| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 312.270,00 |
| Fev/26 | R$ 307.900,00 |
| Jan/26 | R$ 309.448,00 |
| Dez/25 | R$ 312.519,00 |
| Nov/25 | R$ 312.889,00 |
| Out/25 | R$ 301.824,00 |
| Set/25 | R$ 309.841,00 |
| Ago/25 | R$ 319.165,00 |
| Jul/25 | R$ 320.769,00 |
| Jun/25 | R$ 322.381,00 |
| Mai/25 | R$ 323.341,00 |
| Abr/25 | R$ 324.966,00 |
Entenda como a Tabela FIPE influencia o seguro do SCANIA R-440 A 6×4 2p (E5) 2014
O que é a Tabela FIPE e como ela impacta o seguro de caminhões pesados
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) funciona como referência de valores de mercado para veículos usados no Brasil. Ela reúne dados de anúncios e negócios realizados, oferecendo uma base padronizada para estimar o valor de reposição ou de indenização em casos de sinistro. Para quem atua no mercado de seguros, entender a FIPE é essencial porque esse índice costuma ser utilizado pela seguradora para calibrar o valor segurado do veículo e, consequentemente, o valor do prêmio. Em caminhões pesados, como o SCANIA R-440 A 6×4 2p (E5) 2014, a decisão de qual valor considerar envolve uma leitura cuidadosa de variáveis que vão além do modelo e do ano de fabricação. O veículo é um ativo de alto valor agregado, cuja depreciação não acompanha apenas a idade. Em muitos casos, equipamentos adicionais, cabine, sistema de onboard telemático, estado de conservação, histórico de manutenção e uso operacional (transporte de cargas sensíveis, adição de gruas, ou operações em áreas remotas) podem impactar o preço de mercado registrado na FIPE.
Ao se referir a uma Tabela FIPE para um caminhão dessa complexidade, a seguradora não está apenas buscando um número único. O processo costuma envolver uma leitura multidimensional que pode incorporar, além do valor de reposição, ajustes por itens opcionais, kilometragem, estado estético e operacional, bem como ajustes regionais de preço. Por isso, ter uma boa documentação de manutenção, histórico de sinistros, condições de uso (rodoviário, urbano, misto) e dados de aquisição auxilia a contratação de coberturas mais alinhadas com o valor real do ativo. Em termos práticos, a FIPE orienta a base de cálculo, mas a proteção efetiva depende de uma avaliação holística do caminhão, de sua cabine, do motor, do sistema de freios e de como ele funciona no dia a dia da operação do transportador. Isso ajuda as seguradoras a oferecerem coberturas proporcionais e, ao mesmo tempo, a evitar subcapitalização ou superproteção que distorçam o prêmio.

Nesse contexto, é útil conhecer a ficha técnica do veículo para interpretar melhor o alinhamento entre o valor de referência e o potencial de reparo ou substituição. A seguir, apresentamos uma visão objetiva do SCANIA R-440 A 6×4 2p (E5) 2014, com foco na abrangência técnica que costuma influenciar tanto a avaliação de risco quanto a escolha de coberturas na indústria de seguros.
Ficha Técnica resumida do SCANIA R-440 A 6×4 2p (E5) 2014
- Motor: Scania DC13, 13 L, 440 cv, Euro 5 (E5), torque máximo em torno de 2.100 Nm
- Transmissão/Tração: Opticruise automatizada, 12 velocidades; tração 6×4
- Cabine e configuração: cabine de duas portas; veículo destinado a transporte de carga pesada com boa disponibilidade de espaço de cabine
- Dimensões operacionais e peso: Peso Bruto Total (PBT) típico na faixa de caminhões pesados; capacidade de carga ajustável conforme configuração de eixo; tanque de combustível com capacidade elevada para longas distâncias
Essa ficha técnica resume pontos-chave que costumam impactar o seguro: potência do motor, tipo de transmissão, configuração de eixo (6×4), tipo de cabine, e a capacidade de carga associada ao uso típico do veículo. A combinação de 440 cavalos e a tração 6×4 indica um caminhão projetado para operações de transporte de peso significativo em longas distâncias, com necessidade de robustez de freios, sistema de estabilidade e controle de emissões. O motor Euro 5 (E5) aponta para padrões de emissão que influenciam a performance ambiental, custos de manutenção e disponibilidade de peças em diferentes regiões do Brasil. Esses aspectos costumam repercutir na avaliação de risco para seguradora, bem como nas condições de financiamento ou leasing do ativo.
A marca Scania: tradição, práticas de serviço e inovação para caminhões pesados
A Scania é uma marca global com raízes fortes no segmento de caminhões e ônibus, reconhecida pela robustez, durabilidade e pela rede de assistência técnica que acompanha as operações de transportadoras. Fundada no final do século XIX, a Scania construiu uma reputação pautada na engenharia voltada para exigências de alto desempenho, com foco na confiabilidade de frota em ambientes de demanda elevada, como frete rodoviário de longa distância, logística de cargas frias, transporte de carga pesada e operações de construção. A marca investe em tecnologias de telemetria, eficiência de combustível e gestão de frotas, o que, para o seguro, pode significar melhor gerenciamento de risco quando há monitoramento de dados de operação, consumo de combustível, padrões de condução e diagnósticos remotos. Além disso, a presença de uma ampla rede de concessionárias e centros de serviço reduz o tempo de inatividade em casos de manutenção, o que é um eixo positivo para seguradoras que valorizam continuidade de operação. Em termos de cultura empresarial, a Scania tem uma trajetória associada à sustentabilidade e à inovação tecnológica, com soluções que buscam reduzir o custo total de propriedade (TCO) dos caminhões, o que, indiretamente, também afeta a percepção de risco para o seguro, uma vez que frotas bem mantidas costumam apresentar menor probabilidade de sinistralidade.
Principais fatores que afetam a avaliação de risco e o valor segurado
Ao planejar a apólice para um SCANIA R-440 A 6×4 2p (E5) 2014, a seguradora analisa um conjunto de fatores que vão muito além da idade do veículo. Abaixo estão aspectos recorrentes nesse processo de avaliação, com foco na prática de seguros para caminhões pesados:
- Condição do motor e componentes críticos: data da última revisão, histórico de manutenções, substituições de peças do motor, sistema de transmissão e freios. Um motor com serviço regular e peças originais tende a transmitir menor risco de falha grave durante a vigência da apólice.
- Tipo de uso e rotas operacionais: operações rodoviárias de longo curso, transportes de cargas especiais, áreas com terrenos acidentados ou condições climáticas adversas podem influenciar desgaste e probabilidades de sinistro. Caminhões com alto tempo de inatividade também apresentam impacto na avaliação de risco.
- Emissão e desempenho ambiental: o conjunto Euro 5 implica requisitos de tecnologia de controle de emissões. Em muitas áreas, a disponibilidade de peças e de mão de obra qualificada para serviços com padrões E5 é considerada na apólice, impactando custos de manutenção.
- Estado da cabine e conforto de uso: cabines bem conservadas e com controles de operação visíveis para o motorista podem refletir menor probabilidade de acidentes causados por fadiga ou mal funcionamento de equipamentos de condução.
- Histórico de sinistros e de multas: histórico de colisões, sinistros envolvendo terceiros, e incidência de multas de trânsito pode aumentar o fator de risco da apólice, levando a ajustes de prêmio ou de franquias.
- Perfil de condução e treinamento: motoristas com certificações adequadas, treinamentos de segurança e programas de conscientização para condução econômica costumam impactar positivamente a avaliação de risco.
- Equipamentos de proteção e tecnologia embarcada: sistemas de freios com ABS/EBS, controle de estabilidade, telemetria, rastreamento de frotas e sensores de
