| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 164.857,00 |
| Dez/25 | R$ 162.401,00 |
| Nov/25 | R$ 162.646,00 |
| Out/25 | R$ 163.038,00 |
| Set/25 | R$ 160.525,00 |
| Ago/25 | R$ 160.864,00 |
| Jul/25 | R$ 159.599,00 |
| Jun/25 | R$ 159.759,00 |
| Mai/25 | R$ 160.080,00 |
| Abr/25 | R$ 156.392,00 |
| Mar/25 | R$ 156.627,00 |
| Fev/25 | R$ 156.722,00 |
Panorama detalhado da Tabela FIPE para o SCANIA R-124 LA 400 6×2 NA 2p (diesel) 2004
A Tabela FIPE, amplamente utilizada no Brasil para referenciar valores médios de reposição de veículos, é uma ferramenta fundamental para quem trabalha com seguros, avaliações de danos e seguros de veículos pesados. Quando falamos de caminhões de grande porte, como o SCANIA R-124 LA 400 6×2 NA 2p movido a diesel, a leitura correta da tabela envolve compreender que o objetivo principal não é fixar um preço de venda ou de aquisição, mas estabelecer um parâmetro de referência que ajude seguradoras, corretores e clientes a dimensionar coberturas, depreciação e regras de indenização. Abaixo, exploramos como essa entrada específica da FIPE se enquadra no universo de seguros e na gestão de riscos de frotas.
Como a FIPE estrutura a referência para esse modelo
A Tabela FIPE classifica veículos por marca, modelo, configuração (incluindo motor, número de eixos e tipo de carroceria), ano de fabricação e combustível. Para o SCANIA R-124 LA 400 6×2 NA 2p (diesel) 2004, a referência envolve diversas variáveis que, associadas, formam a base de comparação utilizada pelas seguradoras. Em termos práticos, o valor FIPE funciona como um piso de referência para cálculos de indenização, avaliação de depreciação e parâmetros de cobertura. Ele não substitui uma avaliação de sinistro específica nem um orçamento de reposição, mas orienta o equilíbrio entre custo de proteção e necessidade de cobertura para o veículo em questão.

Em termos de seguro, entender esse quadro é essencial para estimar, por exemplo, a importância de coberturas contra roubo e furto, colisões, incêndio, danos a terceiros e responsabilização civil. Caminhões com configuração 6×2, especialmente, costumam ter perfis de risco diferentes devido à sua aplicação comum em transporte de cargas, planos de manutenção, histórico de uso em rotas e quilometragem anual. Por isso, ao consultar a FIPE, os corretores costumam correlacionar o valor de referência com informações adicionais do veículo e da operação logística para desenhar uma proposta de seguro adequada.
Ficha técnica do SCANIA R-124 LA 400 6×2 NA 2p (diesel) 2004
A ficha técnica, quando disponível, oferece um panorama estruturado sobre as características principais que definem o comportamento, desempenho e uso do veículo. A versão R-124 LA 400 6×2 NA 2p é comumente associada a caminhões pesados com diversas especificidades. Abaixo, apresentamos um retrato técnico em formato organizado, com foco nas informações habitualmente registradas pela FIPE e pelo setor de seguros. Cabe ressaltar que, dependendo da configuração de fábrica e da carroceria, alguns números podem variar. O objetivo é oferecer uma leitura clara para facilitar o entendimento sobre como esse modelo é visto no universo de seguros.
- Marca: Scania
- Modelo/Versão: R-124 LA 400 6×2 NA 2p
- Ano/modelo de referência: 2004
- Tipo de veículo: Caminhão pesado com configuração 6×2
- Carroceria: NA (informação adicional pode depender da carroceria implantada pela montadora ou pela rede de montagem)
- Combustível: Diesel
- Motor: diesel de alto desempenho, com turbocompressor (configuração de 6 cilindros em linha é a referência comum em essa linha), voltado para trabalho pesado
- Potência: em torno de 400 cavalos de potência (valores variam conforme a especificação da unidade); torque elevado para empurrar cargas volumosas
- Tranmissão: manual, com várias opções de caixa de câmbio adaptadas ao uso de transporte de carga (configurações com múltiplas velocidades são comuns)
- Configuração de eixo: 6×2 (três eixos, com dois motores de tração em determinados arranjos e sistemas de suspensão compatíveis com peso bruto elevado)
- Peso bruto total (PBT): observado entre faixas altas para caminhões pesados, com o PBT variando conforme a configuração e a carroceria; a aptidão para cargas depende do conjunto eixo e da suspensão
- Capacidade de carga útil: depende da configuração de eixo/relação de diferenciais; para versões 6×2, a utilidade de carga pode variar amplamente conforme o equipamento de reboque, tanque e caçamba ou baú instalados
- Transmissão de freio: sistema de freios a ar com controles de serviço compatíveis com as exigências de tração pesada; dispositivos de assistência e sistemas de segurança costumam estar presentes
É importante notar que os dados acima representam o conjunto típico de informações de referência para essa versão específica na FIPE e no mercado de seguros. Em operações reais, a substituição de carroçarias, alterações de motor ou adaptações de campo podem alterar os números exatos. Por isso, corretores costumam confirmar os dados oficiais da versão exata consultando a base FIPE atualizada ou o catálogo do fabricante, especialmente ao calcular o valor segurável e as coberturas necessárias.
Por que a marca Scania se tornou referência no transporte de cargas pesadas
A Scania é uma marca sueca com uma longa tradição no segmento de caminhões, ônibus e soluções para logística global. Fundada na década de 1890, a Scania construiu uma reputação sólida associada a confiabilidade, robustez e uma rede extensa de assistência técnica. No Brasil, a presença da Scania ganhou força ao longo das últimas décadas, consolidando-se como uma opção preferencial para frotas de logística, transportes de cargas pesadas, mineração e atividades industriais que demandam caminhões de alto desempenho. Alguns pilares da marca, que costumam ser enfatizados por corretores de seguros, incluem:
- Qualidade de engenharia: motores de alto torque, sistemas de arrefecimento eficientes e componentes de longa duração, projetados para suportar uso contínuo em operações de carga.
- Rede de serviço global: assistência técnica, peças originais e disponibilidade de mão de obra especializada ajudam a manter a disponibilidade da frota e reduzem o tempo de inatividade.
- Inovação em segurança: a Scania tem histórico de incorporar soluções que elevam a segurança do motorista e da carga, incluindo sistemas de frenagem avançados, controle de estabilidade e ergonomia de cabine.
- Customização para aplicações: a plataforma R da Scania permite configurações que atendem a diferentes tipos de operação, desde transporte rodoviário até aplicações de mineração, o que favorece a gestão de riscos para seguros, com a possibilidade de adequar a cobertura conforme uso real.
Essa combinação de desempenho, confiabilidade e rede de suporte faz com que a Scania seja frequentemente escolhida por transportadoras que buscam reduzir interrupções operacionais e manter a contenção de custos ao longo do tempo. Do ponto de vista da seguradora, veículos de marcas com histórico sólido costumam oferecer maior previsibilidade de sinistros, o que se transforma em cotações mais estáveis e planos de seguro mais ajustados às necessidades da frota.
Impacto da FIPE no seguro de caminhões pesados: o que o corretor observa
Ao trabalhar com uma versão como o SCANIA R-124 LA 400 6×2 NA 2p (diesel) 2004, o corretor analisa a Tabela FIPE para calibrar expectativas relacionadas a valor de reposição e depreciação. Embora o objetivo principal seja fundamentar o custo de indenização no caso de sinistro, o FIPE também introduz critérios que ajudam na montagem de pacotes de cobertura. Seguem pontos-chave que costumam orientar a avaliação de seguros nessa linha de veículo:
- Definição de valor segurável: a FIPE serve como referência de valor de reposição ou de indenização. Ajustes de acordo com a configuração (torres, baú, caçamba, reboque) podem alterar o valor final para a apólice.
- Depreciação ao longo do tempo: veículos com mais de uma década de uso costumam apresentar depreciação mais acentuada. A FIPE ajuda a sinalizar padrões de desvalorização que, junto à experiência de sinistros da seguradora, moldam os percentuais aplicados à indenização.
- Risco de sinistro: caminhões com uso intensivo de carga em rotas longas implicam maior exposição a colisões, capotamentos e danos a terceiros. O FIPE, ao situar o veículo em uma faixa de mercado, orienta a avaliação de risco agregado da frota.
- Requisitos de manutenção: a manutenção adequada tende a reduzir a probabilidade de falhas mecânicas. O histórico de manutenção pode influenciar positivamente a cotação ao demonstrar conservação adequada do veículo.
Para corretores, essa leitura ajuda a construir propostas de seguro mais transparentes, com coberturas que reflitam a realidade operacional da frota, sem subestimar ou superestimar o valor de reposição. Em termos práticos, o estudo da FIPE aliado a dados da operação permite definir limites de cobertura, franquias adequadas e opções de proteção, como bagageiro, guincho e responsabilidade civil sobre a carga, que são cruciais para caminhões pesados que transportam mercadorias sensíveis ou de alto valor agregado.
Considerações práticas para seguros de SCANIA R-124 LA 400 6×2 NA 2p (diesel) 2004
Ao planejar um seguro para esse tipo de veículo, alguns elementos costumam pautar as decisões dos responsáveis pela apólice. Abaixo estão pontos que costumam impactar a avaliação de risco e, consequentemente, o custo da cobertura, sem descaracterizar a importância de uma proteção completa para a frota:
- Idade e condição geral do veículo: caminhões com mais de 10 anos costumam exigir avaliações especiais, com foco na confiabilidade de componentes como motor, transmissão e sistema de freios.
- Uso e rotas operacionais: se a frota atua em rotas urbanas com tráfego intenso ou em estradas de alta demanda, as necessidades de coberturas adicionais (roubo, colisão, danos a terceiros) podem se tornar mais relevantes.
- Manutenção preventiva: registros de serviços, trocas de óleo, revisão de sistemas e inspeções periódicas ajudam a sustentar a confiabilidade da máquina, influenciando positivamente as taxas.
- Histórico de sinistros: histórico de sinistros da frota ou do próprio veículo pode impactar o prêmio, com avaliações separadas para sinistros de terceiros, colisões e danos ao motor.
Além disso, para quem administra frotas, vale a pena considerar soluções de proteção que vão além da indenização direta, como cobertura de assistência 24 horas, cobertura de carga, proteção para acessórios de valor agregado e seguros regionais que levem em conta as trajetórias comuns de operação. A personalização da apólice, nesse sentido, é o caminho para equilibrar custo e cobertura, assegurando que as perdas em cenários adversos sejam contidas sem comprometer a continuidade das operações.
Ao fazer comparações entre propostas, é essencial verificar o que cada seguradora entende por “valor de reposição” ou “valor do veículo”. Alguns planos mantêm o preço de indenização próximo ao valor FIPE, outros adotam políticas de ajuste com base no tempo de uso e na depreciação real. Em contratos com frota, vale a pena negociar cláusulas de retrofit, reposição de componentes críticos e franquias diferenciadas para danos a terceiros versus danos ao próprio veículo, sempre buscando um equilíbrio entre custo de prêmio e proteção efetiva.
Chamada sutil para cotação
Se você representa uma frota ou é responsável pela gestão de seguros de um veículo pesado como o SCANIA R-124 LA 400 6×2 NA 2p, vale considerar uma avaliação de coberturas com foco em valores de reposição, proteção de cargas e gestão de riscos. A GT Seguros oferece opções de cotação que ajudam a comparar coberturas, limites e franquias de forma clara e objetiva, funcionando como aliado na tomada de decisão para proteger sua operação.
Para facilitar a sua próxima decisão de seguro, pense em solicitar uma cotação com a GT Seguros e conhecer as alternativas de proteção que melhor atendem às necessidades da sua frota, com a conveniência de alinhar custo e cobertura de forma transparente.
