo de combustível e itinerários de forma proativa. Tudo isso se traduz em maior previsibilidade operacional e potencial redução de custos ao longo da vida útil do caminhão.
Para motores pesados como o utilizado no Scania R-124 LA 400, a reputação da marca também se conecta a práticas de engenharia que priorizam robustez de componentes, durabilidade de sistemas de transmissão e resiliência a operações intensas de fretamento. O reflexo direto disso na gestão de risco e no custo de seguro é a percepção de menor volatilidade em falhas graves quando comparado a veículos mais simples, embora, é claro, a idade do exemplar de 2001 exija atenção especial na avaliação de cada caso específico. Em termos de manutenção, a disponibilidade de peças originais e o suporte de rede ajudam a manter a confiabilidade da frota, contribuindo para que proprietários e gestores de logística possam planejar manutenções preventivas com maior regularidade.
Como a FIPE se relaciona com esse modelo específico
A FIPE utiliza um conjunto de dados para compor o valor referencial de cada modelo, cuja montagem leva em conta o tipo de veículo, a faixa de ano, o estado de conservação médio observado no mercado, bem como a cabina e a configuração de eixo. No caso do Scania R-124 LA 400 6×2 NA 2p, a idade elevada (modelo de 2001) tende a impor uma depreciação mais acentuada, ainda que a condição de
Do valor referencial à gestão de ativos: leitura prática da Tabela FIPE para o Scania R-124 LA 400 6×2 NA 2p (diesel) 2001
Interpretação prática do valor referencial para frotas de fretamento
A Tabela FIPE funciona como linha de base para a avaliação de usados no mercado brasileiro. No caso do Scania R-124 LA 400 6×2 NA 2p movido a diesel, ano de 2001, o número publicado não é apenas uma etiqueta de preço: ele incorpora uma síntese de fatores de mercado que influenciam a depreciação ao longo de sua vida útil. Para gestores de frota, essa métrica serve como referência para negociações de venda, avaliação de ativos, cálculo de depreciação contábil e, principalmente, para alinhamento de expectativas com seguradoras e instituições de crédito.
Além disso, o valor FIPE oferece soporte para decisões de compra no contexto de renovação de frota. Em operações de fretamento, onde a disponibilidade de peças originais, a robustez de componentes e a confiabilidade do conjunto motriz pesam na continuidade da operação, a referência FIPE auxilia a calibrar o custo total de posse (TCO). Quando o veículo é classificado pela FIPE com base na faixa etária e na condição de conservação observada no mercado, a gestão pode planejar reposições, rebranding da frota ou a adoção de programas de retrofit de forma mais assertiva.
Fatores que moldam o valor FIPE para esse modelo
- Idade e faixa de ano do veículo, com depreciação tendendo a ser mais acentuada conforme o exemplar se aproxima de duas décadas de uso.
- Estado de conservação e histórico de manutenção, abrangendo troca de componentes críticos, estado de cabine e conforto oferecido ao motorista.
- Configuração de eixo 6×2 NA 2p, que impacta manobrabilidade, consumo e disponibilidade de peças específicas para essa linha.
- Cabine, sistema de transmissão e componentes do chassi, cuja robustez típica da Scania influencia positivamente a percepção de durabilidade.
- Disponibilidade de peças originais e suporte de rede autorizada, condição determinante para manutenção preventiva e reparos com custos previsíveis.
Implicações para seguro, aquisição e planejamento de custos
Para seguradoras, a FIPE serve como referência de base de prêmio, já que fornece um patamar estável para avaliação de risco associado a veículo de idade avançada. Em termos de aquisição, o valor FIPE orienta a montagem de propostas de financiamento, salvaguardando que o montante financiado não ultrapasse o valor de mercado, reduzindo riscos de parcelamentos inadequados. Do ponto de vista operacional, o indicador FIPE combinado a um histórico de manutenções e a condições de uso ajuda a estabelecer cenários de custo por quilômetro, minimizando surpresas financeiras ao longo do contrato de fretamento.
Considerações finais e aproximação prática
Conclui-se que a Tabela FIPE é uma referência essencial, mas não substitui uma avaliação técnica detalhada. Para extrair o máximo de valor do Scania R-124 LA 400 6×2 NA 2p (diesel) 2001, recomenda-se cruzar o número FIPE com inspeções técnicas, histórico de manutenções e benchmarks regionais de demanda. A integração dessas informações facilita decisões de reposição, renegociação de contratos de fretamento e ajustes de política de seguro.
Para quem busca tranquilidade adicional na proteção de ativos, a GT Seguros oferece opções alinhadas a esse contexto de depreciação e gestão de frota. Entre em contato com a GT Seguros para explorar soluções de seguro que acompanhem a valorização e a depreciação previstas pela FIPE, contribuindo para um custo total de posse mais previsível e eficaz.
