Valor FIPE Atual
R$ 222.848,00
↑ 3,5% vs mês anterior
FIPE: 513191-0
Ano: 2010-3
MêsPreço
Jan/26R$ 222.848,00
Dez/25R$ 215.313,00
Nov/25R$ 216.395,00
Out/25R$ 216.916,00
Set/25R$ 217.613,00
Ago/25R$ 218.707,00
Jul/25R$ 219.807,00
Jun/25R$ 220.912,00
Mai/25R$ 222.023,00
Abr/25R$ 223.139,00
Mar/25R$ 224.261,00
Fev/25R$ 225.388,00

Entendendo a Tabela FIPE para o Scania R-380 A (2010) nas configurações 4×2 3-Eixos/A e 6×2 2p

Quando o assunto é seguro de caminhões pesados, a Tabela FIPE atua como referência para a avaliação de mercado, a base de cálculo de garantias e, principalmente, para orientar o corretor na definição de coberturas adequadas ao valor de reposição. No universo dos veículos de carga, modelos como o Scania R-380 A, ano 2010, aparecem com variações de configuração que impactam diretamente a percepção de risco e a parametrização de prêmios. A Tabela FIPE não apenas registra o preço original de tabela, mas observa o desgaste, a idade do veículo, a configuração de eixo, o tipo de motor e o histórico de uso, entre outros fatores. Por isso, compreender as nuances entre as diferentes versões — neste caso, a 4×2 com 3 eixos/A e a 6×2 com 2p — é essencial para quem atua na assessoria de seguros e busca oferecer propostas transparentes e seguras para clientes que operam no transporte de cargas. A seguir, exploramos a ficha técnica, as particularidades da marca e as implicações para a precificação de seguros, sempre com foco educativo para que o leitor possa interpretar a Tabela FIPE com mais confiança.

Visão geral da Tabela FIPE e o papel do Scania R-380 A no mercado de caminhões usados

A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), oferece um referencial padronizado de valores de veículos usados no Brasil. Para caminhões de grande porte, como o Scania R-380 A, o valor listado na FIPE reflete não apenas o preço de mercado estimado, mas também a idade do veículo, a configuração de eixo e as variações de consumo que costumam acompanhar cada configuração. Em termos práticos, essa tabela é amplamente adotada por seguradoras, concessionárias, lojas de acessórios e empresas de logística para colocar o veículo em uma faixa de valor ao emitir uma proposta de seguro, calcular depreciação em caso de sinistro e embasar negociações de compra e venda entre terceiros. Ao mesmo tempo, é comum que a própria seguradora ajuste o valor de referência com base no histórico de manutenções, na quilometragem, no estado de conservação do caminhão e no tipo de operação realizada pelo cliente. Diante disso, a Tabela FIPE funciona como uma referência útil, mas não é o único determinante para o valor final da apólice. Em particular, configurações 4×2 3-Eixos/A e 6×2 2p, ainda que do mesmo modelo, costumam apresentar valores FIPE distintos devido a diferenças de capacidade de carga, estabilidade, consumo e complexidade de manutenção. Por isso, é relevante avaliar cada configuração de forma isolada ao contemplar o PA (valor médio de mercado) para a cobertura.

Tabela FIPE SCANIA R-380 A 4×2 3-Eixos/A 6×2 2p (diesel) 2010

Ficha Técnica Resumida do Scania R-380 A (2010)

Ao tratar do Scania R-380 A, ano de referência 2010, para as configurações 4×2 3-Eixos/A e 6×2 2p, é interessante apresentar os elementos que costumam compor a ficha técnica de maneira sintetizada, sem perder o essencial para uma compreensão segura do veículo. Abaixo, constam quatro itens-chave que ajudam a entender o perfil do modelo dentro da Tabela FIPE e na avaliação de seguro:

  • Fabricante e modelo: Scania R-380 A, versão 4×2 3-Eixos/A e versão 6×2 2p, ano 2010.
  • Configuração de eixo: a versão 4×2 possui quatro rodas com dois eixos motrizes, enquanto a versão 6×2 apresenta seis rodas com duas rodas motrizes (em geral com três eixos, sendo o eixo entre as rodas dianteiras e traseiras com funções diferentes, como tração adicional para carga mais pesada).
  • Tipo de motor: diesel, com configuração de 6 cilindros em linha, turboalimentado (características comuns aos motores de caminhão pesados da linha Scania, projetados para oferecer torque estável e resposta robusta em diferentes regimes).
  • Ano/modelo e uso típico: 2010, aplicado principalmente para transportes de carga pesada, longas distâncias e operações de entrega com alto volume de carga, com variações entre distribuição de carga, logística de frete e operações rodoviárias de longo curso.

Além dos itens acima, é válido observar que a FIPE toma como referência o estado de conservação e a idade do modelo, bem como o histórico de serviço, para calibrar o valor de mercado. Embora a ficha técnica resumida possa não listar todas as especificações técnicas detalhadas de fábrica — como câmbio, categoria de motor, torque máximo ou especificações de freio —, a compreensão das diferenças entre 4×2 e 6×2, bem como a natureza diesel do motor, já facilita a avaliação de sinistralidade, custos de manutenção e, por consequência, o dimensionamento de coberturas adequadas em uma apólice voltada a frotas de caminhões.

Características da marca Scania e seu impacto no mercado de seguros

A Scania é uma marca icônica no segmento de caminhões pesados e ônibus, conhecida por sua robustez, durabilidade e foco em soluções orientadas a eficiência operacional. Originária da Suécia, a Scania faz parte de um ecossistema que valoriza tecnologia, rede de serviço e disponibilidade de peças, fatores que influenciam positivamente a percepção de risco pelas seguradoras. Entre os elementos que ajudam a construir a reputação da marca no Brasil e no mundo, destacam-se:

  • Rede de assistência técnica: a Scania mantém uma extensa rede de concessionárias e serviços autorizados, com disponibilidade de peças originais e suporte técnico qualificado, o que reduz o tempo de indisponibilidade em reparos e impacta positivamente a avaliação de seguros.
  • Tecnologias de eficiência: soluções de gestão de frota, integração de telemetria, motorizações com controle de emissões e sistemas de gestão de consumo ajudam a reduzir o custo total de operação, o que costuma influenciar positivamente as condições de seguro para frotas que demonstram prudência na operação.
  • Confiabilidade e reputação de mercado: caminhões Scania costumam ser associados a maior durabilidade e resistência em condições de carga elevada, o que pode refletir em sinistralidade relativamente estável ao longo da vida útil do veículo, desde que haja manutenção regular.
  • Segmentação e opções de configuração: a marca oferece diversas opções de configuração de rodas, eixos e cabines, permitindo adaptabilidade a diferentes perfis de operação. Essa versatilidade pode ser um fator de avaliação da seguradora, que leva em conta a aplicação prática do veículo na composição da frota.

Para o corretor, entender o posicionamento da Scania no mercado ajuda a contextualizar o valor de reposição e as expectativas de durabilidade, influenciando a montagem de um pacote de seguros que combine cobertura adequada com condições competitivas. Além disso, o histórico de manutenção da marca e a disponibilidade de peças originais costumam reduzir o tempo de sinistro e facilitar o atendimento, aspectos valorizados pelas seguradoras ao construir propostas para veículos de carga pesada.

Notas sobre as variações entre 4×2 3-Eixos/A e 6×2 2p e seu efeito na FIPE

As configurações 4×2 3-Eixos/A e 6×2 2p representam diferentes arranjos de eixo e drivetrain que impactam diretamente a percepção de risco e o custo de reposição. Em termos práticos, algumas diferenças relevantes são observadas:

  • Capacidade de carga e estabilidade: a versão 6×2 costuma oferecer maior capacidade de carga e estabilidade em terrenos com demanda de tração adicional, o que pode justificar um valor FIPE elevado em comparação com a configuração 4×2, especialmente para operações de longas distâncias com peso elevado.
  • Manutenção e peças: a presença de mais eixos e componentes pode implicar maior complexidade de manutenção e, por consequência, custos associados. Contudo, a rede de serviço Scania facilita o suporte técnico e a reposição de peças originais, com impacto indireto no custo de seguro.
  • Consumo e eficiência: motores diesel robustos, combinados a diferentes geometrias de eixo, geram variações de consumo. Em cenários de frota, a eficiência energética pode influenciar a taxa de prêmio, já que seguradoras consideram o custo operacional como parte da equação de risco.
  • Mercado de reposição: a disponibilidade de peças para as duas configurações costuma ser estável devido à presença de rede autorizada. No entanto, a raridade de determinadas combinações (por exemplo, 6×2 2p com especificações especiais) pode impactar valores de reposição específicos na FIPE.

Nessa linha, ao preparar uma cotação de seguro para um Scania R-380 A, a corretora deve considerar a configuração do veículo, o respectivo histórico de uso e a aplicação operacional para calibrar a proteção de forma adequada. A FIPE, por ser uma referência comum, ajuda a alinhar expectativas de valor de reposição, mas a soma de fatores práticos da frota é que determina o prêmio final oferecido pela seguradora. Assim, entender as nuances de cada configuração é uma prática que agrega transparência ao processo de avaliação de risco.

Implicações práticas para seguradoras e para quem busca proteção adequada

Para quem atua na área de seguros, a leitura cuidadosa da Tabela FIPE aliada à ficha técnica e ao histórico do veículo é fundamental para evitar subseguro ou superseguro. Abaixo, apresentamos alguns pontos-chave que costumam orientar a análise de risco no âmbito de caminhões Scania R-380 A em 2010, com foco nas duas configurações discutidas:

  • Valorização por configuração: a diferença entre 4×2 e 6×2, bem como a presença de 3 eixos, costuma provocar variações relevantes no valor de reposição praticado pela FIPE. Considerar a configuração específica evita distorções no valor do sinistro e na indenização.
  • Acurácia de dados operacionais: ao preencher a cotação, informações sobre a quilometragem, uso (distribuição, transporte de carga geral, içamento etc.) e histórico de manutenções ajudam a ajustar o risco de falha mecânica e, consequentemente, o custo do seguro.
  • Risco de sinistro relativo à operação: caminhões com maior porte e peso têm maior probabilidade de sinistros de colisão em determinados cenários, assim como maior probabilidade de danos em extensões de carroceria e equipamentos. A gestão de risco envolve estratégias de trechos, roteirização e manutenção preventiva.
  • Garantias adicionais comuns: além da cobertura básica, empresas costumam buscar proteção complementar para itens como teto de cabina, acessórios de terceiros, culpa de terceiros e proteção de cargas especiais — ainda que tais itens possam influenciar o prêmio conforme o uso da frota e o valor de reposição informado pela FIPE.

É importante que o tomador de seguro e o corretor discutam as necessidades específicas do negócio, já que cada operação tem particularidades de rota, tipo de carga, regime de turnover da frota e padrões de manutenção. A FIPE oferece um referencial estável, mas a construção final da apólice deve contemplar o cenário real da frota, incluindo estado geral de conservação, histórico de sinistros, idade do veículo e planos de manutenção vigentes. Em termos de comunicação com o cliente, esclarecer que o valor da tabela é apenas um marco de referência pode aumentar a confiança e facilitar a tomada de decisão, especialmente quando se trata de veículos pesados com alta capacidade de carga.

Convite à cotação com GT Seguros

Se você está avaliando opções de seguro para o Scania R-380 A nas configurações 4×2 3-Eixos/A e 6×2 2p (diesel) de 2010, a GT Seguros está pronta para oferecer uma cotação personalizada, alinhada ao seu perfil de operação, à configuração específica e ao uso da frota. Nossa abordagem considera o valor de referência da FIPE, o histórico de manutenção, a taxa de sinistralidade do setor e as particularidades da sua operação, para apresentar condições justas e transparentes. Faça uma cotação conosco e conheça propostas que priorizam proteção adequada, sem comprometer a competitividade do seu orçamento de seguro.