| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 289.464,00 |
| Fev/26 | R$ 290.919,00 |
| Jan/26 | R$ 289.852,00 |
| Dez/25 | R$ 288.792,00 |
| Nov/25 | R$ 290.244,00 |
| Out/25 | R$ 291.703,00 |
| Set/25 | R$ 302.283,00 |
| Ago/25 | R$ 304.383,00 |
| Jul/25 | R$ 303.509,00 |
| Jun/25 | R$ 314.518,00 |
| Mai/25 | R$ 304.074,00 |
| Abr/25 | R$ 302.792,00 |
Análise detalhada da Tabela FIPE para o Scania R-440 A 6×4 (2013) com motor diesel Euro 5
Para quem atua no âmbito de transportes e gestão de frotas, a Tabela FIPE representa uma referência prática para entender o valor de mercado de veículos usados. No caso específico do Scania R-440 A 6×4 2p (diesel) (E5) 2013, essa referência impacta diretamente decisões de seguradoras, corretoras e frota: como precificar o seguro, estabelecer o valor de reposição ou indenização e orientar renegociações com clientes que precisam manter a operação em pleno funcionamento sem abrir mão de proteção adequada. Vale reforçar que neste artigo não apresentaremos valores de preço dentro do texto, pois os dados de preço do veículo serão inseridos automaticamente no topo do post pela nossa plataforma. A seguir, exploramos a relevância da FIPE para esse modelo, a ficha técnica resumida, o ecossistema da marca Scania e aspectos importantes para a gestão de seguros voltados a caminhões pesados como o R-440 A 6×4.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para o Scania R-440 A 6×4
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Ela considera uma série de variáveis, como ano-modelo, versão, estado de conservação, depreciação natural e a demanda do mercado. No universo de caminhões, a aplicação prática da FIPE envolve alinhar o valor segurado com uma base reconhecida pelo mercado — o que facilita o cálculo de prêmios, reservas técnicas e indenizações em caso de sinistro. Para o Scania R-440 A 6×4 de 2013, a tabela capta a variação econômica entre unidades com motor Euro 5 (E5), configurações de cabine, quilometragem típica de frota e a depreciação esperada ao longo de quase uma década de uso, quando a aplicação de fretes, rotas e cargas pesadas molda o valor real de mercado de cada unidade. Dito de outra forma: a FIPE oferece um referencial objetivo, que serve como fio condutor para que a seguradora estabeleça o nível de proteção adequado sem supervalorizar ou subvalorar o bem. Além disso, para frotas que trabalham com múltiplos equipamentos Scania, a padronização de valores entre veículos similares facilita a gestão de sinistros, relatórios de ativos e auditorias de carteira.

É importante lembrar que, embora o FIPE ofereça uma base sólida, cada veículo pode apresentar particularidades que merecem avaliação adicional. Estado de conservação, histórico de manutenção, quilometragem anual, alterações de equipamentos, avarias anteriores e o tipo de semireboque ou peso transportado influenciam o valor real de reposição ou indenização em caso de sinistro. Ao planejar a contratação de seguro, a empresa ou o proprietário deve considerar não apenas o valor contábil, mas também como a FIPE se relaciona com o custo de reposição no cenário atual do mercado de caminhões usados.
Ficha técnica do Scania R-440 A 6×4 2p (diesel) (E5) 2013
- Motor: seis cilindros em linha, deslocamento de 13 litros, diesel, Euro 5 com sistema de tratamento de gases (SCR/AdBlue), potência nominal de 440 cv e torque elevado para operações de alta demanda de peso.
- Transmissão: câmbio automatizado Scania Opticruise com múltiplas velocidades, com assistência eletrônica para trocas suaves e eficientes; padrão de 12 marchas à frente em muitas configurações, com opção de reduções para manobras precisas.
- Tração e eixo: configuração 6×4, com eixo drive traseiro robusto compatível com semireboques de grande capacidade; presença de sistemas de estabilidade e controle de tração que auxiliam na condução sob condições desafiadoras.
- Emissões e combustível: motor Euro 5, utilização de AdBlue para redução de emissões; alimentação diesel, com foco em manter desempenho de alto torque sem comprometer o atendimento a padrões ambientais.
Observação: as especificações acima refletem o conjunto típico do Scania R-440 A 6×4 2p (E5) de 2013. Em termos práticos, podem existir variações conforme o conjunto de cabine (cabine média ou grande), configuração de tanque de combustível, presença de inverter power, pacotes de telemetria/gestão de frota da Scania e modificações de fábrica. Por isso, é essencial confirmar as especificações com base no número de chassi (VIN) e no manual de original de fábrica correspondente à unidade em questão.
Desempenho, conforto e uso na prática
O Scania R-440 A 6×4 combina força bruta com uma configuração de tração que favorece operações de alto peso, especialmente em serviços que exigem reboque de carretas pesadas, transporte de cargas difíceis e trajetos com subidas íngremes. O conjunto motor 13 litros, com 440 cv, entrega torque expressivo, o que facilita arrancadas em pisos desiguais, manobras em pátios e reboques com diferentes tipos de carga. Em termos de disponibilidade de força, esse tipo de motor oferece margens consistentes de desempenho mesmo com variações de altitude e com as cargas em torno de muitos milhares de quilos. A transmissão Opticruise adiciona uma camada de conveniência operacional, permitindo que motoristas concentrem-se na condução sem o acúmulo de trocas de marchas manuais, ao mesmo tempo em que o sistema de gestão automática ajuda na economia de combustível e na adaptação ao traçado da rota.
Quanto ao conforto, a cabine de caminhões Scania é reconhecida pela ergonomia, qualidade de acabamento e foco no motorista. Bancos com ajustes múltiplos, boa posição de condução, visibilidade ampla e controles acessíveis contribuem para reduzir o cansaço durante longas jornadas. Em operações de frota, o conjunto R-440 A 6×4 pode ser equipado com variadas opções de cabine (desde cabines mais compactas até as de maior espaço interno), o que impacta diretamente na habitabilidade, ruídos a bordo e, por consequência, no bem-estar do motorista — elementos que influenciam a produtividade e a segurança na estrada.
Do ponto de vista prático, esse modelo é amplamente utilizado para transporte de cargas pesadas em rodovias, logística de clientes que exigem confiabilidade e disponibilidade de frota, além de atuação em setores que demandam elevada capacidade de tração, como distribuição de materiais de construção, abastecimento de grandes operações industriais e transporte de cargas de peso moderado a alto em trajetos intermunicipais. Em termos de consumo, o desempenho está fortemente atrelado à configuração da frota, ao peso dos tons a serem transportados, à qualidade da manutenção e às condições de tráfego. Assim, para frota, a gestão de consumo envolve não apenas o mapa de rota, mas
